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sábado, 29 de março de 2014

União Europeia ataca países africanos (mas nada diz dos países islâmicos)

Na Quinta-Feira passada, o Parlamento Europeu votou para recomendar pesadas sanções económicas, a negação de visas, e a remoção de ajuda internacional, bem como a imposição dum isolamento da comunidade internacional às nações Africanas que se recusam a obedecer à agenda homossexual da União Europeia.

Durante o debate que decorreu no Parlamento Europeu, a socialista francesa Marie-Christine Vergiat e a MPE [Membro do Parlamento Europeu] do Partido Liberal Holandês Marietje Schaake acusaram os "evangelistas dos Estados Unidos" pelas leis pró-família na Nigéria e do Uganda.

Entretanto, na Nigéria, a Alta-Comissária das Nações Unidas pelos Direitos Humanos, Navi Pillay, deparou-se com alguma resistência nas suas tentativas de forçar o estilo de vida homossexual aos Nigerianos. Falando para a delegação das Nações Unidas na Nigéria, o Procurador-Geral da Federação da Nigéria, Mohammed Adoke, ressalvou que as leis da Nigéria "não criminalizam a orientação [sic] sexual," mas explicou que o foco da lei é a "desaprovação do 'casamento' homossexual que é um reflexo das crenças maioritárias e dos valores culturais do povo Nigeriano."

Numa pesquisa nacional levada a cabo em 2013, 92pct (porcento) dos Nigerianos inquiridos rejeitou o "casamento" homossexual. Os bispos Católicos e a comunidade muçulmana da Nigéria deram também apoio à lei como reflexo das suas crenças culturais e parte integral da defesa da saúde moral da Nigéria.

A lei, intitulada de "Lei da Proibição do Casamento Homossexual", foi assinada pelo presidente Goodluck Jonathan em Janeiro deste ano (2014). Desde então, a União Europeia, e a larga maioria das organizações internacionais, bem como as Nações Unidas, têm tentado forçar a comunidade internacional a tomar medidas drásticas como forma de impor a agenda homossexual na Nigéria bem como em outros países Africanos que têm resistido ao forcing que tem sido feito para normalizar a conduta homossexual.

A lei Nigeriana proíbe os "casamentos" e as uniões homossexuais, bem como a adopção por parte dos homossexuais e a disseminação de propaganda homossexual. Mohammed Adoke ressalvou que, longe de ser algo que os Nigerianos desejam, o promoção e a normalização do homossexualismo pode "derrubar qualquer governo, caso este brinque com a opinião da vasta maioria das pessoas."

A Alta-Comissária das ONU declarou que a lei Nigeriana "pode impedir que as pessoas lgbt recebem educação em torno do HIV, prevenção, tratamento e serviços de apoio, bem como impedir organizações sociais e grupos religiosos de implementar tai serviços." No entanto, os dados cientificos mostram que "nenhum outro grupo de tamanho comparável na sociedade é alvo de tal intensa e amplamente disseminada patologia" tal como os homossexuais.

Num dia em que o Parlamento Europeu não chegou a consenso algum em torno da imposição de qualquer tipo de sanção à Rússia pela crise geopolítica na Crimeia, parece claro que a União Europeia continuará a usar todas as ferramentas à sua disposição para tentar forçar as nações Africanas a adoptar a sua agenda homossexual, incluindo as sanções económicas.

Via: LifeSiteNews

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

A diversidade e o futuro do homossexualismo ocidental

Será interessante ver se os activistas homossexuais esquerdistas que estão tão entusiastas em torno da diversidade e da imigração irão pensar duas vezes sobre essa posição à luz da série de novas leis que têm sido instaladas em vários países Africanos:
As autoridades Nigerianas começaram hoje a prender os homossexuais depois da legislação que criminaliza o homossexualismo ter sido calmamente aprovada - a mesma que impõe uma pena de prisão até 14 anos para quem violar a lei. Na região norte do país - maioritariamente islâmica - várias duplas homossexuais foram levadas para custódia, e os grupos que velam pelos direitos humanos temem que outros possam também passar a ser alvos neste pais de Ocidente Africano.

