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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

A Revolução Silenciosa

Por Mark Richardson

Sinto-me sempre deslocado quando se trata do assunto do casamento [sic] homossexual. Muitos Australianos acham que este tópico limita-se apenas a conferir um direito a um grupo de pessoas sem que com isso haja consequências negativas. Se tu és um desses Australianos, peço-te que leias o que se segue com mente aberta. Tiberge no blogue "Gallia Watch" traduziu parte dum debate que decorreu no senado Francês sobre a família. A França legalizou recentemente o casamento [sic] homossexual, apesar de considerável oposição pública. Agora, uma nova lei está a ser considerada - uma que irá promover uma "diversidade" de tipos de família.

O debate começa com um comentário de Dominique Bertinotti, Ministra para a Família do partido que se encontra no poder (Partido Socialista):

Estou convencida de que os esforços do senado serão rumo à consolidação deste avanço da igualdade. Esta lei faz parte da revolução silenciosa.
Ela declara abertamente no senado Francês de que o que está acontecer na França é uma "revolução silenciosa.". Ela não está a alegar que as coisas continuarão a ser tal como eram; em vez disso, é uma revolução que vem do topo feita por socialistas como ela.

Alain Gournac, do partido mais conservador UMP, lembra então à senadora as demonstrações populares maciças que estão a ser feitas em defesa da família tradicional por toda a França:
O silêncio de uma milhão de pessoas nas estradas!
Mas a legisladora socialista não vacila:
De agora em diante, a sexualidade fica dissociada da vida conjugal e da procriação.
Ela está a dizer que o casamento e os filhos não mais se baseiam nas duplas heterossexuais de marido e mulher. 

Outra senadora do Partido Socialista, Michelle Meunier, diz também:
Esta lei faz parte do slogan da nossa República. Ela permite que os homossexuais tenham uma família. Façamos aqui uma admissão: esta lei transporta a família para fora da fantasia "uma mãe, um pai, e uma criança"...
Ela classifica a família tradicional de "fantasia". O debate chegou a um ponto tal que a família tradicional é denegrida no senado Francês. Charles Revet, mais uma vez, membro do partido mais conservador UMP, pede permissão para declarar a sua oposição:
Não é uma fantasia. Mas o que é que você está a dizer?!!
Mas a senadora do Partido Socialista prossegue:
...porque a família nunca foi universal. Em todas as eras os pais trouxeram ao mundo crianças cuja responsabilidade eles não poderiam ou não queriam aceitar. Em todas as eras as crianças foram educadas por pessoas outras que não o pai e a mãe. Isto causa problemas à família "hetero-patriarcal-branca" idealizada que está cada vez mais longe da realidade. Como tal, a lei tem que se adaptar (...).
Mais uma vez, ela revela a sua hostilidade à família tradicional, que ela qualifica de família "hetero-patriarcal-branca", e declara que ela (a família) está gradualmente a afastar-se da realidade. Isto levou a que os senadores mais de direita reagissem com indignação aos seus comentários, mas isso não impediu que outra senadora esquerdista - Esther Benbassa - dos "Verdes" - continuasse com a mesma linha de pensamento:
Proteger a criança? Todos nós somos a favor disso! A criança precisa dum pai e duma mãe? Pura ideologia. Tal como o conceito da família tradicional, o padrão "paizinho-mãezinha-criança" é um modelo inútil que as famílias recompostas e as famílias monoparentais abandonaram há já algum tempo.
Ela declara que é "pura ideologia" a noção de que a criança precisa dum pai e duma mãe. Isto, com efeito, é a dissolução dos relacionamentos familiares. Se um homem, por exemplo, acredita que a sua presença na família é necessária, e ao abandoná-la ele causará danos à mulher e aos filhos, então é bem provável que ele permaneça e invista muito de si mesmo no seu papel de marido e no seu papel de pai. Ao mesmo tempo, se a esposa acredita que o papel do marido é necessário, tanto para ela mesma como para as crianças, ela é mais susceptível de agir de forma mante-lo dentro da família.

