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quinta-feira, 5 de março de 2015

Como Madonna Louise Ciccone selou o destino eterno de muitos homossexuais

Por Joseph Sciambra 

Regressando para a comunidade homossexual passados que estavam 10 anos, a poeira e os detritos deixados para trás pela minha geração acalmou ou então foram recolhidos e colocados no caixote de lixo da história; para mim, a ausência promoveu claridade. No entanto, e às vezes, enquanto ando pelas ruas de Castro em West Hollywood, e bem ao virar da esquina, ainda consigo ouvir as reverberações dos antigos batimentos de musica disco, emanando de algumas localizações de clubes de dança que no passado eram armazéns que desde então foram demolidos ou re-ajustados de modo a que passassem a ser um café.

Muitos daqueles que eu amei, desejei e abusei, estão há muito mortos; aqueles que sobreviveram normalmente narram histórias de excessos e de ódios. Numa dessas histórias, um homem homossexual, hoje com 40 anos, queimado e rejeitado pela cena homossexual, reconta como em 1989 (um ano depois de eu ter chegado à Castro) ele quis sair desta vida.

Havendo chegado à mesma realização a que eu cheguei no final dos anos 90, ele havia descoberto que o estilo de vida homossexual era tudo menos glamoroso. No entanto, depois de ouvir e ver a música, e o clip de vídeo respectivo, “Express Yourself” (de Madonna), ele tomou a decisão de ficar. Ansiosos por um nível de amor e excitação que não se encontram presentes no amante actual, Madonna grita:

"Come on girls, do you believe in love…don’t go for second best baby, put your love to the test…make him express how he feels…”

Então, e durante os anos 80, quando os vídeos de música ainda tinham algum tipo de poder junto do público, o vídeo razoavelmente calmo com o nome de “Like a Prayer” foi o suficiente para selar o seu multimilionário contrato de patrocínio com a Pepsi, e o vídeo “Express Yourself” atingiu um apogeu de propaganda ritualizada com a Madonna a enfeitiçar um grupo de homens musculosos escravizados à medida que ela os liberta através da magia do sexo.


O vídeo é inquestionavelmente extasiante, e tal como a maior parte da arte moderna (inspirada na pornografia), o vídeo é uma mistura bizarra do belo e do feio. Em homenagem ao filme Alemão “Metropolis”, Madonna anda um pouco por todo o lado num sobrecarregado ambiente de Art-Deco; usando verde brilhante, ela é a Bruxa Malvada do Leste e é parcialmente Glinda de “The Wizard of Oz.”

Com o seu familiar por perto, um gato preto perfeito, Madonna envia o seu espírito - olhos brilhantes no meio da escuridão - como forma de dar esperança às massas - isto é, os homens que se encontram escravizados num patamar inferior (metáfora dos afligidos e aprisionados homens homossexuais). Tal como o olho de Hórus, ela vê tudo, sabe tudo, ordena (não pede), gera seguidores junto das pessoas confusas, e dá um propósito e ordem à mistura de rapazes que se encontra perdida. Lentamente, eles ouvem a música, e um deles solta-se da prisão, encontrando consolo e liberdade na cama da Madonna.

Quando ouvi a música pela primeira vez, num balneário homossexual de San Francisco, tal como a música de Gloria Gaynor “I Will Survive”  da década anterior ela tornou-se imediatamente num grito de guerra; depois da destruição da SIDA, o medo resultante e a devastação que levou muitos homens homossexuais para o mundo clandestino, a era pós-SIDA queria a falta de restrições desfrutada por aqueles que haviam vivido antes do flagelo: eles queriam-se expressar.

No entanto, e tal como o próprio vídeo, tudo era que uma ilusão; tal como salientou Santo Agostinho, "as maçãs de Sodoma", lindas e maduras, suculentas para o olhar, evaporando-se em pó mal são tocadas.

A imagem tinha poder para balançar os corações de muitos; alguns ficaram e morreram. Outros, tal como eu, giraram ao som da música da Madonna por mais 10 anos, sobrevivendo não se sabe como para ver mais um amanhecer.

