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sábado, 11 de outubro de 2014

12 citações que revelam o verdadeiro propósito do "casamento" homoerótico

Morte do casamento = "Progresso"
1. "Evitar por completo o casamento irá disponibilizar um caminho mais rápido para o progresso visto que só a morte do casamento pode materializar a aurora da igualdade para todos." -- Dr. Meagan Tyler, - Palestrante de Sociologia na Universidade Victoria

Quem é que precisa do casamento?
2. "A verdadeira questão que deveria ser debatida não é se o casamento homossexual [sic] deveria ser legalizado, mas, será que ainda precisamos do casamento?" -- David Vakalis

Redefinir a instituição
3. "Um meio termo pode ser o combate em favor do casamento homossexual [sic] e todos os seus benefícios, e mal isso tenha sid conquistado, redefinir por completo a instituição do casamento, exigir o direito para casar não como uma forma de se aderir aos códigos morais da sociedade, mas sim como forma de desacreditar o mito e alterar radicalmente uma instituição arcaica. [Legalizar o "casamento" homossexual ] é também uma oportunidade de transformar por completo a definição de família na cultura Americana..” - Michelangelo Signorile, OUT magazine, December/January 1994

Estamos a defender uma destruição
4.  "E, afinal de contas, nós estamos a defender a destruição da centralidade do casamento e da unidade da família nuclear...." -- Ryan Conrad

Próximo passo: Abolição
5.  "Mas muito provavelmente o próximo passo não é, mais uma vez, expandir a definição restrita de casamento mas abolir por completo a falsa distinção entre as famílias casadas e as outras parcerias também válidas mas ainda sem reconhecimento ." - Sally Kohn,  Prop 8: Let’s Get Rid of Marriage Instead!

A morte do casamento
6. "Não seria a morte do casamento como instituição estatal, inclusive para os heterossexuais, a melhor solução? ... Apaguem o registo civil; não façam qualquer tipo de distinção entre os cidadãos casados e os não-casados." - Alex Gabriel, Politics.co.uk

Aticem as chamas
7. "O casamento é o proverbial edifício em chamas. Em vez de bater na porta como forma de tentar entrar, os queers deveriam estar a atiçar as chamas!" - National Conference on Organized Resistance

O casamento corrói a "liberdade"
8. "O casamento não deveria ser o objectivo mas sim uma escolha. Uma escolha disponível entre as muitas reconhecidas como válidas pela sociedade. Mas não é. Actualmente, no que toca a sociedade, tu ou estás casado ou não estás. E à medida que a noção vai ficando cada vez mais codificada, a nossa liberdade de fazer outras escolhas vai-se corroendo gradualmente." - David McGee

Revolução moral
9. "O movimento gay, quer isso seja reconhecido por nós ou não, não é um movimento que luta em favor dos direitos civis, e nem mesmo um movimento de emancipação sexual, mas sim uma revolução moral que tem como propósito alterar a forma como as pessoas olham para a homossexualidade." - Paul Varnell, Chicago Free Press

bolindo a família
10. "Temos que ter como propósito a abolição da família de modo a que o sistema supremacista masculino e sexista não possa ser fomentado dentro dela." - Gay Liberation Front: Manifesto, Londres 1971, revisto em 1978

Transformar a sociedade
11. “Ser queer significa forçar os parâmetros do sexo e da família, e durante o processo, transformar a sociedade. .. Temos que manter os nossos olhos fixos no nosso objectivo ... de reordenar radicalmente a visão social da realidade." [source] -- Paula Ettelbrick, National Gay and Lesbian Task Force

O casamento não deveria existir
12. "... lutar pelo casamento homossexual [sic] normalmente significa que se tenha que mentir sobre o que queremos fazer com o casamento mal nós cheguemos lá - porque nós mentimos quando afirmamos que a instituição do casamento não irá mudar. A instituição do casamento irá mudar, e ele tem que mudar. E eu acho que ela nem deveria existir." - Masha Gessen, journalists - Durante um painel de discussão na Austrália

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Estas citações, combinadas com o nosso popular post com o nome de 10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido, irão disponibilizar informação ampla que nos irão permitir defender de um modo mais corajoso a instituição do casamento.

Pelo futuro do casamento e da família, partilhem e tuitem estas citações o mais que puderem



terça-feira, 24 de junho de 2014

De que forma é que o "casamento" homossexual afecta toda a sociedade?

Na sua tentativa de avançar com o pseudo-casamento homoerótico, os defensores do homossexualismo perguntam de que forma é que tais "casamentos" irão afectar de forma pessoal a vida daqueles que não concordam com ele. Esta pergunta é relevante, e acredito a resposta a ela tem analisar duas áreas.

