"E há-de ser que, o que escapar da espada de Hazael, matá-lo-á Jeú" - 1 Reis 19:17
Por Rivka Edelman
O recente artigo de Janna Darnelle publicado pelo site
Public Discourse com o título de
“Breaking the Silence:Redefining Marriage Hurts Women Like Me—and Our Children,”
revela o que se encontra por trás das imagens reconfortantes de
famílias [sic] homossexuais segundo o ponto de vista da mãe. Como
alguém que foi educada por uma mãe lésbica, gostaria de deixar a minha
opiniâo. Eu não só irei comentar como antiga criança que era toda
sorridente nessas fotos, mas também como uma académica, mulher, mãe e
feminista.
O artigo de Darnelle atingiu um nervo que tornou-se viral. Não é
surpreendente que no espaço de algumas horas, os activistas lgbt se
tenham organizado contra ela. Os guerreiros do teclado pegaram nos
baluartes, e pouco tempo depois os bandidos do costume pegaram nos seus
tacos e nos seus forcados.
Para aqueles de entre vós que evita a paisagem subterrânea dos debates
em torno da paternidade homossexual que ocorrem online, é importante
que fiquem a conhecer
Scott
“Rose” Rosenzweig,
um activista lgbt virulentamente misógino.
Mal o artigo de Darnelle foi
publicado, Rose entrou em acção, enviando dardos a partir do seu blog Good As You
para outros sites num esforço levado a cabo como forma de destruir
Darnelle pessoalmente.
(Os comentários obsessivos de Scott Rose feitos na internet atraíram
também a atenção de outras agências noticiosas.)
O ex-marido de
Darnelle deu também a sua opinião: sendo um homem bastante prestável,
ele deixou a informação pessoal dela na secção de comentários de vários
blogues activistas [lgbt], incluindo o seu nome completo.
Janna Darnelle escreveu sob um pseudónimo como forma de proteger a sua
família, mas infelizmente os comentários do seu ex-marido ajudaram
Scott Rose a embarcar numa campanha de assédio e intimidação. Tal como
irei discutir mais embaixo, Scott Rose não se limitou a tentar levar a
cabo um assassinato de carácter pela internet, mas chegou a entrar em
contacto com o patrão de Darnelle como forma de tentar que ela fosse
despedida.
Os leitores certamente que se lembrarão que o artigo de Darnelle fala
do seu divórcio com o seu ex-marido e a sua luta como mãe solteira
levada a cabo como forma de providenciar algum tipo de orientação à sua
família. Embora as suas conclusões sejam controversas, a sua história
está bem escrita e bem articulada. Infelizmente, a resposta motivada
pelo ódio da parte dos activistas lgbt extremistas e dos blogueiros
confirma o que muitas mulheres começam a reparar. Embora estes
activistas elogiem o ex-marido dela por "viver a sua verdade", eles têm
as mulheres e as crianças em tão pouca consideração que se recusam a
reconhecer a legitimidade das difíceis experiências vividas por ela
como mãe.
Embora eles aleguem representar os desfavorecidos, certas alas do
movimento pelos direitos dos lgbt funcionam como um grupo dos direitos
dos homens totalmente composto só por homens brancos. No nosso clima
actual, estes homens têm permissão para causar grandes males às
mulheres e às crianças impunemente.
Apagando e Explorando as Mulheres
Superficialmente, o que Darnelle descreveu poderia ter paralelos com um
divórcio heterossexual. Na maioria dos casos, o padrão de vida das
mulheres cai significativamente depois dum divórcio, enquanto que o dos
homens sobe de modo significativo [ed: ?]. Portanto, segundo este
mentalidade, não houve nada de surpreendente na história da Janna: o
juiz favoreceu o marido, que tinha um rendimento estável.
Os blogueiros e os activistas do blogue Good as You,
de Jeremy Hooper, usaram a decisão do juiz para sugerir que Darnella
era uma mãe incapaz. O artigo de Darnelle nõ forneceu detalhes sobre o
arranjo feito em torno da custódia, já confirmei que a mãe tem 60% da
custódia das crianças. Isto indica que ela não foi considerada
"incapaz" de forma alguma.
O tropo de "mãe incapaz" é muito importante para os homens tais como
Hooper e Rose, uma vez os ajuda a justificar a remoção dos filhos das
mulheres, os seus ovos, ou o uso do seu útero. Darnella tem razão. A
maior parte das famílias lideradas por duplas homossexuais masculinas
são construídas na exploração das mulheres. Falando de forma práctica,
Jeremy Hooper, Scott Rose, e os seus compatriotas formaram um grupo
grupo dos direitos dos homens que busca forma de usar as mulheres como
reprodutoras. Estas doadoras de ovos e mães de aluguer fornecem
crianças para um movimentado mercado cheio de duplas homossexuais, para
quem a reprodução é naturalmente e biologicamente impossível.
