terça-feira, 30 de abril de 2013

Pedofilia e homossexualismo: de mãos dadas


Feito este esclarecimento, prossigamos.

Recentemente os meios de comunicação social têm concentrado seus holofotes sobre casos de abusos sexuais contra menores praticados por sacerdotes. Embora a maioria esmagadora de casos de pedofilia ocorra fora do ambiente clerical, os jornais têm apontado a Igreja Católica como a grande malfeitora da humanidade. Injustamente o Papa Bento XVI tem sido acusado de ter acobertado tais crimes. 

E uma das “causas” da pedofilia praticada por (uma minúscula parte dos) padres seria o celibato, que eles voluntariamente abraçaram “por causa do Reino dos Céus” (Mt 19,12)! Pasmem! O celibato, vivido e aconselhado por Nosso Senhor, por São João Batista, pelo discípulo amado São João Evangelista, por São Paulo (cf. 1Cor 7,1.7.25-26.32-34)! O celibato, “fonte peculiar da fecundidade espiritual no mundo” (Conc. Vat. II, Lumen Gentium, n. 42), praticado pelo clero durante dois mil anos, seria ele o culpado pelos escândalos de pedofilia das últimas décadas! 

O que motiva os ataques à Igreja não é o zelo dos jornais e TVs pela integridade moral das crianças – haja vista a pornografia que se exibe livremente a qualquer hora do dia para o público infantil – mas o ódio a uma instituição que incomoda ao pregar a castidade.

Conexão estreita entre dois vícios

Homossexualismo e pedofilia estão de tal modo entrelaçados que é difícil, até no plano dos conceitos, separar um do outro. A própria palavra pederastia (“prática sexual entre um homem e um rapaz mais jovem”), também passou a significar, por extensão de sentido, a “homossexualidade masculina”[1]. Uma associação de pedófilos chamada NAMBLA (“North American Man/Boy Love Association” – Associação norte-americana de amor homem/menino) afirma que “a pederastia é a principal forma que adquiriu a homossexualidade masculina por toda a civilização ocidental[2]. Fundada em 1978, por muito tempo a NAMBLA pertenceu à ILGA – Associação Internacional de Gays e Lésbicas – também esta fundada no mesmo ano. Em 1993 a ILGA alcançou o “status” de membro consultivo da ONU. 

A presença de um grupo explicitamente pró-pedofilia dentro da ILGA suscitou críticas quanto à presença desta última nas Nações Unidas. Por esse motivo, em 1994, a ILGA resolveu expulsar a NAMBLA de seus quadros[3]. A expulsão foi meramente estratégica, pois a ILGA sempre se opôs às “restrições de idade” para crianças e adolescentes praticarem atos sexuais com adultos.

A psicóloga Rozangela Justino, que desde 1988/89 vem atendendo pessoas que desejam deixar a homossexualidade, afirma categoricamente: “Todas as pessoas que atendi no consultório e também ouvi nos ministérios de apoio aos que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade sofreram abuso sexual na infância e/ou adolescência”[4].

Por sua vez, grande parte dos que sofrem abuso na infância, depois de adultos pratica abusos contra crianças. Segundo dados da ABRAPIA, “50% das vítimas se tornam abusadores”[5]. Dra. Rozangela observa, porém, que, segundo a mesma publicação, “somente 1 em 4 garotas e 1 em cada 100 garotos têm o abuso sexual sofrido denunciado”. Como a percentagem dos casos denunciados é muito pequena quanto ao sexo masculino, a psicóloga acredita que “muito mais de 50% das pessoas que sofreram abusos sexuais se tornam autoras de abusos se não tiverem tratamento adequado para trabalhar os efeitos dos abusos que sofreram”.

A relação homossexualismo-pedofilia é também confirmada pelo psiquiatra americano Richard Fitzgibbons, especialista no tratamento de sacerdotes que cometeram abusos contra menores. Diz ele: “todos os sacerdotes que tratei que estão envolvidos sexualmente com crianças estiveram envolvidos previamente em relações homossexuais adultas”[6]. Para o psicólogo José María Amenós Vidal da Universidade Central de Barcelona (Espanha), há evidência científica que corrobora o vínculo entre homossexualismo e pedofilia, a partir de pesquisas feitas com primatas em cativeiro[7].

Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia, ativista homossexual, manifesta seu desejo de satisfazer sua lascívia com um “meninão”. Para se livrar da acusação de pedofilia, Mott afirma que “adoraria encontrar um moleque maior de idade mas aparentando 15-16 anos”. Com excepção da idade cronológica, o autor quereria que seu “moleque” fosse em tudo como um adolescente, inclusive quanto à imaturidade e à inocência: “Queria mesmo um moleque no frescor da juventude, malhadinho, com a voz esganiçada de adolescente em formação. De preferência inexperiente de sexo, melhor ainda se fosse completamente virgem e que descobrisse nos meus braços o gosto inebriante do erotismo. Sonho é sonho, e qual é o problema de querer demais?! Queria que esse meu principezinho encantado fosse apaixonado pela vida [...]. Que acordasse de manhã com um sorriso lindo, me chamando de painho”[8].

