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sábado, 26 de abril de 2014

Homossexuais contra o "casamento" homossexual

Dois comentadores homossexuais afirmaram que o "casamento" homossexual altera de um modo fundamental a definição da instituição de casamento, e apenas alguns poucos "protestantes" homossexuais é que queriam essa alteração.

O crítico de arte Brian Sewell e o colunista Andrew Pierce fizeram os seus comentários no momento em que os "casamentos" homossexuais começavam a ocorrer no Reino Unido. Escrevendo para o The Telegraph, Sewell disse que as uniões civis "pareciam ser a reforma final necessária":

Mas dentro de todas as minorias há um cerne de políticos e protestantes focados num só tópico que nunca estão satisfeitos e exigem sempre mais; entre os homossexuais, tanto homens como mulheres, isso não é excepção. Foi este núcleo barulhento que exigiu o casamento [sic] homossexual e, vendo um punhado de votos nisso, que levou David Cameron a dar o seu apoio.

Sewell comentou que, embora ele tenha "calmamente feito a minha parte na campanha pela igualdade", o "casamento" homossexual é "um direito que eu deploro". Ele disse ainda que a sociedade Britânica encontra-se "enraizada" no Cristianismo, e que a maior parte dos homossexuais "estão satisfeitos em respeitar a crença sincera e profunda mantida por Cristãos sérios e informados" que dão o seu apoio ao casamento entre um homem e uma mulher.

Sewell concluiu que foram "desperdiçados" recursos na "campanha errada".

Escrevendo para o Daily Mail, Andrew Pierce disse que o "casamento" homossexual teve o apoio do "políticos heterossexuais casados tais como David Cameron, que viram uma oportunidade cínica para polir as suas melosas credenciais liberais ao forçar o casamento [sic] homossexuals".

No entanto, disse Pierce, a introdução do "casamento" homossexual foi "politicamente, um erro de cálculo desastroso". Ele acrescentou que os políticos "ofenderam milhões de pessoas ao redefinirem arrogantemente o significado da relação entre um homem e uma mulher que há milhares de anos tem sido o pilar da sociedade":

Eles colocaram a Igreja numa posição desagradável ao sugerirem que ela tinha o dever moral de executar cerimónias homossexuais quando a larga maioria do clero e dos membros das congregações são contra elas. Pior ainda, os casamentos [sic] homossexuais que foram instalados não tornaram as duplas homossexuais mais "iguais" de qualquer forma significativa.

Fonte

* * * * * * *
Estes homossexuais revelam o que já se sabia: a maior parte dos homossexuais não está interessada no "casamento" homossexual; só uma minoria de homossexuais politicamente motivada é que desenvolve esforços para perverter a definição de casamento.

Mas esta minoria de homossexuais não seria bem sucedida se não fosse a existência de políticos que olham com bons olhos a destruição da instituição do casamento. É essa elite política que é responsável pelo sucesso aparente da agenda homoerótica nos países Ocidentais. 

Resumindo: "Casamento" homossexual é uma manobra política que visa destruir o casamento natural, e não algo feito para beneficiar os homossexuais. Quem se opõe ao "casamento" homossexual não o faz motivado por ódio aos homossexuais, mas sim por amor à sociedade.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Mais temática homossexual nos programas ingleses

Os populares programas ingleses East Enders e Emmerdale estão em vias de conter ainda mais personagens homossexuais. Os activistas homossexuais pertencentes ao grupo Stonewall haviam já vangloriado àcerca da sua influência nas novelas televisivas - citando para isso uma das personagens dum dos programas que usou uma t-shirt publicitária do grupo sodomita.

A novela da ITV Coronation Street havia já causado controvérsia com os seus personagens homossexuais. As coisas ficaram tão óbvias que algumas das antigas estrelas do programa expressaram já dúvidas àcerca do crescente número de enredos envolvendo homossexuais.

Beijo homossexual.

Ficamos agora a saber que, não só o adolescente Ben Mitchell, filho de Phil, irá fazer parte dum enredo homossexual na novela EastEnders, como a novela Emmerdale irá introduzir uma dupla lésbica. A história da novela EastEnders alegadamente contará a forma como Ben Mitchell é enviado pelo pai para aulas de boxe, onde ele conhece outro adolescente (Duncan) a quem ele mais tarde dá um beijo.

Não há forma de provar isto, mas a escolha dum lugar tão associado à masculinidade como um ginásio de boxe para desenrolar uma história de sodomia não acontece por acaso. Pior do que isso é o uso de adolescentes para a promoção da sodomia. Será que os sodomitas não respeitam nada? (Pergunta retórica)

Propaganda.

Durante o mês passado Brian Sewell afirmou que há um excessivo número de homossexuais, transsexuais e adolescentes lésbicas nas personagens da novela Coronation Street. Sewell, ele mesmo um bissexual, criticou também os enredos da novela EastEnders ao afirmar que ambas estão a ser usadas como "propaganda sexual".

Em Maio foi reportado que o elenco do programa Coronation Streeet se estava a tornar mais irritado com o facto da série ter um número cada vez maior de histórias em volta de relações homossexuais. Umas das pessoas envolvidas na série, falando em anonimato, disse:
Este não é um lugar feliz para se estar - há uma insatisfação cada vez maior quando se pensa que o programa pode estar a perder o norte.
Actualmente a série conta com duas lésbicas, 4 homossexuais e um transsexual. Uma antiga estrela da série, Nick Cochrane, disse:
Isto é totalmente irrealista. Poderia uma rua da classe trabalhadora realmente produzir tal número de homossexuais? Eu tenho amigos homossexuais mas eles não vivem todos numa rua cheia de homossexuais.

