domingo, 30 de dezembro de 2012

Um estudo revela que pessoas criadas por homossexuais sofrem mais problemas

WASHINGTON DC, 14 Jun. 12 / 03:49 pm (ACI/EWTN Noticias).- O estudo de um perito da Universidade do Texas (Estados Unidos) demonstrou que as crianças criadas por duplas homossexuais enfrentam maiores dificuldades quando se tornam adultos, que aqueles criados por uma família estável constituída por um homem e uma mulher.

O autor do trabalho científico, Mark Regnerus, disse ao grupo ACI, no dia 12 de Junho, que a sua pesquisa revela "diferenças estatísticas significativas entre adultos que foram criados na sua infância com uma mãe que teve uma relação homossexual e aqueles que disseram que sua mãe e seu pai biológico estavam, e ainda estão, casados".

O estudo do Regnerus, que mediu as diferenças em 40 indicadores sociais e pessoais entre 3.000 americanos de idades entre 18 e 39 anos, criados em oito tipos diferentes de lares, foi publicado na edição de Julho da revista Social Science Research.

De acordo com o documento, as crianças criadas em "lares" homossexuais têm em média níveis mais baixos de ingressos económicos quando são adultos, e padecem mais problemas de saúde física e mental, assim como maior instabilidade em suas relações de casal.

O estudo revelou que os menores criados neste tipo de ambiente mostraram maiores níveis de desemprego, tabaquismo, necessidade de assistência pública e participação em crimes.

Para Regnerus, a instabilidade no lar é "uma marca" entre os lares cujos pais estiveram envolvidos em relações sentimentais homossexuais, já seja que esses lares estivessem "dirigidos por uma mãe ou um pai".

As descobertas do cientista americano desafiam, entre outros, à informação difundida em 2005 pela Associação Americana de Psicologia, que assegurou que "nenhum estudo descobriu que crianças de pais gays ou lésbicas sejam desfavorecidos em nenhum aspecto significativo com respeito a crianças de pais heterossexuais".

Segundo Regnerus, alguns destes influentes estudos foram feitos em poucas ou não representativas mostras de população, enfocando-se em casais homossexuais brancos, com alto nível de educação, para obter conclusões gerais sobre paternidade homossexual.

"A maioria das conclusões sobre paternidade homossexual foram obtidas de pequenas e convenientes mostras e ao azar", disse Regnerus num comunicado publicado pela Universidade do Texas, no dia 11 de Junho.

Regnerus disse que "os resultados desse enfoque levaram frequentemente aos estudiosos da família a concluir que não há diferenças entre crianças criadas em lares homossexuais e aquelas criadas em outros tipos de famílias. Mas esses estudos anteriores esconderam inadvertidamente a real diversidade entre as experiências de pais gays e lésbicas nos Estados Unidos".

O pesquisador disse ao grupo ACI que ele enfocou o projeto "sem ter ideia sobre as coisas que revelariam os dados". Sobre a análise, Regnerus disse que "revelou uma instabilidade muito maior nos lares com pais que tiveram relações homossexuais".

Ao anunciar seu estudo, no último dia 10 de Junho, Regnerus disse que a sua descoberta mais significativa "é, sem dúvida, que as crianças se mostram mais aptas para ter êxito como adultos quando passam sua infância completa com o pai e a mãe casados, e especialmente quando seus pais permanecem casados até a actualidade".

O sociólogo reconheceu que seu estudo já agitou uma "intensa e frequente" crítica, que ele considera como "desproporcionada em relação às limitações do estudo". O documento foi atacado pelo Family Equality Council, Human Rights Campaign, Freedom to Marry, e a Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação.

Regnerus descreveu o ataque como "desafortunado" que seu próprio estudo "é de alta qualidade e está sendo difamado". 

O perito assinalou finalmente que seus resultados devem simplesmente sujeitar-se às normas da "ciência normal", que "exibe desacordos entre os pesquisadores a respeito de como medir isto ou aquilo".




sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Pressão do lobby gay prejudica crianças

ATLANTA, 28 Nov. 12 / 01:14 pm (ACI/EWTN Noticias).- O gigante americano de encomendas e correios UPS anunciou que deixará de doar dinheiro aos Escoteiros (Boy Scouts) até que sejam admitidos na organização líderes e escoteiros gays.

