segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Porque é que os predadores sexuais estão tão interessados na "educação sexual"?

Entre o ano de 2004 e o ano de 2009, Ben Levin ocupou o cargo de Vice-Ministro da Educação sob o comando da lésbica Kathleen Wynne (Ministra da Educação). Durante o tempo em que Levin se encontrou no cargo, foi desenvolvido um novo currículo de educação sexual, com o nome de "Inclusive Education Strategy" (EIES) [ed: "Estratégia de Educação Inclusiva"]. Segundo o currículo, crianças de 6 anos receberiam aulas de "identidade de género" na 1ª classe, aulas de orientação sexual e de  géneros diferentes na 3ª classe, aulas de masturbação na 6ª classe, e aulas de sexo oral e sexo anal na 7ª classe.

Numa carta com a data de 6 de Abril de 2009, Ben Levin declarou:

Hoje, o ministério emitiu o seu artigo em torno da estratégia de educação equitativa e inclusiva, levando a cabo a promessa da Diversidade.... Esta estratégia de alcance provincial tem sida uma prioridade da nossa Ministra de Educação Kathleen Wynne, bem como uma prioridade minha.

Este programa foi apresentado em Setembro de 2010. Pais horrorizados levantaram um tumulto de protestos de dimensões tão considetáveis que o então Primeiro Ministro, Dalton McGuinty, foi forçado a retirar o plano de estudo passados que estavam apenas dois dias. Intrépidos perante tal rejeição, a PM Wynne, que sucedeu a McGuinty, anunciou em Janeiro de 2013 que tem planos de trazer de volta o controverso programa de educação sexual.

Em Junho de 2013 Ben Levin publicou um artigo no "Literary Review" do Canadá onde ele criticava o requerimento provincial de que todos os adultos que trabalham com crianças se sujeitem a uma análise do seu registo criminal. Nesse artigo Levin alegou que tal medida preventiva era uma "barreira" no desenvolvimento de parceiras entre as escolas e as comunidades. Benjamin Levin era tão estimado pela PM Wynne que ela o nomeou para membro da sua equipa de transição em Janeiro de 2013. Na Parada de Orgulho Gay de Toronto de 2013, Levin sentou-se orgulhosamente numa fila privilegiada, perto da PM Wynne, de Justin Trudeau (líder Liberal federal) e ao lado de Bob Rae.

Ben Levin foi agora acusado de distribuir pornografia infantil, de fazer pornografia infantil, de aconselhar alguém a levar a cabo uma ofensa culpável (criminosa), e por concordar ou organizar as coisas de modo a que uma ofensa culpável seja levada a cabo contra uma criança com menos de 16 anos. Duas outras acusações foram levantadas contra ele por possuir e aceder a pornografia infantil.

Os Predadores Aprovam a Educação Sexual de Crianças

Não é por acaso que o sr Levin, na sua posição de Vice-Ministro da Educação, se encontrava a promover um programa de educação sexual horrível para crianças pequenas. Há um propósito por trás disto tudo: ao sexualizar as crianças antes delas estarem psicologicamente, emocionalmente e fisicamente prontas, elas podem começar a enveredar pela actividade sexual numa idade ainda baixa, acreditando que tal actividade sexual naquela idade é normal, aceitável e esperado delas.

Isto faz com que elas fiquem vulneráveis e se tornem  presas fáceis para os predadores sexuais. Com este currículo, as crianças aprendem que o comportamento sexual, qualquer que ele seja, pode ser levado a cabo sem arrependimento, sem preocupação ou sem qualquer tipo de reservas, a qualquer altura, por qualquer pessoa, e com qualquer pessoa.

Foi só o senso comum e a intuição dos pais preocupados de Ontário que impediu que este currículo sexual fosse implementado. O antigo Vice-Ministro da Educação obviamente que é um bom e fiável amigo da PM lésbica Wynne; aparentemente, eles partilham dos mesmos valores "morais" sexuais. Seria interessante saber se a senhora Wynne se atrevirá a implementar o programa do currículo sexual numa altura que se aproximam as eleições, e logo agora com a  inconveniente prisão de Ben Levin.

