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domingo, 10 de agosto de 2014

O movimento homossexual como arma da Nova Ordem Mundial

Por Servando Gonzalez

Actualmente, os líderes homossexualistas Americanos, com todo o apoio dos "presstitutes" [prostitutes + press] dentro dos média controlados pelo "Council of Foreign Relations" (CFR) estão a tentar convencer o povo Americano de que Cuba, o país mais repressivo do hemisfério Ocidental, tornou-se subitamente num céu para os homossexuais.

Mas é preciso ser-se muito ingénuo para se pensar que Cuba de Castro, país onde as mulheres, os negros, os trabalhadores, os homossexuais efeminados e practicamente todas as pessoas que não apoiam por inteiro o governo não têm direitos, os homossexuais repentinamente se tornaram nos únicos com direitos.

As paradas. na verdade, mostram que, tal como em todo o mundo, os homossexuais apoiam os opressores, incluindo os opressores de homossexuais, que, apesar das  alegações em contrário, ainda existem em Cuba de Castro. Apesar das alegações do movimento homossexual Americano em contrário, não há orgulho nenhum em ignorar o assédio que os homossexuais sofrem em Cuba, e em vez disso apoiar os seus opressores.

O movimento homossexual Americano pinta-se de liberal, progressista e socialmente consciente, mas na verdade, esse movimento tornou-se numa arma secreta do CFR, que muito provavelmente é a organização mais reaccionária dos Estados Unidos, onde magnatas do petróleo, banqueiros de Wall Street, e CEOs de empresas trans-internacionais conspiram para instalar a sociedade comunisto-fascista que eles eufemisticamente chamam de "Nova Ordem Mundial". Isto explica o porquê de não haver qualquer tipo de literatura homossexual a condenar a tirania que os conspiradores da NOM estão a forçar aos Americanos bem como aos povos de todo o mundo - incluindo os homossexuais. Isto também explica o porquê de não haver qualquer bandeira-arco-iris com as pessoas que protestam junto dos encontros Bilderberg.

Desde que o governo Russo declarou que não iria tolerar propaganda pró-homossexual durante os Jogos Olímpios de Inverno que uma enchente de propaganda anti-Rússia explodiu junto da impressa controlada pelo CRF em torno do assédio dos homossexuais na Rússia. O que o autor pró-homossexualismo que escreveu sobre o tal assédio não diz, no entanto, é que os militantes homossexuais são conhecidos por levarem a cabo ataques falsos como forma de passarem a imagem de vítimas e demonizar os seus adversários.

Mal Ronald Reagan chegou à Casa Branca, começou a trabalhar duramente para dar seguimento ao seu sonho de colocar um fim ao império Soviético. Reagan não odiava o povo Russo, e nem queria destruir a Rússia. O que ele queria era que eles fossem livres do opressivo regime Soviético. Não é de admirar que Reagan tenha sido alvo do ódio dos conspiradores do CFR que haviam criado e mantinham artificialmente vivo o império maligno que estava a escravizar o povo Russo.

Num daqueles paradoxos da História, em apenas alguns anos a Rússia tornou-se no país que Reagan tinha em mente, enquanto que os Estados Unidos, sob o controle de alguns psicopatas, está a caminho de se tornar no império maligno que ele tanto odiava. Alguns Republicanos "conservadores" não aceitam a possibilidade da Rússia se estar a transformar num país Cristão. Bem, não os posso culpar visto que se há vinte anos atrás alguém me tivesse dito que os Estados Unidos se tornariam numa ditadura  comunisto-fascista anti-Cristã, eu não teria acreditado, mas isso está a acontecer bem à nossa frente.


VLADIMIR PUTIN


Sem dúvida alguma, que Putin, tal como a família Bush, os Clintons e Obama, pode ser um político corrupto e sedento de poder. Mas há uma grande diferença que faz com que ele seja um inimigo feroz dos comspiradores da NOM: ao contrário dos seus pares Americanos, Putin ama o seu país, e o seu sonho é o de tornar a Rússia num país industrializado e de primeira classe, com uma ampla classe média.

Mais ainda, Putin não está associado ao CRF, nem ao Grupo Bilderberg, nem ao "World Economic Forum" e nem a qualquer outra organização globalista. Ele não está a conspirar na sombra para eliminar a soberania da Rússia e criar a Nova Ordem Mundial - um governo global controlado por magnatas do petróleo, banqueiros internacionais, e CEOs de empresas trans-internacionais.