Preocupações Filosóficas

De que forma é que um assassinato que ocorre num outro estado, num estacionamento para trailers e entre duas pessoas que não conhecemos e que não conhecem ninguém que nós conhecemos, nos irá afectar pessoalmente? Não irá; mas só porque não nos irá afectar pessoalmente não quer dizer que podemos ignorar as questões morais associadas ao assassinato e não condenar esse acto. O assassinato é moralmente errado, e quando uma lei moral é violada, nós somos de uma maneira ou outra afectados; e nós sabemos que se tais actos aumentarem, a sociedade será afectada, independentemente do lugar onde nos encontremos.

Não estou de maneira nenhuma a comparar o "casamento" homoerótico com o assassinato (e a colocá-los ao mesmo nível moral) mas sim a alterar por alguns momentos o foco da questão para algo que nós todos sabemos ser moralmente condenável como forma de demonstrar que, mesmo que algures pelo mundo ocorra uma acção que não nos afecta directamente (por exemplo, o assassinato), nós devemos condená-la visto estar errada. O assassinato é uma preocupação moral, e tal como o "casamento" homoerótico, nós temos que nos preocupar com as suas implicações morais, quer nós sejamos pessoalmente afectados ou não no momento.

No entanto, algumas pessoas podem afirmar que o "casamento" homoerótico não é uma questão moral mas sim uma questão centrada nos direitos civis. Embora alguns defensores do "casamento" homoerótico agitem a bandeira dos "direitos civis" como forma de apoiar a sua causa - o que eu acho impróprio - os pseudo-casamentos homossexuais estão estão rodeados de questões morais: fidelidade, promessas, amor, apoio, compromisso, sexo, etc.

Para além disso, os direitos civis baseiam-se em direitos morais: está moralmente errado prevenir alguém de ter um emprego, comer num restaurante, ou usar casas de banho públicas devido à cor da sua pele. De igual modo, a união entre duas pessoas numa cerimónia pública onde é reconhecido pelo resto da sociedade o compromisso emocional, sexual e de fidelidade entre elas é também uma questão moral. Se discordas, então tens que demonstrar como é que tal compromisso público não é uma questão moral.

Quando olhamos outra vez para a questão, podemos ver de modo implícito um padrão moral, nomeadamente, que a moralidade é determinada pela forma como as pessoas são pessoalmente afectadas. Mas uma coisa não está certa ou errada apenas e só devido ao efeito que uma acção pode ter sobre uma pessoa. Algo está certo ou errado porque existe uma natureza inerente das verdades morais. Por exemplo, está errado assassinar.

Está errado torturar bebés como forma de obter prazer sádico. Está errado dividir a sociedade com base na cor da pele. Está errado prometer fidelidade, compromisso e amor ao nosso "parceiro" de casamento, e mais tarde violar esse compromisso. Está errado odiar alguém sem motivo. Está errado desejar a morte de alguém apenas e só porque não se gosta da cor da sua pele.

Se a moralidade fosse determinada pela forma como as pessoas são afectadas, então a moralidade seria algo baseado nos efeitos, nas circunstâncias e nos gostos pessoas - mas só quando eles fossem expressos e não quando são só sentidos. Mas isto é problemático porque se eu acredito que o "casamento" homoerótico está errado, será que ele está errado simplesmente porque eu assim acredito? Será que estou moralmente certo? Ou será que não há valor moral algum nessa crença? Se por acaso defendes que não há valor moral na mera crença, então odiar alguém com base na cor da pele ou "orientação sexual" não está errado, pois não?

Vês agora como a moralidade baseado "apenas" na forma como alguém é afectado está cheia de problemas? Esta posição ignora os motivos e diz que os motivos malignos não estão errados até que alguém opera com base neles.

Se por acaso negas que existem verdades morais intrínsecas, então não há nada de errado com o ódio, a raiva, a luxuria, a cobiça, o preconceito, etc., desde que estes  sentimentos não sejam expressos. Mais uma vez, se não existem valores morais intrínsecos, então por favor encontrem uma excepção para a frase que diz que está sempre errado torturar bebés por prazer. Se não és capaz, será que não estás a admitir que os absolutos morais existem - em relação aos quais nós todos temos que responder visto que isso implica um Doador da Verdade? Mas estou a divagar.

O "casamento" homoerótico centra-se em duas coisas: amor e sexo. Certamente que os homossexuais alegam ter amor uns pelos outros, mas eles também têm relações "sexuais" uns com os outros. Na minha opinião, este segundo ponto é a força motora por trás da sua redefinição do casamento. Pensem nisto: homosSEXualismo. Sim, sabemos que é apenas uma palavra, mas isto leva-nos às preocupações prácticas visto estas estarem relacionadas com o sexo - exactamente aquilo que a comunidade homoerótica tirou do armário/dos quartos, e trouxe para o esfera pública.

