Mostrar mensagens com a etiqueta Proibição. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Proibição. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Proibir a terapia para adolescentes "transsexuais" não acabará com os suicídios

Por Walt Heyer

Pessoas psicologicamente saudáveis não cometem suicídio. Mudar o género é uma expressão externa de alguma forma de depressão que teve início muito antes do suicídio. Os estudos já demonstraram que o suicídio é o resultado de doença mental e depressões não curadas, mas a elite que continua a forçar a mudança de sexo ignora as evidências, e os defensores dessa práctica culpam a falta de apoio por parte dos pais e por parte da sociedade pelos suicídios das pessoas trans. Os defensores apontam o dedo ao bullying, a discriminação e a desigualdade na sociedade - a tudo menos à doença mental ou a depressão.

Durante os anos 70, o Dr. Charles Ihlenfeld administrou terapia hormonal a centenas de transgéneros durante um período de seis anos na sua função como um  internista e colega de Dr. Harry Benjamin. A sua conclusão? Ele viu demasiada tristeza e demasiados suicídios. Nada mudou deste os anos 70. A terapia hormonal ainda é administrada aos transgéneros. O suicídio ainda ocorre com demasiada frequência, e 41% dos transgéneros tentam o suicídio.

Afirmar a falsa crença de que mudar o sexo é a cura para a depressão não mudou as consequências. Segundo aqueles que estudam o suicídio, "Mais de 90% das pessoas que morrem por motivos de suicídio têm uma doença mental na altura da sua morte. Depressão não curada é a causa primária de suicídio." 

Quando os transgéneros se apercebem mais tarde - depois de alguns meses, anos ou até décadas - que a mudança de sexo não resolveu a sua tristeza, seguem-se o desânimo e a depressão. Eles sentem em primeira mão que nenhuma quantidade de manipulação cirúrgica das suas partes corporais, de comportamento travestido, ou de mudanças cosméticas à sua aparência irão alguma vez mudar clinicamente uma pessoa dum sexo para o outro.

Ninguém consegue mudar o seu sexo

....e eu sei disso porque eu vive como "transsexual" durante 8 anos. Eu segui todos os passos prescritos para a minha mudança de sexo, e vi-me rodeado por amigos que concordaram com a minha decisão. Eu investi-me totalmente fisicamente, psicologicamente, financeiramente e emocionalmente na promessa dum futuro livre da disforia de género. Mas eu fui um dos 41% que tentou o suicídio como consequência do meu desespero.

Durante toda a minha vida, eu ansiei a mudança de sexo. Todos os passos do processo de transição aumentaram a antecipação: roupas e um estilo de cabelo que afirmam o sexo, um novo nome condizente com o meu "novo sexo", hormonas do sexo oposto ou bloqueadores de hormona, e cirurgias que aprimoravam a aparência. Todas estas actividades reforçar a falsa crença e a expectativa irrealista de que, após o meu processo, eu poderia mudar de sexo. 

Passados alguns anos, descobri que estava deprimido. Mudar de sexo foi uma diversão temporária que não ofereceu qualquer tipo de solução permanente para o meu stress mental - e, na realidade, só piorou os meus problemas. Senti-me envergonhado, quebrantado e sem esperança. Para mim, o primeiro passo rumo tomado para saída das amarras da depressão foi colocar de parte a expectativa irrealista de que os rapazes se podem magicamente tornar em raparigas, ou raparigas em rapazes. O passo seguinte foi explorar a possibilidade de que era bem possível que eu tivesse algum tipo de doença mental para além da disforia de género.

Transsexualismo significa a auto-rejeição

Quando a pessoa resolve mudar o seu sexo, ele ou ela está claramente a mudar a sua identidade sexual central. A avalanche de confirmação em favor do sexo oposto encoraja as pessoas a aprofundarem a sua auto-rejeição, e inspira-as rumo a uma esperança inatingível de que a felicidade encontra-se do outro lado da transição.

Na National Transgender Discrimination Survey, 41 porcento dos mais de 6,000 transsexuais inquiridos reportaram ter tentado o suicídio a dada altura das suas vidas. Quão alto este número tem que ser até que a loucura de se negar o papel da doença mental pare? Os defensores recusam-se a reconhecer a ligação entre as taxas de suicídio dos transsexuais com a doença mental e ais fazerem isso, eles estão a impedir os transsexuais de receberem o tratamento apropriado que pode prevenir os suicídios.

