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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Como o movimento homossexual ofende os negros


No dia 21 de Março de 2014 o Juiz Bernard Friedman (United States District Court for the Eastern District of Michigan) anulou e qualificou de "inconstitucional" a emenda de 2004 à Constituição do Michigan (aprovada por votação popular) que definia o casamento como a união entre um homem e uma mulher. O Juíz Friedman concluiu que manter os direitos de 2,7 milhões de votantes que votaram em favor da protecção do casamento não é "racional".

Cem pastores negros de Detroit afirmaram que esta decisão foi feita sobre a falsa aparência de que as pessoas de Michigan estão a discriminar contra os direitos civis dos homossexuais devido à sua"orientação" ou preferência sexual.

O Procurador-Geral de Michigan Bill Schuette já apelou da decisão de Friedman junto do "United States Court of Appeals" para o 6º Circuito, pedindo de forma bem sucedida ao 6º Circuito que mantivesse a votação de 2004 (com o nome de "Marriage Protection Amendment") temporariamente em efeito, esperando a decisão do tribunal de apelação.

Os pastores negros de Detroit sentem-se insultados com a decisão de Friedman e disponibilizaram-se para vocalizar a sua oposição junto do "U.S. Court of Appeals". De modo particular, os pastores sentem-se ofendidos com a comparação feita à redefinição do casamento com a luta pelos direitos civis dos negros. Stacy Swimp, fundador do "Revive Alive Missional Ministry", afirmou:

Quando foi que um membro da demografia lgbt sofreu um linchamento público, foi especificamente excluído de se movimentar em algumas vizinhanças, foi proibido de se sentar num júri e viu negado o seu direito de processar outra pessoa devido à sua preferência sexual?

O Pastor James Crowder ("St. Galilee Baptist Church" e presidente da "Westside Minister's Alliance"), deu também a sua opinião em relação à narrativa da orientação sexual ser um direito civil:

O Juíz Friedman está a sancionar a encenação duma história falsa. No palco, encontram-se vários actores que fingem que redefinir o casamento tradicional é algo tão válido como os negros que lutaram contra a escravidão e contra a humilhação das leis Jim Crow. Nunca fui tão insultado. A cortina tem que descer sobre esta encenação de má-informação.

Vários clérigos ordenados (das mais variadas denominações) já vieram a público revelar o seu apoio às lésbicas e aos sodomitas, alegando que a Bíblia nada ensina contra o homossexualismo e que Deus é amor e como tal não pode condenar um "acto de amor". O grupo de pastores negros de Detroit discorda de forma inflexivel. O Dr. Randolph Thomas, pastor-sénior da "Greater Bethlehem Church" e presidente da "Westside Minister's Alliance" afirmou:

Não seguiremos homens que preferem acreditar numa mentira do que na verdade. Não podemos e nem iremos apoiar pessoas que blasfemam de forma bem óbvia a Palavra de Deus e conduzem outras pessoas na direcção errada.

O grupo de pastores e líderes Cristãos negros de Detroit está a apelar aos Cristãos de todos os estados sob a jurisdição do Tribunal de Apelação de 6º Circuito a permanecerem com eles ao aproveitarem a decisão judicial, que lhes permite dar entrada a um amicus curiae. O Apóstolo Lennell Caldwell, pastor da "First Baptist World Changers International Church" em Detroit afirma:

Quem quer que se encontre em Michigan, Ohio, Kentucky ou Tennessee e quer que a sua voz seja representada, pedimos que aproveite esta oportunidade para lutar em favor do seu direito de liberdade religiosa e em favor da verdade de Deus.

(...)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O racismo dos activistas homossexuais

O Arcebispo John Sentamu é um dos mais altos líderes da Igreja de Inglaterra. Um teólogo erudito com um doutoramento e um apaixonado defensor dos direitos humanos, ele é também negro. Quando activistas homossexuais enraivecidos decidiram atacá-lo por ele defender que o casamento é entre um homem e uma mulher isso, enviaram-lhe e-mails abusivos e ameaças de morte que incluiam insultos racistas.

Dito de outra forma, um negro deu a sua opinião sobre o que é um casamento, e os defensores da tolerância agiram de forma intolerante, enviando-lhe mensagens de ódio e preconceito. Actos como este demonstram graficamente o que é o activismo homossexual.