Fonte: http://shar.es/KYHQ9

sábado, 28 de setembro de 2013

Manuel Luís Goucha vai processar estado português

O programa 5 para a Meia-Noite, ainda quando era exibido na RTP2, elegeu Manuel Luís Goucha como «a melhor apresentadora de 2009». O apresentador do Você na TV! não gostou da brincadeira e acusa agora o tribunal de ter sido discriminatório aquando da decisão de não pronúncia dos arguidos: Carlos Moura, coordenador do formato, Filomena Cautela, apresentadora da emissão, e RTP2, canal onde se deu a polémica. O caso está na Europa e poderá sair cara aos portugueses.

Manuel Luís Goucha não gostou que a decisão do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa falasse em «atitudes», «formas de expressar», «roupas coloridas próprias do universo feminino» e apresentou recurso no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. A instância europeia aceitou o caso em Outubro de 2012 e agora o apresentador da TVI aguarda a sentença. Manuel Luís Goucha explica que «recorreu porque não ficou contente com a decisão do tribunal», mas remete todas as explicações para o advogado, João Milagre. 

Este, à Notícias TV, adianta que no despacho, que não dá provimento à acusação de difamação e injúrias agravadas, o Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa escreve que «o assistente [no caso Manuel Luís Goucha] é uma figura pública e, como tal, tem de estar habituado a que os humoristas captem uma ou outra característica da sua maneira de ser para fazer humor.». 

«Sendo que todos lhe reconhecem características comportamentais que refletem atitudes atribuídas ao sexo feminino, tal como a sua forma de expressar, as roupas coloridas próprias do universo feminino, tendo sempre vivido num mundo de mulheres, veja-se os programas que sempre apresentou na TV», lê-se ainda no documento. 

O advogado do apresentador esclarece à referida revista que «O assistente assumiu há algum tempo a sua homossexualidade, orientação sexual que em momento algum foi criticada pelos arguidos.».

Fonte

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Activista LGBT condenado a 25 anos de prisão por tentar matar Cristãos

Activista homossexual que planeou levar a cabo um massacre armado nas instalações duma proeminente organização Cristã foi condenado a 25 anos de prisão. Como reportado previamente, em Agosto do ano passado, Floyd Corkins III entrou nas instalações da Family Research Council (FRC) em Washington, D.C. armado com uma pistola de 9 mm "Sig Sauer" que ele havia comprado numa loja de armas em Virginia. Para além disso, ele trazia consigo uma mochila com dois carregadores, cada um com 15 balas, e quatro caixas de munição foram encontradas no seu carro.

Corkins fingiu ser um estagiário como forma de passar pelo segurança, mas o gerente do edifício,  Leo Johnson, questionou o homem em torno do seu destino. Alegadamente Corkins começou a gritar coisas relativas às politicas da organização [pró-família] e disparou sobre o guarda no braço como forma de passar recepção. Imediatamente Johnson neutralizou e desarmou Corkins, sendo ele mantido no local até a chegada da polícia.

Segundo algumas testemunhas, depois de sua pistola ter sido confiscada, Corkins gritou:

Não disparem contra mim! Isto não é por vossa causa, mas sim por causa do que este local defende.

Descobriu-se mais tarde que Corkins tinha mais duma dúzia de sandwiches Chick-fil-A na sua mochila. Ele disse aos investigadores que planeava "matar as pessoas no edifício e depois esfregar uma sandwich Chick-fil-A nas suas caras.”

Como foi que encontraste esta organização?” revela um vídeo online onde se vê um investigador a questionar. “Procuraste na internet?

Corkins respondeu:

A [organização esquerdista] Southern Poverty Law tem uma lista com todos os grupos anti-gay. Encontrei-os online. Fiz uma pesquisa, fui à internet, coisas assim desse tipo.

Mais tarde, Corkins declarou-se culpado de 10 acusações em torno do tiroteio. Na Quinta-Feira, ele foi condenado a 25 anos de prisão, quase metade do que a acusação havia requisitado, mas o dobro do que os advogados de defesa haviam sugerido. Durante a audiência onde ele foi sentenciado, para além de continuar a declarar-se contra a posição da FRC, Corkins afirmou:

Apercebo-me que recorrer à violência para atingir um propósito político nunca é correcto. ... Este foi um crime sem sentido algum. Muitas pessoas seriam assassinadas de modo bárbaro e separadas das suas famílias para sempre.

