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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Matt Barber: "'Casamento' homossexual é satânico"

Por Matt Barber 

A lógica é o caminho cognitivo para a verdade. Embora errar seja humano, quando nós aplicamos a lógica de forma objectiva à questão que se encontra em discussão, pelo menos tentamos, quando feito em boa fé, chegar à verdade da questão.

O Senhor Jesus é caminho Espiritual, e muito Estrito, para a Verdade, que é Ele mesmo; Ele inventou a lógica, e ela é uma ferramenta com a qual nós observamos, estudamos e revelamos os muitos mistérios que se encontram presentes na Sua maravilhosa ordem natural.

A verdade é universal, e ela aplica-se a todos, incluindo aos relativistas que possam preferir divagar sem propósito para longe da caminho estreito da lógica - o vazio da morte espiritual. É verdade que, por exemplo, se alguém saltar da Sears Tower, e se não houver intervenção salvadora, esse alguém irá cair no solo como um tomate maduro. Quer gostemos ou não, esta é ordem natural das coisas.

O ponto de discussão é: O que é, verdadeiramente, o "casamento homossexual"? Façamos um exercício de lógica.

Como forma de determinar o que algo é, pode ser benéfico explorar o que essa coisa não é. Logo, podemos delinear o que é o "casamento homossexual" começando por entender o casamento em si. O Senhor Jesus definiu o casamento para nós, e Ele a Sua definição encontra-se reflectida na ordem espiritual, biológica, auto-evidente pela experiência diária do Seu design Divinamente definido. O Senhor Jesus declarou:

Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que Aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.  Mateus 19:4-6

De forma conspicua, tal como já salientei anteriormente, o Senhor Jesus não disse, "No princípio, o Criador fê-los lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros (lgbt) Por este motivo o homem, a mulher o homem-mulher deixará a sua pai e mãe, pai e pai, ou mãe e mão, se unirá aos seu esposa/esposa - e/ou marido - e os dois, ou mais, se tornarão nunca só carne. Não há nada de mal com isso."

Aqui, e tal como também já expliquei, vê-se o que o casamento é:

O casamento é uma aliança, para toda a vida, e estabelecida por Deus, entre um homem e uma mulher, criada como forma de disponibilizar (para os homens, para as mulheres e para as crianças) uma estabilidade óptima, e um bem-estar geral. O casamento é aquela instituição biologicamente, espiritualmente, e moralmente focada, calculada para garantir uma procriação responsável e perpetuar a raça humana. O casamento, o verdadeiro casamento, representa o pilar fundamental de qualquer sociedade saudável (pelo menos de qualquer sociedade que tenha planos de sobreviver).

Eis o que o casamento não é: tudo o resto.

E portanto, a noção do "casamento homossexual" é auto-refutante visto que o "casamento homossexual" nem chega a ser um casamento. No entanto, é outra coisa. Mas o quê? Do outro lado do lago [ed: Oceano Atlântico], o DailyMail disponibiliza algumas pistas:

Dois bruxos homens levaram a cabo o primeiro casamento [sic] homossexual d Reino Unido. Tom Lanting, de 34 anos, e Ian Robertson, de 39, que já estão juntos há 12 anos, casaram-se [sic] nas caves abobadadas do século 16 em Marlin's Wynd - Edinburgo. (...) Os dois, que vivem na capital Escocesa, são descritos como sendo hedge witches, que usam remédios herbais para lidar com doenças médicas e espirituais.


A cerimónia englobou um certo número de tradições pagãs, incluindo handfasting, onde as mãos são amarradas uma a outra, a partilha de hidromel e o salto da vassoura..

'A nova lei em torno da igualdade no casamento significa que finalmente teremos reconhecimento total e aceitação do nossa relacionamento, e isto abre a porta a todas as duplas lgbti que tomem o mesmo passo', disseram os homens...Louise Park, a oficial presidente por parte do Pagan Federation (Escócia), levou a cabo a cerimónia.

'Sentimos que, se alguma dupla o assim quiser, eles devem ser livres para fazer os votos de casamento perante o(s) seu(s) deus(es), amigos e família, numa cerimónia religiosa feita à medida das suas crenças', disse ela ao DailyMail

O paganismo é o contrário do Cristianismo Bíblico, mas ele não deve ser entendido de forma leviana ou estrita. O paganismo é caracterizado duma forma muito mais abrangente do que os hocus pocus practicado pelo Tom e pelo Ian. Na verdade, qualquer tradição religiosa, ou mesmo que não seja religiosa, que se encontre para além da Bíblia Judaico-Cristã é, por definição, pagã.