A elite iluminada culpa a falta de aceitação e afirmação pelos suicídios que ocorrem entre os transgéneros. Eles dizem que a transição e os hormonas do sexo oposto são a resposta para a infelicidade dos transsexuais e para a prevenção dos suicídios. É provável que vocês pensem como eles. Se sim, é chegada de reconsiderarem isso.

É hora de nos focarmos na prevenção do suicídio

Kyle Scanlon, um transsexual mulher-para-homem, viveu a vida que os activistas dizem que irá prevenir o suicídio. Totalmente integrada, apoiada e amada, Scanlon era directora-executiva da Lesbian Gay Bi Youth Line, e uma bem conhecida e respeitada líder e mentora da comunidade trans de Toronto. No entanto, ele suicidou-se no dia 3 de Julho de 2012. Os seus amigos disseram que ela sofria de depressão antes de depois da transição.

Não havia  menor sinal de discriminação ou desigualdade na sua vida como trans; não havia sociedade a quem apontar o dedo. Ela escolheu morrer, mesmo depois de mudar de sexo. Scalon, tendo todo o apoio possível na sua vida de transsexual, escolheu terminar com a sua vida e isto deveria ser uma lição para todos nós. Vocês podem culpar a sociedade, mas são as questões mentais por resolver que causam o suicídio.

Chegou o hora de nos focarmos na prevenção do suicídio e não na mudança de sexo. Sabemos que a depressão não-tratada pode leva a pessoa ao suicídio, mas quando as pessoas dizem que não gostam do sexo com o qual nasceram e nem dos seus corpos, esse facto é totalmente ignorado. Os médicos tratam as pessoas confusas em relação ao seu sexo ajudando-as a mudar de sexo.

É provável que a falta de cuidado dos médios ao não identificarem as desordens mentais esteja a causar o suicídio. Para as crianças, acrescente-se os pais e as escolas que as encorajam a viver uma vida de trans, que as coloca sob pressão psicológica acrescida - pressão essa que eles não conseguem lidar.

Os suicídios entre adultos e crianças irão continuar enquanto os médicos falharem ao não diagnosticarem - e tratarem - de forma acertada as desordens mentais. O suicídio de Kyle é uma evidência factual, uma consequência infeliz de se focar na aparência exterior quando as questões psicológicas continuam dentro da pessoa. Um dia desses iremos aprender que nenhuma mudança - incluindo as cirurgias que "ficam bem" -  serão suficientes para curar a dor interna.

Os transsexuais precisam da nossa ajuda

Em 2008 a National Gay and Lesbian Task Force juntou forças com o National Center for Transgender Equality para levar a cabo uma pesquisa a mais de 6,000 transsexuais nos Estados Unidos. O que eles apuraram revelam a clara realidade da vida de transsexual:
* Os transsexuais sofrem quatro vezes mais com a SIDA que a média nacional
* 70 porcento dos transsexuais usa drogas e consome álcool
* Os transsexuais são duas vezes mais susceptíveis de serem sem-abrigo que a população geral Americana
* Os transsexuais são duas vezes mais susceptíveis de não terem emprego que a população geral Americana.
* Os transsexuais vivem em extrema pobreza e são mais susceptíveis de ter rendimentos abaixo dos $10,000 por ano.
* 40 porcento dos transsexuais reportaram terem tentado o suicídio.
Na minha opinião. este triste lista é um forte caso em favor da existência de questões psicológicas, especialmente a depressão, o que leva ao suicídio. Os resultados da pesquisa apontam para um falhanço de disponibilizar tratamento eficaz aos indivíduos que lutam com a sua identidade sexual.

As pessoas psicologicamente saudáveis não tentam o suicídio. Mudar o sexo é uma expressão exterior de alguma forma de depressão que começou muito antes do suicídio.


* * * * * * * 

Porque é que a elite continua a promover uma não-científica mudança de sexo quando isso é impossível e prejudicial?  Porque ao gerar mais caos na sociedade (e a má conduta sexual é uma forma óptima de gerar o caos), a elite planta as sementes duma futura tomada de poder absoluto de poder na sociedade, quando esta mesma sociedade - cansada do caos - implorar que o governo "restaure a ordem". Só que a maior parte das pessoas não entende que quem fomentou a desordem foi precisamente a mesma elite a quem as massas pedem que resolva o que essa mesma elite criou.