Alguns dos e-mails enviados eram tão maus que a polícia teve que investigá-los sob suspeitas de serem "crimes de ódio". Os activistas homossexuais qualificaram Sentamu de "cão nojento", "negro estúpido e mal cheiroso" e "gorila de batina".

Muitos dos e-mails continham palavras de ordem, exigindo que ele saísse da Grã-Bretanha ao mesmo tempo que outros diziam que ele se calasse antes que tivesse a sua cabeça esmagada. Uma das mensagens dizia que as suas qualificações não tinham qualquer tipo de valor uma vez que elas vinham do Uganda.

Lembre-se disto da próxima vez que um gayzista afirmar que a "opressão" dos homossexuais é análoga à opressão que os negros sofreram no passado.

O Dr Sentamu disse ainda:

O casamento é um relacionamento entre um homem e uma mulher. Não creio seja incumbência do Estado definir o que é o casamento uma vez que a mesma está plenamente definida na tradição e na História, e ninguém a pode mudar dum dia para o outro - por mais poderosa que se seja.  

Fontes:

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Nigéria não cede a pressões gayzistas.

O governo Nigériano colocou os países ocidentais sob aviso ao declarar que se o preço a pagar pela ajuda humanitária é a normalização da homossexualismo através da legalização do "casamento" homossexual, então esse é um preço que o país não está disposto a pagar.

A Câmaras dos Representantes da Nigéria aprovou de forma unânime  uma lei que visa banir as uniões entre pessoas do mesmo sexo, apesar das ameaças da administração de Obama e do Primeiro Ministro inglês de considerar a suspensão da ajuda humanitária se o pais não reconhecesse os "direitos dos homossexuais" e o código moral da esquerda Ocidental.

A lei impõe uma prisão de 14 anos para qualquer pessoa que tome parte ou facilte a realização dum "contrato de casamento ou união civil" entre pessoas do mesmo sexo. Demonstrações públicas de "afecto" entre pessoas do mesmo sexo podem resultar numa sentença de 10 anos de prisão. A lei proíbe também clubes e organizações homossexuais.

Mulikat Adeola-Akande, líder maioritário da Câmara, disse:

[O "casamento" homossexual] é algo estranho para a nossa sociedade e cultura, como tal o mesmo não pode ser importado. . . . Esta práctica [homossexualismo] não tem lugar na nossa cultura, nem na nossa religião, nem na Nigéria nem em qualquer outra parte de África. É algo imoral e uma degeneração da nossa cultura; condenamos isso de forma firme.

O Representante Adams Jagaba disse que os Nigerianos devem rejeitar as atitudes Ocidentais em relação às uniões entre pessoas do mesmo sexo.

Nós somos um povo culturado; não podemos aceitar tudo que nos chega de outras culturas.

A Represente Nkeiruka Onyejeocha espera que a votação envie um sinal forte às nações Ocidentais de que a moral e a ética nigeriana não se encontra à venda.

A Nigeria é um país fortemente religioso onde a população se encontra igualmente dividida entre Muçulmanos e Cristãos. A legislação em torno dos relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo disfruta de um vasto apoio popular. A esmagadora maioria das críticas que a Nigéria recebeu vieram de fora do país, e de fora do continente africano.

Quando a lei ainda se encontrava em debate no Senado Nigeriano (no ano passado) David Cameron  afirmou que deveriam existir "condições" no esquema de ajuda humanitária, e afirmou considerar cortar a ajuda a países que não sigam a visão esquerdista Ocidental em torno do homossexualismo.

Depois da lei ter sido aprovada no Senado, a administração de Obama ordenou que as organizações de ajuda humanitária lideradas pelos EUA usassem os seus recursos para promover o homossexualismo no estrangeiro.

Por essa altura, estas ameaças e manipulações desencadearam ultraje entre os Nigerianos e entre outras nações Africanas que olharam para o ultimato como um abuso de poder remanescente da era colonial. Até o Presidente do Gana, John Atta Mills, forte aliado do Ocidente, afirmou que o seu país rejeitaria os termos se eles exigissem que os Ganeses violassem a sua moralidade:

Nunca iniciarei ou darei o meu apoio à legalização do homossexualismo no Gana. . .  Como um governo que somos, iremos agir segundo os princípios contidos na nossa Constituição, que está acima de tudo.

Agora que a lei Nigeriana foi aprovada na Câmara, ela irá ser revista ponto-a-ponto antes da lei final ser enviada ao presidente Nigeriano Goodluck Jonathan para aprovação.

