terça-feira, 29 de março de 2011

Imagem: Mordaça Gayzista

Vítimas de abuso sexual do sexo masculino têm mais dificuldade de lidar com o trauma


Estudo da Universidade de Massachusetts revelou um dado assustador e alarmante: nos EUA, um em cada seis homens e uma em cada quatro mulheres sofrerão algum tipo de abuso sexual antes de completar 16 anos. O estudo foi liderado pelo psicólogo David Lisak, da Universidade. Ele também trabalha numa ONG que auxilia homens que foram abusados. A violência e o trauma de um abuso sexual são intensos para os dois sexos, mas, de acordo com pesquisadores, pode ser mais difícil para os homens se recuperar.

Homens e mulheres violentados sofrem com a vergonha e o estigma do abuso e acabam se isolando e protegendo o criminoso com seu silêncio. Mas os homens ainda têm de lidar com outro problema: os estereótipos sobre sua masculinidade. “Homens, especialmente crianças e jovens, não denunciam os abusos”, diz a professora de enfermagem, Elizabeth Saweyc, da University of British Columbia. “Muitas das nossas histórias colocam os homens no comando da sexualidade. Quando acontece um abuso, esta posição, definida socialmente, é rompida. Não é apenas a violação dos limites e da autonomia pessoal, não só o direito de privacidade do garoto que está em jogo. O ato também contradiz seu senso de masculinidade”.

Esta ruptura na “ordem natural das coisas” causa uma confusão muito grande nos meninos porque eles não “deveriam ser” vítimas de abuso sexual. Elizabeth diz que, em muitos casos, eles têm até dificuldade em entender que estão sendo abusados. Como, na maioria das vezes, o criminoso é homem, os garotos acabam sendo levados a questionar a sua sexualidade, coisa que não acontece com as vítimas do sexo feminino. A professora conta que a sociedade ainda pode atrapalhar a recuperação. Por exemplo, quando o abuso é cometido por uma mulher, o trauma para o garoto é tão grande quanto se houvesse sido abusado por um homem, mas a sociedade vê isso como uma reprise do filme “A primeira noite de um homem”.

Um estudo realizado no Hospital infanti St. Paul em Minnesota com 226 meninas e 64 meninos, com idades entre 10 e 15 anos, que relataram ter sofrido abuso sexual, revelou que: das denúncias feitas em até 72 horas depois do ato, horário crítico para a polícia ter maiores chances de juntar evidências, a minoria era feita por garotos.

Outra diferença chocante é que os meninos são mais expostos à pornografia durante o abuso do que as meninas. As meninas, em sua maioria, são violentadas por mais de um criminoso. Com os meninos, geralmente é apenas um, algumas vezes um menor de idade, mais velho que a vítima. Os estudos também concluíram que as meninas contam primeiro para uma amiga sobre o abuso, enquanto meninos contam para suas mães. Outro fato chocante: “A segunda pessoa com quem os meninos conversam sobre o que aconteceu é com os próprios algozes”, contou a enfermeira, Laurel Edinburgh, co-autora do trabalho com Elizabeth Saweyc.
Além da dor, da confusão, da vergonha e do trauma, às vezes os jovens são acometidos por sentimento de raiva. Vítimas dos dois sexos têm altas chances de sofrer de doenças psiquiátricas como ansiedade e depressão. Além disso, o preconceito que sofrem os faz calar sobre o abuso sexual.

Mudança de atitude na sociedade pode reverter quadro.

Por medo ou vergonha, as vítimas de violência sexual geralmente guardam para si a experiência, o que dificulta a estimativa de casos. Registros policiais, por este motivo, podem trazer apenas uma pequena parte dos números reais. Levantamentos com a população trazem números maiores, mas mesmo assim, os pesquisadores admitem que os sobreviventes deste tipo de crime não se sentem confortáveis em se abrir mesmo em pesquisas. “Eu não posso mais ficar preocupada com números como um em quatro, um em três, ou qualquer outra porcentage. É um número enorme”, disse David Lisak.

O psicólogo chegou a entrevistar os abusadores e contou que a maioria é motivada pela ingenuidade e vulnerabilidade das vítimas. Muitos deles não param na primeira vez e, alguns abusam meninos e meninas. Sua satisfação se dá no controle sobre as crianças. Segundo ele, a maioria das vítimas conhece o responsável.

Para que os jovens possam ter mais confiança e coragem de denunciar os violentadores, Elizabeth Saweyc afirma que mudanças de ponto de vista são necessárias. Segundo ela, a sociedade deveria ser mais sensível à gravidade do crime. “Não deveríamos ter tanto preconceito em torno destes casos, na verdade, eles nem deveriam estar acontecendo. Enquanto as pessoas rejeitarem, desacreditarem ou negarem o fato, este crime perpetuará”. [LiveScience]

segunda-feira, 28 de março de 2011

Silas Malafaia debate PLC 122 no programa do Ratinho

Deseducação sexual - por José César das Neves

A educação sexual é indispensável na formação de todos. Por isso, as escolas devem interessar-se pelo tema e dar aulas sérias e formativas. Há anos que a questão é discutida nos meios didácticos e políticos e o Parlamento tem analisado sucessivos projectos de lei. Apesar disso, a educação sexual não melhorou nem se prevê que melhore nas próximas décadas em Portugal. Os responsáveis só complicam um assunto que não precisa de ajuda para ser difícil.

A educação política também é essencial e as escolas devem incluí-la. Mas que pensaria se esses programas lectivos fossem baseados nos projectos de um partido minoritário e extremista, por exemplo o Bloco de Esquerda? Que acharia se na escola as crianças e jovens aprendessem que "a energia deve ser pública" (porque não o pão?), que no meio da crise se deve adoptar a semana de 35 horas e palermices semelhantes? Para não falar na ditadura do proletariado e revolução permanente, escondidas nas suas raízes maoístas e trotskistas. Seria um terrível abuso do sistema educativo.

É exactamente essa infâmia que tem sido cometida nos últimos anos no campo da educação sexual escolar. Um grupo de iluminados, defendendo fanaticamente posições extremistas que assumem como únicas razoáveis, tem capturado o ensino impondo essas ideias como "educação sexual". Ideias que, por acaso, são opostas às da maioria das famílias portuguesas, que esses especialistas desprezam como conservadora e tacanha, pretendendo iluminá-la do alto da sua ciência.

De forma sub-reptícia nos corredores do ministério ou abertamente nos debates políticos, tem-se assistido a intensa campanha para coagir a sociedade a seguir alguns princípios, auto-denominados de progressistas, justos e livres. Esses princípios são aqueles a que a sociedade até há pouco chamava "porcalhões". As aulas devem mostrar órgãos sexuais às crianças e explicar os detalhes de carícias, coito e contracepção. A masturbação é natural, o impulso sexual deve ser promovido, se praticado com segurança, e há perfeita equivalência entre todas as opções sexuais. Pudor, castidade e matrimónio são disparates.

Já deve ter reparado que no nosso tempo existe uma intensa controvérsia acerca das questões da família e do sexo. Aspectos consensuais há milénios são momentaneamente polémicos e vivemos enorme confusão de valores e critérios. Isso não nos deve escandalizar, porque todas as gerações têm os seus debates fundamentais.

Se vivêssemos há uns séculos, ver-nos-íamos envolvidos em discussões, hoje abstusas, acerca do sistema político, empresarial ou religioso. Aliás são os mesmos activistas revolucionários que, órfãos dessas antigas lutas político-económicas, vêm agora atacar a instituição familiar com a fúria dos velhos combates laborais. A alcova substituiu a empresa e o direito à greve foi trocado pelo direito ao deboche. Os esquerdistas andam agora paradoxalmente aliados a marialvas e proxenetas.

(Fonte)

sábado, 26 de março de 2011

Grupo homossexual quer que crianças em idade primária se vistam como mulheres e que dancem como cheerleaders

Um pacote escolar dirigido aos professores (e suportado pelas agências governamentais) defende que os rapazes das escolas primárias deveriam ser encorajados a usar vestidos ou a dançar com pompons na equipa de cheerleader.

O pacote foi produzido pela organização Stonewall, o grupo sodomita líder do movimento homossexual na Grã-Bretanha.
Quem mais estaria interessada em usar o aparelho de Estado para incutir nos rapazes a noção de que homens a usar roupa de mulher é perfeitamente normal senão um grupo homossexual?
O DVD que acompanha o pacote, e suportado pela "Training and Development Agency" (TDA), mostra professores primários a dar os "melhores conselhos prácticos" baseados na sua experiência.
Espera lá. O pacote da Stonewal visa colocar rapazes vestidos de mulher. Que "experiência" é que os professores tem nisso?
Um dos professores diz no DVD que os alunos deveriam ser ensinados a resistir aos valores dos seus pais e avós.
Ah, cá está o verdadeiro propósito do marxismo cultural: a destruição das instituições Judaico-Cristãs e da moral que serviu de base para o sucesso do ocidente.

Um dos professores entrevistados no vídeo encoraja rapazinhos a usar vestidos enquanto outro diz que é "maravilhoso" que rapazes dancem com pompons no clube das cheerleaders. Sim, porque não há nada de suspeito no facto de "professores" primários imaginar rapazinhos vestidos de mulher ou com roupa de cheerleader. Nojento.

