domingo, 12 de junho de 2011

Estudantes gays sofrem risco maior devido a condutas inseguras e prejudiciais à saúde


7 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Estudantes que relatam ser gays ou bissexuais têm mais probabilidade do que estudantes heterossexuais de se envolverem em condutas de risco e prejudiciais à saúde tal como uso de cigarro, álcool e outras drogas, condutas sexuais de risco, condutas suicidas e violência, de acordo com um estudo realizado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CCPD).
O estudo relatou: “A prevalência entre estudantes gays ou lésbicos era mais elevada do que a prevalência entre estudantes heterossexuais numa média de 63,8% de todas as condutas de risco medidas, e a prevalência entre estudantes bissexuais era mais elevada do que a prevalência entre estudantes heterossexuais numa média de 76,0% de todas as condutas de risco medidas”.
Especificamente, os estudantes gays ou lésbicos tinham índices mais elevados para sete das dez categorias de risco para a saúde (condutas que contribuem para a violência, condutas relacionadas a tentativas de suicídio, uso de álcool, uso de outras drogas, condutas sexuais e controle de peso).
O estudo também revelou que só 1,3% dos estudantes se identificam a si mesmos como gays ou lésbicas nos oito sites em que foram entrevistados sobre sua “identidade sexual”. Uma média de 3,7% disse que eram bissexuais.
Os pesquisadores analisaram dados das Pesquisas de Condutas de Risco entre Jovens conduzidas durante 2001–2009 em sete estados e seis grandes distritos escolares urbanos. Esses sites coletaram dados sobre a identidade sexual dos estudantes do ensino médio (heterossexuais, gays, lésbicas, bissexuais ou indecisos), sexo com contatos sexuais (contato sexual com o sexo oposto apenas, com o mesmo sexo apenas ou com ambos os sexos), ou ambos.
O estudo, “Identidade Sexual, Sexo com Contatos Sexuais e Condutas de Risco de Saúde entre Estudantes nos Graus 9–12 em Sites Selecionados — Vigilância de Condutas de Risco entre Jovens, Estados Unidos, 2001–2009”, foi publicado como um Resumo de Vigilância do Relatório Semanal de Morbidez e Mortalidade.
Leia o estudo completo aqui.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

sábado, 11 de junho de 2011

Normalizando a estupidez:Transvestis querem usar as duas casas de banho

Transvestis argentinos estão em oposição à nova legislação que propõe criar uma terceira casa de banho para os transvesti em zonas comerciais.

A lei proposta, avançada pela intendente municipal Gimena Abonassar, tenciona proteger as mulheres dos homens que entram nas suas casas de banho vestidos como mulheres. Segundo se sabe, isto tem-se verificado com alguma frequência em alguns países. Claro que isto só surpreende quem quer ser surpreendido.

Temos em mente a criação de uma terceira casa de banho para os transvestis uma vez que alguns pais tem-se queixado que as suas filhas sentem-se desconfortáveis com a presença deles enquanto elas usavam a casa de banho.
Claro! Qual é o pai responsável que não se sentiria perturbado em saber que a sua filha pode estar a usar uma casa de banho onde homens mentalmente perturbados podem estar presentes? (Sim, homens que se vestem de mulheres é evidência de algum distúrbio emocional)

Embora Abonassar tenha afirmado que o grupo transvesti local apoie a medida, a Associação de Transvestis, Transsexuais e Transgéneros da Argentina (ATTTA) recusa-se a aceitá-la.

Nós somos contra essa medida porque ela aparenta ser descriminação.
Ah, lá está a palavra mágica "descriminação". Basta usar esta palavra para destruir toda e qualquer objecção à perversão.
A intendente municipal deveria informar-se mais e legislar em favor de mais integração.
Tradução: não ofereçam resistência à nossa agenda de ter acesso a rapariguinhas longe dos seus pais dentro das casas de banho.
A única coisa que esta lei consegue atingir é mais descriminação, sendo assim mais um exemplo de transfobia da parte de muitos políticos que não sabem o que as pessoas necessitam.
Hmm, não, senhores da ATTTA. A senhora intendente municipal está a pensar racionalmente quando propõe que homens que se vestem de mulheres não entrem numa casa de banho feminina. Chama-se a isto "bom senso".
Que triste situação chegou a civilização ocidental quando temos que criar uma TERCEIRA casa de banho para acomodar pessoas com distúrbios emocionais. Mas mal por mal, antes assim do que deixar que homens entrem em casas de banho femininas.

