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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

A terapia da pornografia: tentativa masculina de auto-cura através da fantasia

Por Joseph Sciambra

A vasta maioria dos rapazes que se "assumem como homossexuais" fazem-no depois de anos viciados na pornografia, muitas vezes um vício que remonta aos dias da sua adolescência ou até mesmo aos dias da sua infância. Eu comecei a olhar de forma mais séria para a pornografia quando tinha 8 anos.

Quando eu era criança, durante os anos 70 e 80, a selecção de pornografia encontrava-se bastante limitada ao que se poderia comprar na loja de conveniência local - normalmente, a Playboy, a Playgirl ou a Hustler. Hoje em dia, e devido à internet, existe uma variedade infindável de pornografia a satisfazer todos os nichos - desde a "bondage" ao transsexualismo.

Depois de, literalmente, ter falado com milhares de homens "gays", descobri que muitos têm reservars em falar de modo aberto sobre qualquer tipo de trauma que podem ter sofrido durante a juventude, que muito provavelmente contribuiu, ou determinou, o seu homossexualismo. No entanto, estes mesmos homens homossexuais estão frequentemente abertos para discutir que tipo de pornografia assistem ou assistiram quando eram jovens.

Porque é que isto é importante?

A minha teoria é que os homens tentam "curar" traumas da infância através da fantasia da pornografia. Por exemplo, os homens que se sentiram pouco amados ou negligenciados pelos seus pais ausentes ou fracos, tipicamente passam a ficar obsecados com a assim-chamada pornografia "do pai". Nesta forma de pornografia, os homens mais novos são frequentemente iniciados no estilo de vida homossexual por uma figura paterna mais velha e incrivelmente compassiva.

Hoje em dia, esta forma de pornografia é o sub-género mais popular no mundo "gay", incorporando um desejo específico de ver filmes onde há um desempenho de papéis a recriar o incesto entre o pai e o filho. E esta fixação não é fomentada pela indústria mas sim pelos consumidores. O lendário director de pornografia homossexual Joe Gage, que se especializa nos filmes "do paa", disse o seguinte em relação a todo este fenómeno:

Eu fiz o primeiro filme - ‘Dad Takes A Fishing Trip’ - e nesse filme o pai e o filho não tinham qualquer tipo de contacto um com o outro. Eles estão juntos em algumas cenas mas eles não se tocam. Eu fiz as coisas desta forma específica tal como o fiz no filme ‘Chainsaw.’ Mas foi então que as pessoas me ligaram e me falaram destas fantasias profundas e me disseram como queriam que eu levasse as coisas para o nível seguinte.

Um dos actores dos filmes "do pai" de Gage, um homem curiosamente pensativo, continuou a descrever a psique curiosa em redor destes filmes:

Estes rapazes pura e simplesmente lançam-se de forma constante para junto do pai; o seu rapaz quer que ele tenha sexo com ele. É uma fantasia. Olho para isto como uma fantasia e como aquele tipo de jogo de poder que a maior parte de nós sempre fantasiou....E quantos de nós não quis ter alguém mais velho que nos guiasse e que, pelo menos, nos aconselhasse para que nós não fiquemos entregues a nós mesmos?

O que o actor disse fundamenta-se em larga escala na verdade do homossexualismo - que muitos, se não todos, homens homossexuais secretamente desejam uma figura paterna como parceira sexual; dito de outra forma, "alguém que nos guie". Mas dentro desta fantasia há sempre a realização trágica de que "ficamos entregues a nós mesmos".

Com isto em mente, os rapazes que entram no mundo homossexual, inconscientemente
entram nesse mundo como pessoas claramente perdidas e mal amadas - buscando a afeição, a aprovação e a segurança dum pai que nunca chegaram a conhecer.