Mas assumamos que um homem realmente acredita no que Esther Benbassa disse no senado Francês, isto é, que a criança não precisa dum pai. Se isto é verdade, então porque é que um homem colocaria esforço algum na paternidade? Os seus filhos não precisam dele (pelo menos segundo os socialistas). Portanto, para quê se sacrificar pela família?

A lógica da nova família é o desinvestimento masculino na vida familiar. É bem possível que as socialistas intuitivamente se apercebam disso e recebam isto de bom grado nas suas tentativas de dissolver a família "hetero-patriarcal-branca". É bem possível que haja Franceses comuns que se apercebam do mesmo, o que explica as demonstrações em massa feitas contra as leis socialistas, e explica também os índices de aprovação abismais do Presidente Francês, Francois Hollande.

Parece-me que a única forma das coisas poderem funcionar na França é se houver uma divisão entre o que é oficialmente aprovado e o que as pessoas comuns pensam e acreditam. Se o governo toma como princípio a tese de que as famílias não precisam dum pai, mas os homens comuns forem de opinião contrária e afirmarem que o seu papel é significativo e necessário, então a sociedade pode-se manter unida.

Mas não há o perigo dos homens se deixarem influenciar com o passar do tempo com o que é classificado de "oficial" nos níveis mais elevados? Não há o risco dos homens se verem atraídos para uma cultura promovida pelo estado onde a presença dum pai dentro da família é tida como desnecessária?

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Respondendo à pergunta do Mark, sim, há esse perigo e nós já estamos a observar isso mesmo (isto é, homens a desistirem da paternidade e da vida matrimonial). O problema é que, embora a nível pessoal evitar de todo o casamento possa parecer (e até ser) "o menos mau" dentro da cultura ocidental sob a religião do feminismo e do esquerdismo, a nível social, uma cultura repleta de homens que não querem formar famílias, e de mulheres que não querem desempenhar o papel associado ao seu sexo (e não "género") é altamente prejudicial e até fatal para a cultura.
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

A diversidade e o futuro do homossexualismo ocidental

Será interessante ver se os activistas homossexuais esquerdistas que estão tão entusiastas em torno da diversidade e da imigração irão pensar duas vezes sobre essa posição à luz da série de novas leis que têm sido instaladas em vários países Africanos:
As autoridades Nigerianas começaram hoje a prender os homossexuais depois da legislação que criminaliza o homossexualismo ter sido calmamente aprovada - a mesma que impõe uma pena de prisão até 14 anos para quem violar a lei. Na região norte do país - maioritariamente islâmica - várias duplas homossexuais foram levadas para custódia, e os grupos que velam pelos direitos humanos temem que outros possam também passar a ser alvos neste pais de Ocidente Africano.

Goodluck Jonathan, o presidente da Nigéria, assinou a "Same Sex Marriage Prohibition Act" e transformou-a em lei no dia 7 de Janeiro deste ano mas não houve qualquer tipo de reportagem até que os jornalistas obtiveram uma cópia da lei na Segunda-Feira. A mesma proíbe os homossexuais até de se reunirem em grupos de dois ou mais, proíbe o casamento [sic] ou as uniões civis entre pessoas do mesmo sexo, e criminaliza os clubes homossexuais e os eventos homossexuais. Reuben Abati, o porta-voz do presidente, disse que os Nigerianos estavam felizes com a nova lei. Esta lei torna a Nigéria no 38º país a instalar legislação que persegue [sic] os homossexuais.
Obviamente que isto são óptimas noticias para os esquerdistas de todo o mundo visto que todos nõs sabemos que um aumento da intervenção governamental é um indicador óbvio do progresso social. E dado o aumento dos Africanos nos EUA, naturalmente que será importante para os Americanos respeitar os seus costumes culturais e permitir que eles prendam qualquer homossexual que os ofenda.