O oposto da verdade é a mentira. Se o Cristianismo incorpora a verdade absoluta, então o paganismo incorpora a mentira absoluta. Se o Cristianismo é de Deus, que é a Verdade, então o paganismo é de Satanás, que é o pai da mentira. Satanás é o "deus pessoal" do paganismo em todas as suas enganadoras manifestações anti-Cristãs.

Portanto, para deixarmos as coisas bem claras, quando é comparado com o óbvio e biologicamente afirmado entendimento de casamento, todos os "casamentos homossexuais" são "casamentos pagãos". Eles são "casamentos simulados" se levarmos em conta que eles zombam do verdadeiro casamento tal como o Senhor Jesus Cristo o criou.

Mais ainda aquilo que define o "casamento homossexual", o biologicamente e espiritualmente perverso acto de sodomia entre pessoas do mesmo sexo, também goza com o design de Deus para o acto sexo natural. A Bíblia, desde o Antigo até ao Novo Testamento, claramente condena (ao ponto de chamar de "abominação") toda a conduta homossexual, seja ela "amorosa, monogâmica e comprometida" ou não.

O homossexualismo é um ataque à verdadeira sexualidade, e o "casamento homossexual" é um casamento falso.

Portanto, e mais uma vez, de modo que não haja qualquer dúvida,  "casamento homossexual" é maligno - sempre e sem excepção. Ele encontra-se centralmente definido como o pecado de Sodoma, que é expressamente uma conduta maligna.

Todas as coisas boas chegam-nos de Deus o Pai, e toda a maldade chega.nos do pai da mentira. Se Deus criou o casamento Bíblico e a natural sexualidade humana, e Ele de facto criou, então não temos dúvidas sobre quem criou a imitação - bem como quem fabricou o "casamento homossexual" pagão e outras perversões dos propósitos perfeitos que Deus fez para a sexualidade humana.

O "casamento homossexual" é satânico; é a conclusão lógica.

- http://bit.ly/1HQqbzD.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Escócia: Lésbicas e mães solteiras decidem acabar com o "Dia do Pai"

Milhares de alunos de escolas primárias foram impedidos de fazer cartões do Dia do Pai com medo de embaraçar os colegas que vivem com mães solteiras ou com lésbicas. A política politicamente correcta foi sorrateiramente adoptada pelas escolas "no interesse da sensibilidade" devido ao aumento de lares monoparentais e "lares" homoeróticos, e ela só foi gerada depois dum largo número de pais não ter recebido os tradicionais cartões e os presentes manufacturados.

Os activistas pelos direitos das famílias condenaram a política, qualificando-a de "absurda", e alegaram que isto está a marginalizar os pais. No entanto, as autoridades locais afirmaram que os professores precisavam de reagir à "mudança no padrão da vida familiar". Um relatório do Office for National Statistics de Abril do ano passado apurou que uma e cada 4 crianças Britânicas vive em lares monoparentais - o dobro do que acontecia há 20 anos atrás.

A proibição do cartão do Dia do Pai foi colocada em práctica nas escolas de Glasgow, Edinburgo, Renfrewshire Oriental, Dumfries, Galloway e Clackmannshire. Tina Woolnough, de 45 anos e que cujo filho Felix frequenta a escola primária "Edinburgh Blackhall", disse que este ano vários professores não permitiram que as crianças fizessem um cartão para o Dia do Pai. A senhora Woolnough, que faz parte do conselho escolar pai-professor afirmou:

Isto é algo que eu sei que, na escola do meu filho Felix, eles lidam isto conforme as turmas. Algumas turmas enviam cartões do Dia do Pai e outras não enviam. Os professores estão cientes das circunstâncias familiares de cada criança, e se ela não tem um pai a viver em casa, os professores evitam fazer com que as crianças façam um cartão.

A confecção do cartão para o Dia das Mães, bem como as artes relativas, continuam a ser de modo geral permitidas. Mas a decisão em torno do Dia do Pai segue-se a uma série de decisões politicamente correctas introduzidas nas escolas primárias, tais como a remoção de referências Cristãs dos cartões festivos.

Matt O'Connor, fundador do grupo Fathers For Justice, afirmou:

Estou perplexo com isto. Esta medida destrói por completo o papel e a importância dos pais, quer eles estejam ou não com as mães. Para além disso, isto envia a mensagem de que os pais não são importantes. 

