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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental

Por New Observer

A loucura "transgénero" a ser actualmente promovida pelos meios de comunicação sob controle como a "próxima fronteira do direitos civis" é na verdade uma doença mental e a sua promoção nada mais é que ajudar e pactuar com desordens mentais. Quem o diz é o antigo psiquiatra-chefe do "Johns Hopkins Hospital", o Dr. Paul R. McHugh, que é actualmente um "Distinguished Service Professor of Psychiatry" no mundialmente renomeado hospital.

Para além disso, o distinto profissional afirmou também que as mudanças de sexo são "biologicamente impossíveis" e que aqueles médicos que "promovem a cirurgia de reajuste sexual estão a colaborar e a promover uma desordem mental." Segundo ele, "o trangenerismo é uma doença mental que merece tratamento", do mesmo modo que a sociedade trataria qualquer outra doença mental, e ela não deveria receber o apoio dos media e nem dos profissionais médicos da forma como recebe.

O Dr. McHugh, autor de mais de seis livros e de pelo menos 125 artigos médicos revistos por pares, fez as suas declarações numa artigo publicado no Wall Street Journal com o título de “Transgender Surgery Isn’t the Solution”, onde ele explicou que a cirurgia transgénera não é a solução para pessoas que sofrem uma "desordem de 'presunção'" - a noção de que a sua masculinidade ou a sua feminilidade é distinta daquela que a natureza biologicamente lhes atribuiu.

Como evidência da sua posição, o Dr McHugh apontou para um estudo recente que revelava como a taxa de suicídio entre os "transgéneros" que haviam sido submetidos a uma cirurgia de reajuste era 20 vezes mais elevada que a taxa de suicídio entre as pessoas normais. Para além disso, ele apontou para um estudo da Universidade Vanderbilt e do London’s Portman Clinic para crianças que haviam revelado ter "sentimentos transgénero" mas que com o passar do tempo, 70-80% das mesmas terem "espontaneamente perdido esses sentimentos" - implicando que muito deste "transgenerismo" era, na verdade, instâncias de adultos pervertidos a projectar os seus sentimentos para as crianças:

Embora a Administração Obama, Hollywood, e meios de comunicação importantes, tais como o Time, promovam o transgenerismo como normal, os decisores políticos e os média não estão a ajudar ao público e não os transgéneros ao tratar as suas confusões como um direito digno de ser defendido, e não como uma desordem mental que merece entendimento. tratamento e prevenção.

Esta sensação intensamente sentida de ser transgénero constitui uma doença mental de duas maneiras: A primeira é a ideia de que o mau-alinhamento sexual é um erro - não corresponde à realidade física. A segunda é que ela pode ter consequências psicológicos terríveis.

A desordem da pessoa que se identifica como "transgénera" centra-se na "pressopusição" de que eles são distintos da realidade física dos seus corpos, a sua masculinidade ou feminilidade, tal como atribuído pela natureza. É uma desordem semelhante a pessoas "perigosamente magras" que sofrem de anorexia que olham para o espelho e pensam que têm peso a mais, afirma o Dr. McHugh.

Esta crença - de que o sexo da pessoa localiza-se na mente independentemente da realidade anatómica, levou muitas pessoas transgeneras a forçar uma maior aceitação social e a afirmação da sua subjectiva "verdade pessoal". Como resultado disto, diz McHugh, alguns estados - Califórnia, New Jersey, e Massachusetts - aprovaram leis que impedem os psiquiatras, "mesmo aqueles que tenham aprovação paterna, de tentar restaurar os sentimentos sexuais naturais num menor transgénero".