Obviamente que será racista, xenófobo e imperialismo cultural sugerir que o recém-descoberto entusiasmo Americano pela sodomia legal seja forçada aos Africanos.

Eu acho verdadeiramente incrível que 38 países por toda a África tenham criminalizado o homossexualismo. Isto não é algo que se oiça com frequência nos média Americanos, apesar das intermináveis histórias para chorar provenientes do Continente Negro. Há 10 anos atrás eu olharia para tal lei como uma afronta. Não algo que seja merecedora de intervenção militar estrangeira, mas mesmo assim, eu olharia para isso como um ultraje para as minhas sensibilidades libertárias.

No entanto, depois de observar o comportamento cada-vez-mais-fascista dos activistas homossexuais, não só estou indiferente às acções da Nigéria, como espero que leis semelhantes sejam instaladas um pouco por todo o Ocidente mal o actual eixo Washington-Bruxelas entre em colapso. Afinal, nós já vimos leis iguais a estas a aparecerem na Rússia e na Europa do Leste.

Na idade da comunicação global pura e simplesmente não é possível fazer de modo repetitivo os mesmos argumentos enganadores. Os outros países viram o que aconteceu nos EUA e em todos os outros lugares, e não querem experimentar as mesmas consequências.

"Alguns sugerem que a nova lei Nigeriana e uma que foi proposta no Uganda é uma reacção à pressão Ocidental em torno dos direitos dos homossexuais."


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Contrariamente ao que pensavam os idiotas úteis do movimento homoerótico (que erradamente acreditavam que o mundo estava à beira de se tornar numa sauna gay global), os engenheiros sociais que financiam esse mesmo movimento sabiam que esses "direitos dos homossexuais" têm um prazo de validade. Esse tal prazo de validade não se prende só ao com o facto do comportamento homossexual ser auto-destrutivo, mas também com o facto da maior parte do mundo saber que esse comportamento, se tornado comum na sociedade, não é benéfico a longo prazo.

Portanto, os globalistas usam o movimento homossexual até ele perder a sua utilidade; quando essa utilidade terminar, os globalistas deixam de financiar o activismo lgbt e vai ser aí que os idiotas úteis vão-se aperceber do erro - especialmente quando se aperceberem que as etnias que os globalistas trouxeram para o Ocidente têm um desprezo ainda maior pelo homossexualismo do que os nativos Europeus ou Norte-Americanos.

Enquanto isso, os líderes dos movimentos homossexuais vão estar suficientemente ricos para viver bem longe das zonas "culturalmente enriquecidas" com as minorias.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Porque é que os predadores sexuais estão tão interessados na "educação sexual"?

Entre o ano de 2004 e o ano de 2009, Ben Levin ocupou o cargo de Vice-Ministro da Educação sob o comando da lésbica Kathleen Wynne (Ministra da Educação). Durante o tempo em que Levin se encontrou no cargo, foi desenvolvido um novo currículo de educação sexual, com o nome de "Inclusive Education Strategy" (EIES) [ed: "Estratégia de Educação Inclusiva"]. Segundo o currículo, crianças de 6 anos receberiam aulas de "identidade de género" na 1ª classe, aulas de orientação sexual e de  géneros diferentes na 3ª classe, aulas de masturbação na 6ª classe, e aulas de sexo oral e sexo anal na 7ª classe.

Numa carta com a data de 6 de Abril de 2009, Ben Levin declarou:

Hoje, o ministério emitiu o seu artigo em torno da estratégia de educação equitativa e inclusiva, levando a cabo a promessa da Diversidade.... Esta estratégia de alcance provincial tem sida uma prioridade da nossa Ministra de Educação Kathleen Wynne, bem como uma prioridade minha.