Antes disso, muitos já re-exploraram involuntariamente o trauma, vez após vez, ao buscaram infindavelmente e ao assistirem várias cenas pornográficas envolvendo o macho mais velho sexualmente encorajador. Quando estes rapazes entram no meio social "gay", quer seja através das redes sociais ou pela via tradicional dos bares "gay" e dos clubes de dança "gay", eles irão descobrir rapidamente um largo número de homens cronologicamente velhos o suficiente para serem seus pais, prontos e dispostos a orientá-los.

Só que, tal como a assistir a pornografia, estes tipos de reconstituições são apenas isso - um tipo falso de Teatro Kabuki, com a postura floreada a nunca chegar a substituir a realidade. De facto, o trauma torna-se profundamente submergido, e o desejo [de
aprovação e a segurança dum pai que nunca chegaram a conhecer ] intensifica-se.

Curiosamente, existe um tipo de comparação dentro do mundo heterossexual masculino com a implacável popularidade dos filmes "MILF"; a pornhub regularmente tem  "MILF" no topo, ou pelo menos entre os 3 primeiros, dos termos pornográficos mais procurados, e com a actriz porngráfica Lisa Ann como a mais popular actriz MILF de todas.

E porquê?

Semelhantemente à situação "gay", com a destruição da família centrada no pai-mãe na civilização Ocidental, os homens são cada vez mais criados em ambientes focados nas mulheres, com metade das crianças a fazer parte de famílias divorciadas, e frequentemente com a mulher a assumir o papel de disciplinadora e falsa figura paterna.

Junto de uma minoria (cerca de 2% os homens) este tipo de disfuncionalidade causa o homossexualismo junto dum rapaz sensível; junto da maioria, isto cria um homem heterossexual com várias reservas em relação à mulheres, quer seja pouca disposição em ter um relacionamento sério, até a um homem semi-castrado com um complexo de masturbação-pornográfico que precisa de Viagra quando está com mulheres de verdade.

Consequentemente, a maioria dos homens está fascinada com a pornografia da "mãe", um quadro pornográfico que frequentemente incorpora em si abusos e humilhações; para os homens que assistem a isto, é um tipo de reorientação da sua masculinidade devido à dominação feminina que ocorreu durante a sua infância.


- http://goo.gl/qpFvu8.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

As crianças não estão bem: Filha de lésbica revela a verdade.

Por Brandi Walton

Caros membros da comunidade lgbt:

Não sou filha vossa. Nunca levantei uma bandeira numa das vossas paradas de orgulho homossexual. Nunca escrevi uma carta em vosso nome a um congressista ou a qualquer outra pessoa, e nunca senti a necessidade de fazer as pessoas aceitar o facto de eu ser filha duma lésbica. Isto talvez seja consequência do facto dela nunca ter tido necessidade de forçar as pessoas a aceitar como ela era.

Não, eu nunca me iria alinhar com uma comunidade tão intolerante e tão imersa dento dela mesma como a comunidade lgbt, uma comunidade que exige tolerância com fervor e com paixão, no entanto é incapaz de dar isso aos outros - por vezes, nem mesmo aos seus próprios membros. De facto, esta comunidade ataca qualquer pessoa que não concorde com ela, independentemente do quão amorosa a diferença de opinião seja expressa.

Eu mesmo sou o produto da Revolução Lésbica dos anos 80. A minha mãe sempre soube que gostava de raparigas, mas fez um esforço enorme para ser uma boa, heterossexual, rapariga sulista da igreja Baptista. Quando eu tinha 1 ano, ela deixou o meu pai por outro homem, com quem viveu até eu ter cerca de 4 anos. Depois do divórcio, ela disse ao meu pai para se ir embora, e ele foi porque, segundo ele, "eu sabia que não haveria de lutar contra toda a família para ter ver."

Não me lembro bem do homem com quem ela passou a viver depois de ter deixado o meu pai, mas lembro-me de ter sido feliz com ele. Não durou muito tempo, e quando ela o deixou. deixou-o por outra mulher.

