* Os transsexuais sofrem quatro vezes mais com a SIDA que a média nacional
* 70 porcento dos transsexuais usa drogas e consome álcool
* Os transsexuais são duas vezes mais susceptíveis de serem sem-abrigo que a população geral Americana
* Os transsexuais são duas vezes mais susceptíveis de não terem emprego que a população geral Americana.
* Os transsexuais vivem em extrema pobreza e são mais susceptíveis de ter rendimentos abaixo dos $10,000 por ano.
* 40 porcento dos transsexuais reportaram terem tentado o suicídio.
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Proibir a terapia para adolescentes "transsexuais" não acabará com os suicídios
sábado, 5 de janeiro de 2013
A contaminação do México
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Grupos homossexualistas internacionais enraivecidos com proposta de lei ucraniana que visa banir propaganda homossexual

Um dos homens que apoia a proposta de lei disse que a crescente aceitação do homossexualismo no Ocidente "não é uma evolução mas uma degradação". A proposta visa banir a promoção do homossexualismo nos programas de televisão e nos filmes, bem como proibir os eventos públicos em torno do "orgulho gay." Segundo o que o co-autor Pavlo Ungurian MP (Membro do Parlamento) declarou numa conferência de imprensa, a mesma [a proposta de lei] tem como objectivo preservar "a saúde moral, espiritual e física da nação."
Crê-se que a medida tem o apoio do Presidente Viktor Yanukovych, cujo representante parlamentar, Yuri Meroshnichenko, se encontra a apoiá-la publicamente. Esta medida surge no seguimento do cancelamento do evento "orgulho gay" em Kiev devido a receios de violência.
Os grupos homossexualistas emitiram comunicados de imprensa condenando o gesto - condenação essa que foi amplamente citada pelos órgãos de informação internacionais. O grupo com sede em Bruxelas "ILGA Europe" qualificou a medida de "ataque" e um "regresso à Idade Média." Anastasia Zhivkova, porta-voz da ILGA e activista pelos "direitos" dos homossexuais, disse que a legislação nada mais é que
As sondagens confirmam as alegações dos activistas homossexuais quando estes afirmam que o homossexualismo não é amplamente aceite na Europe do Leste e nem nas antigas repúblicas da URSS. Uma sondagem de 2007 levada a cabo pela Angus Reid Global Monitor apurou que 81.3% dos ucranianos acreditam que as relações homossexuais "nunca são aceitáveis," 13% afirma que "só às vezes são aceitáveis," e apenas 5,7% defende que "são aceitáveis."
Eventos em torno do "orgulho gay", incluindo a parada, têm sido levados a cabo em Kiev desde 2003, embora no ano passado tenha ocorrido uma contra-demonstração que resultou na interrupção da parada. Uma coligação de grupos Cristãos, incluindo a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa bem como grupos mais pequenos como os Adventistas do Sétimo Dia e os Baptistas, apelaram ao governo que proíbisse estas demonstrações.
Entre os apoiantes da proposta de lei encontram-se os MPs Yevhen Tsarkov (Partido Comunista), Yulia Kovalevska ("Party of Regions"), Kateryna Lukyanova (NU-NS), e Taras Chornovil ("Reforms for the Future"). Um dos líderes do grupo "Amor Contra a Homossexualidade", o jornalista de Kiev Ruslan Kukharchuk, afirmou aos média que a proposta de lei não visa restringir a liberdade de expressão dos média.
Cerca de 100,000 assinaturas em apoio da medida foram recolhidas junto do público. Kukharchuk acrescentou ainda que "Hoje, em vésperas de eleições, apelamos às forças políticas que declarem de forma conclusiva a sua posição em torno deste assunto."
Kukharchuk começou a sua oposição à promoção do homossexualismo em 2003 quando impediu a realização dum evento de lésbicas em Kiev. O seu grupo defende que o homossexualismo é uma desordem mental e que aqueles que padecem da mesma deveriam receber ajuda psicológico. Numa entrevista, ele disse que "a depravação é má para a segurança nacional" e que a mesma têm contribuído para a propagação do HIV e da SIDA
Falando para a "Natalia Antonova of Global Comment" em 2009, Kukharchuk lançou avisos contra os avanços do movimento político homossexualista que ele diz estarem a impor "uma ditadura de ideias."
Fonte
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Seria de esperar que os grupos homossexualistas ucranianos e internacionais respeitam os desejos da maioria local, mas pelos vistos, não é isso que vai acontecer.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Amanda Gigliotti (Christian Post Portuguese) não parece muito convencida
Com essa medida, além de outras leis contra a ‘propaganda homossexual’, a Rússia parece se tornar o país europeu mais hostil com as minorias sexuais.Várias perguntas:
- Porque é que a Amanda colocou propaganda homossexual entre aspas?