Este programa foi apresentado em Setembro de 2010. Pais horrorizados levantaram um tumulto de protestos de dimensões tão considetáveis que o então Primeiro Ministro, Dalton McGuinty, foi forçado a retirar o plano de estudo passados que estavam apenas dois dias. Intrépidos perante tal rejeição, a PM Wynne, que sucedeu a McGuinty, anunciou em Janeiro de 2013 que tem planos de trazer de volta o controverso programa de educação sexual.

Em Junho de 2013 Ben Levin publicou um artigo no "Literary Review" do Canadá onde ele criticava o requerimento provincial de que todos os adultos que trabalham com crianças se sujeitem a uma análise do seu registo criminal. Nesse artigo Levin alegou que tal medida preventiva era uma "barreira" no desenvolvimento de parceiras entre as escolas e as comunidades. Benjamin Levin era tão estimado pela PM Wynne que ela o nomeou para membro da sua equipa de transição em Janeiro de 2013. Na Parada de Orgulho Gay de Toronto de 2013, Levin sentou-se orgulhosamente numa fila privilegiada, perto da PM Wynne, de Justin Trudeau (líder Liberal federal) e ao lado de Bob Rae.

Ben Levin foi agora acusado de distribuir pornografia infantil, de fazer pornografia infantil, de aconselhar alguém a levar a cabo uma ofensa culpável (criminosa), e por concordar ou organizar as coisas de modo a que uma ofensa culpável seja levada a cabo contra uma criança com menos de 16 anos. Duas outras acusações foram levantadas contra ele por possuir e aceder a pornografia infantil.

Os Predadores Aprovam a Educação Sexual de Crianças

Não é por acaso que o sr Levin, na sua posição de Vice-Ministro da Educação, se encontrava a promover um programa de educação sexual horrível para crianças pequenas. Há um propósito por trás disto tudo: ao sexualizar as crianças antes delas estarem psicologicamente, emocionalmente e fisicamente prontas, elas podem começar a enveredar pela actividade sexual numa idade ainda baixa, acreditando que tal actividade sexual naquela idade é normal, aceitável e esperado delas.

Isto faz com que elas fiquem vulneráveis e se tornem  presas fáceis para os predadores sexuais. Com este currículo, as crianças aprendem que o comportamento sexual, qualquer que ele seja, pode ser levado a cabo sem arrependimento, sem preocupação ou sem qualquer tipo de reservas, a qualquer altura, por qualquer pessoa, e com qualquer pessoa.

Foi só o senso comum e a intuição dos pais preocupados de Ontário que impediu que este currículo sexual fosse implementado. O antigo Vice-Ministro da Educação obviamente que é um bom e fiável amigo da PM lésbica Wynne; aparentemente, eles partilham dos mesmos valores "morais" sexuais. Seria interessante saber se a senhora Wynne se atrevirá a implementar o programa do currículo sexual numa altura que se aproximam as eleições, e logo agora com a  inconveniente prisão de Ben Levin.

Fonte: http://shar.es/KYHQ9

sábado, 22 de junho de 2013

Activistas homossexuais recomendam o uso de papel celofane como preservativo . . .

. . . às crianças


Distrito escolar de Maine pediu desculpas depois de estudantes do ensino médio terem aprendido jogos sexuais preliminares de cariz homossexual durante aquilo que deveria ser uma apresentação celebrando "O Dia da Diversidade". “Não quero que a minha criança aprenda os preliminares heterossexuais, e muito menos os homossexuais," afirmou a enraivecida mãe Kristy Howard.

O director da "Gorham Middle School" enviou uma carta aos pais pedindo desculpas pela natureza gráfica da apresentação levada a cabo pela PRYSM, Proud Rainbow Youth of Southern Maine. Numa carta obtida pelo The American Journal, Robert Riley afirma:

Eles [os activistas homossexuais] foram mais além daquelas que eram as nossas intenções, discutindo tópicos que nós não consideramos apropriados para a nossa escola secundária . . .  Não temos planos de os expor a ideias que não se encontrem dentro do âmbito do ensino por nós mantido em torno da cidadania responsável, e que nem se encontrem dentro do nosso código de conduta.