Os activistas homossexualistas americanos deram início a uma petição online apelando Jonathan que use o veto para impedir o avanço da legislação.

* * * * * * *
Mensagem para os gayzistas americanos: boa sorte em tentar convencer os africanos a normalizar o homossexualismo!


Se existe um grupo étnico ou religioso que é fortemente contra o comportamento homossexual, esse grupo são os africanos. Poderia-se colocar como grupo religioso também totalmente averso ao homossexualismo os muçulmanos, mas é difícil defender isso quando se lê coisas como esta ou esta.

Num tom mais sério, não é curioso que nunca ouvimos o Gaybama ou do Gayvid Cameron a usar a mesma metodologia com os páises islâmicos? A Administração de Obama canaliza milhões para os países islâmicos,  mas nunca ouvimo-lo a forçar esses países a aceitar o gaysamento.

Porque será?

Será que ele acha que os homossexuais negros são mais valiosos que os homossexuais árabes? Será que ele não se importa com o que acontece com os homossexuais árabes e muçulmanos? Porque será que a ONU força os países do Ocidente a normalizar o homossexualismo, mas está absolutamente silenciosa com o tratamento que os mesmos homossexuais recebem nos países islâmicos?

Onde está a lógica por trás deste comportamento? Qual é a teoria que une este factos de forma coerente e lógica?

Irão
Infelizmente, o homossexual comum vê estas coisas mas não soma 2 + 2 para se aperceber que ele está a ser manipulado; os activistas homossexuais não se preocupam com o bem estar dos homossexuais (por isso é que não dizem nada, ou pouco dizem, dos enforcamentos de homossexuais que ocorrem nos países islâmicos). O activismo homossexual não é um movimento que visa melhorar a condição dos homossexuais, mas sim um movimento que usa as aspirações de alguns homossexuais como forma de avançar com uma ideologia política esquerdista.

A teoria política/cultural que une estes factos de forma coerente é o Marxismo Cultural - a subversão da cultura ocidental tendo em vista a alteração das normas sociais de modo a que a sociedade ocidental fique "pronta" para ser dominada pela elite esquerdista.

Esta agenda Marxista Cultural não avança de igual modo no mundo islâmico porque essa áreas estão "entregues" à Irmandade Muçulmana - grupo que, segundo alguns, faz parte da Nova Ordem Mundial.

No Ocidente, o activismo homossexual é uma das armas que essa Nova Ordem usa para destruir a ordem social; quando este propósito estiver realizado, o activismo homossexual, tal como o activismo feminista, será literalmente esmagado pelas mesmas pessoas que o financiavam.

Por isso é que Obama pode "defender" os "direitos" homossexuais no Ocidente, mas ficar em silêncio total com o que ocorre aos homossexuais árabes/muçulmanos. Também por isso, David Cameron critica os países africanos por estes criminalizarem o comportamento homossexual, mas nada diz dos homossexuais que são mortos por muçulmanos no seu próprio país.

No meio disto tudo, quem fica a perder com o avanço da agenda homossexual são os próprios homossexuais; se a NOM for bem sucedida, a sociedade perderá a cultura Cristã, e o valor da vida humana passa a ser aquele que a NOM quiser. E uma vez que a NOM quer perdurar no tempo, eles vão promover a reprodução, ao mesmo tempo que eliminam quem quer que se levante para perturbar a "ordem" social que estiver, então, em vigência.

Portanto, os homossexuais que dão o seu apoio ao activismo gay estão, literalmente, a cavar a própria cova.
....


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Explosão de SIDA junto da comunidade afro-americana ocultada pelos esquerdistas e activistas homossexuais.

Aparentemente, a organização pró-homossexualismo "Human Rights Campaign" esconde do público o crescimento regular das infecções do HIV durante a última década. De facto, esta e outras organizações gastam imensas somas de dinheiro dos seus orçamentos "bem munidos" precisamente a esconder este tipo de informação. O aumento do HIV é mau para as relações públicas.

O mesmo se passa com a Southern Poverty Law Center, que se mascara de organização que combate a difamação racial, mas nada diz dos estudos de 2009, e outro publicado em Julho de 2012, que revela que 12% dos jovens homossexuais negros são sero-positivos. O HIV está também em crescimento junto das jovens mulheres negras devido ao aumento da bissexualidade oculta entre os negros urbanos.