Tony Perkins, fundador da FRC, encontrava-se também presente e falou em nome da organização:

Hoje, não buscamos vingança mas justiça. Muitos dos nossos funcionários e as suas respectivas famílias têm sofrido danos emocionais e psicológicos contantes, e mudaram a sua vida devido ao ataque. Todos os dias, a nossa equipa tem que lidar com o facto de todos nós sermos uma vítima potencial.

Numa sociedade civilizada, acabar com o debate não a forma como as pessoas e organizações razoáveis operam. Intimidar e assustar os outros acaba com a "liberdade organizada" sobre a qual os nossos Pais Fundadores escreveram e em favor da qual eles militaram, e coloca-nos a todos em perigo de perder os nossos direitos sagrados quando extremistas militantes tomam conta do espaço público exclusivamente para eles.

O Procurador dos EUA, Robert Machen, emitiu uma declaração logo depois da sentença ter sido tornada pública, agradecendo Johnson por ter impedido que uma tragédia tenha ocorrido:

O heroísmo dum guarda de segurança foi tudo o que impediu Floyd Corkins III de levar a cabo um tiroteio em massa com o expresso propósito de matar o maior número de pessoas possível. Toda a nossa comunidade encontra-se agradecida ao nosso herói que se opôs a este ataque hediondo. Hoje, a sentença de 25 anos demonstra o preço alto que tem que ser pago quando se recorre à violência para aterrorizar os inimigos políticos.

A sentença imposta a Corkins foi a primeira a ser emitida segundo a Lei Anti-Terrorrismo de Washington.

Fonte: http://ow.ly/p5kVq

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Corkins é o produto duma cultura que demoniza os Cristãos ao mesmo tempo que relativiza toda a violência levada a cabo pelos grupos LGBT.  Reza a lenda que a violência LGBT é apenas a "revolta contra anos de opressão". Seria interessante saber quantos "anos de opressão" Corkins sofreu de modo a que ele se sentisse "forçado" a tentar matar Cristãos.

Como já foi dito várias vezes por várias pessoas, sempre que isto - ataques esquerdistas contra Cristãos - acontece, os conservadores têm que levar as coisas até às últimas consequências legais. Se se pactua com isto ao não se desenvolver esforços para acusar os infractores,, os activistas da extrema-esquerda tomam isso como um sinal de fraqueza, e da próxima vez farão ainda pior.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Cristãos forçados a vender negócio devido ao terrorismo da máfia LGBT

Peter e Hazelmary Bull, donos da Bed & Breakfast em Marazion, Cornwall (Inglaterra) viram-se forçados a vender o seu negócio - o Chymorvah Hotel - depois dum Verão de vendas baixas e uma batalha legal em torno dum caso de "discriminação". O casal Cristão sofreu também ameaças de morte, vandalismo e ataques no seu site (com imagens  pornográficas) por parte de activistas e simpatizantes LGBT.

"O inverno passado foi terrível; nós chegamos a passar fome e a sofrer frio. O Inverno estava a chegar e temíamos isso," afirmou Hazelmary ao Daily Mail. Ela afirmou ainda que eles foram forçados a vender o seu hotel de 9 camas por £750,000, aproximadamente $1,206,075, mas que o dono não acredita que eles consigam receber essa verba.

O casal Bulls afirma também que vândalos removeram as rodas do seu carro e pregaram coelhos mortos na sua cerca. Para além disso, eles reportaram ameaças de morte emitidas contra eles. Juntamente com tudo isto, o hotel perdeu o seu lugar na base de dados Visit England devido à sua posição em favor do casamento natural, o que pode ter também contribuído para um Verão com um menor fluxo de clientes.

A batalha legal teve início em 2008 quando uma dupla homoerótica (numa parceria civil), Steven Preddy e Martyn Hall, alugou *um* quarto mas foram recusados pelo gerente do hotel, Bernie Quinn, quando se apercebeu que a marcação não havia sido feita por um casal mas sim por uma dupla homossexual.

Os Bulls são Cristãos conservadores e não aceitam que duplas não vinculadas num matrimónio tradicional partilhem um quarto no seu Bed and Breakfast. Isto inclui também casais (um homem e uma mulher) que queiram partilhar um só quarto mas que não estejam casados. O site da companhia declara:

Por favor, notem que, como Cristãos, temos uma estima elevada pelo casamento (sendo a união entre um homem e uma mulher para toda a vida, com a exclusão de todos os outros). Devido a isso, embora nós estejamos de braços abertos para receber a todos, as nossas acomodações de duas camas não se encontram abertas para duplas que não estejam casadas.