Talvez não seja má ideia construir uma terceira casa de banho para os homossexuais e transvestis uma vez que a existência de duas casas de banho tem como base (ou uma das bases) a atracção.

Se um homem está proibido de entrar numa casa de banho feminina por causa da atracção, então um homem homossexual também não deveria entrar numa casa de banho para homens. O mesmo para as lésbicas. Temos que ter então 5 casas de banho: uma para os homens com orientação sexual normal, outra para as mulheres com orientação sexual normal, outra para os homens homossexuais, outra para as lésbicas e outra para os transgénero/transvestis.

Tais são as consequências da normalização de comportamentos sexuais anormais.


sexta-feira, 10 de junho de 2011

Professor fazia-se passar por mulher na Internet para conquistar outros homens

À frente do computador, ele deixava de ser homem. Passava a chamar-se Ana. Ana Sofia Sá Magalhães, um nome que condizia com o rosto de uma mulher loura, com ar nórdico e sotaque de Cascais. Era com uma fotografia desta personagem que inventara que se apresentava no mundo virtual onde “mergulhava” à procura de relações amorosas com outros homens.

O problema é que não se ficou pelas fantasias. Quando os seus interlocutores manifestavam o desejo de se encontrar com ele pessoalmente, faltava sempre. E quando, impacientes, acabavam por se afastar perseguia-os, ameaçando-os, chantageando, devassando a sua vida privada e provocando danos psicológicos e materiais, refere a acusação.

O homem, de 40 anos, professor na Universidade de Évora e na Escola Superior de Educação, a fazer um doutoramento na área da Paleontologia, foi apanhado e está agora a ser julgado, no Campus da Justiça, em Lisboa, juntamente com outros nove arguidos, agentes da PSP e da PJ e detectives privados que, segundo o despacho de acusação terão colaborado nas perseguições e nas ameaças. Ontem realizou-se uma nova audiência, a que não compareceu por se encontrar de baixa médica.

O professor de Évora é acusado dos crimes de denúncia caluniosa na forma continuada, de gravações e fotografias ilícitas, de ameaça na forma continuada, de coacção agravada na forma tentada e de perturbação da vida privada.

Por vezes, também se fazia passar por um irmão que nunca teve, de nome Francisco, este com sotaque alentejano.

Diz a acusação que “pelo menos desde 2001 até Junho de 2008” o arguido estabeleceu “contactos virtuais, através da Internet e telefonicamente com outros homens”. Nos “chats” iniciava “relações semelhantes a relações amorosas pessoais com alguns deles”, nunca revelando a sua identidade e fazendo-lhes crer que era mulher. Nalgumas das conversações telefónicas “simulava actos sexuais com os seus interlocutores, fazendo-se passar por uma mulher”.

Em regra, os homens que escolhia para estes relacionamentos virtuais “passavam por períodos conturbados e difíceis nas relações com as suas mulheres, namoradas ou companheiras ou que haviam terminado alguma relação amorosa (...)”

No escritório do advogado Emanuel Pamplona que o representa no julgamento, há notícia de outros ofendidos e de pedidos de acusações particulares. Também se sabe de vítimas que nunca se queixaram, como um oficial da PSP que acabou por se divorciar em consequência da traição com a mulher que nunca existiu.

O arguido ía mais longe nas suas acções de intimidação, adianta ainda a acusação. Solicitou “vários serviços de transporte funerário a agências funerárias, encaminhando vários carros funerários para as residências destes homens e seus familiares”. Chegou também a contactar “vários serviços de emergências, nomeadamente da EDP, dos Bombeiros e do INEM simulando que havia emergências nas residências de alguns destes homens (...)”

Como precisava de conhecer com pormenor a vida e as rotinas daquelas pessoas, “o arguido contratava detectives particulares” (dois estão sentados no banco dos réus) pedindo-lhes, “a troco de uma remuneração que vigiassem e seguissem alguns daqueles homens, respectivos familiares e amigos (...)”

○Fonte○

terça-feira, 7 de junho de 2011

Julio Severo concede entrevista exclusiva ao Dextra

Este homem é uma das muitas vítimas do lobby homossexual brasileiro.

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