Em 2007, Luiz Mott foi condecorado pelo Ministério da Cultura com a Ordem do Mérito Cultural, “uma homenagem do Governo Federal a pessoas e instituições que contribuem para o engrandecimento da cultura nacional” [9].

Combatendo a pedofilia

A Igreja Católica vem usando de uma severidade particular na punição do crime de pedofilia. Em 30 de abril de 2001, o Papa João Paulo II, na carta apostólica Sacramentorum sanctitatis tutela, reservou tal delito à Congregação para a Doutrina da Fé, como tribunal eclesiástico. Além disso, aumentou a faixa de idade da vítima: de “abaixo de 16 anos” (cf. cânon 1395, §2º) para “abaixo de 18 anos”. Por fim, estabeleceu que esse crime prescreveria não 10 anos após o fato (como nos outros delitos reservados), mas 10 anos após a vítima completar 18 anos, ou seja, no 28º aniversário da vítima[10].

O maior mérito dos Papas, porém, não está no rigor em investigar e punir tais crimes, mas no cuidado de preveni-los combatendo o homossexualismo. Em 4 de novembro de 2005, a Congregação para a Educação Católica publicou, com a aprovação do Papa Bento XVI, uma instrução afirmando que a Igreja “não pode admitir ao Seminário e às Ordens sacras aqueles que praticam a homossexualidade, apresentam tendências homossexuais profundamente radicadas ou apoiam a chamada cultura gay”[11].

De facto, a explosão de escândalos de pedofilia nas últimas décadas coincide não com a adoção do celibato pelo clero (que já é bimilenar), mas com uma invasão de homossexuais aos seminários, nem sempre reprimida devidamente pelos reitores. Se o homossexualismo for erradicado dos seminários, os casos de pedofilia sofrerão uma enorme redução.
O combate ao homossexualismo e a pregação da cultura da castidade são dois motivos pelos quais a Igreja, e em particular o atual Papa, deveria ser condecorada como benfeitora da humanidade e protetora dos pequeninos.

Ao contrário, o combate à castidade e a promoção do homossexualismo – bandeiras defendidas pelo governo Lula mais do que qualquer outro – constituem um grande serviço à difusão da pedofilia.
Infelizmente, o Superior Tribunal de Justiça no dia 27 de abril de 2010 reconheceu a adoção de duas crianças por uma dupla de lésbicas[12]. A situação tende a piorar se – Deus não o permita! – o Brasil for submetido a um novo governo do Partido dos Trabalhadores.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz 

[1] Dicionário Houaiss da lingual portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009, p. 1456.
[2] THORSTAD, David. Pederasty and Homosexuality, 26-06-1998, Cidade do México, in http://www.nambla.org/pederasty.htm
[3] Cf. ILGA’s Public Stance Against Paedophilia and Commitment to the Protection of Children. 13/07/2006, in http://ilga.org/ilga/en/article/861
[4] Mensagem eletrônica de 21/04/2010.
[5] ABRAPIA: Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência. Abuso sexual: mitos e realidade. 3. ed. 2002, p. 5. in http://www.observatoriodainfancia.com.br/IMG/pdf/doc-116.pdf
[6] Cardeal Bertone tem razão ao vincular pedofilia com homossexualidade, afirma psiquiatra nos EUA. ACI Digital 20/04/2010, in http://www.acidigital.com/noticia.php?id=18752
[7] Cf. VIDAL, José María Amenos. El Card. Bertone y la evidencia científica que corrobora la relación entre homosexualidad y pedofilia. El Diario de Chile, 16/04/2010, cit. in http://www.acidigital.com/noticia.php?id=18768
[8] MOTT, Luiz. Meu moleque ideal. in http://br.oocities.com/luizmottbr/cronica6.html. Por questão de pudor, não foram transcritas as frases extremamente obscenas com que o autor descreve o que deseja praticar com seu “moleque”.
[9] ORDEM do Mérito Cultural 2007. Ministério da Cultura, 09/11/2007 in http://www.cultura.gov.br/site/sobre/ordem-do-merito-cultural/ordem-do-merito-cultural-2007
[11] INSTRUÇÃO sobre os critérios de discernimento vocacional acerca das pessoas com tendências homossexuais e da sua admissão ao seminário e às ordens sacras, n. 2 in http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/ccatheduc/documents/rc_con_ccatheduc_doc_20051104_istruzione_po.html
[12] STJ mantém adoção de crianças por casal homossexual. 27/04/2010 - 17h32, in http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=96931.
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domingo, 28 de abril de 2013

Boas notícias! "O Sexo e a Cidade" volta em versão "gay"

Sarah Jessica Parker e companhia dão agora lugar a três amigos homossexuais a viver em São Francisco, EUA, na nova série de "O sexo e a cidade" encomendada pela HBO e que já está a ser gravada. 