Impedir as pessoas de falar sobre o homossexualismo não mudará o que as crianças conseguem ver

Eu sabia desde a minha tenra idade que viver com duas mulheres não era natural. De modo especial, eu poderia ver isso nas casas dos meus amigos que tinham uma mãe e uma pai. Eu passava o máximo de tempo que podia com eles. Eu ansiava pela afeição que os meus amigos recebiam dos seus pais. Eu queria saber como era ser recolhida nos braços dum homem, ser estimada por um, e como era viver com um diariamente.

Tanto quanto eu sabia, eu já tinha uma mãe; não precisava de outra. O meu sonho era que a minha mãe tomasse a decisão de voltar a estar com os homens outra vez, mas, obviamente, esse sonho nunca se chegou a realizar. Os meus avós e os meus tios fizeram os possíveis para levar a cabo as actividades pai-filha, mas não era o mesmo que ter um pai a tempo inteiro, e eu sabia disso. Eu via estas tentativas como actividades de segunda categoria.

Crescer sem a presença dum homem em casa danificou-me de modo pessoal. Tudo o que eu queria desde que era uma menina pequena era ter uma família normal. Quando acabei a escola secundária, os meus pensamentos não se encontravam onde eles tinham que estar. Enquanto os meus amigos estavam ansiosos por chegar a altura da universidade, eu sabia que me faltava uma parte de mim, e sabia que nunca me sentiria plena sem a encontrar.

Os homens precisam das mulheres e as mulheres precisam dos homens.

Ao contrário de muitas outras pessoas, eu tinha o desejo de criar a minha própria família e ter estabilidade, e isto causou a que eu tivesse relacionamentos muito pouco saudáveis. Felizmente, consegui ver-me livre de ambos, mas depois de ter sido magoada e usada de forma tão maligna, tomei a decisão de que a felicidade não era para mim. Pouco depois conheci o meu marido, e tudo se encaixou.

Pela primeira vez, senti-me viva e completa. Ter filhos e pela primeira vez ver um homem a cuidar duma criança era bonita e inspirador. Isso só reforçou a minha crença de que a criança precisa duma mãe e dum pai, e que a "paternidade" homossexual e as casas onde só há um pai são muito inferiores à paternidade heterossexual quando esta última é feita da forma correcta.

Saber quase nada sobre os homens dificilmente é a parte mais complicada de ser educado por duas mulheres. De certeza que não é surpresa para ninguém que crescer em  Podunk, Oklahoma, não foi fácil. Ao contrário das outras crianças que que aparentemente são educadas em utopias homossexuais, eu cresci sozinha e isolada. Eu era filha única e perto de mim não existiam outras crianças com quem falar ou com quem me relacionar. Ninguém perto de mim sabia o que eu passava todos os dias, e eu não tive outra opção se não guardar tudo dentro de mim.

Quando cheguei à idade adulta, tentei falar com a minha mãe sobre o quão difícil a minha vida foi, mas ela não se consegue identificar porque ela cresceu com um pai e com uma mãe. Quando eu era criança, também não teria falado sobre a forma como estava a ser educada. Amo a minha mãe. Ela era o centro da minha vida e a ideia de dizer algo aos de fora que lhe pudesse magoar devastava-me. Escrever esta carta neste momento já é devastador.

Os homossexuais e as suas crianças não pensam da mesma forma.

Mas mesmo assim, eu escrevo a carta. Estou a fazer isto porque as pessoas têm que saber que nem tudo são rosas. Os efeitos de se crescer da forma como cresci ainda desempenham um papel na minha vida actual. Eu estava para além de auto-consciente quando era criança, e estava constantemente preocupada com o que os outros iriam pensar de mim.

Eu tinha um medo terrível de alguém vir a descobrir que a minha mãe era uma lésbica e nunca mais querer ter algum tipo de contacto comigo. Durante a maior parte da minha vida, aquilo que eu pensava serem as opiniões dos outros em relação a mim dominaram, s só recentemente é que fui capaz de deixar isso de lado.