Uma reportagem publicada no dia 18 de Julho declarou que o HIV e a SIDA estão a afligir os homens negros americanos numa escala nunca vista em qualquer outro grupo do mundo desenvolvido. Tão grave é a crise que em algumas cidades americanas, 1 em cada 2 homens negros homossexuais está contaminado com o HIV, segundo esta reportagem da "Black AIDS Institute", o único instituto HIV-SIDA nacional que se foca nos afro-americanos.

Outra coisa que está oculta ao público é o facto da SIDA estar, pela primeira vez, a explodir entre os menores (alguns com 13 anos). Isto pode ser directamente atribuído aos média e à indústria de entretenimento que promove o sexo gay ou sexo promíscuo entre membros dessa faixa etária.

Estas tendências em torno do aumento da actividade homossexual - tanto oculta como experimental - e o aumento da ignorância em torno da epidemia HIV/DST [Doenças Sexualmente Transmitidas] deve-se à maciça campanha homossexual levada a cabo por instituições como HRC, GLAAD, bem como outras ONGs que se dedicam a promover este comportamento
Os órgãos de informação estão comprometidos em normalizar o homossexualismo e como tal, eles estão dispostos a suprimir informação médica relevante que não joga em favor dessa posição.


domingo, 10 de junho de 2012

Quando o líder da congregação trabalha para o inimigo

Há um preço a pagar por parte de "reverendos" que voltam as suas costas às Escrituras e às necessidades da sua congregação.

O reverendo da igreja de St. Paul afirma que, depois da maioria dos seguidores a terem abandonado depois do seu apoio ao "casamento" homossexual, ele precisa de obter $200,000 como forma de pagar um empréstimo feito em nome da igreja.

O reverendo Oliver White, que gere a Grace Community United Church of Christ, disse que precisa de obter o dinheiro até 30 de Junho.

Perdemos a nossa fonte de receitas quando perdemos um número substancial de membros da congregação.
White disse que 2/3 da congregação deixou a igreja depois dele ter apoiado publicamente o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.
Fiquei chocado. Visitei membro após membro e eles disseram-me que não regressariam à igreja devido a isso. A membrasia evaporou-se bem em frente aos meus olhos..

A sua [isto é, a dos cristãos que abandonaram esta igreja] crença fundamental era a de que está errado um homem casar [sic] com outro homem ou uma mulher casar [sic] com uma mulher.

A "crença fundamental" não é "sua" mas Bíblica. Este estúpido tentar passar a ideia de que essa crença é pessoal (por parte de quem abandonou a congregação) e não algo que emana da leitura contextual da Palavra de Deus.

Mas White rejeitou qualquer tipo de alteração de posição em relação ao gayzismo:

Muitos deles disseram-me que se eu mudasse, eles voltariam.
Sem dúvida que White aproveitou este gesto de reconciliação, certo?
Mas eu disse-lhes as coisas são como são, eu sou como sou e é por isto que eu luto.

Aparentemente ele foi escolhido para avançar com a agenda esquerdista e não para defender a Verdade Bíblica.

Ele foi mais longe e disse que aqueles que levam a sério o que a Bíblia diz estão com "medo de mudança" e que colocar um sinal de aprovação oficial à depravação sodomita, reduzindo a noção do casamento para uma farsa blasfémica, é um "direito civil", etc, etc. O mesmo de sempre.

Aqueles que ainda se reúnem nesta "igreja" disseram estar a "orar por um milagre". A quem é que eles estão a orar, fica ao critério de cada um.

A lição a tirar deste incidente é que a elite cultural não nos pode empurrar para o precipício moral se nós nos mantivermos fiéis aos nosso valores Bíblicos e nos recusarmos a segui-los para o fogo do inferno.

Por falar em fogo do inferno, o reverendo White tem 69 anos. Isto significa que dentro em breve (esperemos que não seja assim tão breve) ele vai ter um encontro com o Deus que ele blasfemou ao sujar o Seu Nome associando a Sua igreja com a sodomia e o lesbianismo.

Outra coisa que se pode retirar desta novela é a forma como a aceitação da agenda esquerdista significa a morte das igrejas. Isto é propositado e premeditado. O propósito da infiltração marxista é esvaziar o conteúdo Cristão mas manter a forma exterior (se possível). O problema é que, sem o conteúdo Bíblico, as igrejas invariavelmente morrem - precisamente o que os marxistas querem, de uma forma ou outra.