De acordo com algumas fontes, o grupo sodomita Stonewall recebeu cerca de £25,000 em financiamento por parte da TDA (organização governamental criada pelo Departamento de Educação). Como se isso não fosse suficiente nojento, temos ainda o ridículo do Departamento de Educação consultar os sodomitas da Stonewall como forma de reverem o planeamento para as aulas de educação sexual.

O pacote de treino para professores recomenda que se usem livros escolares pró-homossexualismo para as aulas de leitura. Sim, porque se há coisa que as crianças das escolas primária precisam de saber é sobre formas de usar o seu ânus como forma de obter prazer sexual.

Um dos livros, Tango Makes Tree, é sobre um pinguim que é criado por dois pinguins macho. Outro é chamado de "The Sissy Duckling" e mostra dois príncipes que se apaixonam e vivem para sempre como Rei e Rei.

Agenda.

O pacote da Stonewall sugere que se ponham as crianças a teatralizar tais livros em peças escolares. Se houver tempo, pode-se ensinar um pouco de Matemática e Gramática às crianças.

Esta campanha é suportada por 70 organizações incluindo departamentos Governamentais e autoridades locais.

Perturbador.

As escolas e as autoridades locais foram encorajadas a usar o material pró-sodomita como forma de demonstrar que estão de acordo com o "Equality Act 2010". A mesma obriga as instituições públicas a promover a igualdade. Aparentemente ninguém parou para pensar se promover a agenda sexual de um grupo específico da sociedade contradiz de alguma forma a noção de "igualdade".

Para haver verdadeira "igualdade" os grupos que são contra a agenda da Stonewall deveriam ter o mesmo "espaço de antena" não só para mostrar os malefícios do vício da homossexualidade, como também para exibirem os benefícios médicos, sociais, psicológicos e espirituais para a restrição da sexualidade dentro dum casamento monogâmico e heterossexual. Mas como acho que todos já sabemos, os grupos que os marxistas culturais promovem não visam a "igualdade" mas sim a supremacia cultural (ou, usando palavras marxistas, a hegemonia cultural).

Mike judge, do Instituto Cristão disse:

Os pais pagadores de impostos esperam que uma educação decente seja dada aos seus pequenotes. Vestir os rapazes como mulheres e pô-los nas equipas de cheerleaders não é bem o que os pais tem em mente.

Mas o mais perturbador é que estas escolas ensinem aos filhos que eles devem resistir os valores dos pais e dos avós.


A tendência dos portugueses é dizer que tais coisas nunca irão acontecer em Portugal. Ai não? O que é que lhes faz pensar assim? Será que eles são ingénuos e anjinhos o suficiente para pensar que as coisas em Inglaterra aconteceram de repente?

O lobby sodomita faz as coisas por etapas e condiciona o público pouco a pouco. Eles sabem que se forem revelar o seu plano na sua integralidade o público vai rejeitá-los. Como tal, eles vão avançando pé ante pé até a consciência social estar cauterizada contra o terrível vício da homossexualidade.

Vejam como estes indivíduos querem sexualizar as crianças em favor do seu vício. Mas o que é que os homossexuais sabem das necessidades das crianças? Regra geral os homossexuais não tem experiência nenhuma em cuidar de crianças, portanto, porque é que o que a Stonewall "propõe"/impõe não levanta logo suspeitas?

Tal como disse em cima, é preciso ter em vista o propósito final da agenda homossexual. O que eles querem não é "igualdade" mas supremacia cultural de modo a que ninguém seja livre para criticar o seu comportamento. Mas eles sabem que isso não vai acontecer com os que agora são adultos (uma vez que esses foram educados numa cultura onde havia um réstia de moralidade).

Devido a isso, o lobby sodomita põe-se a jeito para condicionar a próxima geração de pessoas. E onde está a próxima geração? Ora, nas escolas primárias.

Além disso, convém não esquecer que os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de abuso infantil. Portanto esta sexualização das crianças também lhes prepara o caminho para a normalização futura da pedofilia (ou, como vai ser conhecida num futuro próximo, "relacionamentos intergeracionais").

sexta-feira, 25 de março de 2011

Previsivelmente, muçulmanos e africanos não aprovam o criação de "direitos" com base em vícios sexuais

Sem dúvida que uma delegação da Stonewall (organização sodomita inglesa) vai a caminho de África e dos países muçulmanos para lhes explicar como faz todo o sentido conferir "direitos humanos" a pessoas que se deixaram agarrar pelo vício da homossexualidade.


Estes "laicos" realmente pensam que todo o mundo tem que aceitar o que eles chamam de "normal". Pelos vistos esquecem-se que a esmagadora maioria da população mundial não quer ter nada a ver com a homossexualidade.

Pior, as pessoas no ocidente que alegadamente "protegem" os homossexuais, só o fazem por motivos tácticos (como se pode vêr nesta notícia). Quando o movimento homossexual chocar com o marxismo cultural - como invariavelmente vai acontecer - as mesmas pessoas que hoje dão palmadas nas costas dos homossexuais vão-se libertar deles o mais depressa possível.

O avanço do homossexualismo está a ser feito pelos esquerdistas não porque eles considerem essa práctica como algo positivo, mas sim pela sua utilidade na luta contra o Cristianismo (destruição do casamento e dos valores tradicionais).

É devido a isso que uma minoria ínfima como os homossexuais pode ter tanta influência nas leis dum país. Apesar de serem muito poucos (menos de 3%?) eles têm do seu lado toda a esquerda política bem, como uma larga percentagem da "direita".

Assumindo esta posição como plataforma segura para avançar com a sua agenda, o lobby sodomita quer usar a ONU para atingir os seus objectivos.

No entanto, a julgar pelo vídeo, os seus planos não parecem estar a receber muito boa aceitação. Tal como dito em cima, o mundo não ocidental tem coisas mais importantes a pensar do que a criação de "direitos humanos" com base em preferências sexuais.

Pedofilia é “orientação sexual”, especialistas dizem no Parlamento do Canadá

Surpresa! Os mesmos argumentos usados para a normalização do uso do ânus como fonte de prazer sexual vão agora ser usados para tentar normalizar a pedofilia (ou, como vai passar a ser conhecida, "relacionamentos inter-geracionais").

Claro que o lobby homossexual sempre teve estes planos em mente mas nunca poderia fazer as coisas acontecer duma vez. Primeiro foi preciso condicionar a população no sentido de se conferirem "direitos" a gostos sexuais. Depois da população estar acostumada a esta idiotice, os grupos com gostos sexuais anormais vão começar a tentar normalizar os seus gostos na base usada para a homossexualidade.

Afinal, se a homossexualidade é "normal", porque não a pedofilia?E porque não o bestialismo? Quem és tu para criticar o que dois mamíferos adultos fazem na privacidade do "seu" lar?


OTTAWA, Ontario, Canadá, 28 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Numa recente sessão parlamentar sobre um projeto de lei relativo a crimes sexuais contra crianças, especialistas em psicologia afirmaram que a pedofilia é uma “orientação sexual” comparável à homossexualidade ou heterossexualidade, uma definição que foi questionada por um membro do Parlamento que estava presente.
O projeto de lei C-54, uma Lei que servirá de Emenda ao Código Penal, busca aumentar ou impor penas ou castigos mínimos obrigatórios para criminosos sexuais de crianças em casos de crimes específicos.
O debate no Parlamento em 14 de fevereiro focalizou na prisão compulsória mínima e como os criminosos reagem a tratamento. O Dr. Vernon Quinsey e o Dr. Hubert Van Gijseghem, especialistas na questão, foram chamados para dar testemunho.
Quando falamos de terapia ou quando indivíduos recebem terapia e sentimos como se todos tivessem sido apaziguados, a boa notícia é muitas vezes ilusória”, disse Van Gijseghem, psicólogo e professor aposentado da Universidade de Montreal.
Os pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem um pequeno delito de tempos em tempos. Pelo contrário, eles têm conflitos com o que equivale a uma orientação sexual exatamente como outro indivíduo pode estar em conflito com a heterossexualidade ou até mesmo a homossexualidade”, frisou Van Gijseghem.
Os verdadeiros pedófilos têm preferência exclusiva por crianças, o que é a mesma coisa como ter uma orientação sexual. Não se pode mudar a orientação sexual de uma pessoa”. Contudo, ele acrescentou: “Apesar disso, ele poderá permanecer numa vida de abstinência”.
O parlamentar Serge Ménard mais tarde elogiou as testemunhas. “O sr. Van Gijseghem e o sr. Quinsey”, disse Ménard, “corrigiram algumas de nossas impressões”.
Entretanto, o parlamentar Marc Lemay do Bloco Quebequense desafiou a definição de Van Gijseghem. “Tenho de admitir que eu não estava esperando, neste Dia dos Namorados, estar falando sobre esse tipo impróprio de amor. Não é realmente amor. Tem mais a ver com violência e controle. Estou preocupado, Professor Van Gijseghem… pois você diz, se não me engano, que a pedofilia é uma orientação sexual”.
Eu disse exatamente isso”, continuou Van Gijseghem.
Lemay continuou na questão, perguntando se pois a pedofilia deveria “ser comparada à homossexualidade”.
“Sim, ou heterossexualidade”, respondeu Van Gijseghem. “Se, por exemplo, você estivesse vivendo numa sociedade em que a heterossexualidade fosse condenada e proibida e você recebesse ordem de passar por terapia para mudar sua orientação sexual, você provavelmente diria que isso é um pouco doido. Em outras palavras, você não aceitaria isso de forma alguma. Eu uso essa analogia para dizer que sim, realmente sim, os pedófilos não podem mudar sua orientação sexual”.
Durante seu testemunho, Quinsey, professor emérito de psicologia na Universidade da Rainha, disse que os “interesses sexuais” dos pedófilos têm “preferência por crianças antes da puberdade”. “Não há nenhuma evidência”, disse ele, “de que esse tipo de preferência pode ser mudado por meio de tratamento ou por meio de qualquer outra coisa”.
“Dá para controlarmos o risco que os criminosos sexuais apresentam — até mesmo pedófilos”, acrescentou Quinsey, “Não é necessariamente que eles precisem mudar a orientação sexual deles; eles precisam aprender a se controlar, com nossa ajuda”. “Em minha opinião, a sociedade e ninguém neste debate aceitará a pedofilia, ainda que seja uma orientação sexual”, disse Lemay, “Recordo um período, não muito tempo atrás, em que a homossexualidade era tratada como uma doença. Agora, a homossexualidade é aceita; a sociedade a aceitou… Não consigo imaginar a pedofilia sendo aceita em 2011. Você está me dizendo que ainda que impuséssemos uma pena mínima de cinco anos nas pessoas, isso não resolveria o problema. Logo que saírem da cadeia, voltarão a cometer o mesmo crime. Isso é preocupante”.
Brian Lilley, colunista do jornal Toronto Sun, expressou choque com o testemunho de Van Gijseghem: “o que realmente me chocou foi o Dr. Hubert Van Gijseghem, professor da Universidade de Montreal, que apareceu para dizer aos parlamentares que a pedofilia é uma orientação sexual exatamente como a heterossexualidade ou homossexualidade”. Ele argumentou que “é hora de recuperamos nosso país. Para isso, temos de ignorar os ‘especialistas’”.
Para ler a sessão parlamentar inteira, clique aqui.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Veja também:
Vídeo educacional contra a pedofilia homossexual: http://www.youtube.com/watch?v=CwOW76c0Dsg

