quarta-feira, 17 de abril de 2013

Activista gay detido por incitar «actividades indecentes»

Paul Kasonkomona, um proeminente activista gay da Zâmbia foi detido no país, depois de aparecer num programa televisivo, ao vivo, onde apelava à descriminalização das relações homossexuais.

Segundo o chefe da polícia, Solomon Jere, em declarações à AFP, Kasonkomona foi detido quando saía dos estúdios da televisão privada Muvi TV, em Lusaca, acusado de «incitar o público a participar em atividades indecentes».

Fontes da estação televisiva adiantaram à AFP que a polícia tentou parar a entrevista a meio, mas que tal foi negado pela direção.

Entretanto, um grupo sul-africano, Ndifuna Ukwazi, criou uma petição online pedindo a libertação do activista ao presidente da Zâmbia, Michael Sata.

As relações homossexuais são criminalizadas na Zâmbia, podendo os implicados ser condenados a um mínimo de 15 anos de prisão e a um máximo de prisão perpétua.

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Paul Kasonkomona, activista dos direitos humanos detido na Zâmbia depois de apelar, em directo, na televisão à descriminalização das relações homossexuais, foi libertado sob fiança, depois de ser presente a tribunal na capital, Lusaca.

O activista declarou-se inocente as acusações de causa da desordem em local público, cuja pena pode ser de um mês de prisão efetiva ou de multa.

Segundo a BBC, o tribunal ordenou a Kasonkomona o pagamento de uma fiança de cinco mil kwachas, pouco mais de 700 euros.

Entretanto, os advogados do activista processaram a polícia por detenção ilegal, uma vez que Karonkomona ficou detido durante mais de 48 horas antes de ser acusado.

Os actos homossexuais são ilegais na Zâmbia, país africano altamente conservador.

sábado, 13 de abril de 2013

A ditadura homossexual veio para ficar?


Um estudante de Fort Worth, Texas, foi enviado para o escritório do director da escola por declarar a um colega que acredita que o homossexualismo é uma práctica sexual errada. Holly Pope afirmou que ficou "totalmente surpreendida" quando recebeu uma chamada do assistente do director da escola (Western Hills High School) informando que o seu filho, Dakota Ary, havia sido enviado para a suspensão escolar.

“O Dakota é um jovem de 14 anos com os pés bem assentes na terra,” afirmou Hollu Pope à Fox News Radio, ressalvando que o seu filho é um excelente aluno, joga na equipa de futebol da escola, e é um membro activo do grupo de jovens da igreja. “Ele tem estado na igreja desde que nasceu, e como consequência ele foi ensinado a firmar-se naquilo em que acredita.”

E foi isso que lhe causou problemas. 

Dakota encontrava-se numa aula de Alemão quando a conversa passou a centrar-se na religião e no homossexualismo na Alemanha. A dada altura da conversa, Dakota virou-se para um amigo e disse que ele era um Cristão e que "ser homossexual está errado." Dakota afirmou à Fox que:
O que eu disse não foi dirigido a ninguém senão ao meu amigo que estava sentado atrás de mim. Provavelmente o professor ouviu-me. Ele começou a gritar. e disse que escreveria uma nota de infracção e enviar-me para o escritório.
Dakota foi sentenciado a um dia de suspensão na escola, e dois dias de suspensão completa.
 

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Como já dito por várias pessoas no passado, o movimento gay é um movimento político que visa silenciar as vozes conservadoras, e todas as vozes que se levantam contra a agenda política da esquerda militante. Pensar que o movimento gay representa os homossexuais é o mesmo que pensar que os Nazis representavam os alemães.

Mas o mais importante nesta história é mesmo a perseguição que está ser feita aos Cristãos. uma vez que, aparentemente, não lhes é permitido ter uma opinião contrária àquela que a esquerda militante quer que a sociedade tenha. Mas esta perseguição é bastante selectiva uma vez que os muçulmanos no Ocidente dizem coisas piores que estas (apelando atè à morte dos homossexuais) mas não sofrem qualquer tipo de retaliação. Isto leva-nos a concluir que o ódio dos activistas homossexuais é dirigido exclusivamente aos Cristãos.
 
Gayzismo
 
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quinta-feira, 11 de abril de 2013

“Direitos dos homossexuais não são violados na Rússia”, diz Putin

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que as minorias sexuais em seu país gozam dos mesmos direitos e liberdades que os outros cidadãos e apelou a um consenso com a comunidade gay. "Temos que chegar a um acordo, compreender e desenvolver certas regras civilizadas. Acho que é algo possível", disse o líder russo em uma conferência de imprensa conjunta com o Primeiro-Ministro holandês Mark Rutte, na segunda-feira, 8.

Referindo-se às controversas leis que proíbem a chamada propaganda homossexual em muitas regiões da Rússia, Putin explicou que a iniciativa era das administrações regionais e locais e não do governo federal. "É indicativo do sentimento geral da sociedade russa”, disse ele, salientando que as autoridades federais não podem ignorar a opinião pública. 

