segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Paris: Autarcas manifestaram-se contra "casamento" homossexual

Dezenas de autarcas e outras autoridades reuniram-se hoje, em Paris, para denunciar o projecto de lei sobre o "casamento" homossexual, na véspera de uma grande manifestação de apoiantes do "casamento para todos".

Os manifestantes, do grupo "Autarcas pela Infância", estiveram reunidos na praça de Trocaderó, sob uma bandeira azul, branca e vermelha, que trazia a inscrição "Liberdade, igualdade e fraternidade para as crianças também", presenciou o jornalista da agência noticiosa francesa AFP.

 Os autarcas vieram de várias regiões de França e pediram "solenemente ao Presidente da República para retirar o projecto de lei sobre o casamento e adopção por pessoas do mesmo sexo", que será debatido a 29 de Janeiro no Parlamento francês.

Centenas deles, com lenços tricolores, apelaram a "todos os funcionários públicos unirem-se aos franceses no dia 13 de Junho a Paris (data de uma outra manifestação organizada pelo movimento contra o casamento homossexual) para manifestarem-se pelo compromisso com o "casamento" entre um homem e uma mulher e lembrar que uma criança precisa de pai e mãe". 

Brigitte Kuster, da UMP (União Por um Movimento Popular, de direita) e responsável do 17º distrito de Paris, denunciou "o debate retraído" sobre o tema e pediu "a revogação do texto que se apresenta".
 
"Tocamos na fundação da sociedade, cujo acto fundador é o casamento. Que duas pessoas do mesmo sexo queiram unir-se, é normal, mas o casamento tem o propósito de criar uma família e vemos um problema nisso (no "casamento" homossexual) ", disse Brigitte Kuster.

O grupo "Autarcas para a Infância" reúne cerca de 17 mil autarcas e adjuntos de vários partidos.
O encontro de hoje aconteceu na véspera de uma "manifestação pela igualdade", que acontecerá na tarde de Domingo, em Paris, e que está a ser chamada de "Inter-LGTB".

Fonte





sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Os grupos de risco


Os resultados do estudo comportamental levado a cabo no início deste ano foram apresentados num fórum, na Cidade de Belize. O estudo em questão revela que o uso do  preservativo entre os homens que tem sexo com outros homens (HSH) e pessoas com o HIV é inferior a 70%. Ou seja, por cada 100 HSH/seropositivo que tem relações sexuais, menos de 70 usa "protecção".

O programa nacional de HIV do ministério de saúde de Belize, que faz parte duma iniciativa mais alargada levada a cabo pela "Central American Behavioral" como forma de aumentar a monitorização do HIV, levou a cabo a sondagem entre os identificados grupos de risco, incluindo HSH, prostitutas e pessoas com o HIV.

O objectivo era o de documentar o comportamento de risco associado ao HIV nas três populações mencionadas, e determinar o predomínio do HIV e DST [Doenças Sexualmente Transmitidas] nos vários grupos.

Entre as "funcionárias do sexo" o uso de preservativo era de 81%. O mesmo estudo mostrou também que apenas 33% das prostitutas inquiridas sabia como o HIV era transmitido, ao mesmo tempo que 57% dos HSH sabia. Curiosamente, o estudo mostrou também o predomínio de HIV entre os HSH testados era mais elevado, com 13.8%, ao mesmo tempo que as "operárias do sexo" mostravam uma ocorrência na ordem dos 0,9%.

Ou seja, entre estes dois grupos, aquele que tem uma maior percepção da forma como o HIV é transmitido, não só é o grupo que menos usa "protecção", como é o grupo mais fustigado com o HIV.

Portanto, eles sabem que podem contrair o HIV, mas escolhem não usar protecção.

O Dr. Marvin Manzanero diz:

Preliminarmente, acho que com as pessoas seropositivas, que é o que já apresentamos até agora, estamos a apurar que há um reduzido uso do preservativo. Existe uma quantidade suficiente de conhecimento por parte das pessoas, mas parece que o conhecimento não está a ser traduzido para uma alteração comportamental.

Para as operárias do sexo apuramos uma inferior prevalência de HIV do que aquela que está a ser reportada noutros países da América Central: é inferior a 1%. Mas elas possuem um predomínio mais elevado de IST [Infecções Sexualmente Transmitidas] e um inferior uso consistente do preservativo.

No grupo dos HSHs temos um predomínio que parece mais elevado do que nos outros países centro-americanos, e também um baixo uso consistente do preservativo.

De modo geral, esta é a imagem instantânea do que fizemos com os dados preliminar.

Entre Janeiro e Julho de 2012, um total de 252 pessoas com HIV foram recrutadas para o estudo - um total de 107 homens e 145 mulheres. Perto de 55% das pessoas com HIV tinham mais de 35 anos de idade.