quarta-feira, 23 de março de 2011

Lobby sodomita consegue censurar aplicativo informático Cristão

O lobby sodomita conseguiu que uma organização privada removesse o aplicativo que oferecia ajuda a quem de livre vontade quisesse abandonar o auto-destrutivo e muito pouco saudável vício da homossexualidade.

Estes activistas são exactamente os mesmos que querem entrar nas nossas escolas públicas e "ensinar" aos filhos alheios que os seus desejos sexuais (que incluem inserir o órgão sexual, a boca, um objecto ou um animal no ânus doutro homem) é "normal".

As mesmas pessoas que durante anos lutaram para a "igualdade" agora usam a plataforma que os marxistas culturais lhes ofereceram para tratar os que se opõem aos seus pervertidos gostos "sexuais" de forma agressiva e desrespeitosa.

Felizmente que a libertação de jovens presos no vício da homossexualidade não depende da Apple ou de um outro aplicativo do iPhone (ou coisa que se pareça), Os activistas podem tentar usar todos os meios possíveis para manter as pessoas no pecado, mas aqueles que verdadeiramente querem sair do pecado da homossexualidade irão conseguir. Isto acontece porque quando um homem se move para Deus, Deus move-se para ele1, e ninguém pode parar o Poder Libertador do Criador2. Se assim é, é fútil lutar contra Deus.

Os activistas homossexuais podem até ter algumas vitórias simbólicas mas estão a perder a guerra mais importante das suas vidas: a guerra pelas suas próprias almas.

Em baixo vêmos o testemunho de um homem que foi liberto do vício da homossexualidade. É para censurar vidas como esta que organizações como a TWO (activistas homossexuais) lutam e atacam ministérios de libertação como a Exodus.

Mas Deus ainda é Deus, e o homem ainda é uma criatura.


1. "Chegai-vos a Deus, e Ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações." - Tiago 4:8

2. "Porque, para Deus, nada é impossível." - Lucas 1:37

terça-feira, 22 de março de 2011

Apple sob fogo devido à intolerância da gaystapo

Uma aplicação iPhone feita para ministrar pessoas que tenham atracção homossexual indesejada está a ser o alvo de críticas pelo sempre exigente lobby homossexual. Este mesmo grupo - que pede tolerância mas que é muito pouco tolerante - qualifica o programa de "odioso e intolerante". Infelizmente os activistas homossexuais não dizem onde está o ódio em oferecer ajuda a quem tenha desejos e atracções dos quais se queira vêr livre.

A aplicação, criada pelo ministério internacional "Exodus International" e disponível através da loja online da iTunes, recebeu uma qualificação de 4+, o que significa que não contém nenhum conteúdo condenável. A aplicação serve de ponte para as notícias, blogues, podcasts e outras redes sociais do ministério.

O grupo homossexual "Truth Wins Out" (TWO), que se dedica a "combater as mentiras anti-gays e o mito ex-gay", lançou sem demora um protesto. A organização fascista alega que já recolheu mais de 100,000 assinaturas contra a aplicação no site Change.org.

O líderes do grupo TWO prometeram que, se a Apple não se submeter às suas exigências, eles farão uma conferência de imprensa à porta dos escritórios com "vítimas do grupo Exodus" como forma de pressionar a companhia informática.

John Becker, director de comunicação da TWO afirma:

Não tem conteúdo condenável? Nós discordamos . A mensagem da Exodus é odiosa e intolerante. . . . . A Apple não permite aplicações racistas ou anti-semitas, no entanto dá luz verdade a uma aplicação escrita por grupo extremista anti-gay que ataca os jovens de uma minoria sexual com mensagens de que eles são 'pecadores' e 'perversos'.
Reparem no ridículo em que este defensor da homossexualidade cai. Ele tenta dizer que, da mesma forma que a companhia Apple não pactua com material racista, eles não deveriam pactuar com aplicações que ofereçam suporte a quem deseje sair da vida homossexual.

Mas isto é problemático uma vez que racismo é uma ideologia que ataca uma ou mais pessoas devido àquilo que são (não devido ao seu comportamento) enquanto que a aplicação da Exodus oferece suporte contra um comportamento. Como é normal, os activistas não só se tentam colocar no papel de vítimas ("minoria sexual"), como também tentam equivaler a raça com um gosto sexual.

A aplicação da Apple não obriga ninguém a mudar de comportamento, nem se força na vida privada de ninguém. Quem precisar de ajuda, pode contactar o grupo Exodus. Quem estiver satisfeito com a sua homossexualidade e der de frente com essa aplicação, pode simplesmente passar a frente ou não comprar material informático com tal aplicação.

Mas isto não é suficiente para a Gaystapo. Não só eles não querem sair da sua vida homossexual, como também não querem que se saiba que é possível sair da vida homossexual.

Alan Chambers e Randy Thomas do ministério Exodus International já condenaram "os emails terríveis e verdadeiramente maldosos, os tweets e os comentários no facebook" que foram dirigidos à organização desde que a campanha Change.org iniciou.

Jeff Buchanan da Exodus afirmou à CBN:

[Esta campanha] representa realmente uma falta de tolerância, uma falta de diversidade que existe em várias áreas da nossa cultura. . . . . O que nós queremos é simplesmente o direito e a oportunidade . . . . para uma representação igual na plataforma iTunes dentro da Apple para representar a nossa mensagem Bíblica sobre a sexualidade.

Um petição semelhante na Change.org levou à remoção de uma aplicação em favor da Declaração de Manhattan em Novembro último uma vez que esta foi considerara "cheia de ódio" por suportar o casamento normal. Ou seja, segundo os activistas homossexuais, dizer que o casamento é entre um homem e uma mulher é uma expressão de "ódio". Veja-se o ridículo a que chegamos.

Victoria Pynchon, da revista Forbes, defendeu a aplicação da Exodus e questionou os ataques às aplicações da iPhone por parte de alguns grupos.

Sob o risco de me colocar no meio de uma tempestade de desaprovação, tenho a dizer que o que vi e li na aplicação da Exodus não foi discurso de ódio mas sim a expressão de crenças religiosas em relação as quais eu, e muitas outras pessoas estão em desacordo.

Faz parte da nossa identidade nacional que nós, o povo, tenhamos o direito de acreditar no que nós bem quisermos.

Pynchon avisou ainda para o perigo de transformar uma empresa informática como a Apple no vigia dos portões em relação ao que é pensamento aceitável e pensamento censurável.

Os activistas homossexuais tem algo a esconder e por isso não querem que se saiba que há pessoas que trabalham com homossexuais e ajudam-nos a abandonar esse estilo de "vida". Como nada podem fazer contra a verdade, os activistas tentam usar a censura de opiniões distintas da sua.

A Apple tem todo o direito de colocar o que bem entender nos seus dispositivos e a Exodus tem todo o direito de oferecer ajuda a quem queira se vêr livre dos seus desejos homossexuais.

Mas, claro, as leis do mundo ocidental só se aplicam aos outros. Os grupos que podem de alguma forma atacar a superior civilização judaico cristã já não estão vinculadas a estas leis. A censura só é censura quando limita o discurso da gaystapo.

Homossexuais não atacam mesquitas

Este post é especialmente dedicado a quem pensava que os actos de terror perpetuados pelos homossexuais contra os cristãos é apenas devido ao facto de eles (Cristãos) terem votado contra a Prop 8, na Califórnia.