Ao contrario dos seus inimigos dentro do CFR, o objectivo de Putin não é o de recuar no tempo, e voltar a colocar a Rússia como a sociedade medieval  .... que os conspiradores do CFR impuseram ao povo Russo durante mais de meio século, e têm planos de fazer o mesmo em todo o mundo - incluindo os Estados Unidos. E isso faz toda a diferença. Os conspiradores globalistas do CFR odeiam Putin pelos mesmos motivos que odiavam Kennedy e Reagan, os últimos presidentes que realmente amavam a América. No entanto, não será assim tão fácil para eles verem-se livres de Putin da mesma forma que se viram livres de Kennedy e tentaram eliminar Reagan.

Apesar de toda a propaganda anti-Rússia em torno dos Jogos Olímpicos de Sochi, os líderes Russos não odeiam os homossexuais; eles pura e simplesmente não querem que o movimento homossexual transforme o evento numa plataforma de promoção da agenda da Nova Ordem Mundial que faz parte do movimento homossexual. 

Uma evidência para isto é o facto do Presidente Putin ter congratulado e abraçado a abertamente homossexual atleta Ireen Wust devido à sua medalha de ouro.

Uma evidência de que a crítica dos conspiradores do CRF às políticas anti-homossexualismo por parte de Putin são politicamente motivadas é o facto de aliados dos Estados Unidos tais como o Afeganistão, o Bangladesh, o Paquistão, o Qatar, os Emiratos Árabes Unidos, a Arábia Saudita, Singapura, o Iémen, o Uganda e o Quénia terem leis anti-homossexualismo mais severas que as leis Russas, mas isso nunca ser mencionado pelos média sob o controle do CFR.

O facto da maioria dos Russos hoje sabe quem foi que impôs o Comunismo no seu país, e o facto de alguns Cristãos dos EUA actualmente olharem para a Rússia como um aliado só prova que as pessoas estão a acordar da letargia induzida pelos média. Não é possível enganar todas as pessoas para sempre.

Aquelas pessoas que actualmente nos querem convencer de que o comunismo ainda se encontra a controlar a Rússia são os mesmos que nos disseram que Saddam Hussein era uma ameaça para os EUA porque ele tinha armas de destruição maciça. [ed: Saddam provavelmente não era uma ameaça para os Americanos mas era um tirano genocida que usava armas químicas contra o seu próprio povo.] Aparentemente, a colaboração entre o governo Americano e os mesmos grupos terroristas que foram inicialmente culpados pelos eventos do 11 de Setembro tornou-se tão óbvia que a "Guerra ao Terror" era insustentável e deixou de ser útil. Logo, eles voltaram a usar o mesmo antigo e fiável pseudo-inimigo: o comunismo Soviético.

Mas apesar dos seus melhores desejos, o comunismo morreu na Rússia.

Por outro lado, tal como um morto-vivo, o comunismo está a reencarnar nos Estados Unidos. Portanto, se aqueles super-patriotas estão assim tão desejosos de combater o comunismo, eles não precisam de procurar muito - e muito menos aprender Russo. O simples olhar em seu redor é suficiente para que eles se deparem com comunismo em quantidades suficientes contra o qual eles podem lutar, aqui, na América temente a Deus.

O ponto principal é que a Rússia se tornou no obstáculo principal dos planos dos conspiradores globalistas de imposição da sua Nova Ordem Mundial homossexual; é por isso que eles têm estado a rodear a Rússia, tentando colocá-la de joelhos. Actualmente, qualquer ataque à Rússia é um ataque aos amantes da liberdade do mundo, particularmente aos amantes da liberdade Americanos. Não devemos sucumbir perante a propaganda dos nossos verdadeiros inimigos.

Como uma ferramenta activa e útil da Nova Ordem Mundial, o movimento homossexual tornou-se num inimigo dos Americanos amantes da liberdade. Temos de desmascarar o movimento homossexual, e mostrar às pessoas o que ele realmente é: um movimento político reaccionário disfarçado de movimento social progressista.