Quinze anos depois de "O Sexo e a Cidade" ter estreado, a HBO volta a apostar num formato semelhante, mas com três amigos homossexuais. O projecto, a ser gravado em São Francisco, já está a ser filmado, mas ainda não tem nome ou data de estreia confirmados.

Jonathan Groff, que estreou recentemente em "Glee", Frank Alvarez e Murray Bartlett são os actores escolhidos para protagonizar a nova série, que relata o seu dia-a-dia profissional e a vida amorosa.

Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kim Cattrall e Kristin Davis formaram, de 1998 a 2004, o quarteto feminino mais famoso da ficção, na pele de Carrie, Miranda, Samantha e Charlotte. Formato de sucesso foi exibido em mais de 50 países e deu origem a dois filmes e uma série "spin-off", "The Carrie Diaries".

Fonte

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A série inicial durou 6 longos anos; prevejo que a versão gay dure menos que 6 meses.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

O assassinato de Jesse Dirkhising

A imprensa, normalmente tão ávida em dar cobertura mediática aos assim-chamados "crimes de ódio" contra os practicantes do homossexualismo, practicamente ignorou este crime horrível levado a cabocontra este jovem rapaz por membros da comunidade homossexual.

Jesse era o filho de Tina e Miles Yates Jr. e vivia na pequena localidade de Prairie Grove, Arkansas. Eles tinham um amigo chamado David Carpenter, de 38 anos, que geria um salão de beleza e vivia com outro homossexual chamado Joshua Macave Brown, de 22 anos. Os pais de Jesse acreditavam no mito de que não existe qualquer tipo de relação entre o homossexualismo e a pedofiflia, e inocentemente pensaram que, como Carpenter e Brown se poderiam sodomizar mutuamente, eles não eram um perigo para os jovens rapazes.

Carpenter tornou-se amigo do jovem Jesse e convidou-o para o ajudar no salão de beleza durante os fins-de-semana. O que os pais de Jesse não sabiam é que  ele era frequentemente convidado para o apartamento da dupla homossexual onde o homossexual Brown começou a abusardele sexualmente . Mais tarde o homossexual Brown alegou que o rapaz havia "consentido" na relação homossexual embora legalmente ele não tivesse idade para dar esse "consentimento".

No dia 26 de Setembro de 1999 a polícia respondeu a uma chamada de emergência e chegou ao apartamento de Carpenter para o encontrar a ele, Brown e o jovem Jesse juntos. Havia só uma pequena diferença: Jesse estava morto.

Ambos os homossexuais estavam alterados devido ao consumo de anfetaminas, tal como costumam estar muitos sodomitas quando levam a cabo as suas prácticas sexuais. Jesse havia sido drogado, atado, amordaçado com fita adesiva, e amarrado ao colchão. Depois disto, ele foi sodomizado e violado analmente com vários objectos antes de morrer por asfixiação

Sem surpresa alguma, material com conteúdo pedófilo foi encontrado na casa de Carpenter, incluindo instrucções em como sedar crianças, um diagrama da forma como amarrar e posicionar o rapaz , e outras notas sobre fantasias em torno do abuso de crianças. Foi especulado que um dos homossexuais havia planeado a agressão sexual enquanto o outro a levava a cabo. Brown qualificou a molestação de ‘horseplay‘.

Os órgãos de "informação" dos EUA e de todo o mundo (complacentes com a agenda homossexual) ignoraram por completo este caso, preferindo em seu lugar concentrarem-se no caso de Mathew Shepard , um jovem homossexual que supostamente foi vítima de "crime de ódio". Mais tarde ficou-se a saber que a sua morte em nada estava relacionado com o seu comportamento sexual.

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De maneira nenhuma o texto afirma que todos os homossexuais são pedófilos. O que o autor do texto diz é que acreditar que não existe qualquer tipo de relação entre o homossexualismo e a pedofilia pode ter consequências trágicas.


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terça-feira, 23 de abril de 2013

Lésbica mata rapaz por este se recusar a chamá-la de "pai"

Fonte

Jandre Botha, de quatro anos, recusou-se a chamar de "pai" à mulher que vivia com a mãe: por este acto, ele pagou com a sua vida.