Alastair Noble, oficial de educação junto da entidade de caridade Christian Action, Research and Education, disse:

Isto parece ser uma reacção extrema e de certa forma absurda. Eu seria de opinião de que a família tradicional ainda é a maioria do estilo de vida das pessoas na Escócia. Negar a experiência da maioria não perece muito sensível.

As autoridades locais defendem esta alteração, afirmando que os professores têm que agir duma forma "sensível" numa altura em que tantas crianças estão a passar por um colapso familiar e por divórcios.  Um porta-voz do East Renfrewshire Council disse:

De modo crescente, dá-se o caso de existirem crianças que não têm pais ou não têm pais a viver com elas e os professores a terem que ser sensíveis  isto. Os professores sempre tiveram que lidar com alguns alunos sem pais ou sem mães, mas o colapso familiar está em crescimento.

Jim Goodall, líder educacional do Clackmannanshire Council, disse que se espera que os professores se comportem usando o senso comum mas que fiquem sensíveis "ao padrão de vida familiar em mudança."

O South Ayrshire Council afirmou que as crianças não se podem sentir deixadas de fora ou indesejadas, ao mesmo tempo que o City of Edinburgh Council disse que esta práctica (relativa ao Dia do Pai) era um assunto para cada escola lidar de forma melhor quisesse.


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Mais uma consequência da "política de identidade", onde os sentimentos pessoais (neste caso, das lésbicas e das mães solteiras) tomam o lugar principal na esfera política, e onde o politicamente correcto (que, como se sabe, é uma ideologia destrutiva e perigosa) recebe um poder que nunca deveria ser seu. As crianças, como sempre, são vítimas dum jogo de poder que tem como propósito principal destruir os protectores laços familiares.

A Escócia, ao lidar com a destruição da família desta forma, está a revelar que não tem planos para proteger a família natural, mas sim fazer acomodamentos ridículos que em nada ajudam as crianças (embora possam dar algum "conforto" artificial a uma minoria de lésbicas e mães solteiras).

Quem quer o bem das crianças, por outro lado, fortalece o laço pai-filho ou pai-filha. Quem não quer o bem das crianças, faz exactamente o contrário.

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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A violência doméstica escocesa

O governo escocês publicou os números policiais mais recentes em torno da violência doméstica através do país, onde se verificou que a violência doméstica entre os homoeróticos subiu mais do que a violências doméstica entre os casais.

Uma análise aos 60,080 incidentes de violência doméstica ocorridos na Escócia revelam um aumento do número de vítimas masculinas com uma mulher como agressora bem como um aumento de violência doméstica entre as lésbicas e os homens homossexuais.

Foram reportados à polícia 6.9% mais incidentes de abuso doméstico entre as duplas lésbicas, e um aumento de 1.21% entre os homens homossexuais. De modo geral, houve um aumento de 0.5%.

Os casais são 2.3% de todos os relatórios em torno da violência doméstica. Uma estatística recente da Office of National Statistics apurou que 1.5% da população do Reino Unido identifica-se como sodomita, lésbica ou bissexual. Shona Robison, a ministra escocesa para a Igualdade disse:

Ninguém pode colocar em causa o nosso compromisso de acabar com a violência doméstica. Estes incidentes de violência doméstica continuam bastante elevados e os avanços na tecnologia criaram novos meios através dos quais algumas pessoas podem abusar e explorar os outros. 

É precisamente por isso que estamos a desenvolver esforços para ajudar as vítimas de tais ataques, e estamos a disponibilizar apoio financeiro considerável para ajudar as vítimas e impedir que o abuso ocorra.

Estamos a desenvolver uma nova estratégia para lidar com a Violência contra a Mulher na Escócia, e saúdo a resposta pro-activa e decidida contra a violência doméstica por parte da Polícia Escocesa, que têm feito da violência doméstica e da violação duas das suas três prioridades.


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Estranho que a "ministra da igualdade" (tacho) tenha falado na violência contra a mulher sem dizer que 1) a violência contra os homens aumentou e 2) a violência contra a mulher feita por outras mulheres também aumentou. Mas essa narrativa não se enquadra na lógica esquerdista, e como tal, esses dados têm que ser colocados de lado.
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sexta-feira, 1 de março de 2013

Lésbica escocesa experimenta um bocado da famosa "tolerância" dos activistas homossexuais

Ruth Davidson é a líder do partido Conservador no Parlamento Nacional Escocês. Para além disso, ela é também lésbica. Mas quando ela foi receber um prémio atribuído pelo agressivo e extremista grupo de pressão activista homossexual "Stonewall", o sorriso transformou-se em rosnar e dentes foram  exibidos.