O incidente, que ocorreu duas semanas antes do estado levar a votos a questão do pseudo-casamento homoerótico, envolveu 25 alunos do 8º ano.  O filho de 13 anos de Kristy Howard foi um dos que voltou para casa chocado com a natureza gráfica da apresentação. Falando para a Fox News, Kristy afirmou:

Eles falaram de sexo e afirmaram que, se não tivessem na sua posse um preservativo, poderiam usar papel celofane no lugar do dique de borracha [usado pelos dentistas]  . . . Tudo isto é novidade para mim.

Kristy Howard disse ainda que os palestrantes da PRYSM usaram de calão vulgar e questionaram se as crianças haviam alguma vez recebido informação em torno de actos homossexuais seguros. James Hagen, o presidente do comité escolar, disse ao The American Journal que os professores sentiram-se pouco à vontade com a apresentação e reportaram o sucedido ao director. “Os professores ficaram chocados,” disse ele ao jornal. “Todos eles ficaram congelados.”

O director Riley defendeu a forma como os professores lidaram com a situação - notando que a conversa em torno dos preliminares homossexuais ocorreram perto do final da apresentação. Ele disse à Fox News que, "Se isso tivesse ocorrido durante mais tempo, eles teriam intervido". Riley disse ainda que a escola está a tomar medidas de modo a impedir que isto não volte a acontecer.

Este dia particular não tinha nada a ver com o sexo [ed: que pena que ninguém avisou isso aos activistas homossexuais], mas sim com a tolerância, a bondade e a tentativa de se erradicar das nossas instalações a ideia de que é perfeitamente aceitável agir-se de um modo mesquinho com o próximo.

Kristy Howard disse que o facto dos professores não terem intervido na altura foi perturbador
Era um aula em torno da diversidade homossexual durante a qual era suposto ser ensinado a tolerância. Quando ela passou dos limites, alguém deveria ter colocado um fim a apresentação.
Bob Emrich, do grupo "Protect Marriage Maine", afirmou que não estar surpreendido com o conteúdo da assim chamada aula de "diversidade":
Os activistas homossexuais raramente publicitam que têm planos de indoutrinar as crianças com o seu ponto de vista. . . Tudo é feito às escondidas, através das obrigatórias lições em torno da "diversidade, do anti-bullying e da tolerância".
Se existiam dúvidas de que o "casamento" homossexual será ensinado às crianças das escolas de Maine, tal como o é em Massachusetts e no Canadá, essas dúvidas têm que ser colocadas de lado. Se eles estão dispostos a ensinar aos nossos filhos o tipo de actividades que estão envolvidas nos preliminares homossexuais, acham mesmo que eles não forçarão o ensino do "casamento" homossexual mal ele se torne legal?

Como consequência deste actos dos activistas homossexuais, os pais foram forçados a ter conversas pouco usuais com os seus filhos. Diz Kristy Howard:

Este incidente gerou um tipo de conversa na nossa casa que normalmente nós não deveríamos ter.  . . .  O meu filho sabe a sua identidade.

Ela informou também ao filho que, contrariamente ao que os activistas homossexuais do grupo PRYSM afirmaram, o papel celofane só deve ser usado para proteger comida.

Tive que lhe dizer que, aconteça o que acontecer, a minha sugestão não é o celofane. A minha sugestão é a abstenção.

Sem surpresa alguma, a abstinência não foi mencionada durante a apresentação.

Kristy, que tenciona vocalizar a sua preocupação na próxima reunião do comité escolar, acrescentou:

O tempo em que se ensinava a leitura, a escrita e matemática terminou. Hoje em dia temos crianças a acabar o secundário sem saber ler correctamente.

