Por John Hydenius
Chegou o verão, e na Suécia isso significa que chegou a altura das
paradas de "orgulho" homossexual. A única coisa diferente este ano é
que o muito homossexual Milo Yiannopoulos está para chegar para liderar
a parada homossexual no dia 27 de Julho. Isto prende-se com o facto da
parada deste ano passar por Tensta, um subúrbio composto na sua maioria
por imigrantes, e muitos deles provenientes de países muçulmanos.
Veremos como isso vai correr.
Ficamos a saber também que uma pesquisa recente apurou que existem
problemas de saúde excessivos entre os"gays", as lésbicas e os
bissexuais. Estes grupos reportaram ter
mais
problemas de saúde do que os homens e mulheres heterossexuais.
Mais susceptíveis de fumar e de beber em demasia.
O estudo foi levado a cabo nos Estados Unidos junto de mais de 69,000
participantes. O
National Health
Interview Survey já existe há muitos anos, mas em 2013 e em
2014, e pela primeira vez, o mesmo incluiu uma questão relativa à preferência
sexual. Os pesquisadores concluíram que os adultos que se identificavam
como "gays", lésbicas e bissexuais
"eram mais susceptíveis de reportar
saúde física e mental enfraquecida, elevado consumo de álcool e de
tabaco, potencialmente devido estressores que sofrem como
resultado da discriminação interpessoal e da discriminação estrutural."
Os resultados revelaram que as lésbicas, quando comparadas com as mulheres
heterossexuais, eram 91% mais susceptíveis de reportar saúde mais
pobre. As lésbicas eram também 51% mais susceptíveis (e as bissexuais
era duas vezes mais susceptíveis) de reportar múltiplas condições
crónicas, quando comparadas com as mulheres heterossexuais.
Os "gays" e as lésbicas em mais susceptíveis de se envolver no consumo
exagerado de bebidas alcoólicas e mais susceptíveis de fumar.
26 porcento dos homens homossexuais
e cerca de
40 porcento dos
homens bissexuais reportou (pelo menos) angústia psicológica moderada,
quando comparados com
17 porcento dos
homens heterossexuais. No caso das mulheres, cerca de
22% das heterossexuais reportaram
stress psicológico moderado, comparado com
28% das lésbicas e
46% das bissexuais.
Gilbert Gonzalez, da
Vanderbilt University School of Medicine
em Nashville, e uma das pessoas que trabalhou neste estudo, é de
opinião que o assim-chamado
"stress das minorias" pode explicar as
diferenças de saúde entre os heterossexuais por um lado, os "gays", as
lésbicas e as pessoas que se identificam como bissexuais por outro. Ele
defende que os bissexuais vivem numa situação pior porque nem sempre
eles podem ser aceites pelas comunidades compostas por "gays", lésbicas
e transsexuais.
Assim de repente ficamos a saber que os pesquisadores não são
propriamente neutros em relação a este assunto visto que eles falam
numa tal de "discriminação estrutural" que esta minoria sofre enquanto cresce
nos Estados Unidos, país onde eles são constantemente louvados pelos
média e pelas elites. Mas deixando isso de lado, o seu estudo revela
alguns dados interessantes.
Para começar, não posso dizer que esteja surpreendido. Existem muitas razões
possíveis que explicam o porquê da comunidade "lgb" (e possivelmente
"t") ter mais problemas psicológicos que os heterossexuais. Um dos
motivos pode ser o facto de algumas pessoas tratarem mal os membros
dessa comunidade devido ao facto deles serem tão estranhos (por alguma
razão eles são chamados de
"queers").
Se eles insistem em agir em público segundo os seus estranhos apetites
sexuais, é perfeitamente compreensível que algumas pessoas se sintam
ofendidas.
Algumas pessoas podem até chegar a discriminá-las. O dono duma empresa
com valores morais mais tradicionais pode-lhes negar algum tipo de
serviço - por exemplo, recusar ser anfitrião num "casamento"
homoerótico. Isto pode muito bem causar a que a dupla homossexual sinta
algum tipo de stress. (No entanto. sou de opinião que isso é direito da
empresa num país que se diz livre.)
