quarta-feira, 22 de junho de 2011

Rabinos lançam iniciativa de casar lésbicas com homens homossexuais

Rabinos da comunidade religiosa Sionista lançaram a iniciativa de casar homens gays com mulheres lésbicas - surpreendentemente, com algum sucesso . Até agora onze casamentos foram levados a cabo. O jornal Haaretz levou a cabo uma entrevista via email com um dos casais, Etti e Roni (nomes falsos).
Etti e Roni, ambos religiosos, casaram-se há 5 anos atrás. Embora eles tenham sido honestos um com o outro àcerca da sua orientação sexual desde o primeiro encontro, para o mundo exterior eles apresentam-se como um casal normal (heterossexualidade = normal). Hoje, com duas crianças, estão entusiasmados com os resultados.
A esposa escreve:
É incrível . . . . Há 6 anos atrás nunca pensamos que poderíamos ser assim tão felizes. Chegamos a pensar que tudo se tinha escurecido e que nós havíamos perdido as nossas chances de termos uma vida normal. Mas hoje, as coisas estão a correr bem.
Claro que há falhas mas isso é comum a todos os casos. Nós preenchemos as falhas com o grande amor que damos e recebemos dos nossos filhos, e também usufruímos do amor simples que oferecemos um ao outro . . . .
Todos os casais foram combinados pelo Rabino Areleh Harel (na foto) do assentamento Shilo, no West Bank. Ele dá aulas numa yeshiva em Elon Moreh e é conhecido como o rabino a quem os homossexuais se podem dirigir. 

Harel disse que todos os seus casais receberam apoio constante duma equipa de psicólogos, conselheiros matrimoniais e assistentes sociais. Eles poderiam também consultar com frequência alguns rabinos incluindo o Rabino Aharon Lichtenstein, da "Yeshia Har Etzion" e especialmente o Rabino Menachem Burstein, líder do "Puah Institute" que se especializa em soluções rabínicas para problemas de fertilidade.

Harel não só disse que o seu duodécimo casal anunciou recentemente o seu noivado como também que ele possui uma lista de outros 30 gays e 20 lésbicas em busca de companheiros. Eles não negam a sua identidade sexual, ressalvou o Rabino Harel.
Eles querem estabelecer uma casa, quer seja para se tornarem pais ou reconhecimento social. Uma família não é só sexo e amor. É um parceria instrumental e não apenas uma parceria técnica.
Como resultado, ele e os seus colegas decidiram institucionalizar o empreendimento incluindo trabalhar com uma conhecida organização casamenteira.

Os casamento de gays com lésbicas há muito que são praticados entre os ultra-Ortodoxos, mas a iniciativa corrente é diferente uma vez que não se dedica a varrer o problema para fora do nosso alcance, mas através da aceitação das orientações homossexuais (motivada por 4 organizações religiosas homossexuais: Havruta, Bat Kol, Hod and Kamocha).

Harel explicou que, enquanto que os homossexuais seculares buscam o "casamento" homossexual como solução, os homossexuais religiosos estão pouco dispostos a violar a proibição rabínica em torno do homossexo e, como tal, buscam outras soluções.
A maior parte dos casais concorda em não ter relações com pessoas do mesmo sexo mas se há "lapsos" uma ou outra vez durante os anos, eles não olham para isso como uma traição. . . . Geralmente isso é entre eles e o Criador.
Ele disse que cada casal decide por si como o seu casamento irá funcionar, e ele não está envolvido na decisão. Em vez disso, ele dedica-se predominantemente com questões da halacha tais como a inseminação artificial.

Roni, 35 anos, é dono dum negócio; Etti, de 30 anos, é uma paramédica. Roni tentou terapia para mudar a sua orientação sexual, sem sucesso. Ele também disse que teve vários relacionamentos com vários outros homens "até que me decidi que aquilo não era para mim; eu quero uma família e crianças."

A Etti disse que a sua família ainda não sabe que ela é lésbica. Ela passou por um relacionamento "sério" mas "apercebi-me que era mais importante para mim criar crianças e viver uma vida familiar normal."

Ambos disseram que levar a sério a proibição religiosa em relação ao acto homossexual foi "muito importante" para eles, tal como foi o seu desejo duma "paternidade mais ou menos normal". Ambos os factores tiveram influência na sua decisão.