A senhora Davidson encontrava-se nesse lugar para ser chamada de "heroína" por todos os esforços desenvolvidos em prol dos homossexuais escoceses. No entanto, ela usou a oportunidade que lhe foi entregue por altura do discurso de aceitação para se manifestar contra o costume do grupo Stonewall de entregar um prémio com o nome de “Bigot of the Year” ["Intolerante do Ano"].

A última pessoa a ser "premiada" com este título foi o líder dos Católicos escoceses, o Cardeal Keith O’Brien. “Uma das áreas com a qual eu não concordo com a Stonewall é a necessidade de chamar as pessoas de 'intolerantes'," afirmou ela.

Ela continuou:

Isto está pura e simplesmente errado. O argumento em favor da igualdade é muito melhor representado demonstrando o tipo de generosidade, tolerância e amor que queremos ver neste mundo. Existem muitas vozes neste debate, e tal como eu respeitosamente expresso a minha sincera opinião de que se deveria extender o casamento para as duplas do mesmo sexo, também respeito aqueles com uma opinião diferente da minha.

O resultado? As pessoas presentes gritaram contra ela, assobiaram-na e disseram coisas como "Traidora!” ao mesmo tempo que batiam com os pés no chão como forma de abafar o som da sua voz. 

Houve até alguém que sugeriu que ela fosse lançada para fora, ou que o seu prémio fosse retirado.

Que acto tão civil e livre de preconceito. Quem é que são os intolerantes mesmo?


Fonte

sábado, 28 de abril de 2012

Tal como planeado, a Bíblia está em vias de ser ilegalizada

Foi dito às forças policiais escocesas para não aceitarem Bíblias oferecidas pelos Gideões visto que o Livro "condena a homossexualidade". As Bíblias foram oferecidas às forças policiais escocesas cada uma contendo a insígnia da força respectiva. No entanto, a "Gay Police Association" (GPA) é contra o gesto e já emitiu uma declaração exigindo que as forças retirem o seu envolvimento.

Num passado recente, a GPA envolveu-se em problemas com as autoridades por ter feito alegações falsas e enganadoras em relação a Bíblia. Em 2006 o grupo foi repreendido por ter produzido um anúncio onde era exibida uma Bíblia ao lado duma poça de sangue com o título "em nome do pai". O ataque culpava a religião, especialmente o Cristianismo, pelos "violentos" ataques contra os homossexuais. Mas a "Advertising Standards Authority" determinou que o anuncio era mentiroso, indecente e sem fundamento.

O sindicato UNISON uniu-se a GPA na sua oposição à distribuição de Bíblias gratuitas junto das forças policiais.

Os Gideões afirmam que querem oferecer Bíblias à polícia como um "guia valioso para a vida". O grupo disse que "elas podem ser oferecidas a todos os membros da força individual, tanto os policiais activos como a equipa civil".

Mas a GPA disse o seguinte numa declaração:

Os membros da GPA entraram em contacto connosco expressando preocupação que a sua Força esteja oficialmente a dar suporte a um livro religioso que condena a homossexualidade.

A GPA não acredita que um serviço público, tal como a policia, deveria ser visto a dar apoio - com o seu envolvimento - a uma religião em particular acima de outra qualquer, ou mesmo acima da falta de religião.

A GPA disse ainda que se Bíblias podem ser oferecidas, "certamente que isto pode ser feito sem o envolvimento da força policial interessada."

O sindicato UNISON comentou:

Não é o papel da Força Policial oferecer apoio oficial a qualquer religião ou impôr uma visão religiosa aos seus funcionários.
O mesmo grupo acrescenta ainda que espera que as forças policias escocesas "rejeitem" a oferta.

Fonte

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Aos poucos a esquerda militante aproxima-se daquele que sempre foi o seu plano desde o princípio: ilegalizar a religião Cristã. Se não se podem distribuir Bíblias nas forças policiais, por esta condenar o homossexualismo (coisa que a medicina também faz), então não se pode ter um Livro assim a circular livremente na sociedade.

Consequentemente, as pessoas que o circulam certamente têm que ser punidas por isto. Ou seja, um Cristão a distribuir Bíblias em via pública (algo que lhe é garantido pela Declaração dos direitos Humanos que, por sinal, nada diz em torno de "direitos humanos" adquiridos via anal) pode ser lançado na prisão apenas e só por practicar a sua fé.