Isto é só a ponta do iceberg. Os estudos que alegam que nós [crianças criadas por homossexuais] temos um desempenho superior ao dos nossos pares criados por heterossexuais dificilmente podem ser considerados científicos, e nem chegam a ser representativos. As pessoas têm que saber que algumas crianças de pais homossexuais não concordam com a adopção e nem com o "casamento" homossexual, tal como alguns homossexuais também não concordam. Mas irão notar que esse facto não se encontra nas manchetes.

O Huffington Post publicou duas respostas à recente carta de Heather Barwick aqui para o The Federalist, e ambas foram escritas por pessoas que foram criadas por membros do sexo oposto - um homem criado por mulheres e uma mulher que tinha os irmãos presentes. Faz todo o sentido que as suas experiências não tenham sido iguais à minha ou a da Heather visto que ambas fomos educadas por mulheres.

E só porque um produto da inseminação artificial não sente que ela foi roubada não significa que os outros não o sintam. Estou ciente que existem por aí crianças que discordam com o meu ponto de vista, tal como há muitos homossexuais por aí que não não concordam com o ponto de vista da comunidade lgbt.

Mas sugerir que isto não é motivo para validar ou escutar um punhado de crianças educadas por homossexuais, e que são contra isso, é ridículo. Afinal de contas, só um pequeno grupo de pessoas é que está a militar em favor da redefinição do casamento e da paternidade, e todos nós estamos a ver como isso está a avançar.
Sinceramente Não Vossa, 
Brandi Walton

domingo, 27 de setembro de 2015

Se tu não fores um pai para o teu filho, há muitos homens homossexuais dispostos a sê-lo

Por Joseph Sciambra

Do CDC

A minha primeira aventura para dentro dum sex-club revelou  de forma inadvertida uma pequena, mas longe de ser secreta, realidade dentro da comunidade homossexual: a necessidade constante de jovens recrutas. Visto que a população homossexual naturalmente não se pode reproduzir, eles dependem daqueles que entram dentro do estilo de vida para renovar o número sempre em envelhecimento e sempre em redução.

O meu primeiro amante dentro do balneário [homossexual] foi um homem de outra geração. Como ocorre sempre, os homens mais velhos e mais experientes irão iniciar os mais jovens dentro do mundo do sexo homossexual. A ordem cerebral segundo a qual muitos destes homens levam a cabo a sua tarefa tende a tomar um aspecto ritualista. Esta narrativa é comum dentro da pornografia homossexual.

Para o jovem, depois de ter tratado do assunto da sua primeira experiência desta forma, o neófito entra então dentro da comunidade homossexual para se misturar com as pessoas da sua idade. O ciclo repete-se de novo quando todos envelhecem. Então, aqueles que já não são os rapazes amados têm que procurar carne fresca; e e agora aquele que era procurado dá início à procura.

O procedimento é vampiristicamente repugnante. O jovem extrai algum poder masculino imaginário dos seus parceiros durante o encontro sexual inaugural, ao mesmo tempo que os machos mais velhos alimentam-se da jovem inocência e do vigor dos novos convertidos.

A partir do que posso concluir da minha experiência (vejam em cima o excerto do meu livro), um truísmo razoavelmente sólido dentro da cultura gay é o fenómeno de homens jovens, especialmente aqueles que são novos na cena, a emparelharem imediatamente com amantes mais velhos. Muito disto centra-se no "complexo de pai" ou ferido paternal, que existe entre muitos homens homossexuais.

O médico Richard P. Fitzgibbons resumiu de modo soberbo a psicologia em operação nestes cenários:

Muitos homens envolver-se-ão em comportamentos homossexuais extremamente promíscuos numa frustrante e inconsciente tentativa de preencher o desejo infantil e adolescente do amor do pai.