Hoje, uma nova geração continua o que Madonna começou: olhos brilhantes com promessas que escondem a presença genuína do inferno. E, tal como a própria Lady Gaga se refere a eles, os "pequenos monstros" da próxima geração ficarão ainda mais doentes. 


- http://goo.gl/sxrozg.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Activistas homossexuais agridem Cristão durante uma marcha homoerótica

Um pregador de rua foi repetidamente esmurrado na cabeça e pontapeado no corpo por dois homens durante a "Seattle’s Pridefest" neste Domingo que passou - e todo o confronto foi gravado.

No vídeo perturbador que se encontra no youtube e reportado pela "Seattle’s KOMO news", dois pregadores de rua Cristãos podem ser vistos sobre a relva. Um dos pregadores tem um placard onde se lê "Jesus Salva e Cura" e "Arrependam-se", enquanto o outro tem na sua mão uma Bíblia.

No princípio do vídeo um homem corpulento aproxima-se raivosamente dos dois pregadores, ao mesmo tempo que uma das mulheres empurra de forma repetida o homem que tem a Bíblia e exige que ele se vá embora.

A situação continua a escalar até ao ponto onde um certo número de pessoas tenta tirar o placard das mãos do Cristão. Quando um dos homens consegue por fim retirar o sinal das mãos do Cristão, uma luta corpo a corpo ocorre e o homem corpulento visto no princípio do vídeo corre e esmurrra várias vezes a cabeça dum dos pregadores ao mesmo tempo que outro homem o pontapeia repetidamente. Outros tentam acabar com a luta.

A polícia prendeu Jason Queree (36 anos) que se crê ter sido o atacante principal. Alegadamente, Jason tem uma longa história de prisões e condenações por uma variedade de comportamento criminoso. Um segundo suspeito foi também preso.

AVISO: O vídeo contém profanidades e violência perturbadora por partes dos activistas homossexuais. A violência levada a cabo pelos activistas gays pode ser vista a partir do minuto 2:35.


Este incidente é parecido com outro que ocorreu na parada de "orgulho" gay de Toronto do ano passado (também grava em vídeo) onde um pregador Cristão foi rodeado por uma turba enraivecida de homossexuais. No entanto, nesse caso, a polícia tomou o lado dos participantes da marcha homossexual e disse ao pregador que "Vocês estão a promover o ódio." Por fim, a polícia forçou David Lynn e a sua equipa do ministério com o nome "Christ’s Forgiveness Ministries" a abandonar a área e a acabar com a pregação.

O ataque levado a cabo em Seattle é mais um exemplo da crescente onda de violência levada a cabo pelos activistas homossexuais. Em Agosto último um activista homossexual quase que foi bem sucedido na sua tentativa de matar funcionários da "Family Research Council"; o que impediu o sucesso dos seus propósitos anti-Cristãos foi o gesto heróico de um dos guardas.

Em Janeiro deste ano um grupo de Católicos brasileiros que se organizou e se manifestou publicamente ara marchar contra o aborto e contra a normalização do homossexualismo, foi vítima de ataques por parte de activistas homossexuais. Os Católicos foram cuspidos, assediados, e agredidos fisicamente pela turba de gays,  lésbicas e simpatizantes com a agenda homossexual.

Em Abril deste ano o líder da Igreja Católica na Bélgica, o arcebispo Andre-Joseph Leonard, permaneceu calmo e sentado, com os olhos fechados e em oração, à medida que 4 activistas lésbicas o atacavam com gritos e profanidades, e atiravam água contra ele.

No ano passado, um grupo homossexual auto-intitulado “Angry Queers” assumiu a responsabilidade por ter atirado pedras do tamnho duma bola de basebal para 9 janelas da  "Portland’s Mars Hill Churc", conhecida por ser a favor do casamento natural.


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Não há forma alguma de existir algum tipo de paz ou acordo entre os defensores do homoerotismo e os Cristãos. A guerra aproxima-se e ela vai deixar marcas e casualidades em ambos os lados.

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