A empresa americana, que entre 2010 e 2011 entregou mais de 235 mil dólares aos Boy Scouts, assegurou que a partir de agora as organizações que procuram doações deverão aderir a sua política de não discriminar a ninguém com base na raça, religião, incapacidade e orientação sexual.

A decisão do UPS foi feita em meados de Novembro depois da pressão do lobby gay, que insistiu em cessar o financiamento aos Escoteiros até que seja anulada sua "dolorosa política" considerada "anti-gay".

O porta-voz da organização juvenil, Deron Smith, expressou: "Estamos decepcionados ao conhecer esta decisão, mas respeitamos o direito de todos a ter e expressar uma opinião diferente".

"Infelizmente, esta decisão terá um impacto directo nos jovens aos quais servimos em nossas comunidades locais", lamentou.

Por sua parte, o Family Research Council (FRC), organização americana defensora da família, criticou o fim das doações da UPS aos Boy Scouts, e remarcou que o que esta companhia e outras "negam-se a entender que a política dos Escoteiros não é um assunto de intolerância, mas de segurança".

FRC explicou em um comunicado que "depois das centenas de casos de abuso sexual a menores que infestaram a organização, os Boy Scouts da América tentaram criar um critério de afiliação de membros que seja o melhor para a segurança dos meninos e para os direitos dos pais".
"Durante estes anos, os Boy Scouts pagaram milhões, possivelmente centenas de milhões, a meninos que foram vítimas de abusadores homossexuais. E o custo financeiro não foi nada comparado com o trauma emocional destes meninos, cujas vidas estão marcadas para sempre por esses encontros".
A organização defensora da família sublinhou que "por mais de 100 anos, os Escoteiros se enfocaram em inculcar carácter e liderança nos meninos americanos. Eles não vão comprometer essa missão só para aplacar a companhias liberais e os activistas".
"Os Boy Scouts são peritos em sobrevivência, o que certamente é prático quando a esquerda está buscando fechá-los. Apesar da implacável pressão para que façam sua mensagem mais politicamente correta, os Boy Escoteiros mantiveram seu compromisso para manter a organização ‘moralmente correta’".
A FRC lamentou que "infelizmente, para milhões de jovens, não todas as pessoas nos Estados Unidos respeitem essa decisão. Em seu lugar, sua postura sobre a homossexualidade converteu os Escoteiros freqüentemente em alvo de perseguição, ridículo e agora bullying financeiro".
"Como uma companhia privada, UPS tem todo o direito de determinar quem ela apóia. Com a mesma moeda, também nós”, afirmou o FRC.
Em comunicação com o grupo ACI, o Presidente do Conselho Mexicano da Família (ConFamilia), Juan Dabdoub Giacoman, advertiu que "a atitude da empresa UPS, de cancelar suas doações aos Boy Scouts por não aceitar homossexuais em sua organização, representa uma grave ameaça aos direitos humanos em nível mundial, que merece um firme um boicote de todos os pais de família para que deixem de usar seu serviço de entregas".

Para o Dabdoub Giacoman, "a UPS pretende erguer-se, não só por cima do direito dos pais de escolher a educação de seus filhos e do direito à liberdade de religião, reconhecidos nos artigos 26 e 18 da Declaração Universal dos Direitos humanos, mas quer ir além da Corte Suprema dos Estados Unidos, que reconheceu o direito dos Boy Escoteiros de negar o acesso de homossexuais à sua instituição".

Giacoman indicou que a empresa americana "também contradiz o Tribunal de Estrasburgo, máximo tribunal em direitos humanos do Conselho da Europa, que emitiu uma sentença afirmando que a homossexualidade não é um direito humano; pois havia afirmado que ‘o matrimónio homossexual não é um direito (humano) fundamental e universal’ e que só se entende o matrimônio como ‘a união entre um homem e uma mulher’".

"Os pais de família devemos atuar com contundência e deixar de usar os serviços do UPS, antes que outras empresas decidam seguir seu exemplo e comecem tentar impor-nos suas equivocadas ideologias em prejuízo de nossos filhos", concluiu.

Depois de conhecer a decisão do UPS, o Grupo ACI, que utilizava os serviços da empresa para sua correspondência corporativa, decidiu prescindir de seus serviços.