Segundo McHugh, a defensores do transgenerismo não querem saber dos estudos que revelam que entre 70 a 80% das crianças que expressavam sentimentos transgéneros "perdem espontaneamente esses sentimentos" com o passar do tempo. Para além disso, entre aqueles que passaram por uma cirurgia de reajuste, a maioria afirmou estar "satisfeita" com a operação, mas "os seus ajustamentos psico-sociais subsequentes não eram melhores que os daqueles que não haviam tido a cirurgia":

Devido a isto, em Hopkins paramos de levar a cabo cirurgias de reajuste sexual visto que produzir um paciente "satisfeito" mas ainda perturbado não parecia ser um motivo adequado para cirurgicamente amputar orgãos normais.

O antigo psiquiatra-chefe de Johns Hopkins falou também contra o apoio a certos sub-grupos entre os transgéneros, tais como os jovens "susceptíveis à sugestões da educação sexual 'tudo vale'", e os "conselheiros de diversidade" das escolas que, tal como os seus "líderes de seita", podem "encorajar os jovens a distanciarem-se das suas famílias e disponibilizar argumentos sobre a forma como refutar argumentos contra a cirurgia de transgénera."

McHugh reportou também a existência de "médicos enganados" que, operando com crianças que parecem imitar o sexo oposto, irão administrar "hormonas de atraso da puberdade como forma de tornar as operações de mudança de sexo menos dispendiosas - embora as drogas impeçam o crescimento da criança e a coloquem em risco de esterilidade."

Tais acções, afirma o Dr McHugh, "estão bem perto de serem classificadas de abuso de crianças", dado que perto de 80% dessas crianças irá "abandonar a sua confusão e crescer duma forma natural, e passar a ser um adulto tradicional, se não for tratada":

A mudança de sexo é biologicamente impossível. As pessoas que se submetem a uma cirurgia de reajuste sexual não mudam de homem para mulher, e nem vice-versa, mas passam a ser homens feminizados ou mulheres masculinizadas. Alegar que isso é um assunto de direitos civis, e encorajar uma intervenção cirúrgica, é, na verdade, colaborar e promover uma desordem mental.

Source:  http://bit.ly/1sZ6Y8J

A Ler:

1. Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental" - http://shar.es/1Hc4Ys
2. Psiquiatra: Do ponto de vista científico, não existem "transgéneros" - http://shar.es/1Hc4lF


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

As ameaças de morte feitas ao Dr Keith Ablow

Kirsten Andersen

O Dr. Keith Ablow tem sido o alvo de ameaças de morte devido à sua posição de que o assim chamado "transgenerismo" é algo sem fundamento científico que coloca crianças vulneráveis em risco devido a procedimentos cirúrgicos desnecessários e uma vida inteira de confusão. Mas o psiquiatra sediado em Massachusetts disse à LifeSiteNews numa entrevista exclusiva que ele continuará a falar a verdade, apesar dos perigos:

Tive que escolher entre dizer o que eu penso e ser empático para com todos, apesar das ameaças e apesar dos apelos provenientes de muitas pessoas exigindo que eu perca as minhas credenciais académicas. É importante continuar a falar deste tópico porque aparentemente, nos EUA existem milhares de crianças que estão a ser preparadas para serem submetidas a cirurgias plásticas extensivas que elas podem ou não precisar delas.

Ablow disse que o que causa a que uma pessoa sinta que está "presa no corpo errado" é uma questão que tem que ser "reaberta" pela comunidade psiquiátrica.

Como psiquiatras, nós não sabemos de onde as crenças fixas e falsas se originam... E se ficarmos a saber que as pessoas que pensam que estão presas no corpo sexual errado podem ser abordadas com algo mais que um bisturi, então nós, como disciplina, seremos responsáveis por não termos sido mais diligentes na busca das respostas em torno de onde isto vem.

No início deste mês, pouco depois da controversa lei da Califórnia permitir que os estudantes das escolas públicas escolham o seu género [sic] - independentemente da biologia -, e de permitir a livre escolha das equipas desportivas na qual se quer competir, para além de dar "liberdade" para escolher o género em qualquer outro tipo de actividade, inclusive as instalações sanitárias que se quer usar, Ablow atraiu atenção nacional com um editorial para a Fox News onde ele chamou a lei de "profundamente destrutiva" para as crianças.