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Tal como dito aqui, o aqui, o "neo-conservadorismo" e "Cristianismo" de Putin são suspeitos; para além disso, afirmar que o "comunismo morreu na Rússia" muito provavelmente é um exagero, mas o que não é exagero é que Putin é sem dúvida um dos maiores inimigos da agenda globalista.

O que interessa ressalvar do texto é que a agenda homossexual em nada está relacionada com os desejos e as ambições dos homossexuais (facto que é bem óbvio, se levarmos em conta que este movimento pouco ou nada diz do tragédia dos homossexuais nos países islâmicos) mas sim relacionada com a agenda globalista.

O ódio a Putin, portanto, centra-se na sua oposição à agenda globalista e não no facto dele e os Russos não quererem que propaganda homossexual seja exibida às crianças.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Patriarca Kirill lança mais um ataque ao gayzismo

O líder da Igreja Ortodoxa Russa pediu uma proibição nacional aos movimentos legais que visam legalizar o"casamento" homossexual, ressalvando que essa posição fundamentava-se na prória natureza do Cristianismo. Falando perante os membros da Câmara Alta, o Patriarca Kirill disse que o gesto iria proteger a família como uma instituição pública.

Em resposta à alargada discussão internacional em torno deste assunto, gostaríamos de fazer uma declaração resoluta - o casamento é a união entre um homem e uma mulher, fundamentado no amor e no entendimento mútuo, e feito de modo a permitir o nascimento de crianças.

O Patriarca Kirill prometeu que a igreja tudo fará para disponibilizar apoio a todos os estados e a todas as instituições públicas que busquem formas de proteger os valores Cristãos tradicionais. Ele ressalvou, no entanto, que tal gesto não tem como base uma tentativa de influenciar a politica, mas sim na própria natureza do Cristianismo. Quando o estado ajusta os seus gestos para estarem de acordo com as "normais morais naturais", ele não se torna religioso, mas sim num "guardão do bem comum".

Para além disso, o Patriarca afirmou que uma maior promoção da educação religiosa poderia ajudar as autoridades a lidar com o extremismo e com o terrorismo. Os cidadãos informados poderiam disponibilizar "resistência intelectual" tanto aos islamitas extremistas, bem como à cultura em massa com o seu culto ao hedonismo e à agressividade. Impulsos simples como a amizade e a coexistência pacífica, afirmou o Patriarca, não eram suficientes e a atitude correcta em relação a outras religiões só se pode basear nas suas próprias obrigações religiosas.

A Igreja Ortodoxa Russa nunca aceitou o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo mas declarações dos seus representantes tornaram-se especialmente duras à medida que tópicos relacionados com o homossexualismo passaram a estar no topo da agenda pública deste pais. Isto aconteceu no ano passado quando uma lei federal baniu a promoção das relações homoeróticas junto de menores.

A lei enfrentou com uma imensa crítica internacional, no entanto os arquitectos da lei, bem como as autoridades Russas, afirmaram que a legislação não é discriminatória, e que ela só foi aprovada como forma de proteger as crianças.

À medida que a discussão aqueceu, o líder do departamento das relações entre a Igreja e a Sociedade do Santo Sínodo sugeriu um referendo nacional em torno da introdução de responsabilidade criminal para os homossexuais (algo que foi abolido da Rússia em 193, pouco depois do colapso da União Soviética).

No entanto, a ideia do clérigo ainda não se materializou. Para além disso, numa entrevista dada recentemente o presidente Vladimir Putin minimizou a questão ao afirmar que a Rússia era um estado secular e que era pouco provável que essa medida obtivesse algum momentum.

Pravmir.Com.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Sochi: Ban Ki Moon condena "discriminação" contra homossexuais

O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou hoje qualquer discriminação contra os homossexuais e apelou para que lutem contra os ataques que possam sofrer, num discurso em Sochi, Rússia, na 126ª Sessão do COI (Comité Olímpico Internacional).
Ban abordou de forma directa um dos assuntos que mais gerou polémica durante a preparação para os Jogos Olímpicos de Inverno que começam amanhã em Sochi, devido a aprovação na Rússia de leis consideradas discriminatórias para os homossexuais.

No seu discurso perante a assembleia olímpica, o secretário geral disse que estava ciente de que «o artigo 6 da Carta Olímpica salienta a oposição do COI a toda a forma de discriminação».
«Devemos levantar as nossas vozes contra os ataques a lésbicas, gays, bissexuais, transexuais ou intersexuais», enfatizou. «Devemos ser contra as prisões e restrições discriminatórias», sublinhou Ban.