O pai de Jandre, Jan Botha, encontrava-se na galeria pública do tribunal regional de Vereeniging quando a sua antiga esposa, Hanelie Botha, de 31 anos, e a sua parceira, Engeline de Nysschen, 33 anos, foram consideradas culpadas pelo macabro assassinato do seu filho. Ele sentou-se no tribunal, de mãos dadas com a sua noiva (Yolanda Deysel) ouvindo atentamente a Juíza Rita Willemse a aceitar as evidências de que entre outras razões que levaram à morte de Jandre estava a sua recusa em chamar de "pai" a De Nysschen.

O tribunal ouviu evidências trazidas a público por Lydia Nkomo e a sua filha Aletta Lesiba, que trabalharam para a dupla lésbica na sua loja, de que De Nysschen havia agredido Jandre violentamente ao mesmo tempo que exigia que este a chamasse de "pai". Ambas testemunharam que durante a altura em que Jandre estava a ser agredido, a sua mãe não interviu e nem o protegeu. As evidências revelaram que ele suportou lesões horríveis, incluindo a fractura do crânio e danos no cérebro, bem como pernas, clávicula, mãos e pélvis partidos.

O tribunal aceitou as evidências do Professor Mohammed Dada, perito em lesões, de que as mazelas do rapaz eram semelhantes às lesões de alguém que havia caído dum edifício com dois andares.

Enquanto verbalizava a sua decisão, Rita Willemse reconheceu que não existiam evidências substâncias que ligavam Hanelie às agressões, mas que ela era igualmente culpada pelo assassínio por falhar no seu dever legal de proteger a criança de abusos e violações. O tribunal apurou que Hanelie havia mentido a membros duma equipa médica (que havia tratado Jandre) ao afirmar que as lesões do rapaz eram o resultado duma queda durante o banho. O tribunal determinou que ela havia mentido para proteger a sua parceira lésbica, De Nysschen.

Os médicos que examinaram Jandre rejeitaram totalmente a versão da dupla homossexual de que o rapaz havia caído no banho uma vez que, segundo a equipa médica, uma força excessiva era necessária para causar as lesões fatais que o corpo de Janfre tinha. Condenando as duas, Willemse colocou de parte a sua versão, e disse que tinha perante si evidências médicas substanciais em torno da natureza das lesões sofridas por Jandre.

Aceitei as evidências da equipa médica, perita nesta área. Estavam perante mim documentos médicos substanciais, e a maioria dos profissionais envolvidos tem experiência médica superior a 15 anos. Todos eles colocaram de parte a versão das acusadas, e foram unânimes em afirmar que as lesões do falecido foram infligidas durante um certo período de tempo.

É impensável que a mãe da criança não soubesse destas lesões fatais. O falecido tinha também pernas partidas e a sua mãe estaria ciente disto.

A magistrada criticou Hanelie ao não reportar aos assistentes sociais o abuso que Jandre sofria às mãos da sua amante lésbica, depois dela ter obtido a guarda da criança após uma longa batalha legal contra o seu ex-marido. Ela falhou também ao não reportar o abuso ao ex-marido.

O pai da criança tomou conhecimento do abuso que Jandre sofria apenas e só no dia da sua morte, no dia 12 de Junho de 2003, quando De Nysschen entrou em contacto com ele e lhe disse que Jandre havia caído e morrido.

Willemse questionou a habilidade de Hanelie para ser mãe, afirmando que os seus próprios pais entraram em contacto com o seu ex-marido como forma de lhe concederem apoio financeiro na sua batalha pela guarda da criança.

Repreendendo Hanelie, Willemse disse:

Hanelie não estava indefesa. Ela estava bem ciente das reacções violentas de Engeline. Ela poderia ter chamado o pai da criança para a ajudar, mas ela falhou ao não faze-lo. Ela nada fez para proteger o seu próprio filho.

A magistrada qualificou Engeline de mentirosa e de testemunha sem valor visto que se havia contradito no seu testemunho.

Mais tarde, Hanelie e De Nysschen foram condenadas por agressão com propósito de causar danos físicos graves, e negliência infantil por falharem em fornecer ou buscar tratamento para as lesões que Jandre tinha nos membros.


Via

sábado, 20 de abril de 2013

A gaystapo e o exemplo de Policarpo

Por Gary DeMar

Durante o fim de semana da Páscoa a "St. Jude Catholic Church" (Westlake Village) foi disfigurada e vandalizada. As breves linhas que se seguem apareceram na edição do dia 11 de Abril da "The Acorn", um jornal comunitário que disponibiliza as suas publicações em Agoura Hills, Calabasas, Oak Park, e Westlake Village na Califórnia:

Vândalos atacaram o quarteirão 32000 do Lindero Canyon Road no período compreendido entre os dias 29 de Março (Sexta-Feira) a 30 de Março (Sábado), afirmaram as autoridades. Segundo uma das fontes do jornal The Acorn, os grafites incluiam referências ao homossexualismo, várias palavras de quatro letras e uma suástica. Alegadamente um rabisco dizia "Deus é gay."