O Rabino Harel apresentou-os um ao outro e como o primeiro gay-lésbica, eles identificam-se como "ratos de laboratório". Eles são cuidadosos em manter uma aparência normal em frente às crianças e perante o mundo exterior, chegando mesmo a dormir no mesmo quarto - embora não durmam juntos. Os seus filhos nasceram de uma inseminação artificial.
Durante a maior parte do tempo, é bom estarmos juntos, tipo parceiros num negócio. Claro que temos discussões e momentos de tensão, mas quem é que não os tem? . . . . Tal como bons amigos, nós temos uma grande dose de respeito mútuo e muito amor platónico.
Claro que isto não se passa com todos, obviamente. Dois dos casais que Harel casou estão agora em processo de divórcio. Ele disse que está muito preocupado com o destino das crianças destes casais experimentais - se eles vão sofrer ou não. Adicionando a isso, nem todos aprovam. Embora a Havruta não tenha oficialmente publicado uma opinião, o seu porta-voz, Daniel Yunes, disse que pessoalmente ele é contra esta ideia.
Se aceitamos a definição de família como uma parceria baseada na confiança e no amor . . . então isto não oferece resposta alguma.
Ele adicionou ainda que a sua organização defende a ideia de que ser aberto em relação à sua identidade sexual leva a pessoa a uma vida mais feliz do que viver uma mentira.
Mas Roni e Etti sentem que beneficiaram grandemente da situação, obtendo "duas crianças maravilhosas" e também "uma boa vida social". E o que é que perderam?
Nada, uma vez que, de qualquer forma, não poderíamos ter relacionamentos [homossexuais] uma vez que os mesmos são proibidos. Sim, há momentos difíceis de crise. Mas isso não é nada em comparação com o que sentimos na maioria dos casos, quando é bom.
Fonte

terça-feira, 21 de junho de 2011

Pós-Graduação em Homossexulogia

Fonte
Recebemos por email a informação de que o ISCTE tem uma pós-graduação sobre as realidades LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero).

http://www.iscte-iul.pt/cursos/pos_graduacoes/14706/Apresentacao.aspx

Sobre a instituição onde é ministrado o curso:
O ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), é uma instituição pública de ensino universitário, criada em 1972.

Os seus objectivos estratégicos são a inovação, a qualidade, a internacionalização e o desenvolvimento de uma cultura empreendedora.

Retirado do site institucional do ISCTE
Fará esta pós-graduação parte dos objectivos estratégicos do ISCTE?

Este é um caso paradigmático de como uma instituição pública é tomada de assalto por um grupo de activistas ideológicos.

domingo, 19 de junho de 2011

Distinção entre infidelidade “emocional” e “sexual” explica porque “as uniões homossexuais tendem a durar menos que as relações heterossexuais”.

No início deste ano, na cidade de Pedras Negras, no Estado de Coahuila (México) registrou-se o “divórcio” das lésbicas Marcela Orozco, de 38 anos e Sandra Elvira Nava Jiménez de 45.

Conforme indica o diário “Milenio”, este seria o primeiro “divórcio” gay do país. O casal de lésbicas acudiu ao Pacto Civil de Solidariedade, aprovado em Coahuila em janeiro de 2007, que permite também a união civil de casais homossexuais, com direitos de pensões, disposições testamentarias especiais, entre outros.

Segundo a imprensa mexicana, a separação do casal se deveu a acusações de infidelidade e esbanjamento econômico.

Em diálogo telefônico com a agência ACI , Oscar Rivas Lozano, presidente do Instituto Mexicano de Orientação Sexual (IMOS), afirmou que, de acordo às cifras que dirige esta entidade científica, desprende-se que “as uniões homossexuais tendem a durar menos que as relações heterossexuais”.

Um dos fatores que causaria estas separações, segundo os estudos analisados pelo IMOS, seria que “nas uniões homossexuais, os índices de infidelidade se triplicam em relação aos casais heterossexuais”.

Rivas assinalou que a fidelidade tem um significado diferente nos casais homossexuais, pois “eles fazem uma distinção da fidelidade emocional à fidelidade sexual, e dizem, em alguns casos, que a fidelidade sexual não é considerada importante mas sim a fidelidade emocional”.

Por isso, o IMOS reafirma que uma instituição como o matrimônio não pode ser aplicada à união homossexual, pois “o mesmo voto matrimonial fala de fidelidade, fala de ajuda mútua, fala de procriação. E no caso dos casais homossexuais isto é distinto”.

“Os casais homossexuais tendem a ter um período de duração entre três e seis anos, as mais longas”, indicou Rivas e acrescentou que “quase sempre as mais longas são de mulheres”.

Se estas cifras forem comparadas com matrimônios heterossexuais, a diferença é abismal, pois “os matrimônios no México, segundo dados do mesmo Registro Civil, tem uma média de duração entre 10 e 15 anos entre casais heterossexuais”.

Ao analisar os casais de lésbicas “encontra que quase sempre existem temas de relações de casais muito delicados porque são relações muito apaixonadas, às vezes onde há muita emoção envolvida”.