Trata-se da primeira vez que um secretário geral das Nações Unidas discursa numa sessão do COI.
«Hoje estou em Sochi para testemunhar a união dos países, num espírito de boa vontade e competição amigável», disse.

Referindo-se às iniciativas conjuntas empreendidas pelo COI e pela ONU para transformar o desporto numa ferramenta de mudança social, Ban salientou que ambas as organizações partilham os mesmos ideais de «sustentabilidade, universalidade, solidariedade e não discriminação».

O presidente do COI, o alemão Thomas Bach, respondeu com um discurso onde destacou igualmente que o desporto «é a favor do respeito e contra toda a discriminação».

«Os princípios olímpicos são os princípios das Nações Unidas», frisou ainda.

Ban Ki-moon participará sexta-feira da cerimónia de abertura dos Jogos de Sochi, um acto que não contará com a presença de outros dirigentes mundiais, como forma de expressar o desacordo com a legislação russa em relação aos homossexuais.

Fonte

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Obviamente que 1) Ki-moon nunca diria este tipo de coisas num país islâmico e 2) não há "discriminação" nenhuma na Rússia.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Pavel Astakhov e a maldição

O Procurador Geral para os Direitos das Crianças da Rússia, Pavel Astakhov, declarou que os políticos do país que apoiam os casamentos [sic] homossexuais devem ser amaldiçoados. 

Em entrevista à agência de notícias Interfax, ele afirmou que a chamada liberdade de relacionamentos não concede à mísera minoria o direito de destruir a humanidade.

Descrevendo a contemporaneidade como uma situação em que o entendimento da família é alterado para incluir noções como “qualquer união”, “quaisquer cidadãos” e “qualquer sexo”, Astakhov revelou temer que num futuro próximo os casamentos possam ser realizados também entre “qualquer quantidade” de pessoas.

Encarregado pelo Presidente russo, Vladimir Putin, para defender os direitos das crianças na Rússia, ele destacou que aqueles que apoiam a desestruturação da família devem ser banidos e amaldiçoados pelos séculos como destruidores da raça humana.

Fonte

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Sempre bom colocar a guerra entre o lobby homossexualista e a sociedade como uma guerra pela preservação da família e não uma forma de controlar o que as pessoas fazem na sua privacidade.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Russos dizem "Nyet" à adopção de crianças russas por duplas homeróticas suecas.

A Federação Russa colocou um fim a todas as adopções feitas por pais Suecos seguindo uma decisão legal que proíbe a adopção internacional para países que legalizaram o pseudo-casamento homorético. Jonas Friberg da agência "Adoptioncentrum" na Suécia disse o seguinte à "Sveriges Television" (SVT):

Isto é terrível. Temos 13 crianças em orfanatos Russos que já foram oferecidos a pais Suecos e com quem até já se encontraram.

Representantes das autoridades Russas e da embaixada Sueca encontraram-se ontem para discutir a situação legal em torno da adopção de crianças Russas. Segundo a reportagem da SVT, a Rússia busca formas de estabelecer acordos com os países em questão de modo a que estes se certifiquem de que as crianças Russas não acabarão  nas mãos e pais lgbt.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros Sueco já confirmou que ainda não houve início de negociações formais, mas que os encontros tem como propósito esclarecer o alcance práctico da nova lei.

Entretanto, durante uma entrevista emitida na Quinta-Feira, Vitaly Milonov (político Russo) qualificou os homossexuais de "pervertidos", alegando que as crianças estariam melhores ficando nos orfanatos Russos:

Os pervertidos? Não, isso não é aceitável. Os homossexuais são uns pervertidos e nunca deveriam ter permissão para adoptar crianças. . . . As crianças que crescem nesse tipo de ambiente ficam psicologicamente destruídas.

No dia 30 de Junho deste ano, o Presidente Russo Vladimir Putin assinou uma proposta de lei que proíbe a propaganda homossexual e "outro tipo de relações sexuais não-tradicionais junto de menores".  Os críticos da lei alegam que a terminologia da lei é vaga, e que ela ilegaliza todas as expressões dos "direitos lgbt", incluindo as paradas de Orguluho Homossexual, as mãs dadas e os beijos em público.