- Porque é que ela chama os homossexuais de "minorias sexuais"?
- Estando ela a escrever para um fonte (supostamente) Cristã, não deveria ela usar uma identificação mais Bíblica do homossexualismo?
- Porque é que a Amanda quer dar um estatuto de "minoria oprimida" aos homossexuais qualificando-lhes de "minoria sexual"?
- Se se vai chamar de "minoria sexual" todas as pessoas com gostos sexuais contra-natura, será que se pode chamar um pedófilo de "minoria sexual"? E aqueles que praticam o bestialismo serão eles também uma "minoria sexual"?
Ela continua:
As iniciativas vem sendo tomadas à medida em que activistas tentam realizar manifestações em defesa dos direitos gays.O que são os "direitos dos gays"? Quem é que decidiu que fazer propaganda homossexual (sem aspas) é um "direito?
Os grupos homossexuais encontram também grande resistência dos ortodoxos russos.Esses malignos ortodoxos russos que não deixam que homens semi-nus dancem em frente a criancinhas. Onde já se viu tamanho ódio?
Recentemente, ativistas da Igreja Cristã Ortodoxa Russa entraram em confronto com manifestantes homossexuais durante uma manifestação gay.Manifestação ilegal - algo que a Amanda aparentemente não se lembrou de dizer.
A Igreja Ortodoxa Russa considera um ‘sacrilégio’ as passeatas do orgulho gay e pediu ainda extensão da lei municipal contra a propaganda homossexual, aprovada pelo Governo de São Petersburgo.Sim, a Igreja Ortodoxa Russa acordou um dia, e decidiu que o homossexualismo é pecado. Não, não é a Bíblia que diz isso; é a Igreja Ortodoxa Russa.
Repare-se também que aqui propaganda homossexual já não está entre aspas.
Não é inocente o facto do artigo da Amanda citar as palavras do activista homossexual russo mas não se preocupar em saber o que a Igreja Ortodoxa e os legisladores pensam. Aparentemente só vale à pena saber a opinião de um dos lados.
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O Christian Post Portuguese está infiltrado por pessoas sem aliança nenhuma com a Palavra de Deus, pelos vistos. Já não é a primeira vez que este tipo de atitude se manifesta entre eles. Há alguns meses atrás tiveram a arrogância de afirmar que a Bíblia "sugere" que o homossexualismo é pecado.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Que parte de "não queremos manifestações públicas em favor do homossexualismo" é que os activistas russos não entendem?
Um confronto entre activistas de direitos dos homossexuais e nacionalistas ortodoxos russos hoje durante um protesto gay na frente da Duma (câmara baixa do Parlamento russo), em Moscovo, acabou com vários detidos.Os homossexuais protestavam contra a aprovação de uma lei contra a propaganda homossexual em diversas cidades do país, incluindo São Petersburgo.
As prisões foram feitas quando estouraram os confrontos entre os activistas e aqueles que o artigo identifica como "nacionalistas" - que gritavam "Moscovo não é Sodoma". Não se sabe bem como é que os editores do artigo sabem que todas as pessoas envolvidas na contra-manifestação são "nacionalistas" e Cristãos ortodoxos mas provavelmente os mesmos vinham identificados de forma correspondente.
Entre os detidos estão o líder da comunidade homossexual russa, Nikolai Alexeyev, que convocou o protesto e foi preso quando falava com repórteres em frente à prefeitura da capital russa. Não se sabe se os manifestantes do outro lado da barrica também tiveram direito a entrevistas. Na Europa ocidental não teriam (espiral do silêncio?).
Segundo a Associação Internacional de Gays e Lésbicas, a Rússia e a Moldávia são os países europeus que menos respeitam direitos de homossexuais.Também não se sabe bem que "direitos homossexuais" são esses, mas uma coisa é certa: não há genuínos "direitos humanos" que são adquiridos via anal bem como não há "direitos humanos" que são adquiridos mediante separação das nádegas. Se são direitos humanos do que se está a falar, então estamos na posse deles desde o ventre materno (que é quando a humanidade tem início). Se são "direitos" que são adquiridos mediante a práctica dum certo comportamento, então não é a pessoa que é a visada, mas sim o comportamento.
Estas notícias que falam na "violação dos direitos dos homossexuais" deveriam alterar a sua forma de falar e dizer o que realmente pensam: a violação dos "direitos" do comportamento homossexual.
Obviamente que a Rússia ou o Uganda têm todo o direito de proibir a manifestação pública dum comportamento com o qual não concordam. Se os activistas (e não os homossexuais) não gostam das leis, eles são livres para se juntarem às milhares de "paradas gay" que ocorrem na Europa Ocidental (excepto em áreas com substancial população muçulmana).