A partir do dia 1 de Janeiro, os estudantes das escolas públicas da Califórnia poderão escolher qual das instalações sanitárias eles querem usar, bem como o balneário feminino ou o masculino que querem usar, tendo como base no que se sente no momento (fémea ou macho), quer se seja anatomicamente macho ou fémea.

Sei que outros psiquiatras podem não concordar, e sei que os activistas lgbt me irão criticar, mas eu acredito que permitir esta "escolha" é psicologicamente profundamente destrutivo, para todos os estudantes, incluindo aqueles que se identificam como transgéneros.

Sei que vou continuar a receber ameaças de morte e apelos para que eu seja despedido da minha posição de ensino por dizer o que disse visto que já suportei ambas.

Eu acredito que as crianças já têm que lidar com o suficiente, à medida que lutam para se sentirem confortáveis com os seus corpos, bem como com a noção da privacidade e as alterações finais em torno da sua puberdade, sem terem que lidar com a noção das suas almas terem nascido no corpo errado. Na
história do mundo não existem evidências suficientes em favor duma alma masculina ou feminina a nascer no género anatómico errado.

A LifeSiteNews entrou em contacto com o Dr. Ablow para lhe perguntar sobre as respostas às suas declarações, bem como para saber do porquê ele achar que foi necessário dar a sua opinião, independentemente das consequências. "A resposta [ao artigo] tem sido tremendamente positiva em várias formas" disse o Dr Ablow à LifeSiteNews, acrescentando que numerosas pessoas "expressaram o seu desalento em torno das implicações da lei."

Mas mesmo assim, disse o Dr Ablow, "uma minoria vocal tem sido extremamente negativa e ameaçadora, o que eu aprendi a esperar sempre que tento falar de questões em torno do comportamento transgénero duma forma que eu considero ser objectiva." Muitas dessas ameaças, disse Ablow, são graficamente violentas, "dizendo o que me fariam e de que forma isso deveria ser feito."

Ele disse à LifeSiteNews que, como psiquiatra, ele acha que tal reacção violenta a qualquer iniciativa que vise questionar a politica da identidade transgénera tem fundamento no medo.

Acho que estamos tão imersos neste assunto que as pessoas são muito avessas a re-examinar as implicações de fazer coisas tais como injectar crianças de 12 anos com doses maciças de hormonas como forma de parar a puberdade. Se viermos a descobrir que este trajecto não era defensível do ponto de vista científico, então isso terá implicações enormes para a medicina, para os pais, que conduziram as crianças para este caminho - e para a psiquiatria, por não ter sido mais vigorosa a exigir evidências científicas de que as pessoas podem nascer nos corpos errados.

Segundo Ablow, as implicações são também perturbadoras "para os próprios transgéneros."

Mal um médico - neste caso, penso eu, um médico equivocado - te diz que todo o teu sofrimento pode ser psicologicamente explicado porque nasceste num corpo que tem o sexo errado, dar essa perspectiva é quase uma questão de vida ou de morte. Logo, o abrigo desta explicação simplista - que estes pensamentos de que te encontras preso ao corpo errado realmente significa que estás no corpo errado - torna-se numa defesa contra questões mais profundas que precisam de mais análise, e as pessoas não querem enveredar por esse nível de auto-examinação.

Questionado se ele sente que está a colocar a sua segurança em risco por falar deste tópico altamente controverso, Ablow respondeu:

Eu levo a sério todas as ameaças à minha vida, e tomo algumas precauções. ... Mas sinto algum conforto em pensar que, estatisticamente, as pessoas que fazem barulho na internet são menos susceptíveis de levar a cabo algum tipo de acção.