Para além disso, esta nova lei  está a servir de base para que os grupos afiliados aos "direitos lgbt" desenvolvam esforços tendo em vista o boicote dos Jogos de Inverno que se irão realizar em Sochi. O apelo ao boicote foi já rejeitado por alguns activistas lgbt russos, alegando que o gesto seria contra-produtivo.

A atleta Sueca Emma Green Tregarocaused provocou já algum tumulto no mundo do desporto ao pintar as unhas segundo o padrão do arco-iris como forma de "protesto silencioso" contra a lei Russa. Por outro lado, a atleta Russa Yelena Isinbayeva atacou a Cueca, afirmando que a sua atitude foi uma "falta de respeito para com o nosso país".

Fonte: http://www.thelocal.se/50596/20131004/

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Algumas pessoas podem ficar alarmadas com a frontalidade Russa em relação ao comportamento homossexual, mas há uma coisa que os distingue da Europa Ocidental: os Russos não se vergaram perante o deus com o nome de politicamente correcto, e devido a isso, eles dizem o que realmente pensam. Aqui no Ocidente, a maioria das pessoas não fala da mesma forma, não porque não pensa da mesma forma, mas porque teme represálias por parte da Gaystapo e dos seus lacaios governamentais.

Os Russos não são nem mais nem menos do que o resto da humanidade: o que se passa é que eles são livres para dizer o que pensam do comportamento homossexual.

Quando o politicamente correcto for finalmente destruído no Ocidente, muitos homossexuais ficarão genuinamente surpreendidos ao se aperceberem que a opinião que os Russos têm do comportamento homossexual é a opinião consensual entre toda a humanidade.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Serão os Russos livres para proteger as suas crianças?


O "establishment" mediático mundial encontra-se num estado de revolta devido à mais recente lei russa que proíbe a promoção do homossexualismo, e de outros comportamentos sexuais depravados, entre menores. A Reuters, a AP, o New York Times e a BBC queixaram-se da nova lei, afirmando que a mesma é uma forma de discriminação contra os homossexuais, mas as suas palavras têm a aparência de hipérbole e não de qualquer outra coisa.

Se levarmos em conta o que o NYT (New York Times) escreve, ficaremos com a impressão de que os Russos decidiram enviar os homossexuais para os Gulags, mas a lei Russa efectivamente funciona como um imposto sobre as manifestações *públicas* de homoerotismo. Eis a forma como o NYT sumariza a lei:

Sem definir o que é "não-tradicional", a nova lei proíbe a disseminação de informação "com o propósito de formar, junto das crianças, um fundamento sexual não-tradicional." A lei proíbe também caracterizar "a atractividade" de tais relações e proíbe que se afirme "a equivalência social entre as relações tradicionais e as relações não-tradicionais." As multas variam de $155 por cada indivíduo para $31,000 por cada fonte de informação mediática.

Dificilmente $155 é uma quantia fora do alcance por parte de homossexuais que se querem beijar em público.

Embora os Russos não queiram de modo algum encorajar o homossexualismo, eles não querem também criminalizá-lo e nem discriminar os homossexuais (como afirmaram algumas fontes de informação). Os homossexuais Russos têm os mesmos privilégios que todos os outros Russos, mas eles não podem promover o homossexualismo (como se este acto sexual auto-destrutivo fosse algo de positivo) junto de crianças, do mesmo modo que o Mayor Bloomberg quer banir as bebidas açucaradas, e do mesmo modo que Michelle Obama quer que comida pouco saudável seja retirada cafeteiras.

Os média têm caracterizado esta lei como uma medida pouco razoável energizada por "grupos religiosos radicais", mas esta forma de pensar não explica o porquê desta lei ter sido aprovada de modo unânime pela câmara inferior do parlamento Russo (só com uma abstenção). Dificilmente a Rússia pode ser caracterizada como uma nação religiosa, mas a lei tem um apoio sobrepujante nas instituições legisladoras.

De modo consistente, a Rússia tem negado licenças aos grupos que tencionam levar a cabo paradas de "orgulho" homossexual, algo que poupa as crianças e o público em geral de presenciar o mesmo tipo de comportamento que é observado nas praças e nas ruas da Europa Ocidental e nas ruas dos Estados Unidos.