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Mais uma evidência da natureza totalitária do movimento gay. Se eles colocam a sua agenda política acima da segurança das crianças, é seguro afirmar que nada os fará parar até que eles obtenham o que querem. O que eles não sabem é que se eles obtiverem o que querem, o seu papel terminará.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Grupo de risco

Aparentemente o termo "grupo de risco" ganha outro significado quando se fala do homossexualismo:
O programa Quero Fazer - iniciativa inédita no Brasil destinada à prevenção e à testagem voluntária para HIV/Aids entre gays, travestis e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) - tem como meta realizar 4,7 mil testes rápidos anti-HIV, com entrega do resultado em menos de uma hora. [...]

A acção é dirigida para essa população, pois se baseia em dados epidemiológicos que mostram maior incidência de Aids entre gays, travestis e homens que fazem sexo com homens (HSH) do que na população geral.
Estudos indicam que nesse segmento, a probabilidade de infecção pelo HIV é de 11 a 18 vezes maior do que nos homens heterossexuais.

É importante destacar, contudo, que não há grupo de risco para o HIV/Aids, pois toda a população está susceptível à infecção. 
Perceberam a ilusão? Primeiro dizem que esse segmento é mais susceptível de contrair uma dada doença, mas depois dizem que TODOS podem contrair a mesma doença. Só que a questão do grupo de risco não é "quem pode contrair a doença" mas sim "quem é mais susceptível de contrair a doença". 

Segundo o link colocado em cima, os HSH são entre 11 a 18 vezes mais susceptíveis de apanhar uma infecção pelo HIV do que a população geral. Logo, eles são um grupo de risco (o mesmo para as prostitutas e os toxico-dependentes).

Fui ver à wikipedia o que era um grupo de risco, e fiquei a saber:
Em linguagem médica, um grupo de risco corresponde a uma população sujeita a determinados factores ou com determinadas características, que a tornam mais propensa a ter ou adquirir determinada doença.
Os rastreios médicos são feitos normalmente em grupos de risco, e não em populações inteiras, já que os custos seriam elevadíssimos e os resultados demasiado extensos e pouco afinados.
Uma vez que os "rastreios médicos são feitos normalmente feitos em grupos de risco" e como o programa "Quero Fazer" distina-se a "testagem voluntária para HIV/Aids entre gays, travestis e outros homens que fazem sexo com homens (HSH", é seguro afirmar que, para os autores desse projecto, esse segmento populacional é um grupo de risco.

Isto pode irritar os gayzistas, mas a Medicina não se conforma aos preceitos ideológicos. As coisas são o que são.

Obviamente que a wikipedia, sendo uma fonte de informação esquerdista, tinha que mudar o entendimento dos termos de modo a não salientar a precaridade do estilo de vida homossexual:
Durante muito tempo relativamente à SIDA falava-se também de grupos de risco que incluiriam homossexuais, toxicodependentes e hemofílicos; no entanto, dadas as proporções catastróficas que a doença tem atingido, actualmente já não é possivel delimitar exactamente quais serão os grupos de risco e pelo contrário estes grupos (prostitutas e homossexuais) serão talvez os que mais tomam cuidado para evitar o contágio.
É absolutamente irrelevante se eles são "os que mais tomam cuidado para evitar o contágio". A identificação "grupo de risco" não se prende com "quem toma menos cuidado para evitar o contágio" mas sim com a  "população sujeita a determinados factores ou com determinadas características, que a tornam mais propensa a ter ou adquirir determinada doença.

Segundo: se esses grupos são "os que mais tomam cuidado para evitar o contágio", não seria de esperar que a contaminação através do HIV fosse menor entre eles? Se com todos os "cuidados" que eles levam a cabo, continuam a ser 11 a 18 vezes mais susceptíveis de apanhar uma infecção, como seriam esses números se eles não fossem "os que mais tomam cuidado para evitar o contágio" ? 

Que evidência temos nós de que eles são "os que mais tomam cuidado"? Só pode ser a sua palavra, porque os dados médicos não parecem sustentar essa alegação.

Conclusão:

De acordo com a Medicina, e de acordo com as equipas que fazem rastreio do HIV e da SIDA,  os gays, travestis e outros homens que fazem sexo com homens são um grupo de risco.



segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Nigéria não cede a pressões gayzistas.

O governo Nigériano colocou os países ocidentais sob aviso ao declarar que se o preço a pagar pela ajuda humanitária é a normalização da homossexualismo através da legalização do "casamento" homossexual, então esse é um preço que o país não está disposto a pagar.