A história por trás do terrorismo homossexual é simples: Há algum tempo atrás, e por decisão judicial (não pela vontade dos eleitores), o "casamento" homossexual foi legalizado na Califórnia. Como resposta a esta decisão, a "Proposition 8" foi escrita como forma de rebater os 4 juízes que ignoraram a vontade do povo californiano no que toca à definição de casamento.

De acordo com este site, a "Prop 8" ganhou (52% a favor, 48% contra). Isto deveria ser o final da história, mas, para alguns, o processo democrático não é o suficiente.

Enfurecidos com o resultado da votação, os activistas homossexuais direccionaram o seu ódio contra aqueles que mais votaram a favor da Prop 8: afro-americanos, mórmons, e cristãos.


Um dos comentadores afirmou que os cristãos não estavam a ser atacados pelos homossexuais devido ao facto de serem cristãos, mas sim devido ao facto de terem votado a favor da Prop 8. Na altura foram fornecidas evidências que isso não era bem assim.

Evidências agora levantadas confirmam que a raiva dos homossexuais é selectiva. Sabe-se agora que os muçulmanos votaram na sua esmagadora maioria contra o "casamento" homossexual, e a favor da Prop 8. No entanto, os homosexuais não atacaram as mesquitas da mesma forma que atacaram as igrejas. Porquê?

Se, como disse o comentador, a razão da raiva homosexual era puramente devido ao sentido de votação dos cristãos, e não porque eles eram cristãos, porque é que os homossexuais não atacam os muçulmanos, que votaram da mesma forma que os cristãos?

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domingo, 20 de março de 2011

A chantagem psicológica gayliban

Uma pessoa deixou-nos uma acusação muito grave nos comentários que aqui tem colocado:

"Sim acho que um blog destes leva muitos jovens em fase de pouca aceitação ao suicidio"

"Um miudo em fase de negação ou em sofrimento que veja um blog destes pior se sentirá e terá logo maior risco de suicidio sim"

Segue a nossa defesa,

As nossas críticas ao movimento gayzista, ideológico e político, não podiam ser melhor resumidas por Justin Raymondo, um homossexual, " Um gay comenta a indecência dos actuais movimentos gays" Transcrição de algumas declarações fortes deste homossexual, que certamente já provocaram milhares, senão mesmo milhões, de suicídios entre jovens. Repito para que não existam dúvidas, é um homossexual quem afirma o seguinte:

-Hoje, proporcionalmente ao crescimento da tolerância à homossexualidade, ativistas gays estão cada vez mais pedindo ao governo para impor sua agenda sobre a sociedade.

-Um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca.

-Em uma sociedade livre, não existem direitos gays, apenas direitos individuais.

-Para os homossexuais e heterossexuais em geral, estes direitos se resumem a um único princípio: o direito de ser deixado em paz.

-Um estado neutro não iria penalizar nem promover o comportamento homossexual.

-Homossexuais são e sempre serão uma raridade, uma pequena minoria necessariamente distante da família tradicional. O “viés” heterossexual das institutições sociais não é algo que precisa ser imposto em uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma natural e inevitável.

-Se isto é “homofobia”, então a natureza é intolerante. Se os gays usam o poder do estado para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão envolvidos em um ato de hostilidade que irá ser encarado justamente como um desafio à primazia da família tradicional.- Sempre mantendo em voga o bicho-papão da “Direita religiosa”, para manter suas tropas em linha... mas na verdade nenhum dos grandes conservadores religiosos propôs medidas legais contra homossexuais.

-A liderança do movimento gay está brincando com fogo. A grande tragédia é que eles não serão os únicos queimados. A volatilidade das questões que eles têm levantado – que envolvem religião, família, e as premissas mais básicas do que significa ser humano – criam o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados.

-O arrojo da tentativa de introduzir um currículo “positivo” gay nas escolas públicas, a posição militante de vítima que não aceita nenhum questionamento, a intolerância absurda uma vez que ganham o poder (...) tudo isso, combinado com o fato de que o paradigma de direitos gays em si representa uma invasão insuportável da liberdade, tendem a produzir uma reação da maioria.

-É tempo de desafiar a ficção de que o movimento de “direitos gays” fala por todos ou mesmo pela maioria dos gays. Eles não falam.

-A busca por uma “etnicidade” gay é tanto uma via sem saída como um esforço para solidificar um movimento político gay. Em nenhum sentido homossexualidade é comparável, vamos dizer, a ser um Armênio.

-Não há uma raça gay codificada nos genes. Há apenas comportamento assumido por um grupo diverso de indivíduos, cada um agindo a partir de seus motivos e predisposições particulares.

-Esforços para santificar tal comportamento, ou para explicá-lo de forma que ele não tenha conteúdo moral, são contraprodutivos além de serem inconvincentes.

-Nós realmente precisamos saber o inclinamento sexual de nossos vizinhos e parceiros de trabalho, ou mesmos nossos irmãos e irmãs, tias e tios?

-Esperar aprovação ou sanção official para uma matéria tão pessoal como sexualidade é um sinal de caráter fraco.

-Auto-estima não é uma qualidade a ser obtida nos outros, nem pode passar a existir via legislação.

Quanto à nossa posição sobre o movimento gayzysta, caso arrumado. Ela está acima dos desejos sexuais que as pessoas possam ter. Tanto assim é, que subscrevemos a posição de Justin Raymondo sobre os movimentos revolucionários gayzistas.

Depois, também temos textos neste blogue que tratam a prática homossexual como pecaminosa. Não sei como as pessoas se podem matar por ligarem àquilo que dizemos, sobretudo quando nunca dissemos que o suicídio era o remédio para o problema ou pecado menos grave. Pelo contrário, o suicídio é um pecado ainda pior. Se alguém se importar com aquilo que dizemos, seguramente não se irá matar.

Por último, a pessoa que nos fez esta acusação, é a mesma que veio aqui perseguir e incomodar alguém, outro comentador, porque este se livrou de tendências homossexuais. Referiu-se a essa pessoa como "ele é homossexual". Ao mesmo tempo que nos acusa de provocar o suicídio de pessoas com tendências homossexuais, o indivíduo persegue aqueles que se querem livrar delas. Imaginem um jovem que passe por esse problema. Da nossa parte, ele apenas terá de suportar o nosso direito a considerarmos pecado aquilo que bem entendermos e ouvir que não existem comportamentos inalteráveis. Afirmamos ainda que o estado não deve puni-lo pela sua conduta de vida, nem a nós por discordarmos dela.

Da parte do gayzista taliban, a conversa é outra: por ele, o jovem confuso está obrigado a ser homossexual até ao fim da vida, e se tentar alterar isso merece ser perseguido e apontado como "ele é homossexual". Aqui aplica-se a resposta que já demos no tópico das Perguntas Frequentes e Comuns:

Os autores deste blogue querem obrigar os homossexuais a abandonar o homossexualismo?

Não. Só gostamos de ridicularizar os homossexuais que querem impedir outros de o fazer. Quando eles chegam ao ponto de tirar a carteira de psiquiatra e/ou psicólogo a profissionais que comprovadamente conseguiram ajudar pessoas que pediram apoio nesse sentido; gostamos de os denunciar como ditadores de comportamentos que são.

A imposição de comportamentos está do lado da agenda política do gayzismo. Por vontade desta, todas as pessoas com tendências homossexuais só poderiam ter como alternativa adaptarem-se a essa condição, adoptando-a como estilo de vida.

O que será pior de dizer a um jovem com esse problema?

1) A homossexualidade não tem solução, tens de gostar dessa tua tendência! Se pensares o contrário e criticares a homossexualidade, vou perseguir-te e chamar-te homossexual sempre que te vir!

2) Não tenho nada a ver com a tua intimidade. No dia em que quiseres alterar esse comportamento, existem profissionais que te podem ajudar. Até lá, não queiras impor aos outros como fonte de direito e acima de qualquer crítica, aquilo que ninguém te quer proibir de fazer.

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Sexo oral primeira causa do cancro da boca e garganta

por DN.pt

As infecções com o vírus do papiloma humano (VPH), transmitidas através do sexo oral, ultrapassaram o tabaco como a primeira causa de cancro da boca e da garganta nos EUA.

Esta é a conclusão de um estudo apresentado durante uma reunião da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, sigla em inglês) e coincide com os resultados de outros trabalhos divulgados no passado, segundo os quais quem pratica sexo oral como mais de seis pessoas ao longo da vida tem oito vezes mais probabilidades de contrair a doença, escreve o correspondente do El Mundo em Nova Iorque.

Maura Gillison, investigadora da Universidade do Ohio, explicou durante a reunião da AAAS que os cientistas que participaram no estudo verificaram um aumento de 225% de casos de cancro oral causados por infecções com VPH entre 1974 e 2007. O CDC (Centro para o Controlo e Prevenção das Doenças) diz que o número de infectados com o vírus do papiloma humano duplicou nos EUA e estima que metade da população sexualmente activa daquele país irá contrair o vírus ao longo da sua vida.

O jornal espanhol salienta que na maior parte dos casos o corpo humano controla a infecção sem grandes problemas ou sequer exibir sintomas, mas em alguns casos a infecção permanece ao ponto de causar lesões pré-malignas.

É a homossexualidade um estilo de vida saudável?