Embora irracional, a pressão de aceitação instantaneamente recebida por qualquer rapaz que entra no mundo homossexual, embora temporariamente, parece preencher o vazio. E, para um rapaz que cresceu alienado e sempre em busca de afirmação masculina, as memórias de ser o fracote que ninguém queria por perto, ou de ser chamado de efeminado e um maricas, subitamente parecem como um sonho distante; descobrimos, finalmente, que há homens dispostos a abraçar-nos.

Na maior parte das vezes, esses homens são mais velhos; um estudo Suíço apurou que:

A idade média do primeiro FAI [first anal intercourse] caiu dos 24.5 anos para os homens nascidos antes de 1965 para 20.0 para os homens nascidos entre 1975 e 1984. Em cada grupo de nascimento, entre 20 a 30% reportou um parceiro 10 anos mais velho, ou mais ainda. (1)

No entanto, esta sensação de cura superficial vem com um preço:

...o risco de infecção duplicou se os participantes haviam tido relações sexuais com homens que tinham mais de 30 anos, e com homens tinham (aproximadamente) a mesma idade. (2)

Para aqueles que durante muito tempo sofreram e cresceram desesperados, tal como todas as invenções demoníacas, o homossexualismo parece inicialmente como a resposta final; mais tarde, o retorno é enorme.

- http://bit.ly/1IuX0ou

1. First anal intercourse and condom use among men who have sex with men in Switzerland.
Balthasar H1, Jeannin A, Dubois-Arber F.
Arch Sex Behav. 2009 Dec;38(6):1000-8. doi: 10.1007/s10508-008-9382-5. Epub 2008 Jun 17.

2. A Major HIV Risk Factor for Young Men Who Have Sex With Men Is Sex With Older Partners
Brian J. Coburn, PhD and Sally Blower, PhD

(J Acquir Immune Defic Syndr 2010; 54:113–114
).

segunda-feira, 29 de junho de 2015

"Os vossos filhos estão a sofrer"

Por Heather Barwick

Caros membros da comunidade homossexual: eu sou vossa filha.  A minha mãe criou-me com a sua parceira lésbica nos anos 80 e 90. Ela e o meu pai estiveram casados durante algum tempo. Ela sabia que era homossexual mesmo de se ter casado, mas por aquela altura as coisas eram diferentes. Foi assim que eu cheguei aqui.

Tal como podem imaginar, foi complicado. Ela deixou-o quando eu tinha 2 ou 3 anos, porque ela queria uma chance de ser feliz com alguém que ela realmente amasse: uma mulher.

O meu pai não era um pessoa espectacular, e depois dela o ter deixado, ele não mais se preocupou em ficar por perto. Lembram-se do livro “Heather Has Two Mommies”? Essa foi a minha vida. A minha mãe, a sua parceira e eu, vivíamos numa pequena casa acolhedora nos subúrbios dum área pequena mas muito liberal e muito de mente aberta.

A parceira da minha mãe tratava-me como se fosse filha dela. Juntamente com ela, eu também herdei a sua lista de amigos próximos dentro da comunidade de gays e lésbicas. Ou será que eles me herdaram?

De qualquer das formas, eu ainda sinto que os homossexuais são o meu povo. Aprendi muito convosco. Aprendi a ser corajosa, especialmente quando é difícil. Vocês ensinaram-me a empatia. Vocês ensinaram-me a ouvir, e ensinaram-me a dançar. Vocês ensinaram-me a não ter medo das coisas que são diferentes. E vocês também me ensinaram como me defender, mesmo que isso significasse ficar sozinha.

Estou a escrever-vos estas coisas porque estou a sair do armário.: eu não apoio o "casamento" homossexual. Mas não é pelas razões qeu vocês pensam.

As Crianças Precisam dum Pai e duma Mãe

Não é porque vocês são homossexuais. Eu amo-vos muito. É devido à própria natureza dos relacionamentos homossexuais.