A Câmaras dos Representantes da Nigéria aprovou de forma unânime  uma lei que visa banir as uniões entre pessoas do mesmo sexo, apesar das ameaças da administração de Obama e do Primeiro Ministro inglês de considerar a suspensão da ajuda humanitária se o pais não reconhecesse os "direitos dos homossexuais" e o código moral da esquerda Ocidental.

A lei impõe uma prisão de 14 anos para qualquer pessoa que tome parte ou facilte a realização dum "contrato de casamento ou união civil" entre pessoas do mesmo sexo. Demonstrações públicas de "afecto" entre pessoas do mesmo sexo podem resultar numa sentença de 10 anos de prisão. A lei proíbe também clubes e organizações homossexuais.

Mulikat Adeola-Akande, líder maioritário da Câmara, disse:

[O "casamento" homossexual] é algo estranho para a nossa sociedade e cultura, como tal o mesmo não pode ser importado. . . . Esta práctica [homossexualismo] não tem lugar na nossa cultura, nem na nossa religião, nem na Nigéria nem em qualquer outra parte de África. É algo imoral e uma degeneração da nossa cultura; condenamos isso de forma firme.

O Representante Adams Jagaba disse que os Nigerianos devem rejeitar as atitudes Ocidentais em relação às uniões entre pessoas do mesmo sexo.

Nós somos um povo culturado; não podemos aceitar tudo que nos chega de outras culturas.

A Represente Nkeiruka Onyejeocha espera que a votação envie um sinal forte às nações Ocidentais de que a moral e a ética nigeriana não se encontra à venda.

A Nigeria é um país fortemente religioso onde a população se encontra igualmente dividida entre Muçulmanos e Cristãos. A legislação em torno dos relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo disfruta de um vasto apoio popular. A esmagadora maioria das críticas que a Nigéria recebeu vieram de fora do país, e de fora do continente africano.

Quando a lei ainda se encontrava em debate no Senado Nigeriano (no ano passado) David Cameron  afirmou que deveriam existir "condições" no esquema de ajuda humanitária, e afirmou considerar cortar a ajuda a países que não sigam a visão esquerdista Ocidental em torno do homossexualismo.

Depois da lei ter sido aprovada no Senado, a administração de Obama ordenou que as organizações de ajuda humanitária lideradas pelos EUA usassem os seus recursos para promover o homossexualismo no estrangeiro.

Por essa altura, estas ameaças e manipulações desencadearam ultraje entre os Nigerianos e entre outras nações Africanas que olharam para o ultimato como um abuso de poder remanescente da era colonial. Até o Presidente do Gana, John Atta Mills, forte aliado do Ocidente, afirmou que o seu país rejeitaria os termos se eles exigissem que os Ganeses violassem a sua moralidade:

Nunca iniciarei ou darei o meu apoio à legalização do homossexualismo no Gana. . .  Como um governo que somos, iremos agir segundo os princípios contidos na nossa Constituição, que está acima de tudo.

Agora que a lei Nigeriana foi aprovada na Câmara, ela irá ser revista ponto-a-ponto antes da lei final ser enviada ao presidente Nigeriano Goodluck Jonathan para aprovação.

Os activistas homossexualistas americanos deram início a uma petição online apelando Jonathan que use o veto para impedir o avanço da legislação.

* * * * * * *
Mensagem para os gayzistas americanos: boa sorte em tentar convencer os africanos a normalizar o homossexualismo!


Se existe um grupo étnico ou religioso que é fortemente contra o comportamento homossexual, esse grupo são os africanos. Poderia-se colocar como grupo religioso também totalmente averso ao homossexualismo os muçulmanos, mas é difícil defender isso quando se lê coisas como esta ou esta.

Num tom mais sério, não é curioso que nunca ouvimos o Gaybama ou do Gayvid Cameron a usar a mesma metodologia com os páises islâmicos? A Administração de Obama canaliza milhões para os países islâmicos,  mas nunca ouvimo-lo a forçar esses países a aceitar o gaysamento.

Porque será?

Será que ele acha que os homossexuais negros são mais valiosos que os homossexuais árabes? Será que ele não se importa com o que acontece com os homossexuais árabes e muçulmanos? Porque será que a ONU força os países do Ocidente a normalizar o homossexualismo, mas está absolutamente silenciosa com o tratamento que os mesmos homossexuais recebem nos países islâmicos?

Onde está a lógica por trás deste comportamento? Qual é a teoria que une este factos de forma coerente e lógica?