A agenda homossexual é uma arma de desestabilização social - e não uma militância em favor dos "direitos civis" duma "minoria sexual".

sábado, 5 de janeiro de 2013

A contaminação do México

A lei que impedia homens que tivessem sexo com homens de doar sangue foi revogada e no Natal entrou em vigor a jeito de presente natalício. A alteração á lei não foi muito notada, aprovada em Agosto e publicada em diário no passado mês de Outubro, entrou em vigor no passado dia de 25 de Dezembro, dia de Natal, dando assim por terminada a proibição que até então existia.

A lei anterior proibia explicitamente os homens homossexuais e bissexuais de doarem sangue com base na “lógica” [sic]  que as práticas sexuais destes os tornava mais susceptíveis de contrair VIH/Sida e hepatites. Com a nova lei a discriminação existente com base na orientação sexual desapareceu passando a lei a barrar os dadores portadores de VIH e hepatites bem como os seus companheiros, isto independentemente da orientação sexual destes.

O Reino Unido e a China também alteraram a lei recentemente, levantando a proibição existente até então de gays de doarem sangue. Nos EUA a lei com 29 anos de idade que limita os dadores de sangue com base na orientação sexual também tem sido contestada nos últimos tempos.

Em Portugal essa proibição já foi levantada, e o IPS (Instituto Português do Sangue) diz ter alterado os questionários feitos aos dadores, contudo continuam a existir relatos de discriminação em algumas dependências hospitalares, que impedem a dádiva de sangue a algumas pessoas com base exclusivamente na sua orientação sexual.


* * * * * * * 
O texto original coloca "lógica" entre aspas como se a alegação de que os HSH (homens que têm sexo com homens) são mais susceptíveis de contrair o HIV fosse uma teoria da conspiração e não algo fundamentado em factos médicos.



quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Grupos homossexualistas internacionais enraivecidos com proposta de lei ucraniana que visa banir propaganda homossexual

Parlamentares ucranianos re-submeteram uma proposta de lei que visa ilegalizar a promoção do homossexualismo em público, acto que causou que os grupos homossexualistas internacionais - bem como os seus financiadores e os seus simpatizantes nos órgãos de informação - se revoltassem.

Um dos homens que apoia a proposta de lei disse que a crescente aceitação do homossexualismo no Ocidente "não é uma evolução mas uma degradação". A proposta visa banir a promoção do homossexualismo nos programas de televisão e nos filmes, bem como proibir os eventos públicos em torno do "orgulho gay." Segundo o que o co-autor Pavlo Ungurian MP (Membro do Parlamento) declarou numa conferência de imprensa, a mesma [a proposta de lei] tem como objectivo preservar "a saúde moral, espiritual e física da nação."

Não somos contra os homossexuais; no entanto, não partilhamos dos seus valores. . . . Temos que por término à propaganda, à descrição positiva e a publicidade deste estilo de vida anormal.

Crê-se que a medida tem o apoio do Presidente Viktor Yanukovych, cujo representante parlamentar, Yuri Meroshnichenko, se encontra a apoiá-la publicamente. Esta medida surge no seguimento do cancelamento do evento "orgulho gay" em Kiev devido a receios de violência.

Os grupos homossexualistas emitiram comunicados de imprensa condenando o gesto - condenação essa que foi amplamente citada pelos órgãos de informação internacionais. O grupo com sede em Bruxelas "ILGA Europe" qualificou a medida de "ataque" e um "regresso à Idade Média." Anastasia Zhivkova, porta-voz da ILGA e activista pelos "direitos" dos homossexuais, disse que a legislação nada mais é que

. . . discriminação com o apoio do governo. Uma grande parte da nossa vida permanece na sombra. Durante esse tempo, nós passamos a nossa vida a balancear entre ser um rejeitado ou ser um criminoso.

As sondagens confirmam as alegações dos activistas homossexuais quando estes afirmam que o homossexualismo não é amplamente aceite na Europe do Leste e nem nas antigas repúblicas da URSS. Uma sondagem de 2007 levada a cabo pela Angus Reid Global Monitor apurou que 81.3% dos ucranianos acreditam que as relações homossexuais "nunca são aceitáveis," 13% afirma que "só às vezes são aceitáveis," e apenas 5,7% defende que "são aceitáveis."

Eventos em torno do "orgulho gay", incluindo a parada, têm sido levados a cabo em Kiev desde 2003, embora no ano passado tenha ocorrido uma contra-demonstração que resultou na interrupção da parada. Uma coligação de grupos Cristãos, incluindo a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa bem como grupos mais pequenos como os Adventistas do Sétimo Dia e os Baptistas, apelaram ao governo que proíbisse estas demonstrações.