No entanto, o presidente russo lembrou que um dos maiores problemas que a Rússia enfrenta actualmente é a questão demográfica e observou a esse respeito que, "dos casamentos homossexuais [sic], não nascem filhos". Ele também argumentou que as uniões entre pessoas do mesmo sexo são "difíceis de imaginar" em algumas regiões do país com populações mais tradicionais, especialmente nas áreas de maioria muçulmana, como a Chechênia.

A visita de Putin à Holanda, primeiro país a legalizar o casamento homossexual, foi acompanhada por um protesto da comunidade LGBT contra a polémica lei russa que proíbe a propaganda entre menores de idade. Aproximadamente, 1.000 activistas se reuniram na Segunda-feira, 8, em frente ao Museu da Navegação de Amsterdão, onde o presidente russo se reunia com o primeiro-ministro holandês. 

Muitas regiões da Rússia, incluindo Novosibirsk, São Petersburgo e Kaliningrado, entre outras, já adoptaram um sistema de multas para quem for acusado de fazer propaganda da homossexualidade entre menores. Além disso, a Duma, câmara baixa do Parlamento russo, aprovou em janeiro, em primeira leitura, uma regra semelhante a nível nacional. O projecto, promovido por uma das assembleias legislativas regionais, recebeu 388 votos a favor e apenas um contra.

A comunidade gay da Rússia está há anos tentando fazer sua marcha na capital da nação. Até agora, o Conselho Municipal de Moscovo negou todos os pedidos neste sentido e, em Outubro, passado a recusa foi aprovada pelo Tribunal de Moscovo.



Fonte
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terça-feira, 9 de abril de 2013

Rapazes adoptados abusados sexualmente por dupla homossexual


Que tipo de pessoa normal adopta 9 pequenos rapazes? Resposta? Ninguém. Mas também, George Harasz, 49 anos, e Douglas Wirth, 45 anos, (Glastonbury, Connecticut) não eram pessoas normais.

Para início de conversa, eles "casaram-se" um com o outro em 2000, lucrando com as leis locais que elevaram artificialmente a sodomia para o estatuto mantido exclusivamente pela heterossexualidade. Depois de se "casarem", e como seria de esperar, eles adoptaram legalmente nove crianças pequenas. Nota: todos do sexo masculino (porque será?).

Quando um dos rapazes começou a alegar ter sido sido abusado sexualmente pelos dois homossexuais (a partir dos seus 6 anos), Harasz e Wirth arranjaram um bom advogado - um daqueles advogados perito nos "direitos" LGBT que usou como forma de defesa acusações de "preconceito" e "ignorância". Afinal, só uma pessoa ignorante e preconceituosa faria alguma tipo de ligação entre o homossexualismo destes homens e o seu apetite por rapazinhos, certo? 

Errado.

Os advogados alegaram que as acusações de abuso sexual eram impossíveis de provar sem qualquer tipo de evidência forense; devido a isso, acusarem o rapaz de ser mentiroso por ter inventado a história ou por ter sido abusado por outros pais adoptivos mas ter transferido a história para Haraz e Wirth. Foi arranjado um acordo legal conveniente que daria à dupla homossexual penas suspensas e algum tempo de monitorização policial.

Foi então que 3 outros rapazes "adoptados" pela mesma dupla homossexual vieram a público e alegaram terem, também eles, sido vítimas de abuso sexual. Todos eles afirmam terem sido violados e molestados durante o tempo em que viviam nesta "família" bizarra. Coincidência incríve, certo? O caso vai agora para tribunal.

Esta tragédia (abuso sexual de PELO MENOS 4 rapazes) nunca teria acontecido se os esquerdistas não se tivessem aliado à agenda homossexual, e aceite os argumentos produzidos pelos activistas LGBT de que a "paternidade" homossexual é "natural" e é um "direito" seu. Não é um direito seu.

Fonte, Via

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Homem suicida-se depois da operação de "mudança de sexo"

Vocês enviam os vossos filhos para escolas onde eles podem ser expostos a pessoas com distúrbios mentais graves, chegando ao ponto deles não saberem de que sexo são? Pois fiquem sabendo - se ainda não sabiam - que isso é profundamente perturbador para as crianças; muitas delas podem vir a sofrer algum tipo de ansiedade e medo quando lhes for dito que um homem tomou a decisão de cortar o seu apêndice reprodutor. A situação torna-se ainda pior se isso acontecer numa escola supostamente "Cristã". Onde é que a Bíblia diz para se concordar com um homem que pensa que ele é uma mulher?

Pouco antes do Natal de 2012, os alunos da escola "St Mary Magdalen’s" em Lancashire, Inglaterra, ficaram a saber que, quando regressassem das férias, o professor que eles conheciam como o sr Nathan Upton seria daí em frente conhecido como Miss Meadows.