E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram na sua sensualidade, uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza, e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
Romanos 1:27

O estilo de vida homossexual está muito longe de ser "saudável" ou "seguro". De facto, os homossexuais em média tem uma expectativa de vida inferior a dos heterossexuais, um facto que nos é escondido pelos órgãos que visam normalizar a sodomia.

Numa tentativa de estimar a expectativa de vida dos homossexuais, Paul Cameron e os seus colegas fizeram uma revisão 6,714 obituários de 16 jornais homossexuais dos EUA (1993). Posteriormente, eles compararam os resultados com os obituários de dois jornais convencionais.

Cameron e os seus colegas reportaram os seguintes resultados.

Idade média de morte
Heterossexuais Homossexuais*
Casados 75 anos, 80% chegou à velhice 39 se a SIDA era a causa (1% chegou à velhice)
Solteiros 57 anos, 32% chegou à velhice 42 outra doença (menos de 9% chegou à velhice)
Casadas 79 anos, 85% chegou à velhice
Solteiras 71 anos, 60% chegou à velhice
* Como disposto nos obituários homossexuais

No entanto, de acordo com o Centro de Controlo das Doenças, a expectativa média de vida nos EUA é de 77,2 (de acordo com dados de 2001). Portanto, a esperança média de vida dum homossexual (sem a SIDA) é 35,2 anos inferior.

Cameron e a equipa descobriram também que mesmo que não tenha morrido de SIDA, os homossexuais são vítimas de mais violência do que os heterossexuais. Eles descobriram que os homossexuais morriam:

  • 10 vezes mais em acidentes
  • 17 vezes mais no trânsito
  • 26 vezes mais devido ao suicídio
  • 87 vezes mais como vítimas de assassínio
  • 23 vezes mais de ataques do coração (quando comparados com caucasianos com idades entre entre 25-44).

Cameron e os seus colegas apresentaram os seus achados à Eastern Psychological Association, concluindo que os homossexuais não chegam à velhice quando comparados com os seus semelhantes não-homossexuais. O seu estudo claramente demonstra que os homossexuais tem vidas mais curtas quando comparados com os heterossexuais.

REFERENCIAS

Cameron, Paul, William L. Playfair, and Stephen Wellum (1993), “The Homosexual Lifespan,” paper presented at Eastern Psychological Association, April 17.


sábado, 19 de março de 2011

A Ingaysição pode redundar em violência anti-gay

Texto original da parte de Orlando Braga.


Existem centenas de estudos científicos com Pier Review que demonstram a existência de uma ligação entre a homossexualidade e a pedofilia. Basta fazermos uma busca pela Internet para termos acesso a alguns desses estudos, mas a verdade é que eles são cada vez mais difíceis de encontrar devido a um policiamento ideológico dos motores de busca. Por exemplo, um estudo científico com Pier Review da autoria do Dr. Kurt Freund foi publicado salvo erro em 1984, e demonstrou o seguinte:

  • — 80% das vítimas de pedofilia são crianças do sexo masculino abusadas sexualmente por adultos do sexo masculino;
  • — Embora a maioria dos homossexuais masculinos não sejam pedófilos, 35% dos pedófilos são homossexuais, e tendo em conta que só 2% dos adultos do sexo masculino são homossexuais.

Isto significa que num universo total dos homossexuais, 35% do total são pedófilos, e os gays constituem apenas 2% do total da população masculina. As contas são boas de fazer: ficou demonstrada uma clara ligação entre a homossexualidade e a pedofilia. Basta usar a aritmética.

Para além disso, existem dois factores que corroboram a forte ligação entre a homossexualidade e a pedofilia : O “Efeito do Irmão Mais Velho” (Older Brother Effect), a educação e o meio ambiente em que a criança se desenvolve e que inclui os abusos sexuais por ela sofridos na infância.



Recentemente, o governo “conservador” de David Cameron designou um médico com provas dadas de competência, de seu nome Hans-Christian Raabe, para conselheiro do programa do governo inglês para o combate às drogas. Menos de um mês depois da nomeação para esse cargo consultivo e não remunerado, o Dr. Hans-Christian Raabe foi demitido por ter citado o estudo supracitado do Dr. Kurt Freund, quando em 2005 colaborou em co-autoria em um parecer técnico sobre o problema da adopção de crianças por gays.

Reparem bem :

  • em 2005 foi solicitado pelo governo inglês um parecer técnico em que participaram na sua feitura, entre outros, o Dr. Hans-Christian Raabe, parecer esse acerca da adopção de crianças por duplas de gays.
  • Esse parecer técnico citou as conclusões do estudo científico em epígrafe da autoria do Dr. Kurt Freund “Paedophilia and heterosexuality vs homosexuality”, de 1984 — estudo esse que sofreu um Pier Review.
  • Um deputado inglês gayzista e esquerdista, de seu nome Evan Harris, publica um artigo num blogue criticando a escolha do governo inglês.
  • Quando a jornalista inglesa Melanie Phillips veio em defesa do Dr. Raabe, sofreu ameaças de morte.
  • Dias depois do deputado Evan Harris ter escrito o seu artigo, o Dr. Hans-Christian Raabe foi demitido pelo governo “conservador” inglês.
  • Não existe nenhuma relação lógica e ligação técnica entre um parecer de 2005 acerca da adopção de crianças por duplas de gays, e os pareceres técnicos acerca o uso de drogas. No caso de Dr. Hans-Christian Raabe (e de muitos outros), o politicamente correcto gayzista procedeu a um saneamento político puro e duro.

Perante os factos e os casos semelhantes a estes que se acumulam a cada dia que passa, e devido à total impotência da classe política em lidar com o fenómeno do gayzismo, é uma questão de tempo para que comecem a surgir casos de violência anti-gayzista, perpetrados por organizações da sociedade civil actuando clandestinamente, e apoiados logisticamente pelas populações.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Pai homossexual coloca filho nas mãos de parceiro homossexual. O previsível acontece.


Um homossexual de 33 anos enfrenta acusações de abuso sexual depois dum rapaz vir a público e revelar os alegados abusos sexuais que sofreu às mãos do homem em cuja casa o seu pai o tinha colocado durante cerca de 3 meses do ano passado.

O rapaz afirmou que foi abusado dentro da casa de Carl DeLong várias vezes.

De acordo com documentos de tribunal, o rapaz declarou que "o Carl ajudava-o a tomar banho lavando o seu corpo e cabelo". Ele disse que DeLong desnudava-se e às vezes carícias inapropriadas aconteciam.

Numa ocasião particular, a vítima disse Carl "meteu-se na cama com ele e deitou-se por trás dele. Ele disse que o Carl baixou as suas calças de pijama". O resto é demasiado gráfico para se revelar.

O rapaz alegou que houve relacionamento sexual nessa noite e em pelo menos outras quatro vezes.

O pai da criança disse à polícia que começou a sair com DeLong, que é seropositivo, em Março de 2010, chegando mesmo a mudar-se para a sua casa nesse mês.

(Fonte)


Esta notícia tem tanto esquerdismo incorporado que nem sabemos por onde começar a comentar.

Para começar, como foi possível que um homem tenha deixado o seu filho nas mãos de um seropositivo homossexual que ele mal conhecia? E isso aconteceu durante 3 meses. Onde é que ele se encontrava durante esses 3 meses?

Segundo, como é possível que um homem que sabe que é seropositivo tenha violado uma criança? E se a criança agora for portadora de SIDA?

Uma coisa é os homossexuais terem ódio às suas vidas em tamanha proporção que não se coíbam de buscar sexo com desconhecidos em lugares conhecidos por serem antros de propagação de doenças. Outra coisa é os homossexuais terem tão pouco respeito pela vida alheia (inclusive crianças) que busquem inocular outros com DST.

Finalmente, o elefante na sala: mais um caso de um homossexual com atracção por rapazinhos. Estas coisas continuam a acontecer mas ninguém ganha coragem para fazer a óbvia conexão entre o homossexualismo e a pedofilia.

Quando homossexuais abusam crianças católicas dentro das igrejas, alguns esquerdistas alegam que isso se deve ao celibato. Segundo eles, se os padres pudessem casar eles não buscariam sexo com rapazes. Mas se isto é verdade, como é que se explica que os homossexuais também estejam desproporcionalmente representados nos casos de pedofilia fora das igrejas?

A homossexualidade não é um comportamento natural mas sim um comportamento associado a desequilíbrios emocionais e excessos sexuais. Todas aquelas pessoas que querem permitir que homossexuais adoptem filhos alheios, estão a propôr que elas cresçam em ambientes conhecidos por serem violentos e depravados.

É isso que queremos para Portugal?

quinta-feira, 17 de março de 2011

Publicidade Gayzisticamente Incorrecta

O video abaixo é uma promoção a uma marca de chocolates, com a participação de Mr. T, o BA Baracus da popular série A-Team ( quem era miúdo nos anos 80/90 lembra-se da série). O video não tem nada de mais, Mr T aparece ao bom estilo do A-Team e "aconselha" um homem a comportar-se de forma mais máscula. Um homem, com tiques femininos, a quem Mr T acusa de ser uma vergonha para a "raça masculina". Nenhuma referência ao homossexualismo. Apenas humor.



Pois bem, a proprietária da marca retirou o anúncio do ar, por causa das queixas dos movimentos gay. Na altura (2009) o caso até foi noticiado como Mr T "ofende os homossexuais".