Esta história não recebeu qualquer tipo de atenção fora da pequena comunidade mencionada em cima. Eu por acaso vi-a porque por essa altura me encontrava em Los Angeles por motivos de negócios; durante o tempo que estive lá, tomei posse desse jornal comunitário.

Se algum grupo homossexual tivesse sido vítima de grafite anti-homossexualismo, a história teria sido noticiada por todos os órgãos de informação. Acusações de "crime de ódio" seriam lançadas contra os autores dos crimes, e "treinos de sensibilidade" seriam exigidos por todos os grupos homossexuais do país.

Sempre que alguém faz um comentário depreciativo direccionado ao homossexulaismo, a gaystapo entra em acção, e os média concordam criando manchetes na primeira página de modo a garantir que a pessoa que fez esse comentário nunca mais se atreva a fazer o mesmo.

O Huffington Post produz dúzias de artigos sobre políticos e personalidades de Hollywood que se manifestam publicamente em favor do "casamento" homossexual. Eles querem continuar o seu trabalho em Hollywood.

A sua posição pró-homossexualismo é semelhante àquela que a Roma imperial exigia dos seus súbditos. Desde que as pessoas oferecessem algum incenso aos deuses Romanos, eles teriam permissão para adorar os seus deuses. Consideremos a história de Policarpo, que viveu entre 70 AD a 155 AD:

Durante este período, os imperadores de Roma haviam desencadeado um ataque feroz contra os Cristãos, e os membros da igreja emergente registaram muitas perseguições e muitas mortes.  
 
Policarpo foi preso por ser um Cristão - membro duma seita politicamente perigosa cujo rápido crescimento tinha que ser parado.  Encontrando-se no meio duma turba enraivecida, o procônsul Romano teve pena do gentil idoso e urgiu-o a que declarasse, "César é o Senhor."

Se Policarpo tivesse feito esta declaração, e oferecido uma pequena quantidade de incenso à estátua de César, ele teria escapado à tortura e à morte. 
 
A isto Policarpo respondeu, ‘Sirvo a Cristo há 86 anos, e Ele nunca me faz nada de mal. Como é que posso blasfemar o meu Rei que me salvou?’ Firme na sua posição em favor de Cristo, Policarpo recusou-se a comprometer as suas crenças, e, consequentemente, foi queimado vivo na estaca.

As pessoas não são queimada na estaca nos EUA; em vez disso, elas são "queimadas" pelos média sempre que levantam algum tipo de oposição à agenda homossexualista. Ao mesmo tempo, os homossexuais são protegidos pelos média sempre que estes atacam as pessoas que são contra o "casamento" homossexual, e o próprio acto homossexual. Alguns dos ataques levaram a que pessoas perdessem os seus empregos e fossem até processadas por não se alinharem com as exigências dos activistas homossexuais.

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Longe vai o tempo em que os activistas homossexuais apenas queriam "viver em paz"; hoje, a sua agenda anti-Cristã está a seguir o caminho que era suposto seguir. Os ataques aos Cristãos não são feitos por algo que estes tenham feito contra os homossexuais, mas sim porque é do interesse das forças que financiam o movimento gay enfraquecer a moral que serve de suporte aos seus opositores políticos.

É do interesse dos grandes grupos globalistas e dos grandes grupos financeiros destruir o Cristianismo porque enquanto esta ideologia estiver firme nos corações da sociedade civil, os seus interesses totalitários estarão sempre limitados. Mas como estes grupos não podem fazer (por enquanto) uma guerra aberta aos Cristãos sem revelar os seus propósitos, eles usam o movimento gay (e o feminismo) para fazer o seu jogo sujo. Quando o Cristianismo estiver totalmente destruído (no ocidente), a utilidade do movimento gay deixa de existir.

Isto é algo que os homossexuais irão descobrir amargamente, quando verificarem que a sua segurança física está a ser colocada de lado em favor da acomodação dos muçulmanos ou dos hispânicos (ou qualquer outro étnico ou ideológico usado pela esquerda militante como forma de destruir a civilização Ocidental e a moral Cristã).

Pode-se dizer portanto, e de certa forma, que o movimento gay está a trabalhar em favor de uma ideologia politica que irá, no futuro, fragilizar a situação dos homossexuais.
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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Activista gay detido por incitar «actividades indecentes»

Paul Kasonkomona, um proeminente activista gay da Zâmbia foi detido no país, depois de aparecer num programa televisivo, ao vivo, onde apelava à descriminalização das relações homossexuais.

Segundo o chefe da polícia, Solomon Jere, em declarações à AFP, Kasonkomona foi detido quando saía dos estúdios da televisão privada Muvi TV, em Lusaca, acusado de «incitar o público a participar em atividades indecentes».