Esta é a primeira vez que fazemos um estudo desta envergadura. Historicamente, nada disso tinha sido feito em Belize: este é o primeiro grande estudo.  . . . Supostamente esta informação é para ser usada para o desenvolvimento de políticas, planeamento e outro tipo de modificações que teremos que fazer à nossa estratégia actual usada para lidar com o HIV.(...)

O estudo comportamental mostrou que a maioria das pessoas a viver com o HIV são de estratos sociais mais baixos.

* * * * * * *
A política mais eficaz para combater o HIV é aquela que envolve a promoção de comportamentos sexuais saudáveis, a defesa da família, e a defesa dos valores morais conducivos para a propagação da espécie e da educação de crianças. Mas nada disso vai ser feito porque isso seria "estigmatizar" um "grupo oprimido".

Entretanto, vamos continuar a assumir que uma virgem de 24 anos é tão capaz de contrair o HIV como o homossexual de 24 anos, quando todos nós sabemos que isso é estatisticamente falso.



quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

O ridículo da geração


Nos múltiplos referendos anexos às últimas eleições americanas, três estados votaram a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Na França, a medida foi aprovada há pouco e Nova Zelândia, Inglaterra e Escócia preparam-se para a adoptar. Existe claramente uma onda triunfal, sobretudo entre países ricos, que parece inverter o panorama neste tema. Assim esta geração muda a milenar definição de matrimónio. O mais espantoso nisto é ninguém parecer dar-se conta do ridículo da situação.

Primeiro, esta suposta grande conquista dos direitos humanos não envolve nada de realmente importante. Não estão em causa pessoas mortas, feridas, presas ou sequer incomodadas na sua vida pessoal. É literalmente uma questão de secretaria. Quando a nossa geração pretende emular as lutas dos tempos heróicos contra escravatura, pena de morte ou pelos direitos dos trabalhadores e minorias, o melhor que consegue é isto. A seguir deve ir tratar de maçanetas para canhotos ou semáforos para daltónicos. Não é por falta de assuntos graves, pois, entre muitas outras injustiças clamorosas que passam impunes, temos milhões de embriões chacinados pelo aborto todos os anos. Mas esta geração toma isso como conquista democrática.

O segundo aspecto é que o tema escolhido cai logo na área em que as nossas instituições têm feito ultimamente os maiores disparates. Durante milénios, o Estado não casava ninguém, deixando isso ao costume social ou às entidades religiosas. Em Portugal, o casamento civil só surgiu em 1832, obrigatório a partir de 1911. Na Inglaterra foi apenas em 1837, na Alemanha em 1875; até a França, a mais antiga, teve-o unicamente em 1792. A situação anterior é razoável por ser sumamente aberrante o rei pretender regulamentar o amor. Só um tempo como o nosso, com uma doentia ânsia legislativa, aspira a tal coisa.

O pior é que nestas poucas décadas o Estado conseguiu fazer uma salganhada de uma responsabilidade tão importante. Neste momento, em Portugal, custa mais despedir a criada do que o marido, pois o contrato de casamento é mais frágil do que o de trabalho ou sociedade. Como além disso a lei fez questão de estender aos solteiros os direitos dos casados, através da promoção das uniões de facto, a instituição do casamento civil é hoje quase inepta. Afinal os antigos tinham razão. De fora até pode parecer que o Estado ocupou-se da instituição apenas para a abandalhar.

Não admira que as pessoas ultimamente se tenham deixado disso. Os valores de 2010, último ano disponível, são de 3.8 casamentos por mil habitantes, descendo de mais de sete em 1992 e quase dez em 1973. Parece que hoje em dia os homossexuais são os únicos que querem casar-se. Aliás nem esses, pois, após séculos de repressão, o surto inicial de casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo gerado pela Lei 9/2010 de 31 de Maio foi de... 266 em 2010. Uma marcante conquista da civilização, como se vê!

O pior é que este campo, onde tantos activistas se esforçam generosamente por conseguir avanços, é precisamente aquele em que se situam as grandes calamidades desta geração. Só que não é desse lado, mas precisamente do oposto. Os dramas da solidão, traição, traumas infantis, promiscuidade são consequência directa da mesma ideologia antifamília que triunfa nestes supostos avanços. A taxa de divórcio já é 2.6 por mil habitantes. Ou seja, por cada 19 uniões novas desfazem-se 13. A nossa taxa de fertilidade, 1.3 filhos por mulher, das mais baixas do mundo, está ao nível de catástrofe demográfica. Os problemas psicológicos, educacionais, culturais, sociais, económicos e financeiros que isto cria seriam inimagináveis se não os observássemos quotidianamente. É um processo de demolição da sociedade e civilização portuguesa e ocidental sem precedentes.