Goodluck Jonathan, o presidente da Nigéria, assinou a "Same Sex Marriage Prohibition Act" e transformou-a em lei no dia 7 de Janeiro deste ano mas não houve qualquer tipo de reportagem até que os jornalistas obtiveram uma cópia da lei na Segunda-Feira. A mesma proíbe os homossexuais até de se reunirem em grupos de dois ou mais, proíbe o casamento [sic] ou as uniões civis entre pessoas do mesmo sexo, e criminaliza os clubes homossexuais e os eventos homossexuais. Reuben Abati, o porta-voz do presidente, disse que os Nigerianos estavam felizes com a nova lei. Esta lei torna a Nigéria no 38º país a instalar legislação que persegue [sic] os homossexuais.
Obviamente que isto são óptimas noticias para os esquerdistas de todo o mundo visto que todos nõs sabemos que um aumento da intervenção governamental é um indicador óbvio do progresso social. E dado o aumento dos Africanos nos EUA, naturalmente que será importante para os Americanos respeitar os seus costumes culturais e permitir que eles prendam qualquer homossexual que os ofenda.

Obviamente que será racista, xenófobo e imperialismo cultural sugerir que o recém-descoberto entusiasmo Americano pela sodomia legal seja forçada aos Africanos.

Eu acho verdadeiramente incrível que 38 países por toda a África tenham criminalizado o homossexualismo. Isto não é algo que se oiça com frequência nos média Americanos, apesar das intermináveis histórias para chorar provenientes do Continente Negro. Há 10 anos atrás eu olharia para tal lei como uma afronta. Não algo que seja merecedora de intervenção militar estrangeira, mas mesmo assim, eu olharia para isso como um ultraje para as minhas sensibilidades libertárias.

No entanto, depois de observar o comportamento cada-vez-mais-fascista dos activistas homossexuais, não só estou indiferente às acções da Nigéria, como espero que leis semelhantes sejam instaladas um pouco por todo o Ocidente mal o actual eixo Washington-Bruxelas entre em colapso. Afinal, nós já vimos leis iguais a estas a aparecerem na Rússia e na Europa do Leste.

Na idade da comunicação global pura e simplesmente não é possível fazer de modo repetitivo os mesmos argumentos enganadores. Os outros países viram o que aconteceu nos EUA e em todos os outros lugares, e não querem experimentar as mesmas consequências.

"Alguns sugerem que a nova lei Nigeriana e uma que foi proposta no Uganda é uma reacção à pressão Ocidental em torno dos direitos dos homossexuais."


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Contrariamente ao que pensavam os idiotas úteis do movimento homoerótico (que erradamente acreditavam que o mundo estava à beira de se tornar numa sauna gay global), os engenheiros sociais que financiam esse mesmo movimento sabiam que esses "direitos dos homossexuais" têm um prazo de validade. Esse tal prazo de validade não se prende só ao com o facto do comportamento homossexual ser auto-destrutivo, mas também com o facto da maior parte do mundo saber que esse comportamento, se tornado comum na sociedade, não é benéfico a longo prazo.

Portanto, os globalistas usam o movimento homossexual até ele perder a sua utilidade; quando essa utilidade terminar, os globalistas deixam de financiar o activismo lgbt e vai ser aí que os idiotas úteis vão-se aperceber do erro - especialmente quando se aperceberem que as etnias que os globalistas trouxeram para o Ocidente têm um desprezo ainda maior pelo homossexualismo do que os nativos Europeus ou Norte-Americanos.

Enquanto isso, os líderes dos movimentos homossexuais vão estar suficientemente ricos para viver bem longe das zonas "culturalmente enriquecidas" com as minorias.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Nigéria no caminho certo?

Presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, assinou na segunda-feira a lei que criminaliza a homossexualidade. O texto, que prevê penas até 14 anos de prisão para os infractores, já tinha sido aprovado pelo Parlamento e tem o apoio da maioria da população.

A lei já em vigor proíbe “relacionamentos amorosos” entre pessoas do mesmo sexo e também bane as associações de defesa do direito dos homossexuais.

“Qualquer pessoa que se associe, opere ou participe de clubes gays, sociedades ou organizações e demonstre publicamente, directa ou indirectamente, um relacionamento amoroso com outra pessoa do mesmo sexo na Nigéria comete uma violação e estará sujeita à condenação a dez anos de prisão”, decreta a nova lei. A pena máxima aplica-se a quem realize cerimónias de casamento ou viva em união de facto.

A nova legislação foi criticada em todo o mundo, por países e organizações. A ONU considerou que viola o direito internacional e a Amnistia Internacional fez saber que “ataca direitos básicos”.

A reacção mais forte foi a do Governo dos Estados Unidos. “Além de proibir o casamento gay, essa lei restringe de forma perigosa a liberdade de reunião, associação e expressão para todos os nigerianos”, disse o vice-presidente Joe Biden, em comunicado. 

“A lei é inconsistente com as obrigações legais internacionais da Nigéria e enfraquece as reformas democráticas e a protecção aos direitos humanos asseguradas na Constituição de 1999”, diz o texto de Biden, que frisa ainda que “em qualquer lugar as pessoas merecem viver em liberdade e igualdade”.

No continente africano, 36 países punem a homossexualidade, sendo 31 deles na África subsariana. A decisão da Nigéria, o país mais populoso de África, é considerada o maior revés para os direitos dos homossexuais no continente e não só, pois pessoas de outros países que estejam na Nigéria são igualmente punidas — a homossexualidade é proibida dentro das fronteiras e casamentos celebrados noutros países são considerados ilegais.

Mais, dizem os analistas, a decisão deste país pode influênciar outros a adoptarem legislação semelhante. No Uganda uma proposta idêntica já foi aprovada mas o Presidente Yoweri Museveni ainda não a promulgou.

A lei nigeriana, diz a Associated Press, que viu as duas versões, é mais branda do que a versão inicial que criminalizava quem conhecesse um homossexual e não o denunciasse — os pais deviam denunciar os filhos gay, por exemplo.

As organizações de defesa dos direitos homossexuais da Nigéria denunciaram a lei e advertiram para os riscos que comporta, nomeadamente aumentando os riscos para os que têm HIV-sida, pois as estruturas que os apoiam foram ilegalizadas.

O activista Davis Mac-Iyalla, numa entrevista ao SaharaReporters.com, citada pelo New York Times, disse que a lei pode “traduzir-se também por um aumento de sem abrigo e por um crescimento da violência social e de Estado” contra um grupo de cidadãos.

A Nigéria é um país onde metade da população é muçulmana e a outra metade cristã e ambos os grupos são hostis para com os homossexuais.

Fonte

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Não é curioso que as pessoas que atacam os países africanos nunca parecem motivados para fazer o mesmo com os países islâmicos? Porque será?

sábado, 3 de agosto de 2013

Parlamento da Nigéria aprova projecto contra pseudo-casamento homoerótico

O parlamento da Nigéria aprovou nesta quinta-feira um projecto de lei que prevê penas de até 14 anos de prisão para quem se casar [sic] com uma pessoa do mesmo sexo, informou a agência de notícias estatal do país africano, NAN. "O casamento [sic] ou a união civil entre pessoas do mesmo sexo não será formalizado em nenhum local de culto, seja igreja ou mesquita, nem em nenhum lugar da Nigéria", diz o texto aprovado.

O texto também torna ilegal a formação de grupos ou organizações homossexuais. Quem for testemunha do casamento [sic] ou ajudar o casal [sic] de qualquer forma pode ser condenado a até dez anos de prisão, pena máxima prevista também para quem registrar, colocar em funcionamento ou participar de clubes, organizações ou sociedades gays. Também está sujeito à pena qualquer um que der demonstrações públicas de estar em uma relação amorosa homossexual.