Os Bulls perdem o julgamento contra Preddy e Hall em 2011 e foram forçados pelo juiz a pagar £3,600 (cerca de $5,782).

Colin Hart, director da organização Christian Institute, afirmou numa reportagem prévia do The Christian Post que a pousada dos Bulls foi "cercada" por duplas homoeróticas (depois do caso se ter tornado público) exigindo quartos de casal (com duas camas), "aparentemente como forma de destruir o seu negócio." No entanto, o juiz afirmou que não havia qualquer tipo de evidências que provassem isso.

Em Agosto de 2012 os Bulls obtiveram o direito de ver o seu caso analisado pelo Tribunal Supremo do Reino Unido. O mesmo será ouvido no dia 9 de Outubro, ao mesmo tempo que o caso de Susanne Wilkinson, que recusou a estadia duma dupla homoerótica no seu "Swiss Bed and Breakfast" em Cookham, Berkshire, em Março de 2010.


Fonte

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Quão corajosos são os activistas LGBT lançando ameaças de morte para um casal de idosos Cristãos. Nós sabemos que isto não é feito em prol da defesa dos "direitos" dos homossexuais porque NO MESMO país onde este incidente ocorreu, acontecem coisas como as que se vêem a seguir, mas que o movimento LGBT nada faz em relação a isso:

O Este de Londres tem-se revelado como uma das áreas onde os ataques homofóbicos cresceram como em mais nenhuma área de Inglaterra. Toda a gente sabe porquê, mas ninguém quer falar sobre isso. Porque é que ninguém quer falar nisto? ..... Porquê o silêncio?

O silêncio prende-se com o facto de quem faz os ataques. O mesmo link revela:

Há um fenómeno triste que tem ocorrido com alguma frequência em algumas cidades europeias: grupos muçulmanos tem-se dedicado a atacar os homossexuais, quer fisicamente quer em forma de panfletos anti-homossexualidade.

Ou seja, quem está a fazer os ataques são muçulmanos e como tal, os activistas LGBT "não têm tempo" nem "vontade" para lidar com esta situação. No entanto, quando um casal de idosos diz que quartos de casal são para . . . os casais, o movimento homossexual desce sobre eles como se eles tivessem recusado a presença de homossexuais nas suas instalações.

Repare-se que a proibição que vigorava no B&B não se prende com o vício sexual dos sodomitas, mas sim com a definição de casamento. Se um destes homens se apresenta-se como homossexual mas casado com uma lésbica, e pedisse permissão para alugar um quarto de casal, os Bulls não teriam problemas nenhumas em fazer exactamente isso. Do mesmo modo, se um homem e uma mulher sem vínculo matrimonial um com outro requisitassem um quarto de casal, o B&B negaria tal pedido porque os seus quartos só estão disponíveis para os casais vinculados num casamento natural.

Como se pode ver por este incidente, o movimento homossexual em nada está relacionado com a defesa dos direitos dos homossexuais, mas sim com o ataque à liberdade dos Cristãos. O motivo por trás deste incidente é a definição de casamento em si, e não a "liberdade" para estar numa pousada B&B. Para se entender melhor a estratégia por trás do movimento homossexual, aconselho a leitura deste texto..

sábado, 21 de setembro de 2013

Só 600 “casamentos” homossexuais em três meses na França desanima socialistas


Passados três meses da entrada em vigor da lei que legalizou o casamento [sic] homossexual, apenas 600 “casamentos” foram realizados em toda a França, segundo dados das 50 maiores cidades do país, informou a rádio pública France Inter.

Desde o primeiro “casamento” sodomita celebrado em Montpellier com grande espalhafato midiático, 596 uniões semelhantes aconteceram em todo o país.

O número corresponde a apenas 1% dos casamentos registrados no período, acrescentou a rádio.
O jornal Le Monde acha que os homossexuais franceses estão intimidados pelas gigantescas manifestações populares contra esse “casamento”.

Apenas 1% em três meses é pouco, reconheceu a rádio do governo que impôs esse alardeado “casamento”.