Cá em Portugal, também já tivémos um caso parecido. Os movimentos gays fizeram uma pressão e choradeira de escandalizados por causa daquela campanha "Orgulho Hetero" da cerveja Tagus, que também não referia uma única vez os homossexuais.(quem não conhece procure no google)

A ideologia gay não só faz de um desejo sexual característica identitária e fonte de direitos, como pretende tornar o assunto politicamente correcto: um tabu indiscutivel. A susceptibilidade dessa gente é tanta que, mesmo nos casos em que o homossexualismo não é referido como nos dois exemplos acima, eles estão prontos para policiar e reprimir tudo o que lhes pareça demasiado tradicional e conservador. Como seja um homem saber o que é uma atitude masculina, ou apreciar mulheres...´

* Outros videos "masculinizadores" de Mr T, na mesma campanha publicitária: 1 ; 2

quarta-feira, 16 de março de 2011

Elton John para produtores da série "Glee": Não me querem pôr na cama com um rapaz de 16 anos e virgem?

Não contente em fazer parte da sub-cultura homossexual que está a ser usada pelos marxistas culturais como forma de destruir a superior civilização ocidental baseada na moralidade Judaico-Cristã, Elton John quer agora revelar de uma vez por todas a íntima ligação entre a homossexualidade e a pedofilia.

Segundo esta notícia ,o cada vez mais velho Elton John (63 anos) quer ser uma das estrelas do programa marxista cultural "Glee", num enredo onde ele é o amante da pessoa que treina as "cheerleaders" mas que acaba na cama como um virgem homossexual de 16 anos.

Este plano para normalizar a moralidade esquerdista foi revelado pela Jane Lynch aquando da sua presença no programa de Jay Leno:

[O Elton John] sondou [o criador de Glee] Ryan [Murphy] àcerca de alguns enredos que ele poderia tomar parte. Ele disse que uma das primeiras coisas que ele [Elton] disse foi:
O que eu gostaria era de ser teu amante mas acabar na cama com o Chris.
Claro que no programa Chris tem 16 anos, portanto isso seria um isco para ir parar à cadeia..... Mas mesmo assim espero que ele faça parte do programa.
Dentro do contexto da série "Glee", os pensamentos homopedófilos de Elton John são ainda mais doentios uma vez que, na série, Kurt (o papel que Chris Colfer desempenha) é uma criança inocente, ingénua e bastante doce que não faz ideia nenhuma do que é o sexo, muito menos o homossexo.

Corromper e desfilhar os inocentes são prazeres degenerados que tem que ser desfrutados rapidamente enquanto ainda há alguma inocência. Dentro de um ou dois anos nós provavelmente vamos assistir a programas de televisão a mostrar nus intergeracionais (pedofilia) entre pessoas do mesmo sexo (homossexo), portanto, por agora, Elton John vai ter que manter-se vestido.

elton john
Elton John 25 kilos mais novo.

terça-feira, 15 de março de 2011

Califórnia quer que gays e transsexuais sejam modelos positivos obrigatórios para crianças nas escolas públicas

Legisladores do estado da Califórnia estão propondo uma lei que requeriria que escolas retratassem lésbicas, homossexuais, transsexuais e aqueles que escolhem outros estilos de vida sexuais alternativos como modelos de papel positivo para crianças em todas as escolas públicas por lá.

A medida é patrocinada pelo senador Mark Leno. Abertamente homossexual, Mark Leno se orgulha, em seu website, de fundar um negócio com seu 'parceiro da vida Douglas Jackson', que depois morreu de complicações da AIDS.

Em seu website, Leno expressou sua preocupação: "A maioria dos livros-texto não inclui nenhuma informação histórica sobre o movimento LGBT, que tem grande significância para a história tanto da Califórnia como dos Estados Unidos".

"Nosso silêncio coletivo nesta questão perpetua estereótipos negativos do povo LGBT e leva a um maior bullying de pessoas jovens. Nós não podemos simultaneamente dizer aos jovens que é OK ser ele mesmo e viver uma vida aberta e honesta, quando nós nem estamos ensinando aos estudantes figuras LGBT históricas ou o movimento de direitos iguais LGBT", ele disse.

Entretanto, a Campaign for Children and Families, organização pró-família, em sua mensagem, alerta que "crianças já no jardim serão ensinadas a admirar a homossexualidade, 'casamentos' de mesmo sexo, bissexualidade e transsexualidade".

"As crianças serão atraídas ao ativismo político em apoio de tudo impulsionado por grupos políticos 'gays, lésbicos, bissexuais, transgêneros, intersexo e questionadores', porque o projeto de lei requer 'ênfase particular em retratar o papel destes grupos na sociedade contemporânea'".

Além disso, requereria que "professores façam retratações positivas da homossexualidade, 'casamentos' do mesmo sexo, bissexualidade e transsexualidade... porque ser silencioso os expõe à acusação de 'refletir adversamente'".

"Isto é uma doutrinação sexual radical, que pais genuinamente não querem e crianças realmente não necessitam", diz a declaração.

O comentário do Conselho Legislativo da Califórnia sobre o plano afirma que ele "requereria instrução em ciências sociais para também incluir um estudo do papel e contribuições de americanos nativos, afro-americanos, mexicanos, asiáticos, pessoas advindas das ilhas do Pacífico, euro-americanos, lésbicas, gays, bissexuais e americanos transgêneros... ao desenvolvimento da Califórnia e dos Estados Unidos".

A lei também requer que escolas ensinem "ênfase particular em retratar o papel destes grupos na sociedade contemporânea".

Randy Thomasson, líder do Campaign for Children and Families, nota que os diretores de escola teriam que escolher livros-texto e outros materiais que promovem abertamente o homossexualismo, porque o silêncio "os expõe a acusações de 'refletir adversamente'". Ele também adiciona que os pais não poderão tirar seus filhos dessas aulas.

Thomasson disse ao WND que essa lei é mais um passo, seguindo as várias leis do tipo aprovadas anteriormente na Califórnia, em direção a reprimir valores tradicionais da família e promover os "alternativos".

"As escolas públicas da Califórnia não são mais lugares seguros moralmente para meninos e meninas", ele disse ao WND. "Este novo projeto de lei, SB 48, reflete o desejo dos legisladores de estado democratas de recrutar garotos e garotas para apoiar a agenda homossexual-bissexual-

transsexual, tanto pessoalmente como publicamente".

Sob a lei, ele disse "livros-texto, professores e diretores serão forçados a promover homossexualismo, 'casamentos' de mesmo sexo, bissexualismo, transsexualismo, operações de mudança de sexo, e traversão como modelos de papeis positivos".

"Atirar esse balde de despejo na cara de crianças impressionáveis é repugnante para a maioria das pessoas".

sábado, 12 de março de 2011

O roubo homossexual aos velhinhos cristãos

Quando os donos Cristãos do "bread & breakfast" Peter and Hazelmary Bull se recusaram a deixar dois homossexuais usar um quarto (reservado para casais) para as suas perversões sexuais, o longo martelo do sistema legal marxista cultural caiu sobre eles e os mesmos viram-se na obrigação de "compensar" os homossexuais com £3,600 (€4,148.17).

Mas isto não é suficiente para saciar o apetite voraz dos demónios que atacam os Cristãos através destes homossexuais. Parece que o juiz que decidiu o caso foi compassivo com o casal de Cristãos porque eles agiram em sinceridade de acordo com as suas convicções Cristãs em torno da santidade do casamento. Na era do marxismo cultural militante, isto não serve:

Os advogados que defendem a causa dos homossexuais afirmam que as crenças Cristãs do sr e da srª Bull devem ser ignoradas na altura de se decidir o montante da compensação.

Ignoradas? É surpreendente que eles não insistam que os castigos sejam duplicados apenas e só porque eles acreditam em valores morais absolutos e não no politicamente correcto.

Estes homossexuais não tem nada a perder em roubar ainda mais dinheiro aos idosos donos do B&B. Os 4,148 euros que eles já tem que pagar já deve ser uma fortuna, mas o que é isso para o movimento homossexual?

A Comissão pela Igualdade e Pelos Direitos Humanos está a fornecer ajudar legal - à custa dos contribuintes.

Na semana passada a Comissão foi forçada a emitir uma desculpa embaraçosa depois de alegar que pais Cristãos podem prejudicar as crianças ao "infectá-las" com os seus valores morais.

Infectá-las? O Cristianismo agora é uma doença? A crença de que o ânus não é um órgão sexual, mas sim um órgão propositadamente criado para expelir excremento e gases intestinais, é uma "doença"? A santidade do casamento é uma "doença"?

Uma vez que a sociedade inglesa caminha para declarar oficialmente o Cristianismo uma "doença", quanto tempo até se abrirem campos de "re-educação" para se remover esta "doença" da sociedade?

homosexuals
Os donos da cultura caminham até a perdição eterna

Governo inglês força igrejas a "casar" homossexuais, mesmo que isso viole suas convicções

Pelos vistos a laicidade é uma via só de um sentido: o cristianismo não pode influenciar o "estado laico" mas o Estado pode influenciar e tentar mudar as prácticas religiosas dos cristãos. Onde estão os "laicos" quando mais precisamos deles?

Este é um exemplo da necessidade da Igreja se demarcar do Estado. O propósito da separação entre a Igreja e o Estado não era para proteger o Estado da Igreja, mas proteger a Igreja das decisões políticas do Estado.

Os gays e as lésbicas vão poder "casar" nas igrejas no seguimento de leis que vieram a lume esta semana.