Aprovado pelo Senado em 2011, o projecto passou agora pela Câmara dos Deputados com algumas pequenas alterações. Uma comissão com membros das duas casas devem chegar a um acordo sobre o texto final que será encaminhado ao presidente Goodluck Jonathan para sanção.

O sexo gay é proibido no país. Em todo o continente, vários países já preveem penas de prisão para a homossexualidade. A proposta votada na Nigéria chamou a atenção de países europeus, alguns dos quais já ofereceram asilo a minorias sexuais com base em relações de gênero. O governo britânico recentemente ameaçou cortar a ajuda a países africanos que violam os direitos de cidadãos homossexuais.

Na Grã-Bretanha está em discussão um projecto no sentido contrário, de legalizar o casamento gay.


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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Nigéria não cede a pressões gayzistas.

O governo Nigériano colocou os países ocidentais sob aviso ao declarar que se o preço a pagar pela ajuda humanitária é a normalização da homossexualismo através da legalização do "casamento" homossexual, então esse é um preço que o país não está disposto a pagar.

A Câmaras dos Representantes da Nigéria aprovou de forma unânime  uma lei que visa banir as uniões entre pessoas do mesmo sexo, apesar das ameaças da administração de Obama e do Primeiro Ministro inglês de considerar a suspensão da ajuda humanitária se o pais não reconhecesse os "direitos dos homossexuais" e o código moral da esquerda Ocidental.

A lei impõe uma prisão de 14 anos para qualquer pessoa que tome parte ou facilte a realização dum "contrato de casamento ou união civil" entre pessoas do mesmo sexo. Demonstrações públicas de "afecto" entre pessoas do mesmo sexo podem resultar numa sentença de 10 anos de prisão. A lei proíbe também clubes e organizações homossexuais.

Mulikat Adeola-Akande, líder maioritário da Câmara, disse:

[O "casamento" homossexual] é algo estranho para a nossa sociedade e cultura, como tal o mesmo não pode ser importado. . . . Esta práctica [homossexualismo] não tem lugar na nossa cultura, nem na nossa religião, nem na Nigéria nem em qualquer outra parte de África. É algo imoral e uma degeneração da nossa cultura; condenamos isso de forma firme.

O Representante Adams Jagaba disse que os Nigerianos devem rejeitar as atitudes Ocidentais em relação às uniões entre pessoas do mesmo sexo.

Nós somos um povo culturado; não podemos aceitar tudo que nos chega de outras culturas.

A Represente Nkeiruka Onyejeocha espera que a votação envie um sinal forte às nações Ocidentais de que a moral e a ética nigeriana não se encontra à venda.

A Nigeria é um país fortemente religioso onde a população se encontra igualmente dividida entre Muçulmanos e Cristãos. A legislação em torno dos relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo disfruta de um vasto apoio popular. A esmagadora maioria das críticas que a Nigéria recebeu vieram de fora do país, e de fora do continente africano.

Quando a lei ainda se encontrava em debate no Senado Nigeriano (no ano passado) David Cameron  afirmou que deveriam existir "condições" no esquema de ajuda humanitária, e afirmou considerar cortar a ajuda a países que não sigam a visão esquerdista Ocidental em torno do homossexualismo.

Depois da lei ter sido aprovada no Senado, a administração de Obama ordenou que as organizações de ajuda humanitária lideradas pelos EUA usassem os seus recursos para promover o homossexualismo no estrangeiro.

Por essa altura, estas ameaças e manipulações desencadearam ultraje entre os Nigerianos e entre outras nações Africanas que olharam para o ultimato como um abuso de poder remanescente da era colonial. Até o Presidente do Gana, John Atta Mills, forte aliado do Ocidente, afirmou que o seu país rejeitaria os termos se eles exigissem que os Ganeses violassem a sua moralidade:

Nunca iniciarei ou darei o meu apoio à legalização do homossexualismo no Gana. . .  Como um governo que somos, iremos agir segundo os princípios contidos na nossa Constituição, que está acima de tudo.