Em nome da igualdade, grupos tais como a GLAAD (que emprega Jeremy
Hooper) avançaram com leis em torno da identidade de género que
apagaram legalmente as
mulheres. O termo "mulher" pode legalmente ser usado em referência a um
homem que escolha identificar-se desta forma. Mal as mulheres tenham
sido legalmente apagadas como grupo e como indivíduos, não é difícil
apagar as "mães". Isto apoia a práctica de usar os ovos das mulheres e
o útero de outra mulher como forma de fornecer crianças para as duplas
homossexuais, obscurecendo o conceito de maternidade e tornando-o
descartável.
Guia para a Cartilha de Scott Rose e de Jeremy Hooper
A publicação da história de Janna Darnelle gerou uma onda de posts
cheios de vitríolo, chamando-a de "criatura lamentável", acusando-a de
instabilidade mental, e questionado a sua própria existência. Com a
ajuda dos comentários do ex-marido dela, Scott Rose dedicou o seu tempo
a descobrir e a publicitar o máximo de informação pessoal possível
sobre Darnelle, tais como notas da escola secundária e registos
imobiliários. Scott Rose atacou Darnelle com mensagens ameaçadoras,
entrou em contacto com o patrão dela, deixando a seguinte mensagem no
Facebook da companhia:
Isto é uma QUEIXA contra [....], uma assistente-executiva na [...]. Sob o nom de plume de "Janna Darnelle", [...] publicou uma horripilante, deformatório e longa opinião anti-gay no site “Public Discourse.”
O primeiro problema será que ela está a gerar um clima de hostilidade
para com os anciões gays e/ou os seus amigos ou familiares em visita. O
segundo problema é que no seu texto, ela revela-se como uma pessoa
desequilibrada. As suas palavras públicas de ataque anti-gay
reflectem-se duma forma pobre na LLC.
Infelizmente, tudo isto esté de acordo com o previsível padrão de
ataque. Se estudarem as rotinas que ocorrem sempre que Jeremy Hooper e
Scott Rose conspiram para eliminar alguém, observarão padrões bem
mecanizados. Quatro passos são normalmente levados a cabo quando eles
estão concentrados no assassinato de carácter.
Primeiro, eles chamam a pessoa de mentirosa e afirmam que a existência
da pessoa não pode ser verificada sem qualquer outro tipo de dados
sobre ela. Segundo, mal Hooper e Scott Rose estão na posse de tais
dados, eles escrevem ao patrão da pessoa como forma de tentar que eles
despeçam essa pessoa ou destruam a carreira profissional da mesma.
Terceiro, se eles não conseguirem que a pessoa seja despedida, Hooper e
Scott Rose atacam os membros familiares. Quarto, se eles não
conseguirem voltar a família da pessoa contra ela, Hooper e Rose emitem
ataques infindáveis contra a pessoa, tentando fazer com que a pessoa
sinta medo ou se sinta insegura a todo o momento.
Eles têm também um saco cheio de truques retóricos. Aprendam quais são.
Descarrilamentos suaves:
E o que dizer dos divórcios, adopções e famílias misturadas dos heterossexuais?
Tais pontos marginais têm o propósito de distrair e gerar falsas equivalências. A realidade dos factos é que, todas
as famílias lideradas por homens homossexuais tiveram que retirar a
criança dos braços de outra pessoa. De forma a aceitar isto, tem que se
aceitar que os homens têm o digito de usar os corpos das mulheres e
comprar os filhos dela.
Descarrilamentos de choque:
Olhem quão péssimos pais os heterossexuais são.
A existência de tais pais, embora trágico, não dá aos homens o direito
colher os ovos das mulheres, e usá-las como reprodutoras, ou tomar
delas os seus bebés e os seus filhos.
Apelos emotivos:
Nós queremos filhos. O que é que deveríamos que fazer?
Esta rotina tenta fazer com que as pessoas se sintam culpadas ou
envergonhá-las de forma que elas forneçam mulheres pobres de modo a
serem usadas por homens ricos. A minha resposta: Eu não vos pedi que
resolvam os meus problemas, ou pedi? Vocês não podem exigir que a
sociedade legisle uma subclasse especial de mulheres de modo a que elas
sejam explicitamente usadas como reprodutoras de modo a que vocês se
sintam felizes.
A biologia "nasci assim":
Não vivam uma mentira; sejam honestos com vocês mesmos.
Esta táctica torna-se numa outra maneira de apagar as mulheres. Dentro
deste esquema, é-nos pedido que aceitemos a importância da biologia
masculina. Nunca poderia a um homem que sente atracção por outros
homens que fique com a sua esposa visto que ele está biologicamente
destinado a sentir atracção pelos corpos de outros homens. No entanto,
e ao mesmo tempo, é-nos dito que a biologia das mulheres -
especialmente o seu laço biológico com a sua criança - não tem
importância. Apesar ds evidências científicas da união maternal e fetal
durante a gravidez, e apesar das longas histórias de mulheres que
sofreram dor por toda a su vida devido ao facto de terem visto os seus
filhos retirados dos seus braços, é suposto nós olharmos para as
mulheres como animais reprodutores e acreditar que os homens têm o
direito de criar os filhos de outras pessoas.