Mas pelo menos em Gorham eles sabem o que fazer com o papel celofane.

* * * * * * *
Ficamos a saber (mais uma vez) que o verdadeiro propósito das lições em torno do "anti-bullying" mais não é que o ensino e a normalização do comportamento homossexual, e não a defesa da integridade física de quem se encontra viciado no homossexualismo.

Se os activistas homossexuais não sentem qualquer tipo de objecção moral no ensino do sexo anal a crianças de 13 anos, que mais têm eles em mente para os nosso filhos?

terça-feira, 17 de abril de 2012

A infiltrada lésbica

Uma policial lésbica conhecida como 'Lisa Filth' foi presa por ter disponibilizado informação confidencial a outras lésnicas da sua área. Lisa Stapley, de 39 anos e que foi recrutada precisamente por ser lésbica [?!!] , avisou uma amiga lésbica com uma mensagem (telemóvel) onde se lia "Sai de Wrexham! A polícia anda atrás de ti!"

Prendendo-a por 10 meses, e depois dela admitir 4 acusações de má conduta em actividade pública, o juiz Philip Hughes disse que ela havia violado a confiança que havia sido depositado nela.

O pior incidente ocorreu quando, 5 minutos depois de uma queixa de agressão ter sido feita, Stapley enviou uma série de mensagens à uma amiga alertando-a para sair da cidade. Para além de ter enviado 19 mensagens nesse curto espaço de tempo Lisa sugeriu possíveis estratégias e álibis a serem usadas no caso da amiga ser apanhada pela polícia.

O juiz Philip Hughes afirmou que, embora não existissem dividendos monetários com a situação, ela havia providenciado informação policial confidencial a outras pessoas.

O promotor público Paulinus Barnes afirmou que, quando a sua antiga parceira civil foi alegadamente agredida pela nova namorada, Lisa havia entrado no sistema das forças policias como forma de obter informação. Stapley enviou-lhe também uma mensagem dizendo:

Como é que ela se atreveu a fazer o que te fez? Deus lhe ajude se eu alguma vez voltar a vê-la.
A nova parceira entrou em contacto com a polícia de Wrexham e uma investigação subsequente revelou que em 9 momentos distintos Stapley havia entrado nos registos informáticos policiais relativos à sua antiga parceira.

Noutra ocasião ela deu à, então, parceira um documento impresso relativo a um incidente onde a filha duma colega de trabalho havia desaparecido. Para além disso, ela usou o seu Blackberry (disponibilizado pela polícia) como forma de fazer uma verificação ao passado dum vendedor de carros.

O seu advogado Patrick Cassidy afirmou que a cliente havia sido recrutada pela North Wales Police como parte da política em torno da igualdade e diversidade.

Stapley foi recrutada em 2008 e, inicialmente, não houve problemas com o seu trabalho. Mas depois disto, ela foi colocada na sua cidade natal de Wrexham - onde ela havia trabalhado durante 10 anos como taxista e onde ela era pessoa muito envolvida com a comunidade lésbica local.

A defesa afirmou ainda que ela sofria de depressão [irrelevante] e em 2009 a sua parceria civil desmoronou-se e a sua mãe morreu. "Ela notificou uma amiga" afirmou o advogado de defesa.

Não houve pagamentos ou corrupção para além do acto em si.
Quando entrevistada, ela afirmou que fez o que fez por motivos de "preocupação" e que ela se via como um "ponto de contacto não-oficial" para a comunidade lésbica de Wrexham. Ela disse ainda que recebia chamadas de pessoas não identificadas alertando-a para incidentes que ela se via na "obrigação" de pesquisar.

Fonte

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Aparentemente alguém se esqueceu de avisar a Lisa Filth que ela foi contratada para servir toda a comunidade e não a comunidade sexual com a qual ela se identifica.