O reverendo White foi mais um idiota útil da esquerda militante e no dia 30 de Junho ele vai-se aperceber do quanto. Mas pode ser que a associação LGBT local lhe forneça o dinheiro que ele tanto precisa.

Reverendo White: Em vias de perder o emprego por se aliar ao gayzismo.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Pastores negros apelam a Obama que mude de posição (!) em relação ao homossexualismo

Mais de uma dúzia de pastores pertencentes à Coligação de Pastores Afro-Americanos ("Coalition of African American Pastors") reuniu-se em Memphis, Tenn., para falar contra o apoio de Obama ao "casamento" homossexual e para se opor ao "highjacking" que a comunidade LGBT fez ao movimento dos direitos civis.

O Rev. Robert Morris (New Jerusalem Church of God in Christ) afirmou:

O casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo é, na minha opinião, uma abominação perante Deus. É um pecado perante Deus. (...) Não vejo como é que alguém pode comparar isso aos direitos civis.
O Reverendo não vê nem o vê qualquer pessoa com dois dedos de inteligência. O que é que uma escolha sexual auto-destrutiva como o homossexualismo tem em comum com movimentos que visaram dar término a restrições impostas a um grupo de pessoas devido à sua composição genética?

Memphis alberga a "Church of God in Christ", uma denominação predominantemente negra e com uma longa história na luta pelos direitos civis das minorias, especialmente os cidadãos negros do Sul que suportaram um tratamento de segunda classe. É também a cidade onde o Dr. Martin Luther King, Jr. foi assassinado em 1968.

O Rev. Bill Ownes, organizador do evento e um veterano do movimento dos direitos civis que chegou a marchar com o falecido Martin Luther King, afirmou:

O grupo de clérigos negros e líderes do movimento dos direitos civis afirma que é tempo de mudar a maré contra o sequestro a que foi alvo o movimento dos direitos civis. . . . . Uma pessoa com 50 anos de idade pode apenas ler acerca das lutas e dos protestos da era dos direitos civis, mas alguns de nós, mais velhos, ainda tem as cicatrizes das batalhas para o provar, e os direitos pelos quais batalhamos de forma tão dura não incluíam o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo.
A coligação alega que "não há comparação legítima entre a cor da pele e o comportamento sexual."

Fonte

domingo, 29 de maio de 2011

Frank Lombard e a sabedoria da adopção homossexual

Notícia com alguns anos, mas mesmo assim, relevante.

Oficial da Universidade Duke preso e acusado de oferecer rapaz de 5 anos para sexo.

Frank Mccorkle Lombard, director assistente do Centro para Políticas de Saúde, foi preso na Quarta Feira, 24 de Junho, depois de uma operação policial feita através da internet.

As autoridades afirmam que Lombard tentou persuadir uma pessoa - que ele não sabia ser um agente da polícia - a viajar para a Carolina do Norte para ter relações sexuais com uma criança.

Os detectives afirmam que Lombard declarou através da internet já ter molestado o rapaz. Os documentos legais dizem também que Lombard convidou o polícia a viajar até Carolina do Norte para ter relações sexuais com o pequeno rapaz, e até sugeriu que hotéis ele deveria usar.

Lombard disse que "gostava de incesto" e que ele tinha adoptado dois rapazes de etnia negra.
Oh.. mas as coisas ficam bem piores...
Na Segunda Feira, o detective Timothy Palchak da "Washington Metropolitan Police Department" conversou online com um indivíduo alcunhado de "F.L.".O detective descreveu actos sexuais específicos que F.L. executou na criança de 5 anos.
Na transcrição das conversas entre o detective e F.L., este último é questionado sobre a forma de ter acesso a crianças tão jovens. Resposta do pedófilo?
"Adoptando. E o processo não é difícil se a criança for negra."
Este pedófilo homossexual com o "screen name" de F.L. (Frank Lombard?) diz que a forma mais fácil dum pedófilo ter acesso a crianças é.....adoptando.

Nessa tal conversa, F.L. disse ao detective Palchak que abusar crianças é "mais fácil quando elas não sabem o que lhes está a acontecer e quando eles não podiam falar." O pedófilo homossexual acrescentou que a criança "tinha ingerido demasiado Benadryl. Estava completamente pedrado."


Drogar crianças e depois abusar delas. Mais um evento que reforça a "sabedoria" de se entregar crianças indefesas a grupos sociais cujo estilo de vida é marcado por excessos sexuais.

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