Enquanto eu crescia, e até aos meus anos 20, eu apoiava e defendia o "casamento" homossexual. Só quando passou a haver algum tempo e distância em relação à minha infância que eu fui capaz de reflectir mais sobre as minhas experiências e reconhecer as consequências a longo prazo que a paternidade homossexual teve sobre mim. E só agora, à medida que eu observo os meus filhos a serem amados pelo seu pai diariamente, que eu posso ver a beleza e a sabedoria da casamento e da paternidade tradicional.

A paternidade e o "casamento" homossexual impede que a criança tenha contacto com a mãe e com o pai, ao mesmo tempo que lhe diz que isso não é importante, que é tudo igual; mas não é. Muitos de nós, muitas crianças, estamos a sofrer. A ausência do meu pai criou um vazio enorme em mim, e eu sofria todos os dias ansiando por um pai. Eu amava a parceira da minha mãe, mas outra mãe nunca poderia substituir o pai que eu havia perdido.

Cresci rodeada de mulheres que diziam que não precisavam de homem algum, mas quando eu era uma menina, eu desesperadamente queria um pai. É estranho e confuso andar um pouco por todo o lado com esta dor profunda por um pai, por um homem, numa comunidade que diz que os homens não são necessários. Houve alturas em que me senti zangada com o meu pai por não estar junto a mim, e houve outras alturas em que me senti zangada comigo mesma por querer um pai. Há partes de mim que até hoje, sentem a perda.

Eu não estou a dizer que vocês não podem ser bons pais; certamente que podem, e eu tive uma das melhores. Não quero também dizer que ser educada por pais heterossexuais é garantia de que tudo vai correr bem. 

Todos nós sabemos que há muitas formas através das quais a unidade familiar pode acabar e causar a que as  crianças sofram: divórcio, abandono, infidelidade, abuso, morte, etc. Mas, de forma geral, a melhor e a mais bem sucedida estrutura familiar é aquele onde as crianças estão a ser criadas tanto pela mãe como pelo pai.

Porque é que as crianças educadas por homossexuais não podem ser honestas?  O "casamento" homossexual não só redefine o casamento, mas também o faz à paternidade. Ele promove e normaliza uma estrutura familiar que necessariamente nega algo tão precioso e fundamental.

Ele nega-nos algo que precisamos e ansiamos, ao mesmo tempo que nos diz que não precisamos aquilo que nós naturalmente tanto ansiamos, que tudo vai ficar bem. Mas não estamos bem. Nós estamos em sofrimento.

Os filhos de pais divorciados são livres para dizer:
Pai, mãe, eu amo-vos mas o divórcio acabou comigo e tem sido difícil. Despedaçou a minha confiança e fez-me sentir como se fosse culpa minha. É tão difícil viver em duas casas diferentes.
As filhos adoptados são livres para dizer:
Pais adoptivos, eu amo-vos, mas isto tem sido difícil para mim. Sofro porque porque o meu relacionamento com os meus primeiros pais foi quebrado. Estou confuso e sinto a falta deles, embora eu nunca os tenha conhecido.
Mas os filhos criados por homossexuais não receberam a mesma liberdade. E não sou só eu a dizer isto. Muitos de nós estamos demasiado assustados para falar e dizer-vos mais sobre o nosso sofrimento e sobre a nossa dor porque, não sei porquê, parece que vocês não estão a prestar atenção, ou que vocês não querem ouvir. Se por acaso nós dissermos que estamos e, sofrimento porque fomos criados por pais homossexuais, somos ignorados ou qualificados de pessoas cheias de ódio.

Isto não tem nada a ver com ódio. Eu sei que vocês entendem a dor dum rótulo que não se ajusta e a dor dum rótulo que é usado para nos atacar ou nos silenciar. E eu sei que vocês realmente foram odiados e que vocês sentiram dor. Eu estava lá, nas marchas, quando eles tinham sinais que diziam "Deus odeia os homossexuais" e "A SIDA cura o homossexualismo!" Eu chorei e fiquei vermelha de raiva naquele momento, na estrada convosco.

Mas essa não sou eu. Nós não somos assim.