É largamente afirmado, até por ativistas da agenda homossexual, que os LGBT não desejam casar pois preferem a frenética rotatividade de parceiros em que consomem sua vida.

O próprio ministro socialista de Educação Vincent Pellion, no entanto, se encarregou de esclarecer o fundo do assunto.

Para ele, leis como as de “casamento” homossexual visam enxotar o catolicismo da moral pública e instalar em seu lugar uma religião laica e ateia, que realize assim plenamente o sonho da Revolução Francesa de 1789. VEJA AS PALAVRAS DO MINISTRO PELLION


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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Serão os Russos livres para proteger as suas crianças?


O "establishment" mediático mundial encontra-se num estado de revolta devido à mais recente lei russa que proíbe a promoção do homossexualismo, e de outros comportamentos sexuais depravados, entre menores. A Reuters, a AP, o New York Times e a BBC queixaram-se da nova lei, afirmando que a mesma é uma forma de discriminação contra os homossexuais, mas as suas palavras têm a aparência de hipérbole e não de qualquer outra coisa.

Se levarmos em conta o que o NYT (New York Times) escreve, ficaremos com a impressão de que os Russos decidiram enviar os homossexuais para os Gulags, mas a lei Russa efectivamente funciona como um imposto sobre as manifestações *públicas* de homoerotismo. Eis a forma como o NYT sumariza a lei:

Sem definir o que é "não-tradicional", a nova lei proíbe a disseminação de informação "com o propósito de formar, junto das crianças, um fundamento sexual não-tradicional." A lei proíbe também caracterizar "a atractividade" de tais relações e proíbe que se afirme "a equivalência social entre as relações tradicionais e as relações não-tradicionais." As multas variam de $155 por cada indivíduo para $31,000 por cada fonte de informação mediática.

Dificilmente $155 é uma quantia fora do alcance por parte de homossexuais que se querem beijar em público.

Embora os Russos não queiram de modo algum encorajar o homossexualismo, eles não querem também criminalizá-lo e nem discriminar os homossexuais (como afirmaram algumas fontes de informação). Os homossexuais Russos têm os mesmos privilégios que todos os outros Russos, mas eles não podem promover o homossexualismo (como se este acto sexual auto-destrutivo fosse algo de positivo) junto de crianças, do mesmo modo que o Mayor Bloomberg quer banir as bebidas açucaradas, e do mesmo modo que Michelle Obama quer que comida pouco saudável seja retirada cafeteiras.

Os média têm caracterizado esta lei como uma medida pouco razoável energizada por "grupos religiosos radicais", mas esta forma de pensar não explica o porquê desta lei ter sido aprovada de modo unânime pela câmara inferior do parlamento Russo (só com uma abstenção). Dificilmente a Rússia pode ser caracterizada como uma nação religiosa, mas a lei tem um apoio sobrepujante nas instituições legisladoras.

De modo consistente, a Rússia tem negado licenças aos grupos que tencionam levar a cabo paradas de "orgulho" homossexual, algo que poupa as crianças e o público em geral de presenciar o mesmo tipo de comportamento que é observado nas praças e nas ruas da Europa Ocidental e nas ruas dos Estados Unidos.

Semelhantemente, os órgãos de informação têm ressalvados incidentes onde pessoas LGBT têm sido vítimas de violência sem ressalvar (ao mesmo tempo) que a maior parte dos manifestantes junto ao parlamento Russo eram a favor da lei, e que a violência em nada estava relacionada com os os desejos da maioria dos manifestantes Russos.

A lei que proíbe a promoção do homossexualismo entre as crianças simplesmente codifica o sentimento Russo de proteger os interesses das suas crianças, e não o não-existente interesse em perseguir os homossexuais. A realidade dos factos é que o homossexualismo está associado a uma incidência 20 vezes superior de contágio com o vírus HIV, bem como a outras estatísticas em torno da saúde deficitária, tais como maior incidência de consumo de drogas e álcool, depressão e até suicídio. 

Com dados médicos como estes, não é de admirar que os Russos queiram proteger as suas crianças de enveredar por um estilo de vida com tais consequências médicas nefastas. O que ainda permanece por averiguar é o motivo que leva os média do Ocidente a ficar em tal estado de revolta.



terça-feira, 17 de setembro de 2013

É a pedofilia uma "orientação sexual" ?