Semelhantemente, os órgãos de informação têm ressalvados incidentes onde pessoas LGBT têm sido vítimas de violência sem ressalvar (ao mesmo tempo) que a maior parte dos manifestantes junto ao parlamento Russo eram a favor da lei, e que a violência em nada estava relacionada com os os desejos da maioria dos manifestantes Russos.

A lei que proíbe a promoção do homossexualismo entre as crianças simplesmente codifica o sentimento Russo de proteger os interesses das suas crianças, e não o não-existente interesse em perseguir os homossexuais. A realidade dos factos é que o homossexualismo está associado a uma incidência 20 vezes superior de contágio com o vírus HIV, bem como a outras estatísticas em torno da saúde deficitária, tais como maior incidência de consumo de drogas e álcool, depressão e até suicídio. 

Com dados médicos como estes, não é de admirar que os Russos queiram proteger as suas crianças de enveredar por um estilo de vida com tais consequências médicas nefastas. O que ainda permanece por averiguar é o motivo que leva os média do Ocidente a ficar em tal estado de revolta.



sábado, 15 de junho de 2013

Rússia aprova lei que pune propaganda homossexual e ofensas religiosas

A lei contra a propaganda homossexual, um diploma fortemente criticado  pelos activistas dos direitos humanos, foi aprovada com os votos de 436 deputados  da Duma (câmara baixa do Parlamento russo). 
O texto já tinha sido discutido pelos parlamentares russos emJ aneiro  passado, tendo sofrido várias alterações durante os últimos meses. Uma das  modificações foi a substituição do termo "homossexualidade" por "relações  sexuais não tradicionais".  

"Qualquer que seja o termo utilizado na lei, não restam dúvidas que  se trata de discriminação e de uma violação dos direitos" dos LGBT (lésbicas,  gays, bissexuais e transgénero), denunciou a organização não-governamental  Human Rights Watch, num comunicado.  

"As relações sexuais tradicionais são as relações entre o homem e uma  mulher", afirmou hoje Elena Mizoulina, deputada do partido Rússia Justa  (centro-esquerda) e coautora da lei, durante o debate parlamentar.  

"Estas relações precisam de ser protegidas pelo Governo", reforçou a  mesma deputada.  

Segundo a nova lei, uma pessoa individual que infringir as normas estabelecidas pode incorrer numa coima entre 4.000 rublos e 5.000 rublos (100 e 125 euros),  enquanto uma pessoa titular de um cargo público arrisca uma multa entre  40.000 e 50.000 rublos (1.000 e 1.250 euros). Se o infractor for uma entidade jurídica a coima pode oscilar entre os 800.000 e um milhão de rublos (19.000  e 23.500 euros).  

As sanções são mais severas quando a propaganda é divulgada através  da Internet, com a lei a prever uma pena de prisão até 90 dias.  

Os cidadãos estrangeiros também são abrangidos pela nova lei, podendo enfrentar uma multa até 100.000 rublos (2.300 euros), mas também uma pena  de prisão de 15 dias ou a expulsão do país.  

Vários militantes homossexuais estrangeiros deslocam-se regularmente à Rússia para dar o seu apoio a manifestações promovidas pelos movimentos e ativistas da comunidade 'gay' russa, protestos normalmente interditos  e reprimidos pelas autoridades locais.  

Várias assembleias legislativas locais já adotaram textos similares,  como é o caso de São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia.  

Em Agosto do ano passado, quando a cantora norte-americana Madonna actuou  naquela cidade, um deputado da assembleia legislativa de São Petersburgo  acusou a artista de violar uma lei local que proíbe a propaganda da homossexualidade e da pedofilia para públicos menores de idade.  

Durante a actuação em São Petersburgo, a cidade natal do actual Presidente  russo, Vladimir Putin, a cantora fez uma inflamada defesa dos direitos dos  homossexuais russos, cujas associações estão proibidas de celebrar marchas  de orgulho gay.  

Na Rússia, a homossexualidade foi considerada crime até 1993 e uma doença  mental até 1999.  

Os deputados da Duma também aprovaram hoje uma lei que proíbe "ofensas  aos sentimentos religiosos de crentes" e que prevê uma pena máxima até três  anos para os infractores. O diploma foi aprovado com 308 votos a favor e  dois contra.  