Ablow fica preocupado com "as inúmeras crianças americanas a quem está a ser dito que eles devem questionar se o seu género [sic] está para sempre estabelecido, quando na minha opinião está."
Existem muitos psiquiatras bem intencionados, e bem credenciados, que discordam, e eu percebo isso. Mas eu não entendo o porque deles não me entenderem. Dito de outra forma, eles deveriam estar mais abertos a mais diálogo. A noção de que, se tu sugeres isso, algumas pessoas dirão que tu deves morrer, e outras dirão que tu não deverias estar a ensinar numa universidade, e que tu deverias sentir como se tivesses que escolher entre ser ostracizado ou falar o que pensas, é uma tragédia.

A não perder:
1. Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental" - http://shar.es/1Hc4Ys
2. Psiquiatra: Do ponto de vista científico, não existem "transgéneros" - http://shar.es/1Hc4lF

terça-feira, 17 de setembro de 2013

É a pedofilia uma "orientação sexual" ?

Por Jack Minor

Usando as mesmas tácticas usadas pelos activistas homossexuais, os pedófilos deram início a formas de obter o mesmo estatuto que o homossexualismo , alegando que o seu desejo por crianças é uma orientação sexual parecida à heterossexualidade e ao homossexualismo.

Há já muito tempo que os críticos do estilo de vida homossexual alegam que, mal se tornou aceitável definir o homossexualismo como "um estilo de vida alternativo", logicamente falando nada mais passou a estar para além dos limites. Os activistas homossexuais ficaram ofendidos com esta posição, insistindo que isso nunca aconteceria, mas sabe-se agora que alguns psiquiatras começaram a propor uma redefinição da pedofilia da mesma forma que o homossexualismo foi redefinido há alguns anos atrás.

No ano de 1973 a American Psychiatric Association (APA) desclassificou o homossexualismo da sua lista de desordens mentais. Um grupo de psiquiatras  associado ao "B4U-Act" levou a cabo recentemente um simpósio propondo uma nova definição da pedofilia no "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Health Disorders" da APA.

O B4U-Act chama os pedófilos de "pessoas atraídas a menores", e o site da organização declara que o seu propósito é o de “ajudar os profissionais de saúde mental a aprender mais em relação à atracção por menores, e considerarem os efeitos dos estereótipos, do estigma e do medo.

Em 1998 a APA emitiu um relatório alegando que "o 'potencial negativo' do sexo entre adultos e crianças é ‘exagerado’ e que uma vasta maioria de homens e mulheres não reportou efeito negativo sexual algum das experiências infantis de abuso sexual.

A pedofilia já recebeu um estatuto de protecção por parte do Governo Federal. O "Matthew Shephard and James Byrd, Jr. Hate Crimes Prevention Act" lista a "orientação sexual" como uma classe protegida, mas não define o termo. Os Republicanos tentaram inserir uma emenda especificando que "a pedofilia não se encontra definida como orientação sexual," mas a emenda foi derrotada pelos Democratas [ed: esquerdistas e marxistas culturais]. O representante Alcee Hastings (Democrata-Fl) declarou que todos os estilos de vida alternativos deveriam estar protegidos pela lei:

Este projecto de lei lida com o nosso propósito de colocar um término na violência fundamentada no preconceito, e garantir que todos os Americanos, independentemente da raça, cor, religião, origem nacional, género, orientação sexual, identificação de género, incapacidade ou qualquer uma destas "filias", fetiches e "ismos" que foram avançados, não tenham que viver com medo por serem como são. Apelo aos meus colegas que votem em favor desta lei.

(...)

No princípio deste ano dois psicólogos do Canadá declararam que a pedofilia é uma orientação sexual tal como o homossexualismo e a heterossexualidade. Van Gijseghem, psicólogo e professor reformado da Universidade de Montreal, afirmou perante os membros do parlamento que “os pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem pequenas ofensas pontualmente, mas sim pessoas que lutam com o que é equivalente a uma orientação sexual, tal como qualquer outro indivíduo pode estar a lutar com a heterossexualidade ou com o homossexualismo. (...) Os pedófilos genuínos têm uma atracção exclusiva por crianças, o que é o mesmo que ter uma orientação sexual. Não se pode mudar a orientação sexual desta pessoa; ela pode, no entanto, permanecer abstinente."