Quantas ruas na Grã-Bretanha teriam miúdas em idade escolar lésbicas, duplas homossexuais, um transsexual e crianças de duplas homossexuais? Isto é demasiado artificial e forçado.

Ele defende ainda que a novela não era "a plataforma certa para se ressalvar tantos assuntos homossexuais ao mesmo tempo."

Outra antiga lenda da mesma série, Jean Alexander, 85 – que fez o papel de Hilda Ogden durante 23 anos - disse que 3 enredos homossexuais é "excessivo".

Plataforma

Em Janeiro passado um produtor homossexual da série Coronation Street admitiu que ele usa o programa para avançar com agenda homossexual. Phil Collinson disse ao The Sun que a série é uma "plataforma espantosa" que realmente "produz uma diferença na forma como as pessoas pensam". Ele acrescenta:

O que é transmitido às Segundas à noite, leva a que as pessoas falem disso nos pubs, nos clubes e no emprego no dia seguinte. . . . Este programa sempre teve uma sensibilidade gay.
Fonte

É precisamente por isto que os homossexuais abundam nos programas televisivos. propaganda. Façam um pequeno exercício: tentem-se lembrar de programas de televisão (especialmente americanos) que não tenham um sodomita ou uma lésbica. Quantos é que se lembram? Muito poucos.

Estas coisas acontecem porque os activistas querem indoutrinar novas gerações em favor do seu decadente e clinicamente perigoso estilo de vida sexual.

Mas como os Cristãos brasileiros já mostraram ao mundo, os sodomitas só avançam com a sua agenda se a maioria Cristã estiver inerte e preguiçosa. O mal só avança quando aqueles do lado do bem deixam de lutar. A questão agora é: até onde é que os Cristãos estão dispostos a levar a luta?

Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas, também, a todos os que amarem a Sua vinda.
2 Timóteo 4:7-8


sábado, 9 de julho de 2011

Bissexual Brian Sewell: Há demasiados homossexuais nos programas televisivos

Crítico de arte e personalidade televisiva, Brian Sewell, alega que há um número excessivo de homossexuais, transsexuais e personagens lésbicas na série televisiva Coronation Street. O sr Sewell, ele mesmo um bissexual, disse que a programação está a ser usada para avançar com assuntos minoritários, e o resultado é "uma minoria a pregar para nós a partir duma localização moral superior".

Demasiado.

Escrevendo para um jornal nacional, ele disse:

Há demasiados, não só homossexuais . . . mas também lésbicas, bissexuais, a comunidade transgénero, travestis, e todos os outros com algum equívoco sexual ou fetiche. E não é só a série Coronation Street — a série EastEnders também é assim, e no mês passado houve uma cena com rapazes na cama juntos, aparentemente despidos.

A nossa querida igualitária BBC alega que é política sua caracterizar os relações homossexuais e heterossexuais exactamente da mesma forma, ambas igualmente adequadas . . . . Mas será que são realmente apropriadas?

Propaganda

Serão as séries, visionadas por crianças pré-pubescentes - que ainda podem reter algum resquício de inocência que nós deveríamos estimar - realmente uma plataforma adequada para a propaganda sexual e apelos especiais?

Ele acrescenta ainda que avançar com questões minoritárias

é fundamental para a filosofia daqueles que controlam a TV. Como resultado, a TV tornou-se demasiado politicamente correcta. Ela fomenta todas as minorias e dá-lhes um tempo de antena desproporcional. Em todos os tipos de programas - quer sejam os dramas, os debates ou os infantis - nesta terra de oportunidades iguais, é dado às minorias a chance de lutar fora do de escalão.

É precisamente isto que aconteceu com a série Coronation Street — e o resultado é uma minoria a pregar para nós segundo um ponto moral mais elevado.

Em Maio foi reportado que o elenco do programa se estava a tornar mais irritado com o facto da série ter um número cada vez maior de histórias em volta de relações homossexuais. Umas das pessoas envolvidas na série, falando em anonimato, disse:

Este não é um lugar feliz para se estar - e há uma insatisfação cada vez maior quando se pensa que o programa pode estar a perder o norte.
Actualmente a série conta com duas lésbicas, 4 homossexuais e um transsexual. Uma antiga estrela da série, Nick Cochrane, disse:
Isto é totalmente irrealista. Poderia uma rua da classe trabalhadora realmente produzir tal número de homossexuais? Eu tenho amigos homossexuais mas eles não vivem todos numa rua cheia de homossexuais.

Quantas ruas na Grã-Bretanha teriam miúdas em idade escolar lésbicas, duplas homossexuais, um transsexual e crianças de duplas homossexuais? Isto é demasiado artificial e forçado.

Ele defende ainda que a novela não era "a plataforma certa para se ressalvar tantos assuntos homossexuais ao mesmo tempo."

Outra antiga lenda da mesma série, Jean Alexander, 85 – que fez o papel de Hilda Ogden durante 23 anos - disse que 3 enredos homossexuais é "excessivo".

Plataforma

Em Janeiro passado um produtor homossexual da série Coronation Street admitiu que ele usa o programa para avançar com agenda homossexual. Phil Collinson disse ao The Sun que a série é uma "plataforma espantosa" que realmente "produz uma diferença na forma como as pessoas pensam". Ele acrescenta:

O que é transmitido às Segundas à noite, leva a que as pessoas falem disso nos pubs, nos clubes e no emprego no dia seguinte. . . . Este programa sempre teve uma sensibilidade gay.

Portanto, a presença desproporcional de homossexuais nos programas televisivos faz parte da agenda homossexual. Já que eles não conseguem demonstrar a "normalidade" do seu comportamento sexual com evidências, eles usam os média como forma de dessensibilizar o público em relação às suas preferências sexuais.

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