Fontes da estação televisiva adiantaram à AFP que a polícia tentou parar a entrevista a meio, mas que tal foi negado pela direção.

Entretanto, um grupo sul-africano, Ndifuna Ukwazi, criou uma petição online pedindo a libertação do activista ao presidente da Zâmbia, Michael Sata.

As relações homossexuais são criminalizadas na Zâmbia, podendo os implicados ser condenados a um mínimo de 15 anos de prisão e a um máximo de prisão perpétua.

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Paul Kasonkomona, activista dos direitos humanos detido na Zâmbia depois de apelar, em directo, na televisão à descriminalização das relações homossexuais, foi libertado sob fiança, depois de ser presente a tribunal na capital, Lusaca.

O activista declarou-se inocente as acusações de causa da desordem em local público, cuja pena pode ser de um mês de prisão efetiva ou de multa.

Segundo a BBC, o tribunal ordenou a Kasonkomona o pagamento de uma fiança de cinco mil kwachas, pouco mais de 700 euros.

Entretanto, os advogados do activista processaram a polícia por detenção ilegal, uma vez que Karonkomona ficou detido durante mais de 48 horas antes de ser acusado.

Os actos homossexuais são ilegais na Zâmbia, país africano altamente conservador.

sábado, 13 de abril de 2013

A ditadura homossexual veio para ficar?


Um estudante de Fort Worth, Texas, foi enviado para o escritório do director da escola por declarar a um colega que acredita que o homossexualismo é uma práctica sexual errada. Holly Pope afirmou que ficou "totalmente surpreendida" quando recebeu uma chamada do assistente do director da escola (Western Hills High School) informando que o seu filho, Dakota Ary, havia sido enviado para a suspensão escolar.

O Dakota é um jovem de 14 anos com os pés bem assentes na terra,” afirmou Hollu Pope à Fox News Radio, ressalvando que o seu filho é um excelente aluno, joga na equipa de futebol da escola, e é um membro activo do grupo de jovens da igreja. “Ele tem estado na igreja desde que nasceu, e como consequência ele foi ensinado a firmar-se naquilo em que acredita.

E foi isso que lhe causou problemas. 

Dakota encontrava-se numa aula de Alemão quando a conversa passou a centrar-se na religião e no homossexualismo na Alemanha. A dada altura da conversa, Dakota virou-se para um amigo e disse que ele era um Cristão e que "ser homossexual está errado." Dakota afirmou à Fox que:
O que eu disse não foi dirigido a ninguém senão ao meu amigo que estava sentado atrás de mim. Provavelmente o professor ouviu-me. Ele começou a gritar. e disse que escreveria uma nota de infracção e enviar-me para o escritório.
Dakota foi sentenciado a um dia de suspensão na escola, e dois dias de suspensão completa.
 

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Como já dito por várias pessoas no passado, o movimento gay é um movimento político que visa silenciar as vozes conservadoras, e todas as vozes que se levantam contra a agenda política da esquerda militante. Pensar que o movimento gay representa os homossexuais é o mesmo que pensar que os Nazis representavam os alemães.

Mas o mais importante nesta história é mesmo a perseguição que está ser feita aos Cristãos. uma vez que, aparentemente, não lhes é permitido ter uma opinião contrária àquela que a esquerda militante quer que a sociedade tenha. Mas esta perseguição é bastante selectiva uma vez que os muçulmanos no Ocidente dizem coisas piores que estas (apelando atè à morte dos homossexuais) mas não sofrem qualquer tipo de retaliação. Isto leva-nos a concluir que o ódio dos activistas homossexuais é dirigido exclusivamente aos Cristãos.
 
Gayzismo
 
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quinta-feira, 11 de abril de 2013

“Direitos dos homossexuais não são violados na Rússia”, diz Putin

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que as minorias sexuais em seu país gozam dos mesmos direitos e liberdades que os outros cidadãos e apelou a um consenso com a comunidade gay. "Temos que chegar a um acordo, compreender e desenvolver certas regras civilizadas. Acho que é algo possível", disse o líder russo em uma conferência de imprensa conjunta com o Primeiro-Ministro holandês Mark Rutte, na segunda-feira, 8.

Referindo-se às controversas leis que proíbem a chamada propaganda homossexual em muitas regiões da Rússia, Putin explicou que a iniciativa era das administrações regionais e locais e não do governo federal. "É indicativo do sentimento geral da sociedade russa”, disse ele, salientando que as autoridades federais não podem ignorar a opinião pública. 

No entanto, o presidente russo lembrou que um dos maiores problemas que a Rússia enfrenta actualmente é a questão demográfica e observou a esse respeito que, "dos casamentos homossexuais [sic], não nascem filhos". Ele também argumentou que as uniões entre pessoas do mesmo sexo são "difíceis de imaginar" em algumas regiões do país com populações mais tradicionais, especialmente nas áreas de maioria muçulmana, como a Chechênia.