Por Jack Minor

Usando as mesmas tácticas usadas pelos activistas homossexuais, os pedófilos deram início a formas de obter o mesmo estatuto que o homossexualismo , alegando que o seu desejo por crianças é uma orientação sexual parecida à heterossexualidade e ao homossexualismo.

Há já muito tempo que os críticos do estilo de vida homossexual alegam que, mal se tornou aceitável definir o homossexualismo como "um estilo de vida alternativo", logicamente falando nada mais passou a estar para além dos limites. Os activistas homossexuais ficaram ofendidos com esta posição, insistindo que isso nunca aconteceria, mas sabe-se agora que alguns psiquiatras começaram a propor uma redefinição da pedofilia da mesma forma que o homossexualismo foi redefinido há alguns anos atrás.

No ano de 1973 a American Psychiatric Association (APA) desclassificou o homossexualismo da sua lista de desordens mentais. Um grupo de psiquiatras  associado ao "B4U-Act" levou a cabo recentemente um simpósio propondo uma nova definição da pedofilia no "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Health Disorders" da APA.

O B4U-Act chama os pedófilos de "pessoas atraídas a menores", e o site da organização declara que o seu propósito é o de “ajudar os profissionais de saúde mental a aprender mais em relação à atracção por menores, e considerarem os efeitos dos estereótipos, do estigma e do medo.

Em 1998 a APA emitiu um relatório alegando que "o 'potencial negativo' do sexo entre adultos e crianças é ‘exagerado’ e que uma vasta maioria de homens e mulheres não reportou efeito negativo sexual algum das experiências infantis de abuso sexual.

A pedofilia já recebeu um estatuto de protecção por parte do Governo Federal. O "Matthew Shephard and James Byrd, Jr. Hate Crimes Prevention Act" lista a "orientação sexual" como uma classe protegida, mas não define o termo. Os Republicanos tentaram inserir uma emenda especificando que "a pedofilia não se encontra definida como orientação sexual," mas a emenda foi derrotada pelos Democratas [ed: esquerdistas e marxistas culturais]. O representante Alcee Hastings (Democrata-Fl) declarou que todos os estilos de vida alternativos deveriam estar protegidos pela lei:

Este projecto de lei lida com o nosso propósito de colocar um término na violência fundamentada no preconceito, e garantir que todos os Americanos, independentemente da raça, cor, religião, origem nacional, género, orientação sexual, identificação de género, incapacidade ou qualquer uma destas "filias", fetiches e "ismos" que foram avançados, não tenham que viver com medo por serem como são. Apelo aos meus colegas que votem em favor desta lei.

(...)

No princípio deste ano dois psicólogos do Canadá declararam que a pedofilia é uma orientação sexual tal como o homossexualismo e a heterossexualidade. Van Gijseghem, psicólogo e professor reformado da Universidade de Montreal, afirmou perante os membros do parlamento que “os pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem pequenas ofensas pontualmente, mas sim pessoas que lutam com o que é equivalente a uma orientação sexual, tal como qualquer outro indivíduo pode estar a lutar com a heterossexualidade ou com o homossexualismo. (...) Os pedófilos genuínos têm uma atracção exclusiva por crianças, o que é o mesmo que ter uma orientação sexual. Não se pode mudar a orientação sexual desta pessoa; ela pode, no entanto, permanecer abstinente."

Quando lhe foi perguntado se ele pode comparar os homossexuais com os pedófilos, Van Gijseghem respondeu:

Se, por exemplo, vivêssemos numa sociedade onde a heterossexualidade é proscrita ou proibida [ed: ?!!!]  e se nos fosse dito que teríamos que obter terapia de modo a alterar a orientação sexual, muito provavelmente dirias que isso é ligeiramente maluco. Por outras palavras, não aceitarias isso de todo. Uso esta analogia para demonstrar que, sim, os pedófilos não mudam a sua orientação sexual.

O Dr. Quinsey, professor emérito de psicologia  na "Queen’s University" em Kingston, Ontario, concordou com Van Gijseghem. Quinsey afirmou que o interesse sexual dos pedófilos são as crianças e que "não há qualquer tipo de evidência que demonstre como este tipo de preferência pode ser alterado através de tratamento ou através de qualquer outra forma.

Em Julho de 2010, a "Harvard Health Publications" afirmou

A pedofilia é uma orientação e muito pouco provável de ser alterada. O tratamento tem como propósito permitir que uma pessoa resista agir de acordo com os seus impulsos sexuais.