És um homem e queres-te casar [sic] com um homem? A sociedade não te
deve os filhos das mulheres, os ovos das mulheres, ou os corpos das
mulheres.
Não Nos Podem Calar Para Sempre
Ao escrever este artigo sei que corro o risco de ser chamada de
intolerante. Tal como a Janna Darnelle, é bem provável que tenha que
aguentar uma vasta gama de termos misóginos. Serei chamada de maluca,
desequilibrada, risível, amarga, gorda, velha, e feia. Dito de outra
forma, sou uma mulher que se atreve a dizer que os privilegiados e
ricos homens brancos não têm direito ao corpo ds mulheres ou às suas
partes corporais.
Há já muitos anos que o prazer sexual dos homens tem sido um negócio
protegido - tanto para os homossexuais como para os heterossexuais. De
forma geral, a indústria explora as mulheres e as crianças e agora
temos um novo negócio: as barrigas de aluguer. Quão progressista. E ao
mesmo tempo, quão antigo e previsível.
Fonte: http://bit.ly/1rn1Y7m
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Não deixa de ser tragicamente previsível a forma como as mulheres
(feministas e não só) descobrem que o movimento que elas tanto apoiam -
o movimento homossexual masculino - nutre por elas um ódio maior que o
ódio que esse mesmo movimento nutre por outras facções da sociedade.
Sinceramente, será que as mulheres nunca se haviam apercebido que
o
sucesso da agenda homossexual masculina é a derrota das mulheres? Seria
preciso elas começarem a ver os seus filhos a serem arrancados dos seus
braços, e entregues às duplas homoeróticas masculinas, para se
aperceberem disso?
De que forma é que as mulheres pensavam que os homens
homossexuais iriam obter crianças?
Qualquer pessoa minimamente inteligente vê que qualquer que seja o
poder que a mulher tem sobre os homens, esse pode centra-se em larga
medida na sua sexualidade e na forma como ela usa a sua sexualidade para obter o que
ela quer dos homens. Mas se os homens conseguem evitar sexualmente as
mulheres (isto é, buscando gratificação sexual uns com os outros), as
mulheres tornam-se sexualmente irrelevantes e descartáveis. Esta é uma
das muitas formas como o movimento lgbt masculino torna as mulheres
irrelevantes.
Outra coisa a levar em conta é que
os homens homossexuais têm uma preferência clara por homens heterossexuais.
Isto significa que, enquanto que no passado
as mulheres tinham que competir umas pelas outras pela atenção masculina, elas agora têm que
competir com
outros homens
pela atenção masculina (!). Há já muito tempo que vários quadrantes da sociedade têm avisado que a agenda
homossexual é prejudicial para a sociedade, mas as mulheres só
começaram a reparar nisso quando essa agenda começou a afectar
a sua vida pessoal.
Por mais que esta feminista queira fazer deste ponto uma guerra "entre
homens e mulheres" a realidade dos factos é que esta guerra é entre as
mulheres e os homens
homossexuais
(e não "os homens"). Por mais difícil que isso possa ser para as
mulheres, se elas querem ser mais eficazes na defesa dos seus
filhos e da inviolabilidade dos seus corpos, elas têm que se focar
precisamente onde existe o problema, isto é, junto dos homens
homossexuais (brancos ou não) que querem gerar "famílias" tirando
crianças dos braços das suas mães.
Não deixa de ser irónico que as mulheres tenham batalhado tanto contra
o "patriarcado" e contra a família natural, só para descobrirem que sem
a protecção dessa instituição, os seus desejos e as suas vontades ficam
ainda mais
à mercê da vontade dos homens da elite ("homens brancos ricos e
privilegiados"). As feministas e as mulheres têm escolhas complicadas a
fazer:
1) Continuar a apoiar a agenda homossexual, o que aumentará o número de
"famílias" lideradas por homens homossexuais e a busca destes por
crianças;
2) Colocarem-se do lado da normalidade, e desenvolver esforços para a
preservação da instituição do casamento como a união entre um homem e
uma mulher (a tal "opinião controversa" aludida por Rikva).
Do ponto de vista das feministas, elas escaparam do "patriarcado maligno" (a "espada de Hazael") e agora têm à sua frente o movimento homossexual masculino (a "espada de Jeú"). Uma vez que para elas estas são as
únicas opções à sua disposição,
elas que se preparem para se submeter a uma delas. Curiosamente, (e daí talvez não) foi o Rei Jeú quem matou a rainha Jezabel, grande ícone feminista:
E Jeú veio a Jezreel, o que ouvindo Jezabel, se pintou em volta dos
olhos, e enfeitou a sua cabeça, e olhou pela janela. E, entrando Jeú
pelas portas, disse ela: Teve paz Zimri, que matou a seu senhor? E
levantou ele o rosto para a janela, e disse: Quem é comigo? quem? E dois
ou três eunucos olharam para ele. Então disse ele: Lançai-a de alto a
baixo. E lançaram-na de alto a baixo: e foram salpicados com o seu
sangue a parede e os cavalos, e ele a atropelou. - 2 Reis 9:30-33