Irão
Infelizmente, o homossexual comum vê estas coisas mas não soma 2 + 2 para se aperceber que ele está a ser manipulado; os activistas homossexuais não se preocupam com o bem estar dos homossexuais (por isso é que não dizem nada, ou pouco dizem, dos enforcamentos de homossexuais que ocorrem nos países islâmicos). O activismo homossexual não é um movimento que visa melhorar a condição dos homossexuais, mas sim um movimento que usa as aspirações de alguns homossexuais como forma de avançar com uma ideologia política esquerdista.

A teoria política/cultural que une estes factos de forma coerente é o Marxismo Cultural - a subversão da cultura ocidental tendo em vista a alteração das normas sociais de modo a que a sociedade ocidental fique "pronta" para ser dominada pela elite esquerdista.

Esta agenda Marxista Cultural não avança de igual modo no mundo islâmico porque essa áreas estão "entregues" à Irmandade Muçulmana - grupo que, segundo alguns, faz parte da Nova Ordem Mundial.

No Ocidente, o activismo homossexual é uma das armas que essa Nova Ordem usa para destruir a ordem social; quando este propósito estiver realizado, o activismo homossexual, tal como o activismo feminista, será literalmente esmagado pelas mesmas pessoas que o financiavam.

Por isso é que Obama pode "defender" os "direitos" homossexuais no Ocidente, mas ficar em silêncio total com o que ocorre aos homossexuais árabes/muçulmanos. Também por isso, David Cameron critica os países africanos por estes criminalizarem o comportamento homossexual, mas nada diz dos homossexuais que são mortos por muçulmanos no seu próprio país.

No meio disto tudo, quem fica a perder com o avanço da agenda homossexual são os próprios homossexuais; se a NOM for bem sucedida, a sociedade perderá a cultura Cristã, e o valor da vida humana passa a ser aquele que a NOM quiser. E uma vez que a NOM quer perdurar no tempo, eles vão promover a reprodução, ao mesmo tempo que eliminam quem quer que se levante para perturbar a "ordem" social que estiver, então, em vigência.

Portanto, os homossexuais que dão o seu apoio ao activismo gay estão, literalmente, a cavar a própria cova.
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domingo, 23 de dezembro de 2012

Vereador é morto a facadas pelo companheiro homossexual


O vereador Elias Maciel (PSD), de 31 anos, foi morto a facadas na madrugada desta Sexta-Feira (21) na residência onde morava sozinho em Sorriso, a 420 quilômetros de Cuiabá. A Polícia Militar, que atendeu a ocorrência, informou que testemunhas viram o suspeito do crime, que estaria mantendo relacionamento homossexual com a vítima, correndo nu pela rua logo depois do assassinato.

"Ele estava com o rapaz na casa dele. Os dois estavam nus", disse o tenente da PM, Vitor Hugo. Depois de ser atingido por um golpe de faca, de acordo com ele, testemunhas relataram que, mesmo ferida, a vítima saiu correndo até o portão para pedir socorro, mas não resistiu e caiu já morto. "Em seguida, o suspeito fugiu correndo pela rua também nu e deixou a roupa e a carteira para trás", afirmou o policial, ao pontuar que o parlamentar era homossexual assumido.

Como o suspeito deixou os documentos na casa da vítima, a polícia informou que já o identificou. No entanto, até as 7h30 [horário de Mato Grosso] desta sexta-feira ele ainda não havia detido. Segundo a PM, ainda não se tem informações sobre a motivação do crime. O corpo do vereador foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necrópsia.

De acordo com o cabo Cláudio Marques, da PM, há indícios de que a vítima e o suspeito teriam entrado em luta corporal antes do crime. "Ele levou vários golpes de faca nas costas e no pescoço, causando o óbito da vítima", disse. Ele disse ainda que o caso será investigado pela Polícia Civil.

A presidente da Câmara de Vereadores de Sorriso, Marisa Netto (PSD), disse, por meio de nota, que, assim que o corpo for liberado pelo IML, será levado ao plenário da Casa de Leis, onde será velado. Já o local do sepultamento deve ser definido pela família da vítima. 

Conforme a instituição, Elias era suplente e assumiu o cargo efectivamente em novembro de 2011. Antes disso, ele trabalhava como servidor da Casa de Leis.

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Violência ocorre tanto entre casais e como entre homossexuais, mas um padrão já notado por várias pessoas é a maior incidência de violência doméstica entre homens homossexuais e entre lésbicas.


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