Linda Harvey (Mission America) afirmou que o "forcing" em favor da normalização da pedofilia vai-se tornar mais e mais comum à medida que os grupos LGBT  vão-se confirmando na sociedade.

Tudo isto faz parte do plano de empurrar as crianças para a sexualidade precoce e convencê-las de que a amizade normal é na verdade uma atracção sexual.

Milton Diamond, professor na Universidade do Hawaii e director da "Pacific Center for Sex and Society", declarou que a pornografia infantil pode ser benéfica para a sociedade uma vez que os "criminosos sexuais potenciais usam a pornografia infantil como um substituto para o sexo com as crianças.

Diamond é um palestrante distinto do "Institute for the Advanced Study of Human Sexuality" em São Francisco. A IASHS defendeu abertamente a rejeição da proibição Revolucionária da presença de homossexuais nas forças militares. A IASHS enumera no seu site uma lista de "direitos sexuais básicos", onde estão incluíndos "o direito de se envolver em actos ou actividades sexuais de qualquer tipo, desde que não envolvam actos não-consentidos, violência, coação, ou fraude."

Um outro direito é o de "ser livre de perseguição, condenação, discriminação ou intervenção social devido a um comportamento sexual privado" e ser livre para "ter qualquer tipo de fantasia, pensamento ou desejo sexual." Por fim, a organização diz que ninguém deveria "ser desfavorecido devido à sua idade".

As leis que visam proteger as crianças foram já desafiadas em vários estados, incluindo a Califórnia, a Geórgia e o Iowa; as pessoas condenadas por crimes sexuais afirmam que as leis que os proibem de viver perto de escolas ou parques são injustas porque os penalizam para toda a vida.

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Não é por acaso que os grupos que mais se esforçam para que o estigma da pedofilia seja removido da sociedade sejam grupos homossexuais. Isto não significa que todos os homossexuais são pedófilos, mas sim que "os grupos que mais se esforçam para que o estigma da pedofilia seja removido da sociedade sejam grupos homossexuais".

Seria interessante saber como é que os activistas pró-LGBT (que não são todos homossexuais) explicam este facto.

Será que é "homofobia" dizer os grupos que mais militam pela normalização da pedofilia são grupos homossexuais? Ou é mais acertado dizer que há algo no homossexualismo que faz com que os seus practicantes vejam o sexo com crianças duma forma (ainda) aberrante para a maioria da população mundial?..

sábado, 7 de setembro de 2013

Lésbica esfaqueia rapariga até à morte por esta se recusar a namorar com ela


Um assassinato comoveu os moradores da cidade de Jataí, em Goiás. A polícia encontrou nesta Terça-Feira (30) o corpo de uma jovem de 18 anos que estava desaparecida desde a manhã desta segunda. De acordo com a polícia, a estudante Bianca Mantelli Pazinatto foi esquartejada por duas adolescentes, uma de 16 e outra de 17 anos.

Segundo o delegado Regional da Policia Civil André Fernandes, Bianca desapareceu por volta da 9h30 da segunda. O corpo da vítima foi localizado no quarto da casa de uma das vítimas, embaixo da cama da jovem. Segundo a polícia, crime foi premeditado e ocorreu no interior da residência, que fixa no Setor Granjeiro.

O corpo foi encontrado revestido por sacos plásticos e com as mãos amarradas para à frente. Segundo a polícia, a intenção das duas era retirar o corpo da casa e queima-lo em um bairro afastado do centro da cidade. As duas adolescentes confessaram o crime e alegaram que a motivação foi passional.

Ainda segundo a polícia, uma das menores queria ter um relacionamento amoroso com Bianca, mas a vítima não queria, o que teria motivado as duas a planear o crime. Na residência, foi apreendido um caderno com anotações sobre o assassinato, uma faca suja de sangue e uma mochila com outros objectos que teriam sido utilizados no assassinato.

Esse homicídio a princípio foi motivado por uma questão de passionalidade. Nós iremos pegar maiores detalhes, mas é um crime que não se justifica. Conseguimos a informação com o aparelho celular da vítima, e viemos até aqui (casa da suspeita). Uma das autoras é muito fria, agiu com frieza. O crime foi todo planeado”, disse o delegado.