Entre os apoiantes da proposta de lei encontram-se os MPs Yevhen Tsarkov (Partido Comunista), Yulia Kovalevska ("Party of Regions"), Kateryna Lukyanova (NU-NS), e Taras Chornovil ("Reforms for the Future"). Um dos líderes do grupo "Amor Contra a Homossexualidade", o jornalista de Kiev Ruslan Kukharchuk, afirmou aos média que a proposta de lei não visa restringir a liberdade de expressão dos média.

No que toca às paradas gay, as alegações serão levantadas inicialmente contra os organizadores dos mesmos, e não contra os jornalistas que os reportam.

Cerca de 100,000 assinaturas em apoio da medida foram recolhidas junto do público. Kukharchuk acrescentou ainda que "Hoje, em vésperas de eleições, apelamos às forças políticas que declarem de forma conclusiva a sua posição em torno deste assunto."

Kukharchuk começou a sua oposição à promoção do homossexualismo em 2003 quando impediu a realização dum evento de lésbicas em Kiev. O seu grupo defende que o homossexualismo é uma desordem mental e que aqueles que padecem da mesma deveriam receber ajuda psicológico. Numa entrevista, ele disse que "a depravação é má para a segurança nacional" e que a mesma têm contribuído para a propagação do HIV e da SIDA

Isso [o homossexualismo] contribui para a crise demográfica que está a ocorrer na Europa, fragiliza a família e as famílias, as famílias tradicionais, formam a base de qualquer nação.

Falando para a "Natalia Antonova of Global Comment" em 2009, Kukharchuk lançou avisos contra os avanços do movimento político homossexualista que ele diz estarem a impor "uma ditadura de ideias."

Leiam as notícias. Para onde quer que olhes, no Ocidente, alguém está a ser desgraçado por ter dito algo contra os gays. Vão-me desculpar, mas não é assim que as coisas funcionam. Eu deveria ser livre para dizer o que eu bem entender. É assim que funciona a democracia.

Fonte

* * * * * * *

Seria de esperar que os grupos homossexualistas ucranianos e internacionais respeitam os desejos da maioria local, mas pelos vistos, não é isso que vai acontecer.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Amanda Gigliotti (Christian Post Portuguese) não parece muito convencida

A Rússia proíbe as marchas de orgulho gay pelos próximos 100 anos mas a escritora do Christian Post Portuguese não parece contente com este desfecho. Para além de ter uma foto onde se fala nos "cristãos" homossexuais que criaram a sua "igreja", Amanda Gigliotti fala do homossexualismo de forma um tanto suspeita.
Com essa medida, além de outras leis contra a ‘propaganda homossexual’, a Rússia parece se tornar o país europeu mais hostil com as minorias sexuais.
Várias perguntas:
  • Porque é que a Amanda colocou propaganda homossexual entre aspas?
  • Porque é que ela chama os homossexuais de "minorias sexuais"?
  • Estando ela a escrever para um fonte (supostamente) Cristã, não deveria ela usar uma identificação mais Bíblica do homossexualismo?
  • Porque é que a Amanda quer dar um estatuto de "minoria oprimida" aos homossexuais qualificando-lhes de "minoria sexual"?
  • Se se vai chamar de "minoria sexual" todas as pessoas com gostos sexuais contra-natura, será que se pode chamar um pedófilo de "minoria sexual"? E aqueles que praticam o bestialismo serão eles também uma "minoria sexual"?

Ela continua:

As iniciativas vem sendo tomadas à medida em que activistas tentam realizar manifestações em defesa dos direitos gays.
O que são os "direitos dos gays"? Quem é que decidiu que fazer propaganda homossexual (sem aspas) é um "direito?
Os grupos homossexuais encontram também grande resistência dos ortodoxos russos.
Esses malignos ortodoxos russos que não deixam que homens semi-nus dancem em frente a criancinhas. Onde já se viu tamanho ódio?
Recentemente, ativistas da Igreja Cristã Ortodoxa Russa entraram em confronto com manifestantes homossexuais durante uma manifestação gay.
Manifestação ilegal - algo que a Amanda aparentemente não se lembrou de dizer.
A Igreja Ortodoxa Russa considera um ‘sacrilégio’ as passeatas do orgulho gay e pediu ainda extensão da lei municipal contra a propaganda homossexual, aprovada pelo Governo de São Petersburgo.
Sim, a Igreja Ortodoxa Russa acordou um dia, e decidiu que o homossexualismo é pecado. Não, não é a Bíblia que diz isso; é a Igreja Ortodoxa Russa.