“Desde o ponto de vista psicológico se entende porque a relação homem-mulher tende a equilibrar-se psicologicamente, porque a mulher tende a ser mas intuitiva, mais emocional e o homem tende a ser mais reflexivo, mais racional”.

“No caso onde somente há duas mulheres não está muito presente este princípio de equilíbrio psicológico no casal e no caso dos homens muito menos”, disse o presidente do IMOS.

Por sua parte, Juan Dabdoub Giacoman, da organização mexicana Família Mundial com sede em Monterrey, declarou à ACI Prensa que não é uma surpresa a separação deste casal de lésbicas, pois “está claramente demonstrado que as pessoas homossexuais têm um altíssimo nível de instabilidade em suas relações afetivas”.

Para o Dabdoub, isto é “produto precisamente dessa afetação psicológica que as empurra a procurar uma relação com pessoas do mesmo sexo”.

Depois de indicar que “na Espanha se comprovou que um varão homossexual tem uma média de relações duradouras com 39 pessoas distintas ao longo de sua vida”, Dabdoub assinalou que as cifras são claras ao demonstrar que “o que necessitam nossos irmãos homossexuais é ajuda, não promoção.

No México, as uniões homossexuais equiparadas ao matrimônio só são legais no Distrito Federal, onde a Corte Suprema opinou que não atentam contra a Constituição e lhes outorgou o direito de adoção.

A Igreja Católica assim como outras confissões cristãs criticaram duramente esta sentença.

O Arcebispado do México disse que esta equiparação das uniões homossexuais ao matrimônio é “moralmente inaceitável”.

A doutrina católica não aprova o mal chamado “matrimônio” gay porque atenta contra a natureza, o sentido e o significado do verdadeiro matrimônio, constituído pela união entre um homem e uma mulher, sobre a qual se forma a família.

O Vaticano e os bispos em diversos países do mundo denunciaram que as legislações que pretendem apresentar “modelos alternativos” de vida familiar e conjugal atentam contra a célula básica da sociedade

Fonte: ACI e Blog Carmadélio

sábado, 18 de junho de 2011

As fases da agenda sodomita


Lembrando que a agenda sodomita avança quase sempre da seguinte forma:
  • 1ª Fase - Aceitação.

Durante esta fase eles dizem coisas como "nós não queremos forçar o nosso estilo de vida a ninguém. Deixem-nos em paz e deixem-nos viver em privado e em paz e nós não iremos forçar ninguém."

Esta mentira foi aceite o que nos levou à 2ª Fase.

  • 2ª Fase - Advocacia

Durante esta fase eles estão num ponto em que forçam aqueles que podem ser forçados - particularmente no governo e nas escolas públicas mas estão a estender os seus tentáculos ao sector privado - a advogar a homossexualidade, quer as pessoas aceitem ou neguem a normalidade desse comportamento sexual.

Como exemplo disso, veja-se a intimidação que eles fizeram à Convenção dos Baptistas do Sul e a agenda sodomita oculta ou visível reportada nas escolas públicas.

  • 3ª Fase - Aniquilação dos opositores.

Através de leis corruptas ou por meio de qualquer outro caminho à sua disposição, ninguém vai ter a liberdade para criticar a sodomia.

Nenhuma oposição à homossexualidade deve permanecer em lado algum.

Em Portugal estamos na 2ª fase, mas em países como a Inglaterra e a Holanda já se chegou à 3ª fase. Claro que este gayzismo pode gerar uma resposta que os militantes sodomitas não previram:
  • 4ª Fase - Reacção.

Todos aqueles que foram vitimizados pela agenda sodomita provavelmente irão adoptar o comportamento normal de quem se vê livre duma ditadura extremamente opressiva. A gaystapo, de perseguidora vai passar a ser a perseguida; o esquerdume, que apoiou a agenda sodomita em detrimento das liberdades individuais, vai sofrer na pele o mesmo destino.

A parada homossexual lisboeta

Mais um artigo jornalístico que a volta falar na mitológica "igualdade", e, tendo isso como pano de fundo, exige tratamento igual entre a heterossexualidade e a homossexualidade.
A Marcha do Orgulho Gay regressa hoje às ruas de Lisboa em defesa dos direitos das pessoas lésbicas, gay, bissexuais e transgénero (LGBT), sendo que, este ano, pretende também alertar para as questões da parentalidade.
Os sodomitas e as lésbicas já tem os mesmos direitos que os heterossexuais. Chama-se a isso "direitos humanos". Agora, as prácticas sexuais que cada grupo decide levar a cabo não são fonte de "direitos".
O objectivo da marcha, que vai na 12.ª edição, é “dar mais passos na luta contra a discriminação em função da orientação sexual e identidade de género.
Não, não é. Alguns dos objectivos das paradas homossexuais são

1. Dessensibilizar a maioria em relação às auto-destrutivas prácticas homossexuais;
2. Exibição de força em relação aos adeptos da normal sexualidade humana.