A decisão histórica....vai acabar com a definição legal do casamento como sendo uma relação entre um homem e uma mulher. Um casal gay vai poder referir-se a um dos parceiros como "marido" e um casal de lésbicas vai poder referir-se uma a outra de "esposa".

Uma parte chave da reforma é acabar com a proibição de parcerias civis serem realizadas em lugares de oração.

Podemos chamar um gorila de peixe. Podemos até impôr leis que nos obriguem a chamar os gorilas de "peixe". Mas isso não torna um peixe num gorila.

Na situação em que estamos, é praticamente impossível lamentar o declínio do que era outrora a Cristandade porque muitas vezes as acções são eminentemente dignas do colapso anunciado.

Vai ser interessante ver quanto tempo os vários governos tentam negar a óbvia lógica que permite a poligamia e a bestigamia debaixo do mesmo disfarce que a homogamia antes da inevitável aceitação.


Fonte: Vox Day.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Imagens




(Fonte das imagens)

Homem que deu seu sêmen a um par de lésbicas imputado a pagar uma pensão ao filho

Fonte: Forum Libertas

As duas mulheres comprometeram-se a não exigir compensações económicas ao professor alemão que se ofereceu como doador, mas cinco anos depois pedem um subsídio alimentar para seu filho.

A justiça alemã poderia acabar dando razão a um par de lésbicas que reclamam à Klaus Schröder, um professor de 52 anos residente em Palatinado (sudoeste da Alemanha), uma pensão alimentícia para seu filho. Schröder fez uma doação de esperma há cinco anos para a inseminação de uma delas.

As duas mulheres, que inseriram um anúncio em um jornal para obter um "pai", se haviam comprometido com o professor alemão a não exigir-lhe compensações financeiras para o filho que pensavam em gerar, informa a revista alemã Der Spiegel.

No entanto, após o nascimento, Schröder, que não tinha filhos, desempenhou um papel "parecido ao de um pai auxiliar" e via aproximadamente uma vez por mês o pequeno David, cujo batismo também pagou.

Agora, as duas mulheres parecem não achar suficiente as contribuições do professor e reclamam-lhe uma pensão alimentícia para seu filho, de quase 4 anos.

Segundo sublinha o semanário, a lei parece dar-lhes razão, porque o direito alemão estipula que um pai deve cuidar das necessidades dos seus filhos se não houver nenhuma dúvida sobre sua paternidade, como é o caso.

A única excepção é quando o parceiro da mãe adopta legalmente a criança. Neste caso, o pai biológico fica isento de assumir os gastos, algo que, parece, não vai se livrar Klaus Schröder.

(Fonte)


Sinceramente, não sei se se deve ter pena do professor ou não. Primeiro, porque é que ele condenou o seu filho a viver num ambiente tão anormal como o de uma união homossexual?

Segundo, porque é que ele acreditou na palavra de quem não tem pejo de ignorar a ordem natural da criação?

quinta-feira, 10 de março de 2011

Testemunho de ex-Homossexual

Transsexual na Posse de Pornografia Infantil Poupado da Prisão Porque Seria Desagradável Para Si

Ás vezes há tanto esquerdismo empacotado no título de uma notícia que nós nem precisamos de desenvolver muito mais:

Pervertido Transsexual Que Fez Download de Pornografia Infantil Poupado da Prisão Porque Juíza Disse Que Tal Seria Uma "Experiência Aterradora"
A prisão seria uma experiência inconveniente para a Laura (nome de nascimento: "Luke") uma vez que ele/ela "está no meio de um processo de troca de sexo, o que significa que ela é biologicamente um homem mas legalmente uma mulher." Como recompensa por ter atingido este estado de auto-degradação, ele escapa a prisão com uma pena suspensa e algumas horas de trabalho comunitário.

Assim decidiu a Juíza Lesley Newton:

Francamente, tu mereces ir para a prisão, mas não consigo enviar-te para a prisão porque isso poderia ser uma experiência aterradora para ti.
A Juíza não disse se as experiências infligidas aos "jovens semi-nus" que foram "abusados" em frente a câmaras para o deleite de Laura Voyce foram "aterradoras". A Juíza não pareceu estar muito preocupada com isso.

Isto é o que acontece quando o relativismo moral toma conta de um país: há mais preocupação com o criminoso do que com as vítimas. Laura/Luke escapou da prisão (por crime de possuir material pedófilo) apenas e só porque estava no processo de destruição dos seus próprios órgãos sexuais. Se fosse um homem normal ou uma mulher normal, a Juíza não pensaria duas vezes.

terça-feira, 8 de março de 2011

Peter Tatchell e o preço da liberdade de expressão

  • "O preço da liberdade de expressão é que às vezes temos que lidar com opiniões censuráveis e ofensivas. Do mesmo modo que as pessoas tem o direito de criticar a religião, as pessoas de fé têm que ter o direito de criticar a homossexualidade"

Peter Tatchell, activista homossexual inglês

Socialista Jorge Sampaio e o pedófilo Teixeira Gomes


O dr. Jorge Sampaio, antes de acabar o mandato, foi à Argélia prestar homenagem ao penúltimo Presidente da I República, Teixeira Gomes. Todos nós podemos, aliviadamente, repousar na certeza que o dr. Jorge Sampaio nunca leu os romances (em geral, autobiográficos) do escritor Teixeira Gomes.

Mas mesmo um ingénuo devia perceber que a venerada figura que se refugiou em Bougie (e não, por exemplo, em Nice) tinha razões de um peso particular.

Em 1924, o norte de África, como Gide amorosamente descreveu, era o paraíso dos pedófilos. Teixeira Gomes queria rapazinhos.

E, de quando em quando, virgens de 11,12 anos, para como ele disse, lhes "colher as primícias". Costumes.


http://o-espectro.blogspot.com/2006/03/costumes.html


O que me chocou nesta notícia não foi saber que mais um esquerdista tinha uma homo-atracção por rapazinhos, mas o quão "cedo" isto aconteceu: 1924?! Como foi possível um pedófilo homossexual chegar a presidente da República num país na altura (e ainda hoje?) fortemente Católico e tradicional?

segunda-feira, 7 de março de 2011

Rapaz arrisca morte para fugir de violadores homossexuais

Rapaz saudita arriscou ser morto quando puxou abruptamente o travão de mão do carro onde os seus raptores o levavam como forma de impedir ser abusado sexualmente por eles.

Segundo o jornal arábico "Kabar", o rapaz e os violadores ficaram feridos quando o carro capotou duas vezes na estrada principal da zona ocidental de Taif.

A idade do rapaz não foi mencionada mas foi dito que o mesmo havia sido raptado da sua vizinhança em Taif pelos dois homens. Os mesmos agrediram-lhe e empurraram-lhe para o carro antes de saírem da cidade.

Enquanto eles lutam para lhe raptar, o rapaz conseguiu chamar a polícia - mas eles conseguirem por fim levá-lo.

Já no carro, os violadores ameaçaram-lhe com violência física se ele oferecesse resistência....mas mais tarde ele conseguiu ludibriá-los e puxar o travão de mão do carro. Isto causou a que o carro perdesse o controlo e capotasse.


Mais um exemplo de homopedofilia (desta vez vindo do coração do islão). Por mais que os activistas tentem esconder a verdade, o facto é que a cultura homossexual é uma cultura que fomenta a pedofilia. Os homossexuais sabem disso e muitos nem o tentam esconder. O público é que ainda não aceitou esse dado.

Essa preferência por rapazes por parte dos homossexuais explica a desproporcional presença de homossexuais nos casos de abusos de menores, especialmente dentro das organizações cristãs.

Sempre que no futuro ficarmos a saber que um padre é acusado de abuso de menores, existe uma probabilidade na ordem dos 80% do abusador ser homossexual. O Cardeal Bartone correctamente conecta a homossexualidade com a pedofilia, embora outros cristãos estejam relutantes em fazê-lo.

Agora imaginem o que é deixar crianças à mercê de pessoas cujo estilo de vida é marcado pela depravação sexual.

(Fonte)

domingo, 6 de março de 2011

Homossexual Justin Raymondo critica agenda gay

(Fonte)

Abaixo um ótimo texto escrito por um intelectual gay, Justin Raymondo.

Leiam abaixo, e depois comento:

Os ativistas gays do passado pediam que o governo os deixasse em paz. Seu programa político era focado em descriminalizar relações homossexuais entre adultos que consentiam a relação. Mas hoje, proporcionalmente ao crescimento da tolerância à homossexualidade, ativistas gays estão cada vez mais pedindo ao governo para impor sua agenda sobre a sociedade. Mesmo que o poder do estado tenha sido usado contra gays desde a Idade média, repentinamente líderes gays atuais parecem compor uma união declarando: “Agora é a nossa vez”. Isso é uma grande ironia – e uma causa em potencial de problemas para os homossexuais e tumultos para a America.

A origem do movimento de liberação gay na America pode ser definida como a tarde de Junho, 27, 1969, quando patrocinadores do Stonewall Inn, um bar homossexual em Manhattan, resistiram a uma tentativa da polícia fechar o local. Por três dias, uma rebelião na vizinhança evitou de forma efetiva que a polícia executasse uma velha tradição de fechar as portas dos bares gays e prender aqueles que não pagassem propina. Na queixa oficial, os operadores do Stonewall foram citados pela ausência de licença para vender bebidas. Mas mesmo que eles tivessem essa licença, temos dúvidas se sua requisição seria atendida: o comitê de licenciamento estadual era naturalmene hostil aos grupos gays. Os primeiros militantes gays modernos estavam, então, se rebelando contra regulação. De fato, se tornar livre do governo geralmente era uma idéia central da liberação gay.

