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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Fazer sexo em escolas públicas não é motivo para se perder o emprego de professor.....

....desde que se faça parte de um dos "grupos protegidos" da esquerda militante.

Um painel de apelação composto por 5 membros (2 homens e 3 mulheres) determinou que é permitido aos professores terem relações sexuais nas salas de aulas sem que percam o seu emprego. Os professores têm é que ser homossexuais.

Os juízes da "Manhattan Appellate Division" ordenaram a "James Madison High School" que voltasse a aceitar as professoras lésbicas que foram despedidas depois do porteiro as ter encontrado em actividade sexual numa das salas de aulas enquanto lá fora decorria um evento escolar.

A professora de Francês Cindy Mauro, de 38 anos, e a professora de Espanhol Alini Brito, 34 anos, foram a um bar depois de terem estado na escola, e regressaram mais tarde para presenciarem a competição de voz que decorreu em Janeiro de 2011. Elas abandonaram o evento e foram para a sala 337 onde foram encontradas pelo porteiro envolvidas numa actividade sexual. Ambas estavam nuas da cintura para cima.

A escola despediu as duas, mas ambas tinham "tenure". As professoras negaram algum tipo de transgressão (afirmando que Alini precisava de algo para comer como forma de estabilizar o açucar no sangu) e processaram a escola.

Na Quinta-Feira o painel determinou que, "a penalização de término do seu emprego é chocantemente desproporcional à sua má conduta". Eles acrescentaram ainda que as professoras havia ido mais além do que as exigências da sua profissão ao tomarem parte do evento escolar, algo que "não era exigido a elas". O advogado Michael Valentine disse que, "Ambas são boas no que fazem".

A decisão legal foi assinado pelos juízes Richard Andrias, Leland DeGrasse, Helen Freedman, Judith Gische, e Angela Mazzarelli.

Bill Donohue, da Liga Católica, disse que a falta de cobertua mediática em relação a esta história com 3 anos revelou um óbvio padrão duplo:

Se dois padres tivessem sido encontrados envolvidos em actividade sexual numa sala de aula, e tivessem recebido "luz verde" por parte das autoridades católicas, isso seria a notícia mais mediática do momento, recebendo cobertura nacional. No entanto, esta história quase que nem passa o nível duma história local visto que as mulheres eram lésbicas, professoras numa escola pública, tinham obtido "tenure", condições que representam um "trio".

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Ficamos a saber portanto que os homossexualistas (lésbicas e sodomitas) têm permissão para se envolverem em actividade sexual dentro das escolas públicas, mas os heterossexuais não (e nem querem).

Isto demonstra mais uma vez que quando se pertence a um "grupo oprimido", tudo é permitido. Homossexuais, mulheres, minorias étnicas e minorias religiosas têm um estatuto mais valioso dentro da agenda esquerdista, e como tal, as suas más acções têm que ser analisadas à luz dos "anos de opressão histórica". Para um esquerdista o certo e o errado tem que ser analisados à luz da sua utilidade pragmática para o avanço da sua ideologia.





domingo, 9 de fevereiro de 2014

Porque é que os homossexualistas espanhóis odeiam Fernando Sebastián Aguilar?

Por Hilary White

O Arcebispo Fernando Sebastián Aguilar está a ser alvo de um ataque por parte dum grupo homossexualista Espanhol que deu início a uma acção legal contra ele por este ter dito que "não é um insulto" dizer que o homossexualismo é uma desordem psicológica.

O Arcebispo, um teólogo reformado que foi recentemente nomeado pelo Papa Francisco como um dos cardeais-eleitos, foi atacado pela imprensa internacional quando ele disse a um jornal Espanhol que "O homossexualismo é uma forma deficiente de expressar a sexualidade porque [o sexo] tem uma estrutura e um propósito, que é a procriação."

Um homossexual que não pode atingir a procriação está a falhar. Os nossos corpos têm muitos defeitos. Eu tenho pressão arterial elevada, um defeito que eu tento corrigir da melhor forma que posso.