A visita de Putin à Holanda, primeiro país a legalizar o casamento homossexual, foi acompanhada por um protesto da comunidade LGBT contra a polémica lei russa que proíbe a propaganda entre menores de idade. Aproximadamente, 1.000 activistas se reuniram na Segunda-feira, 8, em frente ao Museu da Navegação de Amsterdão, onde o presidente russo se reunia com o primeiro-ministro holandês. 

Muitas regiões da Rússia, incluindo Novosibirsk, São Petersburgo e Kaliningrado, entre outras, já adoptaram um sistema de multas para quem for acusado de fazer propaganda da homossexualidade entre menores. Além disso, a Duma, câmara baixa do Parlamento russo, aprovou em janeiro, em primeira leitura, uma regra semelhante a nível nacional. O projecto, promovido por uma das assembleias legislativas regionais, recebeu 388 votos a favor e apenas um contra.

A comunidade gay da Rússia está há anos tentando fazer sua marcha na capital da nação. Até agora, o Conselho Municipal de Moscovo negou todos os pedidos neste sentido e, em Outubro, passado a recusa foi aprovada pelo Tribunal de Moscovo.

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terça-feira, 9 de abril de 2013

Rapazes adoptados abusados sexualmente por dupla homossexual


Que tipo de pessoa normal adopta 9 pequenos rapazes? Resposta? Ninguém. Mas também, George Harasz, 49 anos, e Douglas Wirth, 45 anos, (Glastonbury, Connecticut) não eram pessoas normais.

Para início de conversa, eles "casaram-se" um com o outro em 2000, lucrando com as leis locais que elevaram artificialmente a sodomia para o estatuto mantido exclusivamente pela heterossexualidade. Depois de se "casarem", e como seria de esperar, eles adoptaram legalmente nove crianças pequenas. Nota: todos do sexo masculino (porque será?).

Quando um dos rapazes começou a alegar ter sido sido abusado sexualmente pelos dois homossexuais (a partir dos seus 6 anos), Harasz e Wirth arranjaram um bom advogado - um daqueles advogados perito nos "direitos" LGBT que usou como forma de defesa acusações de "preconceito" e "ignorância". Afinal, só uma pessoa ignorante e preconceituosa faria alguma tipo de ligação entre o homossexualismo destes homens e o seu apetite por rapazinhos, certo? 

Errado.

Os advogados alegaram que as acusações de abuso sexual eram impossíveis de provar sem qualquer tipo de evidência forense; devido a isso, acusarem o rapaz de ser mentiroso por ter inventado a história ou por ter sido abusado por outros pais adoptivos mas ter transferido a história para Haraz e Wirth. Foi arranjado um acordo legal conveniente que daria à dupla homossexual penas suspensas e algum tempo de monitorização policial.

Foi então que 3 outros rapazes "adoptados" pela mesma dupla homossexual vieram a público e alegaram terem, também eles, sido vítimas de abuso sexual. Todos eles afirmam terem sido violados e molestados durante o tempo em que viviam nesta "família" bizarra. Coincidência incríve, certo? O caso vai agora para tribunal.

Esta tragédia (abuso sexual de PELO MENOS 4 rapazes) nunca teria acontecido se os esquerdistas não se tivessem aliado à agenda homossexual, e aceite os argumentos produzidos pelos activistas LGBT de que a "paternidade" homossexual é "natural" e é um "direito" seu. Não é um direito seu.

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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Homem suicida-se depois da operação de "mudança de sexo"

Vocês enviam os vossos filhos para escolas onde eles podem ser expostos a pessoas com distúrbios mentais graves, chegando ao ponto deles não saberem de que sexo são? Pois fiquem sabendo - se ainda não sabiam - que isso é profundamente perturbador para as crianças; muitas delas podem vir a sofrer algum tipo de ansiedade e medo quando lhes for dito que um homem tomou a decisão de cortar o seu apêndice reprodutor. A situação torna-se ainda pior se isso acontecer numa escola supostamente "Cristã". Onde é que a Bíblia diz para se concordar com um homem que pensa que ele é uma mulher?

Pouco antes do Natal de 2012, os alunos da escola "St Mary Magdalen’s" em Lancashire, Inglaterra, ficaram a saber que, quando regressassem das férias, o professor que eles conheciam como o sr Nathan Upton seria daí em frente conhecido como Miss Meadows.

O sr Upton fez recentemente uma mudança significativa na sua vida e fará a transição para a vida como uma mulher,” escreveu a directora da escola, Karen Hardman. Esta carta foi amplamente difundida pelos média ingleses, e quem se revelasse preocupado com o facto duma homem resolver seguir a via da auto-mutilação como forma de satisfazer desejos subjectivos, seria catalogado de "transfóbico."