Sobre a parentalidade, o responsável referiu que as famílias LGBT são uma realidade
Tal como a pedofilia é uma realidade. O facto de algo ser real não o torna moralmente (ou socialmente, ou clinicamente) aceitável.

A questão não é se existem homossexuais que conseguiram trazer crianças para a sua confusão sexual, mas sim se isso alguma vez deveria ocorrer. Os "relacionamentos" homossexuais são em média de curta duração, portanto convém perguntar a sabedoria de se deixarem crianças inocentes no meio de duas pessoas sexualmente desviadas (e a prazo).

Mas mesmo que fossem de duração eterna, o problema não é só que são (em média) de curta duração, mas sim que isso é uma violência contra as crianças. Qualquer profissional não alinhado com o marxismo cultural dirá que a criança tem maiores probabilidade de ter um crescimento mental saudável se tiver um pai e uma mãe, do que se tiver dois "pais" ou duas "mães", ou se só tiver um pai ou só uma mãe.

O conceito da homossexualidade como comportamento capaz de gerar um ambiente saudável para o desenvolvimento da criança está errado. Quem defende o contrário não está a pensar no bem estar das crianças mas sim em formas de promover uma determinada ideologia política ou agenda sexual (ou ambas).

e que as crianças que estão no seio dessas famílias “exigem exactamente a mesma protecção que é dada às demais”
As crianças que foram infelizmente engolidas para o seio dessas uniões não "exigem" nada. Quem exige isso são os sodomitas e as lésbicas que lançaram mãos sobre elas.
O presidente da ILGA Portugal disse também que a Marcha do Orgulho Gay é feita para “celebrar” a igualdade, a liberdade e a solidariedade
Só faltou a "fraternidade" para termos um dos slogans da violenta e anti-Católica revolução francesa.

Mas pondo isso de lado, porque é que a homossexualidade deveria ter os mesmos direitos que a heterossexualidade? A última é uma necessidade básica do homem tendo em vista a sua continuidade e preservação, mas a primeira é um gosto/vício sexual auto-destrutivo. Porque é que deveríamos tratar ambas como equivalentes se elas evidentemente não o são?

Todo o argumento em favor da "igualdade" assente numa crença falsa, nomeadamente, que a heterossexualidade e a homossexualidade deveriam ter os mesmos direitos. Isto é falso e enganador.

A iniciativa é aberta a todas as pessoas que “se revêem naqueles valores, valores que são comuns a todos e que é fundamental promover”
Para já, os "valores" que o lobby sodomita visa inventar não são "comuns a todos". Eis aqui alguns dos "valores" defendidos pelo sodomitas.

Segundo, não é "fundamental" defender os "valores" que os activistas homossexuais visam defender. Aliás, há homossexuais que não vêem valor nenhum nestas paradas (para além de serem uma provocação):

Será que sou a única lésbica que desaprova o "gay pride"? Parece-me que sim e acho que isso poderia causar problemas na minha já-de-si trémula relação com a minha namorada - e já estou com ela há 3 anos.

Acho isso tão desnecessário e provocativo. Porque é que nós não aceitamos a forma como somos e tentamos viver a nossa vida o melhor que podemos sem irritar a maioria das pessoas?

Será que temos que provar alguma coisa com o "gay pride"? Pois, eu não.

Como esta lésbica temos também o homossexual Justin Raymondo que consegue vêr que os activistas homossexuais estão a agir de modo destrutivo.
[U]m movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca.

Em uma sociedade livre, não existem direitos gays, apenas direitos individuais.

Homossexuais são e sempre serão uma raridade, uma pequena minoria necessariamente distante da família tradicional. O “viés” heterossexual das instituições sociais não é algo que precisa ser imposto em uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predilecção que surge de forma natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é intolerante.

Se os gays usam o poder do estado para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão envolvidos em um ato de hostilidade que irá ser encarado justamente como um desafio à primazia da família tradicional.

É tempo de desafiar a ficção de que o movimento de “direitos gays” fala por todos ou mesmo pela maioria dos gays. Eles não falam.

Esperar aprovação ou sanção oficial para uma matéria tão pessoal como sexualidade é um sinal de caráter fraco.

Conclusão:

As marchas e paradas gay não tem nada a ver com o combate ao preconceito ou à mitológica igualdade. As paradas são só demonstrações de força que visam intimidar quem ainda defenda que o homem foi feito para a mulher, e a mulher para o homem.

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