Dizer que o homossexualismo é um defeito não é um insulto... Dizer isso ajuda porque em muitos casos de homossexualismo, e com o tratamento certo, é possível haver recuperação e a pessoa tornar-se normal.

Um dos grupos homossexualistas mais importantes de Espanha, Colegas, respondeu inicialmente com uma declaração, convidando Sebastián para um encontro "de forma a que se possa saber em primeira mão as nossas preocupações e os nossos problemas, e que tais declarações só podem ser o resultado da ignorância e da má informação."

Declarações como a sua podem causar dor e sofrimento a muitos crentes. ... A sua atitude pode "normalizar" este "tratamento" de informação, de proximidade e de tolerância que nós recomendamos.

Agora, o grupo Colegas deu entrada a um processo judicial contra o cardeal-eleito, afirmando que ele violou o artigo 510 do código penal Espanhol, que permite multas e penas de prisão até 3 anos por se incitar "ódio e violência". Depois de dar entrada ao processo, o presidente do grupo Colegas, Antonio Ferre, afirmou:

A Espanha é um país moderno e secular, e este tipo de declarações provenientes da Igreja têm que ser punidas porque eles [os membros da igreja] são os menos qualificados para falar em deficiências sexuais, principalmente porque eles têm casos ocultos de abuso de crianças e pedofilia.

Durante os anos 60, no auge da revolução sexual, o lobby homossexualista fez um grande esforço de pressão politica para que o homossexualismo fosse retirado dos manuais de diagnóstico psiquiátrico. Este proposito foi atingido em 1973, quando a American Psychiatric Association (APA) se tornou na primeira a remover o homossexualismo do "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders" (DSM-II). Desde então, os activistas do movimento têm usado o seu sucesso para obter resultados favoráveis em muitas jurisdições.

Em 2009, o grupo Colegas fez o mesmo tipo de ameaça contra a professora Gloria Maria Tomas, da Universidade Católica de Murcia, que disse a uma audiência duma conferência que o homossexualismo é "intrinsecamente desordenado" e que o mesmo só foi removido da lista de patologias psicológicas devido a pressões políticas por parte dos activistas homossexualistas.

Na Grã-Bretanha e na Irlanda, os activistas estão a colocar pressão sobre os psicoterapeutas Cristãos que afirmam que as pessoas com atracção homossexual indesejada têm o direito de buscar terapia. Terapeutas do Reino Unido já enfrentaram a possibilidade de serem "riscados" dos corpos de acreditação profissional, o que resultaria na sua virtual impossibilidade de exercer as suas funções.

domingo, 28 de abril de 2013

Boas notícias! "O Sexo e a Cidade" volta em versão "gay"

Sarah Jessica Parker e companhia dão agora lugar a três amigos homossexuais a viver em São Francisco, EUA, na nova série de "O sexo e a cidade" encomendada pela HBO e que já está a ser gravada. 

Quinze anos depois de "O Sexo e a Cidade" ter estreado, a HBO volta a apostar num formato semelhante, mas com três amigos homossexuais. O projecto, a ser gravado em São Francisco, já está a ser filmado, mas ainda não tem nome ou data de estreia confirmados.

Jonathan Groff, que estreou recentemente em "Glee", Frank Alvarez e Murray Bartlett são os actores escolhidos para protagonizar a nova série, que relata o seu dia-a-dia profissional e a vida amorosa.

Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kim Cattrall e Kristin Davis formaram, de 1998 a 2004, o quarteto feminino mais famoso da ficção, na pele de Carrie, Miranda, Samantha e Charlotte. Formato de sucesso foi exibido em mais de 50 países e deu origem a dois filmes e uma série "spin-off", "The Carrie Diaries".

Fonte

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A série inicial durou 6 longos anos; prevejo que a versão gay dure menos que 6 meses.

sábado, 13 de abril de 2013

A ditadura homossexual veio para ficar?


Um estudante de Fort Worth, Texas, foi enviado para o escritório do director da escola por declarar a um colega que acredita que o homossexualismo é uma práctica sexual errada. Holly Pope afirmou que ficou "totalmente surpreendida" quando recebeu uma chamada do assistente do director da escola (Western Hills High School) informando que o seu filho, Dakota Ary, havia sido enviado para a suspensão escolar.