”O sr Upton fez recentemente uma mudança significativa na sua vida e fará a transição para a vida como uma mulher,” escreveu a directora da escola, Karen Hardman. Esta carta foi amplamente difundida pelos média ingleses, e quem se revelasse preocupado com o facto duma homem resolver seguir a via da auto-mutilação como forma de satisfazer desejos subjectivos, seria catalogado de "transfóbico."

Naturalmente, muitos pais reagiram à notícia com ressentimento pelo facto das suas crianças ficarem expostas a este tipo de comportamento anormal por parte de alguém que deveria ser um exemplo para elas. Devido a isso, os pais fizeram sentir a sua preocupação junto dos média. Nathan Upton não só havia vivido como um homem, como havia sido casado e havia gerado filhos antes de decidir que queria ser uma "mulher".

Os activistas pelos direitos dos transsexuais, que exigiram apoio à sua decisão, nunca expressarão qualquer tipo de preocupação com o efeito que a decisão de Nathan teve na sua mulher ou nos filhos. E que dizer dos sentimentos dos outros membros da família, dos colegas, dos seus alunos ou mesmo dos contribuintes, que pagaram a sua operação? Todos aqueles que discordaram com a sua decisão foram acusados de "transfobia" (o politicamente correcto em acção).

Wayne Cowie, cujo filho de 10 anos tem sido aluno de Nathan há já três anos, disse que os seus filhos estavam confusos e preocupados. ‘O meu filho do meio pensa que um dia desses, ele acorda com o cérebro duma rapariga uma vez que foi-lhe dito que o sr Upton, à medida que foi envelhencendo, adquiriu o cérebro duma rapariga,’ afirmou o decorador de 35 anos. ‘Ele é um bom professor mas os meus filhos são demasiado novos para ficarem a saber a história dos pássaros e das abelhas desta forma.’

Num gesto claramente totalitário e intimidador, o sr Cowie disse que foi dito aos seus filhos que seriam punidos no semestre seguinte se continuasem a se referir ao professor como "sr Upton" e não como "Miss Meadows".

Outro pai disse também que "Isto é totalmente impróprio.... Qualquer professor que vai mudar de sexo, deve também mudar de escola."

O Fim

Três meses depois da sua operação, a "senhora" Lucy Meadows, também conhecido Nathan Upton, foi encontrado morto sem a presença de qualquer evidência que refute a tese de suicídio. Devido a isso, a polícia está a tratar este caso precisamente como um caso de suicídio. Claramente, ele era uma pessoa instável (tal como o são TODAS as pessoas que resolvem mudar de sexo), emocionalmente escamosa e sexualmente confusa que, finalmente, se arrependeu da operação drástica a que foi submetido.

A assim-chamada operação de "mudança de sexo" não muda o sexo da pessoa; nos homens, essa operação apenas cria um eunuco. Cortar o pénis e os testículos dum homem não o transformam numa mulher. Os profissionais de medicina podem até construir um orifício no meio das suas pernas mas nunca terá a aparência, a sensação ou a capacidade de reacção que o genuíno órgão sexual da mulher tem. O seu corpo ficará para sempre um corpo masculino e ele terá a necessidade de consumir elevadas doses de hormonas artificias femininos como forma de alterar o seu corpo e desenvolver seios. Escusado será dizer que ele nunca poderá ter filhos uma vez que ele não tem um útero nem ovários.

Muitos transsexuais arrependem-se da operação a que se submeteram, e pedem que a mesma seja revertida. Normalmente, isto é impossível. Nada pode tomar o lugar do pénis cortado. Talvez Nathan Upton se tenha apercebido tarde demais disto.

Os hormonas artificiais têm um impacto inevitável no cérebro da pessoa, causando alterações e intensificação das emoções. Imaginem as emoções duma rapariga adolescente a inundarem o cérebro dum homem castrado, que já não era emocionalmente são. Essas talvez sejam as razões que levaram a que Nathan enveredasse pelo suicídio, enviando assim a sua alma para o fogo eterno. Para sempre.

A brigada LGBT anunciou imediatamente que Nathan Upton foi vítima de "transfobia", e como evidência para isso eles apontam para os artigos que foram escritos em torno da sua história, e para os jornalistas que fizeram todos os possíveis para obter uma foto sua.  

Ou seja, segundo os activistas homossexuais, quando uma pessoa vê o seu nome nos jornais, e vê jornalistas a tentar obter a sua foto, isso gera em si a vontade de cometer o suicídio. Certamente que isso será uma notícia chocante para todas as figuras públicas que vêem o seu nome diariamente exposto nos jornais e nas revistas cor de rosa.  Para além disso, quando Upton cometeu suicídio, o interesse da impressa havia já arrefecido.

A verdade dos factos é que Upton cometeu o suicídio porque ele era uma pessoa perturbada. A tragédia do movimento homosexual é que o memso valida psicoses e neuroses como "direitos humanos", fazendo assim com que pessoas que PODERIAM obter ajuda profissional e viver vidas normais, vejam, em vez disso, as suas vidas destruidas em favor de sentimentos auto-destrutivos.

Fontes: Guardian, Daily Mail

Escola "Cristã"
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