Será difícil as gerações futuras entenderam como foi possível ignorar problemas tão vastos, graves e influentes, indo perder tempo com questões laterais e menores. Mas seremos pouco castigados, pois a devastação desta geração tornará as seguintes pequenas, esparsas e traumatizadas.


domingo, 9 de dezembro de 2012

Gayzistas tentam forçar Cristãos a contradizer a sua fé


Num país livre, a actividade económica é fomentada pela troca voluntária de valor por valor. Num país comunista, toda a actividade económica é levada a cabo pelo governo tendo como base uma motivação coerciva. Superficialmente, o fascismo pode parecer o primeiro mas está mais próximo do segundo. Debaixo do fascismo, tu podes ter o teu negócio mas os lucros vão ser parcialmente confiscados para a futura redistribuição. Tu não escolhes a forma como vais avançar com o teu negócio, nem mesmo com quem vais fazer negócio; tudo isto é determinado pelos burocratas (que, no fundo, são os verdadeiros donos do "teu" negócio).

Se a isto aliarmos a militância fascista de alguns segmentos da sociedade, ficamos com coisas como esta.

Uma comisssão do Kentucky anunciou o seu apoio a um grupo LGBT que está a processar uma companhia Cristã por esta se ter recusado a imprimir camisas do dito grupo porque, afirmaram eles, violava a sua fé religiosa. Em Março último, Blaine Adamson, dono da "Hands On Originals" (HOO), em Lexington, Kentucky, recusou-se a gravar camisas para a "Gay and Lesbian Services Organization" (GLSO) porque não concordava com a mensagem "orgulho gay" que o grupo LGBT queria ver nas camisas. 

Num vídeo presente no site da AD, Adamson afirmou:

Quero que a verdade seja ouvida. Não se dá o caso de termos placas na nossa porta a dizer "Acesso Impedido aos Gays". Nós trabalhamos com qualquer pessoa. Mas se há mensagens que contradizem as minhas convicções, então eu não posso promovê-las.

O texto que seria colocado na parte da frente das t-shirts diria “Lexington Gay Pride,” e na parte de trás das mesmas seria impressa uma lista de patrocinadores.

Adamson disponibilizou-se para indicar outra companhia que fizesse o serviço pelo mesmo preço, mas em vez disso a GLSO deu entrada a um processo legal contra a HOO, alegando que esta companhia havia "violado" leis locais ao descriminar pessoas com base na sua orientação sexual.

* * * * * * *

Os militantes homossexuais poderiam ter impresso as suas t-shirts em qualquer companhia não-Cristã, mas o seu propósito era mesmo o de forçar os Cristãos a ajoelharem-se perante o deus esquerdista Depravação, ou fazer os possíveis para que esta companhia entre em bancarrota devido aos processos legais punitivos.

Isto é o gayzismo.

Por esta altura é mais ou menos óbvio que as leis da "não-descriminação" são uma farsa uma vez que elas não foram feitas para acabar com a descriminação, mas sim para dar o poder de descriminar apenas às pessoas com a ideologia política "certa" [esquerdistas]. Note-se que nem se pode dizer que haja preconceito contra os gays porque se os mesmos gays requisitassem camisas com mensagens não-LGBT, a companhia teria todo o gosto em executar o serviço.

Mas não. O propósito é mesmo fazer os Cristãos agir de modo que viole a sua fé religiosa.

Estas leis são aplicadas de modo selectivo, obviamente. Imagine-se o que aconteceria se um homem entrasse numa loja cujos donos fossem negros e pedisse que estes gravassem t-shirts com mensagens de apoio ao Ku Klux Klan, e posteriormente processasse a loja se estes educadamente se recusassem a realizar o pedido. Obviamente que este processo legal seria rejeitado em menos de 5 minutos, e este homem muito provavelmente seria ele mesmo alvo dum processo legal.

Mas no ocidente sob o domínio esquerdista os homossexuais são (por enquanto) um grupo "protegido" e "fofo". Devido a isso, a elite esquerdista que controla os destinos do Ocidente usa o movimento gay para forçar os Cristãos a escolher entre os seus valores morais e a sua subsistência económica.

Como diz o Olavo de Carvalho, a perseguição ideológica é apenas um passo até a perseguição física. A perseguição que a elite faz aos Cristãos não se prende com o facto desta elite se preocupar assim tanto com o que acontece como os homossexuais, mas sim com o facto dos Cristãos serem Cristãos. O propósito não é proteger os homossexuais mas sim destruir o Cristianismo.

Só que no dia em que a elite esquerdista conseguir destruir por completo a influência Cristã no ocidente, o movimento homossexual perderá a sua importância, e os seus membros serão tratados como sempre foram tratados os homossexuais em quase todas as ditaduras comunistas. [Pergunta: Quantas paradas gay existem em Cuba e na Coreia do Norte?]

Portanto, é uma perda de tempo dirigir ódio aos homossexuais como grupo, ou mesmo aos líderes do movimento gay, uma vez que eles mais não são que idiotas úteis do Marxismo Cultural. O mais importante é revelar a agenda esquerdista que motiva o movimento gay, e expô-la publicamente como um passo na direcção do totalitarismo político.

Vítimas de preconceito e ódio gayzista.



Algumas imagens


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