O Dakota é um jovem de 14 anos com os pés bem assentes na terra,” afirmou Hollu Pope à Fox News Radio, ressalvando que o seu filho é um excelente aluno, joga na equipa de futebol da escola, e é um membro activo do grupo de jovens da igreja. “Ele tem estado na igreja desde que nasceu, e como consequência ele foi ensinado a firmar-se naquilo em que acredita.

E foi isso que lhe causou problemas. 

Dakota encontrava-se numa aula de Alemão quando a conversa passou a centrar-se na religião e no homossexualismo na Alemanha. A dada altura da conversa, Dakota virou-se para um amigo e disse que ele era um Cristão e que "ser homossexual está errado." Dakota afirmou à Fox que:
O que eu disse não foi dirigido a ninguém senão ao meu amigo que estava sentado atrás de mim. Provavelmente o professor ouviu-me. Ele começou a gritar. e disse que escreveria uma nota de infracção e enviar-me para o escritório.
Dakota foi sentenciado a um dia de suspensão na escola, e dois dias de suspensão completa.
 

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Como já dito por várias pessoas no passado, o movimento gay é um movimento político que visa silenciar as vozes conservadoras, e todas as vozes que se levantam contra a agenda política da esquerda militante. Pensar que o movimento gay representa os homossexuais é o mesmo que pensar que os Nazis representavam os alemães.

Mas o mais importante nesta história é mesmo a perseguição que está ser feita aos Cristãos. uma vez que, aparentemente, não lhes é permitido ter uma opinião contrária àquela que a esquerda militante quer que a sociedade tenha. Mas esta perseguição é bastante selectiva uma vez que os muçulmanos no Ocidente dizem coisas piores que estas (apelando atè à morte dos homossexuais) mas não sofrem qualquer tipo de retaliação. Isto leva-nos a concluir que o ódio dos activistas homossexuais é dirigido exclusivamente aos Cristãos.
 
Gayzismo
 
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sexta-feira, 1 de março de 2013

Lésbica escocesa experimenta um bocado da famosa "tolerância" dos activistas homossexuais

Ruth Davidson é a líder do partido Conservador no Parlamento Nacional Escocês. Para além disso, ela é também lésbica. Mas quando ela foi receber um prémio atribuído pelo agressivo e extremista grupo de pressão activista homossexual "Stonewall", o sorriso transformou-se em rosnar e dentes foram  exibidos.

A senhora Davidson encontrava-se nesse lugar para ser chamada de "heroína" por todos os esforços desenvolvidos em prol dos homossexuais escoceses. No entanto, ela usou a oportunidade que lhe foi entregue por altura do discurso de aceitação para se manifestar contra o costume do grupo Stonewall de entregar um prémio com o nome de “Bigot of the Year” ["Intolerante do Ano"].

A última pessoa a ser "premiada" com este título foi o líder dos Católicos escoceses, o Cardeal Keith O’Brien. “Uma das áreas com a qual eu não concordo com a Stonewall é a necessidade de chamar as pessoas de 'intolerantes'," afirmou ela.

Ela continuou:

Isto está pura e simplesmente errado. O argumento em favor da igualdade é muito melhor representado demonstrando o tipo de generosidade, tolerância e amor que queremos ver neste mundo. Existem muitas vozes neste debate, e tal como eu respeitosamente expresso a minha sincera opinião de que se deveria extender o casamento para as duplas do mesmo sexo, também respeito aqueles com uma opinião diferente da minha.

O resultado? As pessoas presentes gritaram contra ela, assobiaram-na e disseram coisas como "Traidora!” ao mesmo tempo que batiam com os pés no chão como forma de abafar o som da sua voz. 

Houve até alguém que sugeriu que ela fosse lançada para fora, ou que o seu prémio fosse retirado.

Que acto tão civil e livre de preconceito. Quem é que são os intolerantes mesmo?


Fonte

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