No entanto, eu iria mais longe, e diria que,
mais do que a discriminação (que de qualquer das formas
não pode
de maneira alguma ser assim tão comum nos países do Ocidente), existem
outros factores que afectam a saúde mental das pessoas lgbt
.
O facto da sua condição ser frequentemente descrita como muito mais
precária do que realmente é, é algo que muito provavelmente os afecta
duma forma negativa. Se lhes é dito constantemente o quão
oprimidos eles são por parte dos homens brancos, cisgénero e por parte
da "direita religiosa" (mas não por parte dos muçulmanos, isso é
certo), então claro que eles ficarão preocupados com a sua segurança e
com o seu futuro.
Da mesma maneira, se por acaso dissermos a um negro um certo número de
vezes que a polícia o está a perseguir e que o quer matar apenas e só
por andar por uma estrada, então eventualmente ele irá acreditar nisso
e começar a ter algum tipo de animosidade para com os policias e para
com a sociedade no geral.
Porque é que se celebra o desvio sexual?
Mas há outro factor que eu quero trazer para a discussão. Não sou um
cientista como o Gilbert Gonzalez, e irei claramente soar como uma
pessoa desprezível cheia de preconceito (embora não seja a primeira
vez), mas acho que há algo fundamentalmente errado com os "gays", com
as lésbicas e com os bissexuais. Errado no sentido de que eles não
foram feitos da maneira como deveria ser.
É suposto as pessoas, tal como todos os animais, se reproduzirem uns
com os outros porque de outra forma, não estaríamos mais aqui. Desde
logo, é suposto nós sermos heterossexuais, e como tal, os "gays", as
lésbicas, e os bissexuais nasceram [sic] com uma constituição
defeituosa.
[Nota
do tradutor: o homossexualismo não tem qualquer base genética, e alguns
estudos salientam que essa preferência é condição aprendida, e não
geneticamente condicionada.] E visto que eles têm algum defeito, não é de admirar que isso seja reflectido na sua saúde mental.
Eu não estou a dizer que há algo moralmente errado em ser-se
homossexual, mas sim que existe um porquê deles serem uma pequena
minoria da população. Este estilo de vida não é um que devamos
encorajar nos outros, e os resultados do estudo mencionado em cima
confirmam isso mesmo.
Será que se deve sentir orgulho por se nascer com algum tipo de
defeito? Será que isso deve ser desfilado nas ruas como se isso fosse
algo a ser celebrado? Será que devemos abraçar uma condição que
prejudica a habilidade da nossa espécie de sobreviver? Não sei se posso
concordar com isso.
http://bit.ly/29oKJ4Y
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Claro que o homossexualismo é um desvio sexual, e como desvio que é,
terá consequências terríveis para os seus practicantes. A saúde mental
precária dos "gays", das lésbicas e dos bissexuais é consequência do
conflito que é gerado entre o que eles sabem ser normal e os desejos
que eles nutrem. Mais ainda, como estes estilos de vida são marcados
por uma elevada taxa de promiscuidade sexual, é previsível que, após
algum tempo, a imensa actividade sexual deixe de fazer algum sentido e
se entre num processo humanamente irreversível de depressão e de falta
de esperança.
O que muitas pessoas não sabem é que as pessoas que promovem este desvio
sexual auto-destrutivo sabem que ele é destrutivo, e é precisamente por
isso que o mesmo é defendido e avançado
pelas elites.
Pensem assim: se tu fazes parte da elite social e queres reduzir a
capacidade do povo de colocar em causa o teu poder, que melhor forma há
do que destruir a sua família e as estruturas sociais que fortalecem a
sociedade?
É por isso que os grupos lgbt têm tanto ódio ao Cristianismo, mas nada
ou pouco façam para atacar a atitude islâmica para com o comportamento
homossexual; quem financia o movimento lgbt quer marginalizar e
destruir a influencia do Cristianismo, e como tal, o movimento lgbt age
segundo essas ordens superiores. Essencialmente, o movimento lgbt é
arma que a elite usa para atacar a sociedade, e não movimento que emana
dos desejos e das frustrações dos practicantes do homossexualismo; como
tal, é por essa prisma que as suas consequências psicológicas e médicas
têm que ser analisadas.