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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O racismo dos activistas homossexuais

O Arcebispo John Sentamu é um dos mais altos líderes da Igreja de Inglaterra. Um teólogo erudito com um doutoramento e um apaixonado defensor dos direitos humanos, ele é também negro. Quando activistas homossexuais enraivecidos decidiram atacá-lo por ele defender que o casamento é entre um homem e uma mulher isso, enviaram-lhe e-mails abusivos e ameaças de morte que incluiam insultos racistas.

Dito de outra forma, um negro deu a sua opinião sobre o que é um casamento, e os defensores da tolerância agiram de forma intolerante, enviando-lhe mensagens de ódio e preconceito. Actos como este demonstram graficamente o que é o activismo homossexual.

Alguns dos e-mails enviados eram tão maus que a polícia teve que investigá-los sob suspeitas de serem "crimes de ódio". Os activistas homossexuais qualificaram Sentamu de "cão nojento", "negro estúpido e mal cheiroso" e "gorila de batina".

Muitos dos e-mails continham palavras de ordem, exigindo que ele saísse da Grã-Bretanha ao mesmo tempo que outros diziam que ele se calasse antes que tivesse a sua cabeça esmagada. Uma das mensagens dizia que as suas qualificações não tinham qualquer tipo de valor uma vez que elas vinham do Uganda.

Lembre-se disto da próxima vez que um gayzista afirmar que a "opressão" dos homossexuais é análoga à opressão que os negros sofreram no passado.

O Dr Sentamu disse ainda:

O casamento é um relacionamento entre um homem e uma mulher. Não creio seja incumbência do Estado definir o que é o casamento uma vez que a mesma está plenamente definida na tradição e na História, e ninguém a pode mudar dum dia para o outro - por mais poderosa que se seja.  

Fontes:

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Explosão de SIDA junto da comunidade afro-americana ocultada pelos esquerdistas e activistas homossexuais.

Aparentemente, a organização pró-homossexualismo "Human Rights Campaign" esconde do público o crescimento regular das infecções do HIV durante a última década. De facto, esta e outras organizações gastam imensas somas de dinheiro dos seus orçamentos "bem munidos" precisamente a esconder este tipo de informação. O aumento do HIV é mau para as relações públicas.

O mesmo se passa com a Southern Poverty Law Center, que se mascara de organização que combate a difamação racial, mas nada diz dos estudos de 2009, e outro publicado em Julho de 2012, que revela que 12% dos jovens homossexuais negros são sero-positivos. O HIV está também em crescimento junto das jovens mulheres negras devido ao aumento da bissexualidade oculta entre os negros urbanos.

Uma reportagem publicada no dia 18 de Julho declarou que o HIV e a SIDA estão a afligir os homens negros americanos numa escala nunca vista em qualquer outro grupo do mundo desenvolvido. Tão grave é a crise que em algumas cidades americanas, 1 em cada 2 homens negros homossexuais está contaminado com o HIV, segundo esta reportagem da "Black AIDS Institute", o único instituto HIV-SIDA nacional que se foca nos afro-americanos.

Outra coisa que está oculta ao público é o facto da SIDA estar, pela primeira vez, a explodir entre os menores (alguns com 13 anos). Isto pode ser directamente atribuído aos média e à indústria de entretenimento que promove o sexo gay ou sexo promíscuo entre membros dessa faixa etária.

Estas tendências em torno do aumento da actividade homossexual - tanto oculta como experimental - e o aumento da ignorância em torno da epidemia HIV/DST [Doenças Sexualmente Transmitidas] deve-se à maciça campanha homossexual levada a cabo por instituições como HRC, GLAAD, bem como outras ONGs que se dedicam a promover este comportamento
Os órgãos de informação estão comprometidos em normalizar o homossexualismo e como tal, eles estão dispostos a suprimir informação médica relevante que não joga em favor dessa posição.


terça-feira, 22 de março de 2011

Homossexuais não atacam mesquitas

Este post é especialmente dedicado a quem pensava que os actos de terror perpetuados pelos homossexuais contra os cristãos é apenas devido ao facto de eles (Cristãos) terem votado contra a Prop 8, na Califórnia.

A história por trás do terrorismo homossexual é simples: Há algum tempo atrás, e por decisão judicial (não pela vontade dos eleitores), o "casamento" homossexual foi legalizado na Califórnia. Como resposta a esta decisão, a "Proposition 8" foi escrita como forma de rebater os 4 juízes que ignoraram a vontade do povo californiano no que toca à definição de casamento.

De acordo com este site, a "Prop 8" ganhou (52% a favor, 48% contra). Isto deveria ser o final da história, mas, para alguns, o processo democrático não é o suficiente.

Enfurecidos com o resultado da votação, os activistas homossexuais direccionaram o seu ódio contra aqueles que mais votaram a favor da Prop 8: afro-americanos, mórmons, e cristãos.


Um dos comentadores afirmou que os cristãos não estavam a ser atacados pelos homossexuais devido ao facto de serem cristãos, mas sim devido ao facto de terem votado a favor da Prop 8. Na altura foram fornecidas evidências que isso não era bem assim.

Evidências agora levantadas confirmam que a raiva dos homossexuais é selectiva. Sabe-se agora que os muçulmanos votaram na sua esmagadora maioria contra o "casamento" homossexual, e a favor da Prop 8. No entanto, os homosexuais não atacaram as mesquitas da mesma forma que atacaram as igrejas. Porquê?

Se, como disse o comentador, a razão da raiva homosexual era puramente devido ao sentido de votação dos cristãos, e não porque eles eram cristãos, porque é que os homossexuais não atacam os muçulmanos, que votaram da mesma forma que os cristãos?

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