Sei que é uma conversa dura, mas nós temos que falar nisso. Se há alguém que pode falar de coisas difíceis, esse alguém sou eu. Vocês ensinaram-me isso.

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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Pornografia homossexual involuntariamente revela as causas do homossexualismo

Por Joseph Sciambra

Na pornografia homossexual, uma das cenas mais antigas que há é a do pai envolvido sexualmente com o filho: esta cena normalmente nada mais é que um homem mais velho a seduzir um homem mais novo. Por vezes ocorrem referências simuladas a um relacionamento incestuoso entre um pai e o seu filho, ou um tio e o sobrinho, ou ainda um irmão com um irmão mais novo.

Na cultura pop, este truísmo remota às novelas homossexuais de celulose dos anos 50 e 60; essas novelas foram as primeiras manifestações da pornografia homoerótica comercialmente produzida. Um dos primeiros filmes pornográficos que eu alguma vez vi foi um vídeo dos anos 80 com o título de “Chip off the Old Block”, que descrevia detalhadamente um acampamento levado a cabo por um grupo de pais e os seus filhos. Durante o fim de semana, todos eles envolvem-se nas mais variadas relações sexuais.

Com a explosão da pornografia nos anos 90 e no início do século 21, a maior parte dos homens dispostos a se envolver na pornografia, incluindo aqueles com mais de 50 e 60 anos, expandiram o sub-texto incestuoso; consequentemente, houve também um grande influxo de homens bem jovens, muitos só com 18 anos, a entrar na indústria do sexo. Infelizmente, os octogenários mais velhos e os adolescentes eram frequentemente emparelhados. E da mesma forma que a pornografia heterossexual banaliza e distorce o acto conjugal entre o homem e a mulher, a pornografia homossexual corrompe o Divinamente ordenado laço entre o pai e o filho.

Mas de que forma é que esta obsessão com o sexo intergeracional está relacionada com as origens do homossexualismo? Tal como escrevi no meu livro, muitos, se não a larga maioria, dos homens homossexuais que conheci eram frequentemente assombrados com relacionamentos inexistentes ou insatisfatórios com os seus pais. Isto gerou um ânsia subconsciente por amor e aceitação masculina. Esta ferida é subsequentemente mal interpretada, ou determinada por outros, como homossexualismo.

Depois disto, tem início a busca pelo amante final que irá, de maneira mágica, apagar toda a dor. Tragicamente, isso nunca acontece. E um amante segue-se atrás de outro amante, até que passam a ser demasiados para serem contados. A pornografia homossexual alimenta esta busca por uma figura paterna ao publicitar um rol infindável de devaneios sexuais que falsamente caracterizam os deformados emparelhamentos de pais protectores e afectuosos preocupados com os seus alienados e necessitados filhos homossexuais.

É um ciclo que também ressoa no "mundo real" homossexual. Tal como eu rapidamente descobri, quando entrei no estilo de vida homossexual, quando era um miúdo estúpido de 19 anos, a primeira coisa que encontrei na Castro [zona homossexual da Califórnia] foi uma enorme parede de homens homossexuais mais velhos a babar através dos quais todos tinham que passar de modo a que fossem aceites no universo masculino do sexo homossexual. No final de tudo, a pessoa sai disto tudo não a sentir-se amada mas sim usada.

A maior verdade a emergir da cultura homossexual nas últimas décadas provavelmente foi a música de Elton John com o nome de “The Last Song” (1992), que fala dum jovem rapaz a morrer de SIDA, e que pôde finalmente seguir o seu caminho em paz depois da visita do seu alienado pai. Inevitavelmente, tudo isto é triste.

A imagem predominante: o pai a levantar o seu filho no ar, algo feito pelo artista Keith Haring (que também morreu de SIDA nos anos 90 com 31 anos.) Este é o clamor definitivo do século 20: a necessidade que o rapaz tem que o pai o sustente acima dos males do mundo e o proteja de todo o mal

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