A lei pune "os actos públicos que expressam um desrespeito para com a sociedade, com o objectivo de ofender os sentimentos religiosos de crentes". 

A par da pena de prisão, a lei prevê igualmente coimas que podem atingir os 300.000 rublos (7.500 euros) ou 240 horas de trabalho comunitário.  

A aprovação desta lei ocorre depois do caso das três jovens do grupo  'punk' russo Pussy Riot.  

As jovens entraram encapuzadas em Fevereiro de 2012 na catedral do Cristo Redentor (ortodoxa) em Moscovo e cantaram uma canção de protesto na qual  pediam à Virgem para "perseguir" o Presidente russo Vladimir Putin.  

As três mulheres foram condenadas em Agosto passado a dois anos de prisão  por um tribunal de Moscovo por "vandalismo" e "incitamento ao ódio religioso". 

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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Rússia ameaça proibir adopção para países que adoptam "união" gay

A Rússia ameaça modificar os acordos de adopção com os países que autorizam o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo, afirmou o presidente russo Vladimir Putin, três dias depois da França legalizar o matrimónio [sic] homossexual.

"Considero que temos o direito de fazer modificações. Devemos reagir ao que está acontecendo ao nosso redor", declarou Putin, durante um encontro com deputados em que destacou as "tradições culturais e as normas éticas" da Rússia.

O Parlamento russo provocou polêmica recentemente ao proibir a adopção de crianças russas por famílias americanas. A lei foi aprovada, em parte, como represália por uma legislação relativa aos direitos humanos adotada pelo Congresso americano.

A Rússia descriminalizou o homossexualismo em 1993 e oficialmente o eliminou da lista de transtornos psiquiátricos em 1999. Mas a homofobia ainda é muito forte no país e quase nenhuma personalidade pública admitiu ser gay.

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Tempos terríveis os nossos onde um dos países que mais luta contra a ditadura gay (no seu país) seja o mesmo país que deu apoio a essa ideologia nos outros países.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

“Direitos dos homossexuais não são violados na Rússia”, diz Putin

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que as minorias sexuais em seu país gozam dos mesmos direitos e liberdades que os outros cidadãos e apelou a um consenso com a comunidade gay. "Temos que chegar a um acordo, compreender e desenvolver certas regras civilizadas. Acho que é algo possível", disse o líder russo em uma conferência de imprensa conjunta com o Primeiro-Ministro holandês Mark Rutte, na segunda-feira, 8.

Referindo-se às controversas leis que proíbem a chamada propaganda homossexual em muitas regiões da Rússia, Putin explicou que a iniciativa era das administrações regionais e locais e não do governo federal. "É indicativo do sentimento geral da sociedade russa”, disse ele, salientando que as autoridades federais não podem ignorar a opinião pública. 

No entanto, o presidente russo lembrou que um dos maiores problemas que a Rússia enfrenta actualmente é a questão demográfica e observou a esse respeito que, "dos casamentos homossexuais [sic], não nascem filhos". Ele também argumentou que as uniões entre pessoas do mesmo sexo são "difíceis de imaginar" em algumas regiões do país com populações mais tradicionais, especialmente nas áreas de maioria muçulmana, como a Chechênia.

A visita de Putin à Holanda, primeiro país a legalizar o casamento homossexual, foi acompanhada por um protesto da comunidade LGBT contra a polémica lei russa que proíbe a propaganda entre menores de idade. Aproximadamente, 1.000 activistas se reuniram na Segunda-feira, 8, em frente ao Museu da Navegação de Amsterdão, onde o presidente russo se reunia com o primeiro-ministro holandês. 

Muitas regiões da Rússia, incluindo Novosibirsk, São Petersburgo e Kaliningrado, entre outras, já adoptaram um sistema de multas para quem for acusado de fazer propaganda da homossexualidade entre menores. Além disso, a Duma, câmara baixa do Parlamento russo, aprovou em janeiro, em primeira leitura, uma regra semelhante a nível nacional. O projecto, promovido por uma das assembleias legislativas regionais, recebeu 388 votos a favor e apenas um contra.

A comunidade gay da Rússia está há anos tentando fazer sua marcha na capital da nação. Até agora, o Conselho Municipal de Moscovo negou todos os pedidos neste sentido e, em Outubro, passado a recusa foi aprovada pelo Tribunal de Moscovo.



Fonte
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