Agora que a lei Nigeriana foi aprovada na Câmara, ela irá ser revista ponto-a-ponto antes da lei final ser enviada ao presidente Nigeriano Goodluck Jonathan para aprovação.

Os activistas homossexualistas americanos deram início a uma petição online apelando Jonathan que use o veto para impedir o avanço da legislação.

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Mensagem para os gayzistas americanos: boa sorte em tentar convencer os africanos a normalizar o homossexualismo!


Se existe um grupo étnico ou religioso que é fortemente contra o comportamento homossexual, esse grupo são os africanos. Poderia-se colocar como grupo religioso também totalmente averso ao homossexualismo os muçulmanos, mas é difícil defender isso quando se lê coisas como esta ou esta.

Num tom mais sério, não é curioso que nunca ouvimos o Gaybama ou do Gayvid Cameron a usar a mesma metodologia com os páises islâmicos? A Administração de Obama canaliza milhões para os países islâmicos,  mas nunca ouvimo-lo a forçar esses países a aceitar o gaysamento.

Porque será?

Será que ele acha que os homossexuais negros são mais valiosos que os homossexuais árabes? Será que ele não se importa com o que acontece com os homossexuais árabes e muçulmanos? Porque será que a ONU força os países do Ocidente a normalizar o homossexualismo, mas está absolutamente silenciosa com o tratamento que os mesmos homossexuais recebem nos países islâmicos?

Onde está a lógica por trás deste comportamento? Qual é a teoria que une este factos de forma coerente e lógica?

Irão
Infelizmente, o homossexual comum vê estas coisas mas não soma 2 + 2 para se aperceber que ele está a ser manipulado; os activistas homossexuais não se preocupam com o bem estar dos homossexuais (por isso é que não dizem nada, ou pouco dizem, dos enforcamentos de homossexuais que ocorrem nos países islâmicos). O activismo homossexual não é um movimento que visa melhorar a condição dos homossexuais, mas sim um movimento que usa as aspirações de alguns homossexuais como forma de avançar com uma ideologia política esquerdista.

A teoria política/cultural que une estes factos de forma coerente é o Marxismo Cultural - a subversão da cultura ocidental tendo em vista a alteração das normas sociais de modo a que a sociedade ocidental fique "pronta" para ser dominada pela elite esquerdista.

Esta agenda Marxista Cultural não avança de igual modo no mundo islâmico porque essa áreas estão "entregues" à Irmandade Muçulmana - grupo que, segundo alguns, faz parte da Nova Ordem Mundial.

No Ocidente, o activismo homossexual é uma das armas que essa Nova Ordem usa para destruir a ordem social; quando este propósito estiver realizado, o activismo homossexual, tal como o activismo feminista, será literalmente esmagado pelas mesmas pessoas que o financiavam.

Por isso é que Obama pode "defender" os "direitos" homossexuais no Ocidente, mas ficar em silêncio total com o que ocorre aos homossexuais árabes/muçulmanos. Também por isso, David Cameron critica os países africanos por estes criminalizarem o comportamento homossexual, mas nada diz dos homossexuais que são mortos por muçulmanos no seu próprio país.

No meio disto tudo, quem fica a perder com o avanço da agenda homossexual são os próprios homossexuais; se a NOM for bem sucedida, a sociedade perderá a cultura Cristã, e o valor da vida humana passa a ser aquele que a NOM quiser. E uma vez que a NOM quer perdurar no tempo, eles vão promover a reprodução, ao mesmo tempo que eliminam quem quer que se levante para perturbar a "ordem" social que estiver, então, em vigência.

Portanto, os homossexuais que dão o seu apoio ao activismo gay estão, literalmente, a cavar a própria cova.
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