Se o seu ordenado fosse pago exclusivamente pela comunidade lésbica, ainda se aceitaria que ela se dedicasse a trabalhar para ela. No entanto, o seu ordenado era pago pelos contribuintes (a esmagadora maioria, não-homossexuais) e estes não ficarão felizes em saber que o seu dinheiro foi usado para resolver questões domésticas homossexuais (em detrimento da justiça).

Outra coisa que convém notar é que a nova parceira da sua ex-namorada não teve dificuldade nenhuma em saber quem é que a estava a "tramar" dentro da polícia. Ou seja, a comunidade lésbica de Wrexham estava bem ciente que Lisa era sua "aliada" e que através dela, as lésbicas poderiam obter informação de outro modo barrada à população geral.

Tudo em nome da "diversidade" e da "igualdade", obviamente.

Alguns são mais iguais que outros, segundo Lisa Stapley.

domingo, 31 de julho de 2011

"Diversidade" acima da liberdade religiosa

Para Eunice e Owen Johns, casados há quase 40 anos, não pode haver sexo fora dos laços sagrados do casamento. É uma convicção profunda que habita esse homem e sua esposa, membros fieis da Igreja Pentecostal. Em sua opinião, ela torna condenável qualquer relação homossexual, da mesma forma que proíbe um homem e uma mulher de dividirem o leito antes de passarem diante do padre...

Por Virginie Malingre, para o Le Monde
Nesse contexto, julgou a Suprema Corte britânica, no dia 28 de fevereiro, esse casal de Derby (noroeste da Inglaterra) não pode assumir o papel de família adotiva. Os Johns souberam fazê-lo com seus filhos. Eles criaram quatro deles antes de acolherem cerca de quinze garotas e meninos sem lar. Os serviços sociais nunca tiveram do que se queixar a seu respeito, pelo contrário.

Mas desde 2007 as leis pela igualdade propostas pelos trabalhistas são muito claras. Quer se trate de uma adoção ou de acolhimento temporário, os municípios devem se assegurar de que as famílias a quem eles confiam uma criança preconizarão os benefícios da diversidade e da tolerância. Mesmo que isso vá contra suas crenças.

Diversidade acima da religião

Foi por isso que quando os Johns quiseram, em 2008, renovar seu acordo para receber em suas casas crianças de 5 a 8 anos, eles receberam uma recusa definitiva. “São pessoas hospitaleiras e gentis que sempre farão o máximo para que uma criança se sinta à vontade e bem-vinda”, pode-se ler no relatório que a prefeitura de Derby redigiu na época, mas “sua opinião sobre as relações de pessoas de mesmo sexo não é compatível com as exigências atuais e não está sujeita a mudar”.

Indignado, o casal atacou a decisão na justiça, argumentando que estavam sofrendo as consequências de seu engajamento religioso. “Não somos homofóbicos”, explica a sra. Johns, “a única coisa que nos recusamos a fazer é dizer a uma criancinha que a homossexualidade é uma coisa boa. Isso seria contrário a nossa religião”. Essa ex-enfermeira, de origem jamaicana como seu marido, afirma que nunca teve de falar sobre esse assunto diante de nenhuma das crianças de quem teve a guarda. E ela considera pouco provável que isso aconteça, levando em conta a idade de seus hóspedes.

A Suprema Corte não quis saber. Os direitos dos homossexuais, segundo os juízes, “passam à frente” dos direitos dos cristãos, dos judeus ou dos muçulmanos: “Nossa sociedade agora é pluralista e amplamente laica. Nós somos juízes laicos a serviço de uma comunidade multicultural”, e mesmo se deste lado do canal da Mancha existe uma religião de Estado, “a religião não é uma questão nem do governo, nem dos tribunais”.

O “Daily Telegraph”, conhecido por suas posições conservadoras, denunciou em um editorial “uma inquisição laica” que “obriga todos a aceitarem novas ortodoxias, podendo ser fichados como hereges em caso contrário”.

Tradução: Lana Lim

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