As duas adolescentes estão apreendidas no complexo de delegacia da policia civil de Jataí, e devem ser transferidas para um centro de apreensão de menores infractores na capital do estado. A pena máxima para menores que praticaram o crime pode ser de três anos de reclusão.



domingo, 1 de setembro de 2013

Lésbicas usam o sistema legal para atacar liberdade religiosa

Há sete anos atrás, a lésbica Vanessa Wilcock pediu à "Elane Photography" em Albuquerque, New Mexico, que fotografasse a cerimónia de compromisso entre ela e a sua parceira sexual lésbica. Elaine Huguenin declinou o pedido afirmando que ela só fotografava casamentos tradicionais e que não fotografava eventos homoeróticos.

A lésbica Wilcock, apesar de encontrar outra empresa mais barata para lhe fotografar a cerimónia, apresentou uma queixa junto da "New Mexico Civil Rights Commission", que determinou que Huguenin havia violado a lei estadual da anti-discriminação. Mais tarde, a decisão foi mantida por um tribunal de apelação.

Há poucos dias atrás, o "New Mexico Supreme Court" decidiu de modo unânime em favor da decisão do tribunal de apelação. Mas mais perturbador que a decisão do tribunal contra a liberdade religiosa de Huguenin é a linha de pensamento empregue para justificar a decisão. Todos os apelos feitos em favor da liberdade religiosa foram colocados de parte como se a frase "livre exercício" não aparecesse em parte alguma da Constituição Americana. Ao vindicar o direito duma minoria - as duplas homoeróticas -  o tribunal esvaziou os direitos de outros, nomeadamente, os direitos daqueles que aderem aos ensinamentos tradicionais em torno da sexualidade.

Segundo o tribunal, a recusa da Elane Photography "violava a lei, da mesma forma que violaria se eles se tivessem recusado a fotografar casamentos entre pessoas duma raça distinta." Portanto, e tal como afirmou Rod Dreher, o tribunal nem levou em conta o facto de "existir uma dimensão moral para o desejo e para a expressão sexual" que não existe quando se fala na raça ou na etnia.

Para além disso, o tribunal não se interessou em levar em conta a distinção (que a Elane Photography fez em todos os seus apelos) entre a objecção a uma acção e objecção a uma pessoa. O problema não era fotografar alguém viciado no homossexualismo, algo que Elane estava disposta a fazer, mas sim dar o seu apoio à união homoerótica fotografando uma cerimónia de compromisso com essa temática.

Mais perturbador ainda foi o parecer favorável do Juiz Richard Bosson quando ele afirmou que, segundo a lei do Novo México, a família Huguenin "é obrigada . . . a colocar de lado as crenças religiosas que servem de inspiração para as suas vidas." Ele afirmou ainda que esta obrigação irá deixar "marcas tangíveis nos Huguenins e nas outras pessoas com posições similares." No entanto, esta acomodação, segundo Bosson, "é o preço da cidadania." Embora os Huguenins sejam livres para acreditar no que eles bem entenderem. fora de casa eles são obrigados a "canalizar a sua conduta, não as suas crenças, de modo a deixar margem de espaço para os outros Americanos que acreditam em coisas distintas."

Bosson qualificou este ajuste como "parte da cola que nos mantém unidos como nação, a tolerância que lubrifica as partes distintas de todos nós, como pessoas."

Existem dois problemas enormes com esta forma de pensar. O primeiro é esta distinção artificial entre crença e conduta. É uma distinção que é especialmente irónica vinda de um tribunal que não pôde encarar a distinção entre levantar objecções a uma orientação sexual, e levantar objecções a actos sexuais específicos.

Se o que os homossexuais fazem é inseparável daquilo que eles são, então porque é que os Cristãos são obrigados a separar a crença das acções? Esta forma de pensar é claramente uma dualidade de critérios gritante.

Igualmente gritante é a suposição não verbalizada de que as únicas pessoas que têm que ajustar a sua forma de pensar são os Cristãos. Quando os Huguenin recusaram o pedido da lésbica Wilcock, ela, e como a sua contribuição para a "cola", poderia ter dito "Bem, encontrei outro fotógrafo," e ter deixado as coisas tal como elas estavam. Mas ela não fez isto, e ninguém lhe deu sermões sobre o "preço da cidadania."


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