Repare-se também que aqui propaganda homossexual já não está entre aspas.

Não é inocente o facto do artigo da Amanda citar as palavras do activista homossexual russo mas não se preocupar em saber o que a Igreja Ortodoxa e os legisladores pensam. Aparentemente só vale à pena saber a opinião de um dos lados.

* * * * * * *

O Christian Post Portuguese está infiltrado por pessoas sem aliança nenhuma com a Palavra de Deus, pelos vistos. Já não é a primeira vez que este tipo de atitude se manifesta entre eles. Há alguns meses atrás tiveram a arrogância de afirmar que a Bíblia "sugere" que o homossexualismo é pecado.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Que parte de "não queremos manifestações públicas em favor do homossexualismo" é que os activistas russos não entendem?

Como seria de esperar, a noticia é claramente facciosa em favor do homossexualismo.
Um confronto entre activistas de direitos dos homossexuais e nacionalistas ortodoxos russos hoje durante um protesto gay na frente da Duma (câmara baixa do Parlamento russo), em Moscovo, acabou com vários detidos.
Os homossexuais protestavam contra a aprovação de uma lei contra a propaganda homossexual em diversas cidades do país, incluindo São Petersburgo.

As prisões foram feitas quando estouraram os confrontos entre os activistas e aqueles que o artigo identifica como "nacionalistas" - que gritavam "Moscovo não é Sodoma". Não se sabe bem como é que os editores do artigo sabem que todas as pessoas envolvidas na contra-manifestação são "nacionalistas" e Cristãos ortodoxos mas provavelmente os mesmos vinham identificados de forma correspondente.

Entre os detidos estão o líder da comunidade homossexual russa, Nikolai Alexeyev, que convocou o protesto e foi preso quando falava com repórteres em frente à prefeitura da capital russa. Não se sabe se os manifestantes do outro lado da barrica também tiveram direito a entrevistas. Na Europa ocidental não teriam (espiral do silêncio?).
Segundo a Associação Internacional de Gays e Lésbicas, a Rússia e a Moldávia são os países europeus que menos respeitam direitos de homossexuais.
Também não se sabe bem que "direitos homossexuais" são esses, mas uma coisa é certa: não há genuínos "direitos humanos" que são adquiridos via anal bem como não há "direitos humanos" que são adquiridos mediante separação das nádegas. Se são direitos humanos do que se está a falar, então estamos na posse deles desde o ventre materno (que é quando a humanidade tem início). Se são "direitos" que são adquiridos mediante a práctica dum certo comportamento, então não é a pessoa que é a visada, mas sim o comportamento.

Estas notícias que falam na "violação dos direitos dos homossexuais" deveriam alterar a sua forma de falar e dizer o que realmente pensam: a violação dos "direitos" do comportamento homossexual.

Obviamente que a Rússia ou o Uganda têm todo o direito de proibir a manifestação pública dum comportamento com o qual não concordam. Se os activistas (e não os homossexuais) não gostam das leis, eles são livres para se juntarem às milhares de "paradas gay" que ocorrem na Europa Ocidental (excepto em áreas com substancial população muçulmana).

Da forma como as coisas se estão a desenvolver, torna-se cada vez mais óbvio que a revolta russa pode estar a ser inflamada com o facto do decadente comportamento homossexual estar cada vez mais associado com a cultura Ocidental. O sentimento "anti-Ocidente" (e não exclusivamente uma revolta contra o comportamento) pode explicar a sua raiva contra manifestações públicas deste comportamento.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

São Petersburgo aprova lei que multa promoção do homossexualismo


O corpo legislativo da cidade de São Petersburgo (Rússia) aprovou uma lei que impõe multas até aos 16,700 dólares para quem promover o homossexualismo.

Em Novembro último os legisladores da cidade adiaram o debate em torno da lei devido a "definições legais" e devido a questões relativas ao valor das multas.

Segundo o site noticioso lenta.ru, vários activistas homossexuais forma detidos quando tentavam levar a cabo um protesto nas imediações do edifício parlamentar.