Quando lhe foi perguntado se ele pode comparar os homossexuais com os pedófilos, Van Gijseghem respondeu:

Se, por exemplo, vivêssemos numa sociedade onde a heterossexualidade é proscrita ou proibida [ed: ?!!!]  e se nos fosse dito que teríamos que obter terapia de modo a alterar a orientação sexual, muito provavelmente dirias que isso é ligeiramente maluco. Por outras palavras, não aceitarias isso de todo. Uso esta analogia para demonstrar que, sim, os pedófilos não mudam a sua orientação sexual.

O Dr. Quinsey, professor emérito de psicologia  na "Queen’s University" em Kingston, Ontario, concordou com Van Gijseghem. Quinsey afirmou que o interesse sexual dos pedófilos são as crianças e que "não há qualquer tipo de evidência que demonstre como este tipo de preferência pode ser alterado através de tratamento ou através de qualquer outra forma.

Em Julho de 2010, a "Harvard Health Publications" afirmou

A pedofilia é uma orientação e muito pouco provável de ser alterada. O tratamento tem como propósito permitir que uma pessoa resista agir de acordo com os seus impulsos sexuais.

Linda Harvey (Mission America) afirmou que o "forcing" em favor da normalização da pedofilia vai-se tornar mais e mais comum à medida que os grupos LGBT  vão-se confirmando na sociedade.

Tudo isto faz parte do plano de empurrar as crianças para a sexualidade precoce e convencê-las de que a amizade normal é na verdade uma atracção sexual.

Milton Diamond, professor na Universidade do Hawaii e director da "Pacific Center for Sex and Society", declarou que a pornografia infantil pode ser benéfica para a sociedade uma vez que os "criminosos sexuais potenciais usam a pornografia infantil como um substituto para o sexo com as crianças.

Diamond é um palestrante distinto do "Institute for the Advanced Study of Human Sexuality" em São Francisco. A IASHS defendeu abertamente a rejeição da proibição Revolucionária da presença de homossexuais nas forças militares. A IASHS enumera no seu site uma lista de "direitos sexuais básicos", onde estão incluíndos "o direito de se envolver em actos ou actividades sexuais de qualquer tipo, desde que não envolvam actos não-consentidos, violência, coação, ou fraude."

Um outro direito é o de "ser livre de perseguição, condenação, discriminação ou intervenção social devido a um comportamento sexual privado" e ser livre para "ter qualquer tipo de fantasia, pensamento ou desejo sexual." Por fim, a organização diz que ninguém deveria "ser desfavorecido devido à sua idade".

As leis que visam proteger as crianças foram já desafiadas em vários estados, incluindo a Califórnia, a Geórgia e o Iowa; as pessoas condenadas por crimes sexuais afirmam que as leis que os proibem de viver perto de escolas ou parques são injustas porque os penalizam para toda a vida.

* * * * * * * *
Não é por acaso que os grupos que mais se esforçam para que o estigma da pedofilia seja removido da sociedade sejam grupos homossexuais. Isto não significa que todos os homossexuais são pedófilos, mas sim que "os grupos que mais se esforçam para que o estigma da pedofilia seja removido da sociedade sejam grupos homossexuais".

Seria interessante saber como é que os activistas pró-LGBT (que não são todos homossexuais) explicam este facto.

Será que é "homofobia" dizer os grupos que mais militam pela normalização da pedofilia são grupos homossexuais? Ou é mais acertado dizer que há algo no homossexualismo que faz com que os seus practicantes vejam o sexo com crianças duma forma (ainda) aberrante para a maioria da população mundial?..

