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Isto tem toda a aparência de ser mais um caso dos EUA a usar o "combate à SIDA" como forma de promover o homossexualismo.
Christopher H. Rosik, Ph.D. da National Association for Research and Therapy of Homosexuality escreveu uma resposta detalhada aqui.
O que isto significa é que se tu és um homossexual que vive na Califórnia e queres abandonar esse estilo de vida auto-destrutivo, provavelmente vais ter que sair do Estado para procurar ajuda profissional.
Por aqui se vê que o activismo sodomita é um ataque à liberdade.
Independentemente de se ser contra ou a favor do comportamento homossexual, usar o poder político para se impedir profissionais de saúde de assistir quem voluntariamente busque a sua ajuda está errado.
Uma coisa é alguém esta "feliz" nesse estilo de vida mas outra é alguém estar infeliz e buscar ajuda profissional. Segundo o activismo gay, é preferível alguém estar infeliz mas dentro do homossexualismo do que alguém pedir ajuda para sair dum estilo de vida que o deixa insatisfeito.
Para além de tudo o resto, incidentes como este demonstram que não são os conservadores que são anti-ciência mas sim a esquerda militante. Para os esquerdistas, ciência só é válida se puder ser usada em seu favor. Se por acaso um dado científico ou experiência médica mitigar contra alguma das suas "vacas sagradas", então eles usam o poder político para o censurar.
Bristol Palin, filha de Sarah Palin, recebeu críticas maldosas, carregadas de ódio e incendiárias - incluindo ameaças de morte - depois de escrito num blogue que se opõe ao "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. Ela revelou o ódio a que foi submetida num post posterior intitulado “Hate in the Name of Love, Bullying in the Name of Tolerance,”
Para além de ter recebido mais de 3,000 comentários - que, segundo Bristol, eram compostos maioritariamente por bullying e ofensas pessoas mas vazios de genuínos argumentos - ela levantou o véu em torno de alguns dos comentários demasiado ofensivos para serem postados:
Bristol Palin está longe de ser a única pessoa a receber este tipo de tratamento "tolerante" por parte dos defensores da agenda homossexual apenas e só defender que o casamento é entre um homem e uma mulher.
Há alguns dias atrás activistas ameaçaram incendiar a igreja Católica St. Francis Xavier em Acushnet (Massachusetts) por esta ter colocado uma mensagem na sua igreja onde se lia "Dois homens são amigos e não cônjuges.”
Sarah Crank, uma criança de 14 anos, recebeu ameaças de morte depois de ter testemunhado perante o Senate Judicial Proceedings Committee em Janeiro. Durante o seu testemunho, Sarah afirmou que as crianças que vivem com uma dupla homossexual "não sabem as maravilhosas experiências que estão a perder."
A Mars Hill Church em Portland teve tijolos atirados pelas janelas a dentro - acto levado a cabo por um grupo sodomita com o nome de "angry queers" - depois dum pastor afiliado a outro dos seus ramos ter afirmado que o homossexualismo é pecado.
Num vídeo com o nome de “Attacked by Tolerance,” os voluntários da American Society for the Defense of Tradition, Family and Property (TFP) descrevem como foram fisicamente atacados por activistas homossexuais depois deles (os membros da TFP) se terem firmado na defesa do casamento natural.
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A definição de "tolerância" dos activistas homossexuais é bastante distinta da usada pelo resto da sociedade não-esquerdista. Para eles, "tolerância" significa ausência de oposição à sua agenda sexual e política. Quem quer que se oponha à sua agenda é "culpado" pela violência que os activistas homossexuais desencadeiam contra os "adversários" - mesmo que os "adversários" sejam meninas de 14 anos.

O actor norte-americano Will Smith esbofeteou um repórter ucraniano que o tentou beijar antes da estreia em Moscovo do filme ‘Homens de Negro III’ na noite de sexta-feira.
O repórter Vitalii Sediuk do canal ucraniano ‘1+1’ interpelou Will Smith na passadeira vermelha, colocou a sua mão no ombro do actor e tentou beijá-lo.
O actor conseguiu empurrá-lo e bateu-lhe ligeiramente na cara com a parte de trás da sua mão.

Smith mostrou-se chocado com o comportamento do repórter durante a estreia na capital russa.
O filme chega aos cinemas nacionais na próxima quinta-feira.