Em termos gerais, esta lei proíbe qualquer tipo de evento "orgulho gay". Paralelamente, a lei permite às autoridades que imponham multas até aos 500,000 rublos ($16,700) a "manifestações públicas de homossexualidade (sodomia e lesbianismo), bissexualismo e identidade de género" bem como a pedofilia entre menores.

As multas são 10 vezes mais elevadas do que os valores inicialmente conversados quando a lei foi trazida à legislatura da cidade (Novembro passado).

As autoridades insistem que a proibição é necessária como forma de salvaguardar "a moral e o desenvolvimento dos menores" mas os grupos homossexuais "avisaram" que este tipo de medidas é uma forma de legitimar o "fascismo".

Infelizmente, estes grupos não explicam como é que impedir as crianças de ver isto [ATENÇÃO: Muito gráfico] é de alguma forma "fascismo".

O grupo LGBT local "Coming Out" disse que a lei é "homofóbica" e que a mesma era uma manobra de diversão que tencionava desviar a atenção dos russos dos "reais problemas políticos e sociais".

O homossexualismo, que era ilegal durante o tempo da União Soviética, foi descriminalizado em 1993 por Boris Yeltsin mas o sentimento "anti-gay" (= aversão ao comportamento homossexual) está bastante propagado.

Fonte

. . . . . . . . .

terça-feira, 12 de abril de 2011

Cuidado com os bancos de sangue ingleses

Segundo informa o diário britânico The Telegraph, os homossexuais vão poder começar a doar sangue se assim o entenderem. Segundo a mesma fonte, a ministra da Saúde, Anne Milton, vai anunciar esta mudança de política em poucas semanas.

O governo britânico levantará a norma que impedia os homossexuais de doarem sangue por a considerar "discriminatória". Isto assume, obviamente, que toda a descriminação é má.

No entanto, haverá restrições: só podem doar sangue aqueles homossexuais que não tenham tido relações sexuais durante uma década. Aqueles homossexuais que são sexualmente activos continuarão a não poder dar sangue. Por enquanto.

Boa sorte em encontrar um homossexual britânico que não tenha tido relações sexuais com outro homem nos últimos dez anos.

As fontes do diário alegam que o período de 10 anos de espera evita que haja doações por parte de homossexuais que desconheçam serem portadores do HIV, uma vez que em dez anos há tempo suficiente para que o vírus se manifeste e seja detectado. Será?

♦Fonte♦


Na Medicina as coisas costumam ser bastante claras. Se um comportamento é benéfico, então quem pratica esse comportamento aumentará as suas hipóteses de ser saudável. Se um comportamento não é saudável, então mais cedo ou mais tarde as consequências desse comportamento se farão notar.

No que toca ao vício da homossexualidade, a Medicina deixa bem claro que esse comportamento não é saudável:

1. Estudo indica que 75% dos homossexuais sexualmente activos são portadores do Vírus do Papiloma Humano

2. A Medicina e a “normalidade” do comportamento homossexual

3. Desproporcional presença de homossexuais nas novas contaminações

4. Pandemia mundial de AIDS entre gays

5. Homossexualismo é mais perigoso que fumar

6. Um a cada cinco homens gays nos EUA é portador do HIV

7. SIDA fora do controle entre homossexuais

8. EUA: 48% dos casos de HIV são de sexo entre dois homens

9. Londres: 1 em cada 7 homossexuais está infectado com o HIV

Tendo isto em conta, porque é que os serviços médicos ingleses tentam agora abrir os bancos de sangue a homossexuais que tenham estado celibatários nos últimos 10 anos? (Aliás, como é que eles vão descobrir que alguém teve sexo durante os últimos 10 anos? Perguntando?)

A Medicina claramente mostra que o vício da homossexualidade é clinicamente auto-destrutivo. Porque é que o resto da sociedade tem agora que pagar pelos erros de Sodoma? Quanto tempo até que, no espírito de "não-descriminação", estas coisas sejam aceites pelos fracos líderes socialistas portugueses?

A motivação para este levantar de restrição é meramente política e ideológica. Os esquerdistas que controlam a Inglaterra provavelmente não se sentiam à vontade com a descriminação que a Medicina fazia ao sangue homossexual, e, como tal, resolveram colocar em risco toda uma população como forma de satisfazer o lobby sodomita.

Mais uma vez se vê que o argumento que muitos usam para a normalizar a homossexualidade ("não me afecta directamente") é falso. A normalização da anormalidade afecta toda a sociedade.


ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...