O Parlamento nacional australiano repeliu o projecto de “casamento” homossexual: 98 deputados votaram contra e 42 a favor.
Foi significativo que o senador assumidamente homossexual Dean Smith votasse contra, justificando seu voto como “um honesto reconhecimento das características únicas e especiais da união chamada ‘casamento’” entre um homem e uma mulher.
Os activistas militantes homossexuais tinham ilusões com o estado da Tasmânia, mas ali o projecto foi também repelido. Os partidários do projecto alegavam que o “casamento” homossexual atrairia milhões de dólares em rendas turísticas.
Os “casais” homossexuais sem continuidade familiar gastariam seus recursos materiais em divertimentos antes de acabar prematuramente suas vidas em virtude de maus hábitos contraídos.
A Associated Press mudou a sua posição em relação aos termos
"homofobia", "limpeza étnica" e muitos outros termos usados no seu
Style Book durante os últimos meses.
O Style Book online diz, agora,
que a "-fobia," "medo irracional e incontrolável, frequentemente uma forma de doença mental", não deveria ser usado "em contextos políticos ou sociais", incluindo a "homofobia" e a "islamofobia."
Para além disso, o Style Book qualifica a expressão "limpeza étnica" um eufemismo, e que a AP "não usa a expressão 'limpeza étnica' isoladamente. Ela deve estar entre parêntesis, ser atribuida e ser explicada."
O Dave Minthorn, "Deputy Standards Editor" da AP, afirmou:
Limpeza étnica é um eufemismo para
actividades verdadeiramente violentas; fobia é um termo psiquiátrico ou
médico para um vasto leque de desordens mentais. Esses termos foram
bastante usados no passado, mas sentimos que não estão correctos. . . .
Se analisarmos bem, "limpeza étnica" é uma cobertura feita a
actividades violentas terriveis, e é um termo que certamente não
queremos propagar.
De modo específico, o termo
"homofobia" está totalmente desenquadrado uma vez que atribui uma
deficiência mental a alguém, e sugere a posse de conhecimento que nós
não temos. Isso parece estar errado.
Em vez disso, temos que usar
termos mais neutros como "anti-gay" ou algo nessa ordem de ideias, se
tivermos razões para acreditar que é isso que se passa. Queremos ser
isentos e precisos na nossa terminologia.
As modificações feitas à versão online do Style Book entrarão em efeito na versão impressa do próximo ano.
* * * * * * * Será curioso saber quanta pressão o lobby gay fará junto da AP para que eles não avancem com estas medidas.
As palavras "noivo" e "noiva" - para além das palavras "marido" e "esposa" - estão em vias de se tornarem palavras arcaicas visto que o Estado de Washington (EUA) se prepara para remover os termos dos documentos matrimoniais e dos documentos de divórcio.
Tim Church, porta-voz Health Department de Washington, disse à Fox News que provavelmente iriam remover essas palavras em favor de termos genéricamente neutros. Ele disse ainda que a mudança é necessária como forma de responder à lei da "casamento" homossexual que entra em efeito no dia 6 de Dezembro.
Temos agido rapidamente, e em antecipação, como forma de alterar o nosso certificado de casamento de modo a que o mesmo se ajuste a qualquer pessoa que o vá usar.
As palavras "noivo" e "noiva" podem vir a ser trocadas por "cônjuge A" e "cônjuge B", ou "Pessoa A" e "Pessoa B", afirmou Church.
(...)
Peter Sprigg, da "Family Research Council", disse que não é surpreendente o facto da terminologia do casamento natural estar em vias de ser censurada no estado de Washington
É um tipo de indicador simbólico do quão radical é a legalização do "casamento" homossexual. Simbolicamente, eles estão a colocar de lado todo o conceito de noivo e noiva, marido e mulher - pelo menos aos olhos da lei.
Sprigg sugeriu que os casais [1 homem + 1 mulher] desafiassem os novos termos simplesmente riscando a nova linguagem e acrescentando a antiga.
Pergunto-me se o estado aceitaria isso. . . . . Se não, então isso sugere que este movimento tem como propósito ser ainda mais totalitário.
Oiçamos agora as pessoas que religiosamente afirmaram que a aprovação "casamento" homossexual "não afectará o resto da sociedade":
Incontactáveis, como sempre.
Perguntas inocentes: uma vez que em termos legais vão deixar de existir os termos "marido" e "mulher", em caso de divórcio, os filhos ficam com quem, se legalmente não há nem marido nem mulher, nem pai nem mãe? Pior ainda, em caso de pensão alimentícia, quem paga a quem?
Aparentemente o "casamento" homossexual vai ser uma boa forma dos homens se esquivarem a pagar seja ao que for à "Pessoa B" (ou será "A" ?
A minha conta do Facebook está banida por 30 dias (começando hoje).
E tudo por causa desta imagem:
Se buscarem nos arquivos da página, verão que não estão lá os comentários da dita figura. Aparentemente ele apagou os seus comentários e denunciou a imagem que continha as suas próprias palavras.
O que motivou esta troca de palavras foi o facto do figura em cima exposta ser contra a terapia reparativa (procedimento psicológico que visa ajudar homossexuais, ou pessoas com atracção homossexual, a mudar). O gayzista disse que essa terapia "não tinha validade", e como evidência disso citou a organização "Exodus". O seu problema é que, antes disso, ele havia dito que fontes cristãs que demonstram as consequências médicas do homossexualismo não eram "sérias".
Portanto, segundo esta figura, as fontes cristãs estão certas quando estão de acordo com ele, mas não são de confiança quando contradizem o que ele diz.
Pior que isso, é que ele mentiu e apagou os seus próprios comentários, mesmo depois de ter dito que não apagaria.
Usando as mesmas tácticas anteriormente usadas pelos gayzistas franceses, os pedófilos querem, agora, obter um estatuto semelhante, argumentando que o desejo de ter sexo com crianças é uma "orientação sexual" e não é diferente do que heterossexual e homossexual.
Os opositores da normalização do homossexualismo há já muito tempo que afirmam que, uma vez aceito o reconhecimento da homossexualidade como um "estilo de vida" simples ou orientação sexual diferente, logicamente nada mais seria proibido em termos sexuais.
Os defensores do "gayzismo" sentiram-se ofendidos por tal posição, afirmando que isso nunca iria acontecer. No entanto, junto de organizações psiquiátricas de renome já se discute se a pedofilia não é uma orientação sexual, tal como foi feito para a homossexualidade há vários anos.