Mas algo aconteceu para distanciar o movimento gay de seu objetivo original. Hoje, o chamado movimento pelos direitos gays vê o governo como a agência, não como inimigo, da liberdade. Da medicina socializada à legislação anti-discriminação até as lições obrigatórias de “tolerância” nas escolas, não há sequer um esquema focado em aumento do poder do governo que esses alegados lutadores da liberdade não apóiem.

Enquanto atos homossexuais entre adultos sob consentimento são ilegais em alguns estados, eu acredito que as organizações dedicadas à repelir essa idéia tem um lugar legítimo na constelação de causas por direitos humanos. Além deste objetivo estritamente limitado, entretanto, um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca. As evidencias mostrando que os movimentos de direitos gays têm assumido um estilo cada vez mais autoritário é o resultado inevitável de assumir as causas políticas com base em lealdade de clã, ao invés de princípios filosóficos.

Em uma sociedade livre, não existem direitos gays, apenas direitos individuais. Para os homossexuais e heterossexuais em geral, estes direitos se resumem a um único princípio: o direito de ser deixado em paz. Politicamente, os movimentos de direitos gays deveriam retornar às suas raízes libertárias. Isso iria iniciar o processo vital de despolitizar a homossexualidade e minar a criação de uma cultura de guerra que a minoria gay jamais poderá vencer.

Mesmo a “neutralidade” estatal que gays “centristas” como Andrew Sullivan defendem iria forçar o tratamento governamental de forma equânime à heterossexualidade, como visto nas requisições de Sullivan pelo pseudo-“casamento” gay e a presença de gays assumidos no exército. Verdadeira neutralidade, entretanto, não iria envolver reconhecimento, mas indiferença, ausência de atenção, inércia. Um estado neutro não iria penalizar nem promover o comportamento homossexual. Ele não iria nem sequer proibir nem dar status legal ao casamento gay. Em um ambiente militar, um estado neutro iria submeter toda sexualidade à mesma rigorosa regulação.

Gays deviam rejeitar a idéia nonsense que eles são oprimidos pelo “heterosexismo”, uma ideologia má que subordina e denigre homossexuais pela insistência da centralidade da heterossexualidade na cultura humana. Não há uma base para isso na biologia humana, entretanto algo que pode ser chamado de projeto reúne acadêmicos organizados em uma imaginação que define a sexualidade humana como uma “construção social” a ser alterada conforme a vontade. Homossexuais são e sempre serão uma raridade, uma pequena minoria necessariamente distante da família tradicional. O “viés” heterossexual das institutições sociais não é algo que precisa ser imposto em uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é intolerante. Se os gays usam o poder do estado para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão envolvidos em um ato de hostilidade que irá ser encarado justamente como um desafio à primazia da família tradicional.

Mesmo muitos liberais gays reconhecem que o modelo de direitos gays já tornou obsoletas quaisquer utilidades que alguma vez já existiram. A idéia de que pessoas gays, particularmente homens gays, como um grupo de vítimas é tão contrário à realidade que não é sustentável. Em cenários econômicos, políticos e culturais, a influência gay ocorre em maior proporção do que seus números, um fato que tem alimentado várias teorias da conspiração. Dos Cavaleiros de Malta medievais ao “Homintern” misterioso de tempos modernos, o tema com a idéia de uma cabala homossexual poderosa é persistente na literatura conspiratória, que mimetiza a forma e o estilo da campanha anti-semita.

Coberto com a propaganda de vitimização dos últimos 20 anos, esta imagem do poder homossexual secreto é combinada para produzir um perfil extremamente desagradável: uma criatura de altos privilégios que lamenta-se constantemente sobre sua situação. Se a liderança política gay realmente está tão preocupada sobre o alegado crescimento da liderança anti-gay, talvez eles deveriam se preocupar em projetar uma imagem menos atacável.

Como se fosse um contingente militar especializado em empurrar o socialismo “multicultural” goela abaixo dos habitantes da América, o lobby gay capitaliza nas piores inseguranças de seus membros. Sempre mantendo em voga o bicho-papão da “Direita religiosa”, para manter suas tropas em linha, os políticos gays apontam para Jesse Helms e dizem: “Sem nós, você não teria chance alguma contra eles”.

Mas na verdade nenhum dos grandes conservadores religiosos propôs medidas legais contra homossexuais. A Christian Coalition, o Eagle Forum, e outros ativistas conservadores arraigados apenas se envolveram em atividades políticas “anti-gay” de forma defensiva, trabalhando para reverter as legislações de direitos gays que atacaram suas crenças mais valorizadas.

A liderança do movimento gay está brincando com fogo. A grande tragédia é que eles não serão os únicos queimados. A volatilidade das questões que eles têm levantado – que envolvem religião, família, e as premissas mais básicas do que significa ser humano – criam o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados. O arrojo da tentativa de introduzir um currículo “positivo” gay nas escolas públicas, a posição militante de vítima que não aceita nenhum questionamento, a intolerância absurda uma vez que ganham o poder em guetos urbanos como San Francisco – tudo isso, combinado com o fato de que o paradigma de direitos gays em si representa uma invasão insuportável da liberdade, tendem a produzir uma reação da maioria.

É tempo de desafiar a ficção de que o movimento de “direitos gays” fala por todos ou mesmo pela maioria dos gays. Eles não falam. A legislação de direitos gays viola os princípios ao liberalismo autêntico, e homossexuais deveriam se voltar contra ela – para se distanciar dos excessos de um movimento militante destrutivo, para ajudar a evitar danos sociais e corrigir alguns erros graves. Estes erros são o assalto político cometido contra a família heterossexual pelos teóricos da revolução dos direitos gays; a infinita ridicularização da religião promovida pela imprensa gay; e o ilimitado desprezo por toda tradição e “valores burgueses” que permeiam a subcultura homossexual.

E a busca por uma “etnicidade” gay é tanto uma via sem saída como um esforço para solidificar um movimento político gay. Em nenhum sentido homossexualidade é comparável, vamos dizer, a ser um Armênio. Não existe cultura gay separada da cultura em geral, e a despeito de alegações pseudo-científicas em contrário, não há uma raça gay codificada nos genes. Há apenas comportamento assumido por um grupo diverso de indivíduos, cada um agindo a partir de seus motivos e predisposições particulares.

Esforços para santificar tal comportamento, ou para explicá-lo de forma que ele não tenha conteúdo moral, são contraprodutivos além de serem inconvincentes. Esforços para reconciliar a homossexualidade com os costumes e crenças religiosas da maioria é conceder ao grupo o direito que as pessoas, gays ou não, realmente não possuem – o direito, aliás, não deve justificar sua existência.

A obsessão com a idéia de “sair do armário”, e a auto-centralização basicamente feminina que tal ritual implica, é certamente outro aspecto do qual o movimento gay deve se afastar. Nós realmente precisamos saber o inclinamento sexual de nossos vizinhos e parceiros de trabalho, ou mesmos nossos irmãos e irmãs, tias e tios?

Esperar aprovação ou sanção official para uma matéria tão pessoal como sexualidade é um sinal de caráter fraco. Para uma solicitação (não, demanda) tão desaforada, tal aprovação sob a forma de algum ato do governo é um ato de incomparável mau gosto. Da mesma forma, é uma confissão de tão devastadora falta de amor próprio, de vazio interior, que sua expressão pública é difícil de dimensionar. Auto-estima não é uma qualidade a ser obtida nos outros, nem pode passar a existir via legislação.

A história do movimento gay revela que ideologia e Eros são antípodas. Política, como disse Orwell, é simplesmente um “sex gone sour”, na qual sour (ácido) certamente descreve a visão de mundo dos dogmatistas dos direitos gays. Isso é evidente apenas ao olharmos para eles: sitiados por todos os lados por uma sociedade “heterossexual”, e geralmente demasiadamente sozinhos para arrumar um encontro, estas pobres almas tem dessa forma que politizar sua sexualidade que mal podem alegar realmente existir.

Ao invés do excessivo moralismo da “visibilidade” gay, uma resolução razoável da Questão Gay deveria solicitar um retorno às maravilhas da vida privada, a redescoberta da discrição ou mesmo anonimidade. A politização do cotidiano – do sexo e as principais instituições da cultura – é uma moda que deve ser fortemente resistida, não apenas por gays mas também por amantes da liberdade em qualquer esfera da atividade humana.

Meus comentários

Mas não é que o Justin Raymondo está correto?

Ele me lembra os discursos do Clodovil, que sempre rejeitou a ditadura gay.

Enfim, Clodovil era gay, mas não um gayzista. Assim como Raymondo.

Precisamos saber se os movimentos gays falam por todos os gays ou apenas por grupos de esquerda que querem USAR os gays de forma política.

Vale o mesmo em relação aos neo ateus/humanistas. Será que eles representam todos os ateus ou apenas são um grupo USANDO os ateus de forma política?

É importante investigarmos essa postura, pois temos que retaliar tanto os ataques dos movimentos gays como dos movimentos humanistas.

Mas isso não implica um ataque aos gays e ateus.

Somente àqueles que estão contra nós.

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