Preocupações Prácticas

Se uma dupla homoerótica se "casa" do outro lado do mundo, isso não me afecta - mas isso não quer dizer que não seja uma questão moral. No entanto, se uma dupla homoerótica legalmente se "casa" no país onde vivo, isso afecta-me. Primeiro, este artigo é o resultado de questões levantadas por dois apoiantes do "casamento" homoerótico. Fui afectado, e como resultado, estou a escrever este artigo.

Segundo, a redefinição do casamento para fora do promissório vinculo público de um homem com uma mulher afecta a sociedade como um todo visto que ela fundamenta-se na unidade familiar onde o casamento é o contracto legal de fidelidade e compromisso através do qual crianças são trazidas ao mundo.

Terceiro, ao redefinirem o casamento para além de um homem e uma mulher, e onde onde a relação sexual normal pode ocorrer, o absoluto do relacionamento marital  homem-mulher é destruído e a permissividade sexual é encorajada. Isto abre a porta a mais redefinições das relações familiares e sexuais. Tomemos como exemplo o simpósio de 2011 com o nome "Living in Truth and Dignity", que decorreu em Baltimore, Maryland do dia 17 de Agosto. Nele, a pedofilia foi redefinida como "pessoas atraídas a menores", e o simpósio buscou formas de levantar preocupações em torno da forma como o DSM 1 considera isso uma desordem mental.

No decorrer do simpósio, uma das palestras tinha o título de "Descriminalizando os Conceitos da Desordem Mental - A Pedofilia como Exemplo" ["Decriminalizing Mental Disorder Concepts--Pedophilia as an Example.], e ela foi apresentada por John Z. Sadler, M.D., Professor de ética médica e psiquiatria (UT Southwestern Medical Ctr., Dallas, TX) 2

Será que isto é um precursor de mais "reconsiderações" sexuais num mundo em mudança onde a permissividade sexual na forma do comportamento homossexual busca agora aceitação através da redefinição do casamento, de modo a que se possa esconder dentro das suas paredes sagradas e obter aceitação social? Convém perguntar se tal simpósio teria obtido algum embalo se a fidelidade do casamento tradicional tivesse permanecido intacta e com ela a santidade da sexualidade que o casamento providencia. Não vejo como. Com a redefinição dos papéis sexuais e dos parceiros matrimoniais, o dique que suporta o dilúvio da imoralidade está a rachar.

Quando a porta de redefinição do casamento é aberta, uma série de obscenidades imorais sexuais podem entrar. Quando e como é que voltamos a fechar a porta outra vez? Será depois da pedofilia ser aceite pela sociedade? E o que dizer da poligamia, da poliandria e dos poliamorosos? Sem uma declaração concreta de que o casamento é entre um homem e uma mulher, com a união sexual biologicamente construída que está protegida dentro do casamento, então vale qualquer coisa - pedofilia, bestialismo, necrofilia, identidade de género, e muito mais. Filosoficamente, isto pode levar a profundas ramificações morais na sociedade; e quando a moralidade muda, a sociedade muda e todos são afectados.

Tal como a história frequentemente demonstrou, quando a moralidade duma sociedade entra em declínio, os malignos prosperam e estes rapidamente voltam a sua atenção para os moralmente conservadores, perseguindo-os ferozmente. Isto já está a acontecer aqui nos Estados Unidos onde as pessoas que se atrevem a dar uma opinião contrária à posição politicamente correcta em torno do pseudo-casamento homoerótico são despedidas, ridicularizadas, e/ou qualificadas de "intolerantes". Isto faz com que outras pessoas, eu incluindo, fiquem cautelosas em torno do que dizem, não se dê o caso dos Camisolas Castanhas 3 da agenda homossexual nos denunciem e nós sejamos punidos apenas e só afirmamos que o "casamento" homoerótico está errado. E nem pensem que isto não acontecerá porque já está a acontecer.
  • 1. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders of the American Psychiatric Association
  • 2. http://b4uact.org/science/symp/2011/program.htm
  • 3.Os Camisolas Castanhas eram os informadores do partido Nazi Alemão que usavam violência para silenciar todos aqueles que se opusessem a Hitler.
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sábado, 26 de abril de 2014

Homossexuais contra o "casamento" homossexual

Dois comentadores homossexuais afirmaram que o "casamento" homossexual altera de um modo fundamental a definição da instituição de casamento, e apenas alguns poucos "protestantes" homossexuais é que queriam essa alteração.