Da forma como as coisas se estão a desenvolver, torna-se cada vez mais óbvio que a revolta russa pode estar a ser inflamada com o facto do decadente comportamento homossexual estar cada vez mais associado com a cultura Ocidental. O sentimento "anti-Ocidente" (e não exclusivamente uma revolta contra o comportamento) pode explicar a sua raiva contra manifestações públicas deste comportamento.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
São Petersburgo aprova lei que multa promoção do homossexualismo

Em Novembro último os legisladores da cidade adiaram o debate em torno da lei devido a "definições legais" e devido a questões relativas ao valor das multas.
Segundo o site noticioso lenta.ru, vários activistas homossexuais forma detidos quando tentavam levar a cabo um protesto nas imediações do edifício parlamentar.
Em termos gerais, esta lei proíbe qualquer tipo de evento "orgulho gay". Paralelamente, a lei permite às autoridades que imponham multas até aos 500,000 rublos ($16,700) a "manifestações públicas de homossexualidade (sodomia e lesbianismo), bissexualismo e identidade de género" bem como a pedofilia entre menores.
As multas são 10 vezes mais elevadas do que os valores inicialmente conversados quando a lei foi trazida à legislatura da cidade (Novembro passado).
As autoridades insistem que a proibição é necessária como forma de salvaguardar "a moral e o desenvolvimento dos menores" mas os grupos homossexuais "avisaram" que este tipo de medidas é uma forma de legitimar o "fascismo".
Infelizmente, estes grupos não explicam como é que impedir as crianças de ver isto [ATENÇÃO: Muito gráfico] é de alguma forma "fascismo".
O grupo LGBT local "Coming Out" disse que a lei é "homofóbica" e que a mesma era uma manobra de diversão que tencionava desviar a atenção dos russos dos "reais problemas políticos e sociais".
O homossexualismo, que era ilegal durante o tempo da União Soviética, foi descriminalizado em 1993 por Boris Yeltsin mas o sentimento "anti-gay" (= aversão ao comportamento homossexual) está bastante propagado.
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terça-feira, 12 de abril de 2011
Cuidado com os bancos de sangue ingleses
Segundo informa o diário britânico The Telegraph, os homossexuais vão poder começar a doar sangue se assim o entenderem. Segundo a mesma fonte, a ministra da Saúde, Anne Milton, vai anunciar esta mudança de política em poucas semanas.
O governo britânico levantará a norma que impedia os homossexuais de doarem sangue por a considerar "discriminatória". Isto assume, obviamente, que toda a descriminação é má.
No entanto, haverá restrições: só podem doar sangue aqueles homossexuais que não tenham tido relações sexuais durante uma década. Aqueles homossexuais que são sexualmente activos continuarão a não poder dar sangue. Por enquanto.
Boa sorte em encontrar um homossexual britânico que não tenha tido relações sexuais com outro homem nos últimos dez anos.
As fontes do diário alegam que o período de 10 anos de espera evita que haja doações por parte de homossexuais que desconheçam serem portadores do HIV, uma vez que em dez anos há tempo suficiente para que o vírus se manifeste e seja detectado. Será?
♦Fonte♦
No que toca ao vício da homossexualidade, a Medicina deixa bem claro que esse comportamento não é saudável:
2. A Medicina e a “normalidade” do comportamento homossexual
3. Desproporcional presença de homossexuais nas novas contaminações
4. Pandemia mundial de AIDS entre gays
5. Homossexualismo é mais perigoso que fumar
6. Um a cada cinco homens gays nos EUA é portador do HIV
7. SIDA fora do controle entre homossexuais8. EUA: 48% dos casos de HIV são de sexo entre dois homens
Tendo isto em conta, porque é que os serviços médicos ingleses tentam agora abrir os bancos de sangue a homossexuais que tenham estado celibatários nos últimos 10 anos? (Aliás, como é que eles vão descobrir que alguém teve sexo durante os últimos 10 anos? Perguntando?)
A Medicina claramente mostra que o vício da homossexualidade é clinicamente auto-destrutivo. Porque é que o resto da sociedade tem agora que pagar pelos erros de Sodoma? Quanto tempo até que, no espírito de "não-descriminação", estas coisas sejam aceites pelos fracos líderes socialistas portugueses?
A motivação para este levantar de restrição é meramente política e ideológica. Os esquerdistas que controlam a Inglaterra provavelmente não se sentiam à vontade com a descriminação que a Medicina fazia ao sangue homossexual, e, como tal, resolveram colocar em risco toda uma população como forma de satisfazer o lobby sodomita.
Mais uma vez se vê que o argumento que muitos usam para a normalizar a homossexualidade ("não me afecta directamente") é falso. A normalização da anormalidade afecta toda a sociedade.
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