Naturalmente, muitos pais reagiram à notícia com ressentimento pelo facto das suas crianças ficarem expostas a este tipo de comportamento anormal por parte de alguém que deveria ser um exemplo para elas. Devido a isso, os pais fizeram sentir a sua preocupação junto dos média. Nathan Upton não só havia vivido como um homem, como havia sido casado e havia gerado filhos antes de decidir que queria ser uma "mulher".

Os activistas pelos direitos dos transsexuais, que exigiram apoio à sua decisão, nunca expressarão qualquer tipo de preocupação com o efeito que a decisão de Nathan teve na sua mulher ou nos filhos. E que dizer dos sentimentos dos outros membros da família, dos colegas, dos seus alunos ou mesmo dos contribuintes, que pagaram a sua operação? Todos aqueles que discordaram com a sua decisão foram acusados de "transfobia" (o politicamente correcto em acção).

Wayne Cowie, cujo filho de 10 anos tem sido aluno de Nathan há já três anos, disse que os seus filhos estavam confusos e preocupados. ‘O meu filho do meio pensa que um dia desses, ele acorda com o cérebro duma rapariga uma vez que foi-lhe dito que o sr Upton, à medida que foi envelhencendo, adquiriu o cérebro duma rapariga,’ afirmou o decorador de 35 anos. ‘Ele é um bom professor mas os meus filhos são demasiado novos para ficarem a saber a história dos pássaros e das abelhas desta forma.

Num gesto claramente totalitário e intimidador, o sr Cowie disse que foi dito aos seus filhos que seriam punidos no semestre seguinte se continuasem a se referir ao professor como "sr Upton" e não como "Miss Meadows".

Outro pai disse também que "Isto é totalmente impróprio.... Qualquer professor que vai mudar de sexo, deve também mudar de escola."

O Fim

Três meses depois da sua operação, a "senhora" Lucy Meadows, também conhecido Nathan Upton, foi encontrado morto sem a presença de qualquer evidência que refute a tese de suicídio. Devido a isso, a polícia está a tratar este caso precisamente como um caso de suicídio. Claramente, ele era uma pessoa instável (tal como o são TODAS as pessoas que resolvem mudar de sexo), emocionalmente escamosa e sexualmente confusa que, finalmente, se arrependeu da operação drástica a que foi submetido.

A assim-chamada operação de "mudança de sexo" não muda o sexo da pessoa; nos homens, essa operação apenas cria um eunuco. Cortar o pénis e os testículos dum homem não o transformam numa mulher. Os profissionais de medicina podem até construir um orifício no meio das suas pernas mas nunca terá a aparência, a sensação ou a capacidade de reacção que o genuíno órgão sexual da mulher tem. O seu corpo ficará para sempre um corpo masculino e ele terá a necessidade de consumir elevadas doses de hormonas artificias femininos como forma de alterar o seu corpo e desenvolver seios. Escusado será dizer que ele nunca poderá ter filhos uma vez que ele não tem um útero nem ovários.

Muitos transsexuais arrependem-se da operação a que se submeteram, e pedem que a mesma seja revertida. Normalmente, isto é impossível. Nada pode tomar o lugar do pénis cortado. Talvez Nathan Upton se tenha apercebido tarde demais disto.

Os hormonas artificiais têm um impacto inevitável no cérebro da pessoa, causando alterações e intensificação das emoções. Imaginem as emoções duma rapariga adolescente a inundarem o cérebro dum homem castrado, que já não era emocionalmente são. Essas talvez sejam as razões que levaram a que Nathan enveredasse pelo suicídio, enviando assim a sua alma para o fogo eterno. Para sempre.

A brigada LGBT anunciou imediatamente que Nathan Upton foi vítima de "transfobia", e como evidência para isso eles apontam para os artigos que foram escritos em torno da sua história, e para os jornalistas que fizeram todos os possíveis para obter uma foto sua.  

Ou seja, segundo os activistas homossexuais, quando uma pessoa vê o seu nome nos jornais, e vê jornalistas a tentar obter a sua foto, isso gera em si a vontade de cometer o suicídio. Certamente que isso será uma notícia chocante para todas as figuras públicas que vêem o seu nome diariamente exposto nos jornais e nas revistas cor de rosa.  Para além disso, quando Upton cometeu suicídio, o interesse da impressa havia já arrefecido.

A verdade dos factos é que Upton cometeu o suicídio porque ele era uma pessoa perturbada. A tragédia do movimento homosexual é que o memso valida psicoses e neuroses como "direitos humanos", fazendo assim com que pessoas que PODERIAM obter ajuda profissional e viver vidas normais, vejam, em vez disso, as suas vidas destruidas em favor de sentimentos auto-destrutivos.

Fontes: Guardian, Daily Mail

Escola "Cristã"
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