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Psiquiatra: Do ponto de vista científico, não existem "transgéneros"


Fonte

Um proeminente psiquiatra canadiano criticou as suposições que servem de base para o que foi classificado pelos críticos como o "Projecto da casa de banho" do governo federal canadiano - Bill C-279. Esta lei irá conferir aos assim-conhecidos homens e mulheres "transgéneros" protecção especial. O Dr. Joseph Berger emitiu uma declaração afirmando que, do ponto de vista médico e científico, não existe uma pessoa "transgénero", e que os termos tais como "expressão de género" e "identidade de género"  usadas na lei são, no mínimo, ambíguas, para além de serem mais apelos emocionais do que factos e declarações científicas.

Berger, que é um psiquiatra consultor em Toronto e cujas credenciais estabelecem-no como um perito na disciplina das doenças mentais, declarou que pessoas que se identificam como "transgéneros" são psicóticas ou simplesmente infelizes, e que a cirurgia acompanhada de terapia hormonal não são tratamentos apropriados para a psicose ou para a infelicidade. "Do ponto de vista científico, deixem-me exclarecer o que "transgénero" significa," afirmou o Dr. Berger. Ele acrescentou ainda:

Estou a falar duma perspectiva científica - e não duma posição lobbista que pode ser proposta por qualquer grupo, médico ou não-médico. "Transgéneros" são pessoas que alegam que são, ou gostariam de ser, membros do sexo que se encontra oposto àquele dentro do qual eles nasceram, ou àquele que o seu alinhamento cromossómico atesta. Por vezes, algumas destas pessoas alegam que são "mulheres presas num corpo de homem" ou, alternativamente, "um homem preso num corpo de mulher".

O tratamento médico para os delírios, as psicoses ou infelicidade emocional não é a cirurgia.

Por outro lado, se perguntarmos a estas pessoas para esclarecerem exactamente o que é que elas acreditam, isto é, se alguma das proposições listadas em cima se aplica a elas, e elas disseram que não se aplica, e que eles sabem que tal proposição não é verdadeira, mas que eles "sentem" que é, então cientificamente o que estamos a falar é de uma infelicidade acompanhada por um desejo.

Estas duas coisas levam a que algumas pessoas comecem a tomar hormonas que são predominantes no outro sexo, chegando mesmo a enveredar pela cirurgia cosmética como forma de os fazer "parecer" pessoas do sexo oposto.

Berger explicou que a cirurgia cosmética não altera os cromossomas do ser humano, e que isso não transformará um homem numa mulher - com a capacidade de menstruar, ovular e gerar crianças no seu útero - nem transformará uma mulher num homem - com a capacidade de gerar esperma que se pode unir ao óvulo da mulher e fertilizar esse ovo de modo a produzir um bebé humano.

Para além disso, o Dr. Berger declarou que os argumentos usados por aqueles que defendem o estabelecimento de direitos especiais para as pessoas confusas em relação ao seu género não possuem qualquer valor científico, sendo subjectivos e apelos amocionais sem qualquer base científica.

Já li o depoimento daqueles que querem conferir estes direitos especiais e não vi nada de valor científico por lá. São usadas palavras, tais como "espaço interior", que não têm qualquer base científica objectiva.

Isto são factos cientificos. Não parecem existir motivos médicos ou científicos para conferir direitos ou considerações especiais a pessoas que se encontram infelizes com o seu sexo, ou pessoas que têm o desejo de vestir roupas do sexo oposto. A assim conhecida "confusão" em torno da sua sexualidade que o adolescente ou o adulto têm é meramente psicológica.

Como psiquiatra, não vejo motivos para que as pessoas que se identificam desta forma tenham qualquer tipo de direito que o resto das pessoas do Canadá não têm.

A Ler:

1. Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental" - http://shar.es/1Hc4Ys
2. As ameaças de morte feitas ao Dr Keith Ablow - http://shar.es/1Hc4y9



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