O crítico de arte Brian Sewell e o colunista Andrew Pierce fizeram os seus comentários no momento em que os "casamentos" homossexuais começavam a ocorrer no Reino Unido. Escrevendo para o The Telegraph, Sewell disse que as uniões civis "pareciam ser a reforma final necessária":

Mas dentro de todas as minorias há um cerne de políticos e protestantes focados num só tópico que nunca estão satisfeitos e exigem sempre mais; entre os homossexuais, tanto homens como mulheres, isso não é excepção. Foi este núcleo barulhento que exigiu o casamento [sic] homossexual e, vendo um punhado de votos nisso, que levou David Cameron a dar o seu apoio.

Sewell comentou que, embora ele tenha "calmamente feito a minha parte na campanha pela igualdade", o "casamento" homossexual é "um direito que eu deploro". Ele disse ainda que a sociedade Britânica encontra-se "enraizada" no Cristianismo, e que a maior parte dos homossexuais "estão satisfeitos em respeitar a crença sincera e profunda mantida por Cristãos sérios e informados" que dão o seu apoio ao casamento entre um homem e uma mulher.

Sewell concluiu que foram "desperdiçados" recursos na "campanha errada".

Escrevendo para o Daily Mail, Andrew Pierce disse que o "casamento" homossexual teve o apoio do "políticos heterossexuais casados tais como David Cameron, que viram uma oportunidade cínica para polir as suas melosas credenciais liberais ao forçar o casamento [sic] homossexuals".

No entanto, disse Pierce, a introdução do "casamento" homossexual foi "politicamente, um erro de cálculo desastroso". Ele acrescentou que os políticos "ofenderam milhões de pessoas ao redefinirem arrogantemente o significado da relação entre um homem e uma mulher que há milhares de anos tem sido o pilar da sociedade":

Eles colocaram a Igreja numa posição desagradável ao sugerirem que ela tinha o dever moral de executar cerimónias homossexuais quando a larga maioria do clero e dos membros das congregações são contra elas. Pior ainda, os casamentos [sic] homossexuais que foram instalados não tornaram as duplas homossexuais mais "iguais" de qualquer forma significativa.

Fonte

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Estes homossexuais revelam o que já se sabia: a maior parte dos homossexuais não está interessada no "casamento" homossexual; só uma minoria de homossexuais politicamente motivada é que desenvolve esforços para perverter a definição de casamento.

Mas esta minoria de homossexuais não seria bem sucedida se não fosse a existência de políticos que olham com bons olhos a destruição da instituição do casamento. É essa elite política que é responsável pelo sucesso aparente da agenda homoerótica nos países Ocidentais. 

Resumindo: "Casamento" homossexual é uma manobra política que visa destruir o casamento natural, e não algo feito para beneficiar os homossexuais. Quem se opõe ao "casamento" homossexual não o faz motivado por ódio aos homossexuais, mas sim por amor à sociedade.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Paris: Autarcas manifestaram-se contra "casamento" homossexual

Dezenas de autarcas e outras autoridades reuniram-se hoje, em Paris, para denunciar o projecto de lei sobre o "casamento" homossexual, na véspera de uma grande manifestação de apoiantes do "casamento para todos".

Os manifestantes, do grupo "Autarcas pela Infância", estiveram reunidos na praça de Trocaderó, sob uma bandeira azul, branca e vermelha, que trazia a inscrição "Liberdade, igualdade e fraternidade para as crianças também", presenciou o jornalista da agência noticiosa francesa AFP.

 Os autarcas vieram de várias regiões de França e pediram "solenemente ao Presidente da República para retirar o projecto de lei sobre o casamento e adopção por pessoas do mesmo sexo", que será debatido a 29 de Janeiro no Parlamento francês.

Centenas deles, com lenços tricolores, apelaram a "todos os funcionários públicos unirem-se aos franceses no dia 13 de Junho a Paris (data de uma outra manifestação organizada pelo movimento contra o casamento homossexual) para manifestarem-se pelo compromisso com o "casamento" entre um homem e uma mulher e lembrar que uma criança precisa de pai e mãe". 

Brigitte Kuster, da UMP (União Por um Movimento Popular, de direita) e responsável do 17º distrito de Paris, denunciou "o debate retraído" sobre o tema e pediu "a revogação do texto que se apresenta".
 
"Tocamos na fundação da sociedade, cujo acto fundador é o casamento. Que duas pessoas do mesmo sexo queiram unir-se, é normal, mas o casamento tem o propósito de criar uma família e vemos um problema nisso (no "casamento" homossexual) ", disse Brigitte Kuster.

O grupo "Autarcas para a Infância" reúne cerca de 17 mil autarcas e adjuntos de vários partidos.
O encontro de hoje aconteceu na véspera de uma "manifestação pela igualdade", que acontecerá na tarde de Domingo, em Paris, e que está a ser chamada de "Inter-LGTB".

Fonte





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