Aos poucos, o lobby gay vai mostrando quais são os seus planos.


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Homossexualismo escocês poderá sofrer contratempo islâmico

O governo escocês arrisca-se a perder o voto da comunidade islâmica se levar avante os seus planos de redefinir o que constitui um casamento. O governo, liderado pelo SNP (Scottish National Party) levou a cabo uma consultação em torno do tópico controverso depois de receber dezenas de milhares de respostas.

Agora, o Muslim Council of Scotland (MCS) avisou que os planos poderiam levar a que os muçulmanos retirem o seu apoio ao SNP.

Salah Beltagui, o porta-voz do MCS, disse:

O apoio da comunidade islâmica ao SNP tem sido forte, mas se as coisas avança nesta direcção, isto pode muito bem mudar.

Se voltarmos o tempo atrás, veremos que o partido Trabalhista (Labour) recebia a maior parte do voto islâmico, mas depois do Iraque, isso mudou por completo. Portanto, basta um tópico como este para mudar as coisas.

Ele acrescentou ainda:
A nossa comunidade como um todo mantém a opinião que a definição de família não deveria ser alterada. Família é um homem, uma mulher e os filhos.

É importante que as crianças tenham a família por perto e saibam quem é o pai e quem é a mãe.

A proposta do governo escocês em torno da redefinição de casamento teve uma repercussão muito forte. A Igreja da Escócia, a Igreja Episcopal Escocesa, a "Free Presbyterian Church of Scotland" e a Igreja Católica Romana todas se opõem à proposta governamental.

Para além disto, mais de 70 líderes de igrejas evangélicas, representando mais de 20,000 Cristãos, também assinaram uma carta aberta opondo-se à destruição da definição de casamento.

Durante o mês passado, um novo grupo, Scotland for Marriage, iniciou esforços para manter a definição tradicional de casamento. Este grupo é suportado por grupos religiosos e não-religiosos.

Fonte


quinta-feira, 30 de junho de 2011

Funcionários públicos escoceses não podem usar a palavra "homossexual"

De acordo com novas directrizes orientadoras do governo escocês, os funcionários civis já não podem usar a palavra “homossexual” uma vez que a mesma é considerada "ofensiva" para os homossexuais gays. O documento declara:

Não é aceitável usar a palavra "homossexual" uma vez que, não só este termo é ofensivo para muitos, como foi no passado usado para tornar os relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo ilegais.
É sugerido àqueles que trabalham em concílios, comissão de directores de centros de saúde e empresas públicas para usar a palavra "gay" no seu lugar.

No entanto, John Midgley, fundador da "Campaign Against Political Correctness" disse:

A palavra homossexual seria inofensiva para a maioria da população tal como o seria a palavra heterossexual. É ridículo afirmar que são palavras com conotação; elas apenas são palavras que descrevem uma orientação sexual.

Este tipo de tolice é totalmente contra-produtiva para as boas relações comunitárias.

O documento controverso não só alega que a palavra "heterossexual" pode causar confusão, como sugere que a palavra ‘straight’ deveria ser usada uma vez que é mais reconhecida. As novas regras irão ser aplicadas quando os funcionários estatais questionarem membros do público, clientes, pacientes àcerca da sua sexualidade.

Um porta-voz do grupo homossexual gay Stonewall disse:

Nós temos tendência a não usar a palavra "homossexual" não só porque a palavra aplica-se primariamente aos homens, como também porque é um termo médico ao mesmo tempo que é umltermo legal descrito nas directrizes orientadoras do governo escocês.
O governo escocês defende o documento afirmando que o mesmo é importante como forma de promover oportunidades iguais.

Durante o mês passado o grupo homossexual Stonewall apelou ao governo escocês para alterar a definição de casamento. Em apenas algumas horas, o novo governo começou a ser pressionado pela "Equality Network" para ser consultado em torno do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.

○Fonte○


Contrariamente ao que alguns pensavam, estas são as consequências da normalização de comportamentos anormais. Isto afecta toda a sociedade, e não apenas os homossexuais.

Agora vamos ser obrigados a deixar de usar as palavras que melhor explicam um certo comportamento apenas e só porque um ou outro activista homossexual se pode sentir "ofendido".

Que outras palavras a gaystapo vai censurar por via governamental? Talvez a Palavra de Deus?

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